Tudo o que você precisar sobre o eSocial está aqui

O governo vem buscando formas de modernizar as rotinas administrativas das empresas criando dezenas de novas regras e sistemas, com a finalidade de facilitar a entrega de informações por parte do empresário. Se você veio parar aqui, é porque tem interesse em saber como o eSocial pode alterar a sua rotina e quais são os seus benefícios, não é mesmo?

 

A seguir, vamos falar um pouco sobre as informações mais importantes desta ferramenta e todos os dados que você precisa compartilhar na sua gestão. Afinal, desde o dia 1º de julho de 2018 o eSocial é obrigatório e você precisa entender com detalhes todos os impactos que a sua empresa terá. As mudanças principais ocorreram em janeiro, então é possível que muitos já estejam por dentro de algumas características. Mas julho e agosto serão decisivos, pois, o que era opcional será obrigatório e você, gestor, precisa se inteirar de todos os detalhes. Vamos lá?

 

O que é eSocial?

 

O eSocial é um sistema que reunirá informações relacionadas a obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais, obrigatório para todas as empresas registradas no Brasil a partir deste mês. A plataforma foi desenvolvida em ação conjunta da Receita Federal, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Caixa Econômica Federal com o objetivo de facilitar a comunicação entre empregadores e o governo, no que se refere aos vínculos trabalhistas e a vida laboral dos funcionários.

 

O eSocial será responsável por unificar o envio das informações referentes aos trabalhadores das empresas. Com a total implantação do eSocial, os profissionais de RH farão em um único envio todas as informações relevantes para CAGED, GFIP, RAIS, etc. Resumindo, podemos afirmar que a plataforma será como uma folha de pagamento digital.

 

No projeto, está incluso também a entrega de todas as declarações, resumos para recolhimento de tributos ligados à relação trabalhista e previdenciária, bem como informações importantes sobre o contrato de trabalho. Além de controlar com mais eficiência as informações sobre a saúde e segurança do trabalhador. Com essas medidas aplicadas, se espera garantir aos trabalhadores o correto cumprimento das leis previdenciárias e trabalhistas.

 

Cronograma de Implementação

 

Como falamos anteriormente, o eSocial começou a ser desenvolvido em 2014, porém o uso por parte das empresas ainda não era obrigatório. Atualmente, um cronograma de adaptação e implementação foi disponibilizado, confira:

 

  • A partir de 1º de janeiro de 2018: para as empresas cujo faturamento apurado no ano de 2016 tenha sido superior a R$ 78 milhões.
  • A partir de 1º de julho de 2018: para todos os demais empregadores.

 

Fique atento ao calendário, pois é preciso estar adaptado o mais rápido possível para não sofrer com a implementação do projeto.

O que muda com o eSocial?

Todos os dias os profissionais de RH terão que atualizar o sistema do eSocial. Após o envio, o sistema da Receita Federal validará as informações e emitirá um número de protocolo referente a atualização. Com o eSocial a lei atual não é alterada, ou seja, os envios dos dados deverão obedecer ao prazo determinado na legislação de 7 dias corridos. Caso a empresa não cumpra com esse prazo, poderá haver penalidade e aplicação de multas. Fique atento.

 

Leia também: Tenha uma medicina preventiva efetiva em 3 passos.

O que precisa conter o eSocial?

Sabemos que a folha de pagamento é obrigatória, mas, quais são os outros documentos que precisam constar dentro do eSocial? Confira:

  • Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED)
  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP)
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
  • Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)
  • Livro de Registro de Empregados (LRE)
  • Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)
  • Comunicação de Dispensa (CD)
  • Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)
  • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF)
  • Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF)
  • Quadro de Horário de Trabalho (QHT)
  • Manual Normativo de Arquivos Digitais (MANAD)
  • Guia da Previdência Social (GPS)
  • Guia de Recolhimento do FGTS (GRF)

 

Vale ressaltar que algumas informações extras serão solicitadas, como por exemplo, se o colaborador já possui imóvel e se utilizou o FGTS para aquisição do mesmo. Este tipo de informação ajuda a compor dados estatísticos de cada um.

