Qual catraca ou cancela escolher? Descubra a melhor para cada caso

É cada vez mais necessário controlar a entrada e saída das pessoas de determinados ambientes, garantindo assim a segurança dos indivíduos, o sigilo das informações e a integridade dos bens. Seja através de catraca ou outros métodos, contar com sistemas de segurança efetivos é essencial, afinal manter um profissional 100% do tempo responsável por isso não é o mais indicado.

 

Leia também: Como controlar o ponto de funcionários externos de forma fácil e efetiva

 

Hoje a tecnologia oferece diversos recursos eficientes para fazer o monitoramento de acesso, sem complicação e de forma simplificada. Assim, conseguimos garantir a entrada de pessoas autorizadas e bloquear os que não tem autorização, além de implementar níveis diferentes de acesso para cada pessoa. Paralelo a isso, conseguimos ainda ter informações atualizadas sobre o número de pessoas e horários de maior movimento, facilitando a elaboração de uma estratégica eficiente.

 

Atualmente o mercado disponibiliza opções diferenciadas para a gestão de controle de acesso de pessoas. Para entender quais são as melhores opções para cada negócio, é importante conhecer a fundo quais são os tipos de tecnologia disponíveis.

 

O controle de acesso é classificado de duas maneiras, conheça:

Controle de acesso Físico

O tipo de controle físico é utilizado com o objetivo de gerenciar o fluxo de pessoas em um ambiente que é, normalmente, gerenciado por um profissional. É composto por uma barreira física como uma parede, muro ou cerca e conta com mais pontos de entrada, controlados por meios mecânicos como catracas e cancelas.

 

Este tipo de controle de acesso é utilizado com bastante frequência em edifícios comerciais e residenciais, salas, empresas, áreas internas e eventos. O controle físico se caracteriza pela necessidade de compra de equipamentos e treinamento de profissionais para administrar os recursos adquiridos.

 

Controle de acesso lógico

O controle lógico é ligado a tecnologia utilizada para liberar o acesso aos ambientes. Isso se dá através de leitura biométrica, reconhecimento facial, senhas e números de acesso, etc. Neste caso, a pessoa precisa estar cadastrada previamente no sistema de segurança para ter livre acesso aos ambientes monitorados.

 

Se você está procurando por uma forma eficiente para gerir a circulação de pessoas no ambiente e, ao mesmo tempo, liberar acesso em níveis diferentes, continue lendo este post.

Existem diversas formas de controlar o acesso de pessoas. Conheça abaixo quais são as opções e qual se enquadra melhor dentro do seu negócio:

Catracas

As catracas são sistemas utilizados para controlar o acesso físico de pessoas aos ambientes, permitindo a entrada de apenas uma pessoa por vez. Estes dispositivos oferecem a função de bloquear o acesso de pessoas que não foram autorizadas a entrar no ambiente.

 

Normalmente, são utilizadas para gerir o trânsito de pessoas em recepções e, geralmente, combinadas com a atuação de um profissional responsável pela liberação da entrada de visitantes e fornecedores. As catracas podem ser utilizadas também em ambientes internos, para efetuar uma contagem mais precisa de acessos ou acompanhar a movimentação de indivíduos no ambiente.

 

Esse tipo de sistema é recomendado para locais que precisam de nível médio de segurança e

Existe a necessidade de fazer a gestão de acesso.

 

Estes equipamentos geralmente controlam o acesso de pessoas por meio de tecnologias como biometria e código de barras. Ainda que menos difundido, podem liberar o acesso por leitura biométrica da mão, reconhecimento de íris e facial.

 

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Conheça os tipos de catracas disponíveis no mercado

Catraca Flap

Este tipo de catraca permite mais comodidade ao acesso de pessoas. Normalmente é utilizada em ambientes que precisam de um toque de sofisticação, devido a sua anatomia.

Catraca Torniquete

Este é um tipo de catraca que oferece mais segurança na gestão de pessoas. A sua anatomia robusta oferece mais impacto e resistência.

Catraca Pedestal

Se o ambiente que você precisa controlar é pequeno, esta é uma excelente opção de catraca.

Geralmente em aço inoxidável, ideal para espaços pequenos e que precisam de um pouco de sofisticação.

Catraca Balcão

Esta catraca oferece um design mais moderno em relação às outras opções e se encaixam perfeitamente em ambientes mais requintados. Excelente opção para lugares amplos e com grande fluxo de pessoas.