 

Prazo e multas para entrega de documentos

Um resumo das penalidades mais relevantes e que ocorrem com mais frequência dentro do cenário empreendedor. Lembrando que os valores de multas poderão ser alterados conforme a disponibilidade dos órgãos em questão.

 

Férias

Deverão ser comunicadas ao departamento pessoal e ao empregado com 30 dias de antecedência a data prevista para saída. A não comunicação das férias pode geral multa de R$170,00. Essa exigência ainda está em implementação.

 

FGTS

Multas de R$10,64 a R$ 106 por empregado, caso a empresa não efetuar o depósito ou o fazer após o prazo de notificação.

 

Admissão
O empregado deverá ser informado da sua admissão com um dia de antecedência, podendo gerar multas de R$3.000 a R$6.000 em casa de reincidência, e R$800,00 por cada empregado não registrado.

Alterações de contrato ou cadastro
Com a implantação do eSocial todas as informações dos empregados deverão estar atualizadas. Caso a empresa não cumpra, poderá ter como penalidade R$ 600,00 por empregado. Isso quando não forem informados os dados necessários para o seu registro ou falta de informação.

Comunicar Acidente de Trabalho (CAT)
O CAT deverá ser informado até o primeiro dia útil seguinte à ocorrência do acidente ou imediatamente em caso de falecimento do colaborador.


Exames médicos

É preciso realizar o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) antes que o empregado inicie suas atividades na empresa. Em alguns momentos específicos, como retorno ao trabalho, mudança de função, periódico e demissional também são necessárias a realização. O valor será determinado pelo fiscal do trabalho, e pode variar de R$ 402,53 a R$ 4.025,33.

 

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Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)
É um documento obrigatório que reúne as informações de que os empregados ficarão expostos a agentes físicos, biológicos e químicos. A multa varia de acordo com o fiscal.

 

Afastamento
A empresa deverá comunicar imediatamente o afastamento de um funcionário. Caso não ocorra, a empresa poderá ter uma multa estipulada pelo fiscal do Ministério do Trabalho.

Benefícios do eSocial

“O programa amplia a capacidade de fiscalização do Estado e melhora a formulação de políticas públicas do país, já que o governo contará com uma informação única, consistente e de validade”, explica Altemir Linhares de Melo, assessor especial para o eSocial. Ele diz ainda que o eSocial está totalmente preparado para implantação e que a fase inicial foi uma maneira de garantir a adaptação das empresas ao projeto.
Leia também: O controle de Jornada com a Reforma Trabalhista

Para as empresas, o eSocial significa, além de tudo, organização. A centralização das informações em um só sistema proporciona mais rapidez e eficiência na prestação de contas. Inicialmente o processo acaba sendo mais trabalhoso, mas a tendência é que a entrega das obrigações seja simplificada.

 

Para o Governo, o maior benefício é a agilidade na fiscalização das informações, dificultando a vida das empresas que sonegam impostos ou que não estão em conformidade com as leis previstas. Claro que o aumento da fiscalização impacta diretamente no aumento de arrecadação de tributos.

 

Os trabalhadores também serão beneficiados, pois terão maior garantia em relação aos seus direitos e transparência sobre o seu contrato atual de trabalho.

 

Dica Extra

 

Muitas empresas ainda usam o Relógio Ponto off-line. Se a sua organização trabalha dessa forma, uma pessoa precisará extrair os dados do ponto, digitalizar e enviar para o sistema do eSocial. Já com Ponto Eletrônico, as informações podem ser disponibilizadas em tempo real, sem falhas e risco de multas. Essa é uma questão muito importante, pois algumas informações precisam ser enviadas diariamente e em caso de erro, a empresa pode sofrer multas. Precisando de orçamento para Ponto Eletrônico, entre em contato por aqui!

 

eSocial 2019: Segurança do Trabalho

 

Em 2019 as empresas ainda precisarão fornecer dados sobre a saúde de funcionários que trabalham em determinadas atividade. O número de eventos a serem informados ao eSocial na Saúde e Segurança do Trabalho são 3: S-1060, S-2220 e S-2240. Mas detalharemos esse assunto em um próximo post, pois ele rende um texto só para ele!

 

Concluindo

 

Por fim, o eSocial não representa nenhuma mudança nas leis trabalhistas, mas é preciso prestar atenção aos novos processos e estar atento a tantas novas exigências. Se ficou com alguma dúvida, não pense duas vezes: entre em contato com a gente por este link!

Até a próxima.

Como controlar o ponto de funcionários externos de forma fácil e efetiva

A lei brasileira em relação ao ponto de funcionários externos é muito clara. Não é toda empresa que, obrigatoriamente, deve ter controle de ponto. Porém, a CLT obriga o controle para os estabelecimentos com mais de dez colaboradores, segundo o artigo 74 da legislação trabalhista.

 

É importante ressaltar que a marcação do ponto de funcionários externos obrigatório é válido por estabelecimento e não por empresa. Ou seja, se uma determinada empresa possui vários estabelecimentos, só terá obrigação do registro de ponto o local que possuir mais de 10 funcionários. Outro fator importante a ser observado é que o ponto, mesmo não sendo o único, é um dos meios legítimos mais eficientes para comprovar a jornada de trabalho e as suas prorrogações para fins de pagamento de horas extras.

 

Leia também: O controle da jornada de trabalho com a reforma trabalhista.

 

A jornada de trabalho é o nome que damos ao tempo no qual o funcionário deverá prestar serviço ou permanecer à disposição do empregador. Segundo a lei trabalhista, essa jornada deve ser acordada no contrato de trabalho, e deve ter no máximo 8 horas diárias ou 44 horas semanais, com exceção de algumas profissões.

 

Mas, e se a sua empresa trabalha com equipes externas ou possui funcionários que trabalham de home office, como controlar o ponto?  Muitas empresas deixam a fiscalização de lado pois desconhecem meios que podem ajudar a melhorar a produtividade e a jornada de trabalho. Neste artigo vamos te dar dicas e soluções muito eficientes para tornar este controle de tempo preciso e justo para ambas as partes. Vamos lá?

 

A importância do controle de ponto para funcionários externos

 

Se você tem grandes equipes de funcionários externos, certamente uma das suas preocupações é fazer com que eles percam tempo em ir a empresa todos os dias para registrar os seus horários de entrada e saída, certo? A boa notícia é que a tecnologia pode nos auxiliar muito no controle de ponto de funcionários externos, uma vez que essa gestão pode ser feita por ponto mobile  com sinalização de locais via GPS e mensagens instantâneas.

 

Através destes meios é possível manter organizada a administração da jornada de trabalho de todos os seus funcionários externos, e saber exatamente os horários de toda equipe. A partir destes dados, a empresa consegue realizar todos os cálculos trabalhistas de horas extra e agendar previamente as férias e folgas com os seus funcionários.

 

O ponto mobile, ou Ponto certificado é a ferramenta certa para você controlar o ponto de funcionários externos. Esta solução possibilita a marcação e a gestão de ponto de forças de trabalho externas de forma ágil, simples e com total segurança jurídica.

Como funciona o ponto mobile para controle de ponto de funcionários externos?

 

– O trabalhador coleta o ponto via device (telefone, tablet ou pc).

– Os dados são armazenados no data center da Stefanini e ficam disponíveis para empresas e trabalhadores em tempo real.

 

Leia também: Como funciona e como reduzir o FAP da sua empresa de forma eficiente

 

Quais as vantagens em adotar o ponto mobile na minha empresa?

 

– Garante que o colaborador registre o ponto no momento real e que estará armazenado e inviolável.

– Funcionários podem bater ponto em seu próprio aparelho ou em um fornecido pela empresa a depender do acordo sindical.

– Podem-se criar Relógios de Ponto ilimitados para atender as necessidades de cada local de trabalho.

– Permite a criação de diferentes atividades para marcação que podem ser customizados pelo cliente.

– Isto permite que o trabalhador declare sem interferência qual a sua atividade, ou se está em período de descanso.

– Permite status distintos para motoristas, vendedores e promotores, entre outros.

 

Quais desafios do ponto em forças de trabalho externo?

 

– Marcação da atividade realizada, e confirmação do local de trabalho.

– Trabalhadores distantes das bases de empresa ou em empresas terceiras.