 

Cancela

A cancela é composta normalmente por um totem de leitura de identificação, que por sua vez ativa ou não a abertura da cancela. Ela tem a função de controlar a entrada e saída de veículos. É um dos principais sistemas utilizados nos estacionamentos de shoppings, mercados, condomínios e academias devido ao fato de permitir um controle eficiente com rápida ativação.

 

Vale lembrar que todos os ambientes que possuem controle de acesso devem oferecem também uma opção de acesso para pessoas com necessidades especiais, para facilitar a acessibilidade, oferecendo conforto e segurança para todos.

 

Agora que você conhece todos os sistemas de gestão de controle de acesso, ficou mais fácil identificar quais são as necessidades do seu negócio e fazer a escolha correta, certo? Nós da Teleworld trabalhamos com diversas opções de controle de acesso e podemos auxiliar na melhor opção para o seu empreendimento. Entre em contato conosco, seja qual for a sua demanda nós temos a solução ideal para você.

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Como ganhar agilidade e economizar com Terminais de Autoatendimento

Os terminais de autoatendimento vêm ganhando público e são cada vez mais utilizados para atender clientes de maneira rápida e eficaz. Há certo tempo os terminais de autoatendimento se fazem presentes em nosso dia a dia, um bom exemplo são os terminais de caixas eletrônicos, populares por sua rapidez em consultar informações básicas e até realizar movimentações como saques, depósitos e transferências, sem a necessidade de um operador financeiro ao lado.

 

Os terminais de autoatendimento funcionam através de uma interface homem-máquina, onde muitas vezes o cliente, totalmente isento de informações tecnológicas, precisa interagir com uma tela e seus componentes como sensores biométricos e câmeras, a fim de realizar as operações que deseja.

 

Sabemos que muitos usuários ainda não estão familiarizados com este tipo de tecnologia e, por isso, algumas necessidades e dificuldades acabam surgindo ao longo do processo. Então, é importante que os terminais de autoatendimento sejam desenvolvidos com muita atenção aos aspectos básicos de usabilidade, a fim de tornar a experiência do usuário a mais fácil e intuitiva possível. Neste artigo vamos explorar um pouco mais sobre o tema, e detalhar como os terminais de autoatendimento poder ser ágeis e econômicos. Continue lendo.

Otimize o seu atendimento

 

Sabemos que a base fundamental de todo atendimento é a capacidade de entender a necessidade do cliente e, com isso, conseguir entregar exatamente o que ele está buscando. Quando se tem um sistema de autoatendimento instalado em sua empresa, é possível gerenciar todo conteúdo de sua base de dados de forma rápida e simples. Com esta tecnologia, você consegue aumentar significativamente a eficiência do atendimento marcando de maneira positiva a experiência do seu cliente.

 

Os canais de autoatendimento buscam a maneira mais eficiente de se relacionar com o cliente final, por isso, utilize sempre uma linguagem simples e direta. Desta maneira, o seu atendimento será veloz e a prestação de serviços ao usuário será satisfatória. O grande objetivo do autoatendimento é poupar tempo e garantir a autonomia do cliente. Então, investir nesta tecnologia significa, de forma direta, que a empresa está preocupada com a satisfação do seu público.

 

Leia também: Tudo o que você precisar sobre o eSocial está aqui

 

Redução de Custos

Esses sistemas proporcionam suporte a um número grande de pessoas, por isso, possibilita mais atendimento em menor tempo, com menos incidência de erros, gerando um alto índice de satisfação. Todos esses benefícios são possíveis sem um alto investimento em equipe qualificada, já que o próprio cliente será o seu agente no processo de aquisição de serviços.

 

Outro benefício dos terminais de autoatendimento é a redução do fluxo de contatos manuais. Meios de comunicação como telefone, e-mail e chat podem ser reduzidos, já que o sistema é extremamente eficaz em atender as demandas do cliente.

Autoatendimento 24 horas

 

Você já pensou em oferecer um atendimento 24 horas em sua empresa? Com os terminais de autoatendimento isso é possível. Um dos principais benefícios desta tecnologia, é o funcionamento contínuo para benefício do usuário. Um exemplo prático são os famosos caixas eletrônicos 24h, utilizados pelas instituições bancárias. O tempo de atendimento é estendido por 24h ao dia, 7 dias por semana e, tudo isso, sem precisar da presença de um funcionário para garantir o atendimento. Sem contar como os benefícios que os terminais trazem para aeroportos, hospitais e várias outras estações comerciais.

 

Mas, para ter um atendimento integral funcional, é importante investir em equipamentos de alta performance e qualidade, garantindo o bom funcionamento durante todo o período.