– Controle de horário de entrada e saída e das horas extras trabalhadas.

– Garantia que as informações não serão alteradas com carimbo do tempo oficial.

– Facilidade para registrar o ponto mesmo que o trabalho seja em lugares distantes e sem internet.

– Permite a gestão de ponto de times de campo.

– Certificação digital que garante a validade, integridade, tempestividade e incontestabilidade do ponto.

– Estrutura em cloud, alta velocidade de implementação.

– Economiza tempo do RH, e do colaborador eliminando marcações feitas à mão e deslocamento desnecessário.

– Funciona até mesmo offline.

 

Leia também: Como ter uma medicina preventiva efetiva em 3 passos

 

Se você tem como contratados caminhoneiros, profissionais de limpeza, vendedores externos ou outros colaboradores que trabalham externamente, o Ponto Mobile irá te dar segurança jurídica e controle total. Certamente é a ferramenta mais indicada para controle de ponto de funcionários externos.

Os problemas que você pode evitar contratando uma solução de ponto mobile:

  • Esquecimento de anotações de ponto de funcionários externos.
  • Anotações repetitivas e com o horário exato da jornada de trabalho em registro de ponto manual.
  • Horário de descanso do almoço, quando o funcionário tira apenas uma parte do tempo destinada por sua própria vontade ou por ordens superiores e registra o tempo integral.
  • A falta de exatidão das batidas pontuais.
  • Falta de assinatura do ponto ao fim de cada mês: se o colaborador não assinar validando o ponto, não há comprovação da sua jornada de trabalho.
  • Manipulação no horário, refletindo em problemas legais posteriores.
  • Lembre-se: o controle de ponto é obrigação do colaborador. Se não houver registro de ponto e o empregado reclamar ele terá razão judicial, mesmo que não tenha feito as marcações de forma correta.

 

Não se esqueça que o seu quadro de funcionários externos precisa de um pouco mais de atenção. É importante que eles se sintam parte integrante da empresa e promover o engajamento desta equipe é fundamental. Algumas estratégias de comunicação tradicionais não vão funcionar com este grupo de colaboradores, por isso, pense em canais de comunicação mais eficazes e atuais. Grupos em redes sociais e chats podem ser a solução para manter o diálogo sempre aquecido a equipe devidamente informada.

 

A distância não pode ser um problema quando falamos de funcionários externos ou colaboradores que fazem home office. Caso você tenha dificuldade em reunir toda a equipe fisicamente, promova reuniões online com programas de videoconferência. Mantenha sua equipe por perto e sempre que possível realize encontros presenciais.

 

Gostou do nosso conteúdo? Aproveite para entender também como você pode melhorar a segurança no trabalho da sua empresa. Até a próxima!

Como melhorar a segurança do trabalho (rápido e efetivo)

Muito se escuta falar em segurança do trabalho, mas será que os empregadores fazem o necessário para manter a segurança dentro e fora da empresa? O objetivo deste processo é muito importante, pois assegura a saúde, qualidade e satisfação dos empregados, afastando os riscos e possíveis acidentes.

 

Esta questão não deve ser apenas a junção de algumas técnicas em determinada empresa, muito pelo contrário. A Segurança do Trabalho deve fazer parte da cultura organizacional do estabelecimento, para que todos os setores trabalhem e tenham como prioridade a segurança e saúde do trabalhador. Quem está envolvido na segurança do trabalho tem o grande desafio de estimular que essa cultura prevaleça e alcance a todos. O fato é que sabemos que essas práticas trazem benefícios a todos, mas as dúvidas sobre como desenvolver esse trabalho de forma rápida e efetiva surgem todo o tempo. E por isso estamos aqui! A seguir, separamos algumas dicas que vão te ajudar. Continue lendo!

 

Leia também: Como ter uma medicina preventiva efetiva em 3 passos

 

1 – Avaliar o programa de saúde e segurança do trabalho da sua empresa

O primeiro passo para melhorar a segurança do trabalho da sua empresa é analisar. Sabemos que a rotina, muitas vezes, é pesada. Por isso, precisamos separar um tempo e checar cuidadosamente o programa que está sendo aplicado no momento, e entender como ele pode ser melhorado.

 

Se pergunte quais são as fragilidades que você enfrenta no momento, de que forma o setor pode se aproximar mais dos colaboradores e se existem possibilidades reais de deixar o processo mais assertivo. Se você tem todas essas respostas, ótimo. Chegou a hora de colocar a mão na massa e desenvolver as suas ideias.

2 – Treinamento de funcionários

Os acidentes de trabalho não são exclusivos de determinadas áreas. Seja no ramo portuário, construção civil ou alimentício, o que percebemos é que em cada um deles existem máquinas e equipamentos específicos e que exigem conhecimento técnico e muita responsabilidade na hora da operação. No entanto, além de conhecimento, algumas atividades requerem que o trabalhador tenha certificados e treinamento, tornando-o capaz de desenvolver bom desempenho mediante as situações do cotidiano.

 

Portanto, é muito importante investir em treinamento e reciclagem dos funcionários. Desta maneira, evitamos acidentes operacionais e formamos colaboradores mais capacitados.

 

Leia também: O que você precisa saber sobre controle de acesso.

 

3 – Certifique-se que os funcionários conheçam o setor

Apresente o setor de segurança do trabalho e deixe claro aos funcionários que eles estão sendo supervisionados para fins de melhorias na segurança. Saber que existe alguém responsável pela prevenção de acidentes na empresa faz com que os colaboradores se sintam seguros no ambiente de trabalho.

 

4 – Realizar avaliações médicas

O acompanhamento psicológico e médico é uma excelente forma de prestar assistência a sua equipe de trabalhadores e conhecê-los melhor. A realização de exames mostra que a empresa valoriza e respeita o profissional, prezando pela sua qualidade de vida.

 

Uma maneira de tornar este processo mais simples, rápido e eficaz é a utilização de plataformas que utilizam de tecnologia avançada, como o Safety. Essa plataforma pode ser aplicada em diversos momentos do dia a dia da sua empresa e é ideal para aqueles que desejam ter autonomia e agilidade na hora de se informar sobre a saúde dos colaboradores.

A Safety é uma balança capaz de ler o crachá de cada funcionário e identificá-lo corretamente e, quando focado em segurança do trabalho, pode colaborar com as empresas, analisando minuciosamente as condições gerais do empregado, liberando-o ou não para realizar atividades de risco, segundo o seu quadro de saúde. Essa ferramenta pode ser uma grande aliada na hora de otimizar os resultados da segurança do trabalho na sua organização mitigando os riscos de acidentes no local e garantindo a segurança e bem-estar do ambiente e todos aqueles que se encontram nele.

 

5 – Atividades de prevenção

Prevenção é a palavra-chave quando falamos em Segurança no Trabalho. Uma das principais atividades deste setor é implementar um calendário de eventos com a finalidade de prevenir acidentes ou doenças laborais. As atividades sobre prevenção de acidentes também devem fazer parte da rotina. É preciso realizar a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT) todos os anos, com ações de conscientização.

 

6 – Demonstre interesse

Crie uma relação com o seu colaborador. Preocupe-se com as suas atividades e sempre provoque conversas que deixarão vocês mais próximos. Se você mostra interesse pelo trabalho dele, certamente, a segurança de te procurar para relatar algum problema ou desconforto virá, e você conseguirá agir de maneira muito mais assertiva.

 

7 – Atividades de alongamento

Você já parou para pensar como é a vida de uma pessoa que trabalha 8h por dia sentado em uma cadeira ou operando uma máquina pesada? Por isso, o alongamento é muito importante para os colaboradores que passam horas realizando a mesma tarefa, e previne doenças relacionadas a má postura.

 

Além disso, o alongamento proporciona uma enorme sensação de relaxamento, melhoria dos órgãos vitais, diminuição de dores musculares e aumento da capacidade de concentração. Investir 15 minutos diários do seu tempo em atividade de alongamento é, sem dúvidas, uma super dica!