 

Leia também: Como controlar o ponto de funcionários externos de forma fácil e efetiva 

Aumento nas vendas

 

Alguns estudos realizados apontam um aumento de até 30% em vendas, quando o estabelecimento opta em usar os terminais de autoatendimento. Claro que todo esse sucesso está diretamente relacionado à possibilidade de o cliente otimizar o seu pedido, adequando as suas reais necessidades. Os terminais também conseguem sugestionar produtos através de anúncios, informando ao consumidor sobre as possibilidades de compra.

 

O autoatendimento aumenta a receita de vendas e reduz custos de operação. O sistema também potencializa o acesso a informações do cliente, uma preciosa ferramenta para ações de relacionamento.

 

Recursos Extras

 

O terminal de autoatendimento oferece muito mais recursos do que você imagina e vários itens podem ser acrescentados. O terminal é um computador e pode ter muitas funções. Confira:

 

Leitor de códigos de barra e QRCode:

Muito usado em lojas e instituições bancárias. Conseguem identificar boletos ou produtos catalogados.

 

Impressora:

Funciona para emitir segunda via de boletos, recibos ou passagens aéreas.

 

Leitor de cartão:

Caso o terminal de autoatendimento tenha a função para pagamento, você precisará de um equipamento específico para ler os cartões.

 

Acesso à internet:

A internet cabeada é a mais segura, porém, nem todos os locais de instalação possuem a facilidade. Por isso, é altamente recomendado uma alternativa com wi-fi ou modem 3G – 4G.

 

Ainda existem outros componentes como scanner, câmeras fotográficas, leitores de NFC, etc. Tudo vai depender do tipo de serviço que você pretende oferecer ao seu cliente.

 

Quer saber mais e como os terminais de autoatendimento podem ajudar a sua empresa? Então clique aqui e entre em contato com a nossa equipe! Somos especializados em terminais de autoatendimento e podemos te ajudar. Não esqueça de compartilhar o texto em suas redes sociais.

 

Leia também: Como melhorar a segurança do trabalho (rápido e efetivo)

 

Tudo sobre o eSocial 2019 e as regras para segurança do trabalho

O eSocial 2019 iniciou sua primeira fase em janeiro de 2018, realizando cadastros dos empregadores e tabelas. Para que o processo esteja 100% completo, ainda restam 4 fases a serem implementadas, e o eSocial na Saúde e Segurança do trabalho é uma delas.

 

Em julho de 2019 os dados sobre a saúde e segurança dos trabalhadores deverão ser enviados obrigatoriamente pelo grupo de empresas com faturamento anual maior de R$ 78 milhões, em janeiro de 2020 deverão começar a fornecer os dados empresas com faturamento anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 78 milhões, em julho de 2020 as demais entidades jurídicas, como micro, pequenas e MEIs, associações e em 2021, órgãos públicos e entidades internacionais.

 

Como sabemos, eSocial 2019 irá alterar de forma significativa a rotina dos profissionais de Segurança do trabalho e saúde ocupacional, que por sua vez, terão que enviar de maneira eletrônica informações sobre os postos de trabalho para o Ministério do Trabalho, Receita Federal e INSS. Eles também receberão periodicamente informativos sobre os funcionários que possuem direito a insalubridade, periculosidade e aposentadoria especial e suas justificativas técnicas.

 

Vale ressaltar que o eSocial 2019 não altera em nada a legislação vigente de Segurança e Saúde Ocupacional, porém é uma maneira de verificar e melhorar a prática destas normas já aplicadas nas empresas. Se você tem dúvidas sobre as informações que deverão ser enviadas para o eSocial 2019 durante esta fase, continue lendo.

Padronização do eSocial 2019

 

A padronização que o eSocial impôs viabiliza uma análise mais rápida e simples dos dados, que permitirá o cruzamento de informações com diferentes departamentos das empresas. Para que o eSocial 2019 seja um sucesso, será necessário que a empresa possua um sistema eletrônico com a função de integrar as informações dos funcionários com as condições dos postos de trabalho, principalmente com relação aos prazos para envio das informações solicitadas.

 

A primeira fase de implantação do eSocial aconteceu no dia 1º de julho de 2018, realizando o cadastro dos empregadores e tabelas. Restam ainda quatro fases para serem estabelecidas, como o eSocial na saúde e segurança do trabalho.

 

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Quais os dados precisarão ser informados no e-Social 2019?