 

8 – Equipamentos de proteção

Uma das grandes dificuldades que o setor de Segurança do Trabalho encontra é fazer com que o colaborador faça uso correto EPIs necessários. O que precisamos deixar claro para os funcionários, é que o uso dos equipamentos de proteção é obrigatórios e tem o objetivo de zelar pela integridade física de todos. Ah, importante lembrar também que a empresa é obrigada a fornecer, de maneira gratuita, todos os EPIs necessários para o desenvolvimento das atividades com segurança.

 

Sabemos que a cultura de saúde e segurança do trabalho beneficia a todos e precisa ser aplicada de maneira efetiva e consciente. Assim, o funcionário passa a viver mais feliz e com mais saúde, enquanto a empresa pode contar com uma rede de colaboradores mais motivados e produtivos.

 

Gostou do texto? Se ainda tiver dúvidas sobre como você pode melhorar a segurança do trabalho na sua empresa, entre em contato com a gente. Até a próxima!

Como funciona e como reduzir o FAP da sua empresa de forma eficiente

Basta um descuido para que uma situação complicada, como um acidente de trabalho, aconteça diante dos nossos olhos, não é mesmo? Algumas vezes por negligência de alguém, ou falta de manutenção em algum maquinário, colocamos tudo a perder.

 

Normalmente, as consequências não são apenas sofridas para quem foi a vítima do acidente. Quando uma situação acontece e provoca lesão corporal ou perturbação funcional, permanente ou temporária, é caracterizada por lei como acidente de trabalho. E, como sabemos, as empresas são automaticamente responsabilizadas pela Constituição Federal.

 

Além da indenização que deve ser paga pela empresa, existe também o SAT, Seguro contra Acidentes de Trabalho, um encargo que incide sobre o empregador e que financia os benefícios oferecidos pelo INSS, Instituto Nacional de Seguro Social. Por sua vez, o seu valor é calculado pela multiplicação da folha de pagamento de uma empresa pela alíquota de RAT, Riscos Ambientais do Trabalho, com variação de 1% a 4%. Antes da implantação da FAP este valor era fixo, agora é individualizado e melhor distribuído. Estes dados são importantes para quem quer entender como funciona o FAP e como reduzir FAP da sua empresa.

 

O que é o FAP?

 

O Fator Acidentário de Prevenção, mais conhecido como FAP, é um indicador que atua como um mecanismo para aumentar ou diminuir a tarifa RAT, conforme falamos acima. Esta tarifa é medida de acordo com a quantidade, a gravidade e o custo das ocorrências acidentárias de cada empresa, usando como comparativo outras instituições do mesmo segmento econômico.

 

Basicamente, o FAP – Fator Acidentário de Prevenção, trata-se de um índice da previdência social que estabelece um determinado valor numérico, referente ao risco da atividade principal de alguma empresa ou instituição.

 

A FAP tem o objetivo de incentivar empresas e instituições a investirem em melhores condições de trabalho e saúde do trabalhador. Por isso, este fator é avaliado com muita atenção.

Como funciona o FAP?

 

O FAP entrou em vigor no ano de 2010, e o seu resultado é diretamente ligado ao desempenho da empresa. Você já se perguntou como funciona o FAP?

 

O FAP funciona como um sistema, onde o seu resultado varia de 0,5000 a 2,0000 e o mesmo se encontra disponível no Ministério Público Social, somado às respectivas ordens de frequência, gravidade, custo e demais elementos que viabilizam a verificação, bem como documentos de apoio, nos quais constam a legislação.

 

Caso haja divergência entre o resultado e a realidade atual da instituição, a empresa tem o direito de contestar de forma eletrônica, através de um sistema específico disponibilizado pelo Ministério Público Social – MPS, perante o departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, o DPSSO, da Secretaria Políticas de Previdência Social.

 

Se você ainda possui dúvidas sobre os procedimentos para contestação, saiba que são estabelecidos por Portaria Conjunta publicada anualmente pelo Ministério da Fazenda e da Previdência Social. Lembrando que esta contestação deve ocorrer dentro do prazo de 30 dias da sua divulgação oficial, de acordo com o decreto número nº 3.048/1999 art. 202-B.

 

Leia também: Como ter uma medicina preventiva efetiva

 

Como o FAP era calculado antes e quais foram as mudanças?

 

Até o ano de 2015, o valor do FAP era calculado somente através do CPNJ raiz da empresa. Isso quer dizer que, o estabelecimento de qualquer segmento econômico pagava o mesmo imposto sobre o histórico de acidentes no período. Após muitas reclamações, o STJ, a SEFAZ e a PGFN se reuniram para discutir e aprovar melhorias e condições mais justas.

 

Como resultado, o cálculo agora é baseado nas características de cada estabelecimento. Por exemplo, um setor que oferece risco médio poderá ser beneficiado com FAP baixo. Outra alteração muito importante é que as empresas que não registraram acidentes de trabalho podem reduzir o FAP, pois ganharão bônus e possibilidade de arcar somente com 50% do seguro. Esta é uma dica importante para quem quer reduzir o FAP da sua empresa.

 

Quais são as fontes de dados do FAP?

 

Conheça agora quais são as principais fontes de dados para o Fator Acidentário de Prevenção. Estas informações te ajudarão e entender melhor como funciona a FAP e como reduzir o FAP da sua empresa.

 

  • Registros da Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT);
  • Registros da concessão de benefícios acidentários pelo INSS;
  • Dados populacionais de empregatícios do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS);
  • Expectativa de sobrevida do segurado de acordo ao quadro de mortalidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 

Como Reduzir o FAP da sua empresa?

 

As empresas são responsáveis por uma importante contribuição, que consiste na parcela direcionada ao Seguro Acidente de Trabalho – SAT. Este valor é destinado ao subsídio de benefícios de amparo ao trabalhador que se encontra em situação de incapacidade de realizar as suas principais tarefas dentro da empresa.

 

A proposta atual, é que as empresas analisem os seus gastos para manter a competitividade no mercado. No entanto, poucas empresas incluem em seus relatórios o FAP. Agora, a pergunta é: como reduzir o FAP da empresa?

 

O processo de regulamentação dos serviços de saúde e segurança do trabalho foi uma etapa importante para trabalhadores e empresas. Porém, apesar da sua enorme importância, o serviço sempre foi visto mais como um encargo do que como um investimento de fato. Isso porque as empresas não se sentiam estimuladas a investir na área. Gradualmente, este pensamento está sendo transformado e os empresários conseguem enxergar que o investimento é um grande benefício não só para o trabalhador, como para a saúde financeira da empresa.

 

O mercado entendeu esta demanda e alguns equipamentos foram desenvolvidos para, de fato, colocar a saúde do trabalhador em primeiro lugar.  Modernidade em segurança do trabalho, cortando custos e auxiliando na queda de impostos. Um exemplo, são as soluções inovadoras da Safety, uma plataforma completa de gestão de saúde organizacional.

 

Safety é uma alternativa bastante eficiente para empresas que pensam em investir na segurança dos seus trabalhadores com agilidade e alta performance. Além de mitigar os riscos, a plataforma tem a capacidade de contribuir significativamente para a redução de FAP.

 

Quer saber como reduzir o FAP da empresa com o auxílio da Safety? Vamos te explicar

 

Totalmente online, Safety é uma plataforma que faz aferições sobre as condições de saúde dos funcionários, fiscalizando a documentação e liberando ou não o acesso do mesmo na empresa. Dados como peso, altura, pressão arterial, IMC e batimentos cardíacos são aferidos 100% mais rápido do que de aferições manuais. Sem contar o tempo de digitação de dados de forma manual, pois com a Safety os dados já estão no sistema de forma online.

 

Essas informações geram relatórios com dados importantes, possibilitando que os gestores tenham em mãos informações sobre a saúde dos seus funcionários. As estatísticas ficam disponíveis em tempo real para desktop e celular.

 

Agora que sabemos como reduzir o FAP da sua empresa, vamos te dizer quais são os outros benefícios da Safety:

 

  • Aumento na produtividade
  • Baixa no absenteísmo
  • Redução no valor do plano de saúde ao diminuir a sinistralidade
  • Automatização de permissão para trabalhos especiais.

 

Curiosidade: A Safety* já foi testado em diversos países, comprovando sua eficiência com resultados consistentes pelo mundo todo. Além disso, tem certificação do Inmetro, FDA e CE. Entre em contato por este link e conheça mais!