 

Três eventos precisarão ser informados do e-Social 2019, saiba e conheça mais cada um deles:

S-1060 – Tabela de Ambientes de Trabalho

Esse evento identifica os ambientes de trabalho do empregador e deve ser usado para incluir, alterar e excluir um registro na Tabela de Ambientes de Trabalho. Essas informações são usadas para validar o evento de Condições Ambientais do Trabalho. Devem ser informados também, os ambientes de trabalho da empresa e os respectivos fatores de risco existentes de acordo com o que consta na tabela 23 – “Fatores de Riscos do Meio Ambiente do Trabalho” do eSocial 2019.

 

O S-1060 deverá ser enviado antes do evento S-2240. Isso porque as informações que aparecem no S-1060 serão necessárias para a validação do evento S-2240. Importante mencionar que cada funcionário será vinculado aos ambientes da empresa em que exerce suas atividades.

 

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S-1065 – Tabela de Equipamentos de Proteção

Tabela de Equipamentos de Proteção onde deverá ser preenchida as informações referentes a equipamento de proteção individual ou coletiva, que servirão para o preenchimento posterior do evento S-2240.

S-2220 – Monitoramento da Saúde do Trabalhador

O evento detalha as informações relativas ao monitoramento da saúde do trabalhador, durante todo o vínculo laboral com o empregador/contribuinte/órgão público, por trabalhador, no curso do vínculo ou do estágio, bem como os exames complementares aos quais o trabalhador foi submetido.

 

É obrigatório para o empregador, a cooperativa, o Órgão Gestor de Mão de Obra, a parte concedente de estágio, o sindicato de trabalhadores avulsos e órgãos públicos em relação aos seus empregados e servidores vinculados ao Regime Geral de Previdência Social – RGPS.

 

O evento deve ser enviado até o dia 07 (sete) do mês subsequente ao da realização do correspondente exame. Essa regra não altera o prazo legal para a realização dos exames, que devem seguir o previsto na legislação, sendo que somente o registro da informação no eSocial é permitido até o dia 07 (sete) do mês subsequente.

 

Informações relacionadas ao exame médico admissional devem ser enviadas no mesmo prazo do evento S-2200, enquanto que o restante dos exames pode ser enviado até o 7º dia do mês subsequente ao da realização do exame. É obrigatório informar os exames previstos nos quadros, de acordo com o risco ao qual o trabalhador está exposto, além de outros exames obrigatórios previstos na legislação.

 

Também é obrigatório comunicar os exames de retorno ao trabalho do trabalhador ausente por mais de 30 dias por motivos de doença ou acidente, e os exames periódicos de trabalhadores com doenças crônicas.

Informações do Médico Responsável

Confira na descrição abaixo os dados do Médico Responsável que precisam ser preenchidos:

– PIS/NIT: Cadastro válido.

– CRM: Inscrição do médico no conselho, com a sigla do estado de expedição.

– CNES: Código da unidade de atendimento médico no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde.

Informações do ASO

Confira as informações do ASO a serem inseridas:

– CPF e PIS: Preencher o CPF e PIS do trabalhador.

– Data do ASO.

– Tipo do ASO (adm, per, dem, RT, MF).

– Resultado do ASO (Apto ou Inapto).

– Data do exame realizado: Data igual ou anterior à data do ASO.

– Código do exame: Tabela 27.

– Matrícula do empregado para o eSocial.

4. S-2240 – Condições Ambientais de Trabalho – Fatores de Risco

Este evento é utilizado para registrar as condições ambientais de trabalho pelo empregador/contribuinte/órgão público, indicando a prestação de serviços pelo trabalhador, em ambientes descritos no evento S-1060, bem como para informar a existência de exposição aos fatores de risco descritos na Tabela 23 – fatores de risco ambientais. É utilizado também para comunicar mudança dos ambientes em que o trabalhador exerce suas atividades e para comunicar o encerramento de exercício das atividades do trabalhador nestes ambientes.

 

Os pré-requisitos para este evento são o S-1000, S-2200 ou S-2300 e S-1060.

5. S-2245 – Treinamentos e Capacitações

As empresas deverão informar no evento S-2245 para cada trabalhador todos os treinamentos e capacitações que o mesmo tenha participado, considerando a codificação definida pela tabela 29 (Treinamentos, Capacitações e Exercícios Simulados).

Isso significa que será possível cruzar informações dos trabalhadores, tais como as contidas nos eventos S-2200 e S-2240, com as informações do evento S-2245 para avaliar se as empresas estão realizando as capacitações e treinamentos definidos pelas Normas Regulamentadoras.

Alguns exemplos de capacitações obrigatórias citadas na tabela 29 do eSocial 2019:

NR 5: Treinamento de Cipeiros para todas as empresas que precisam constituir CIPA;
NR 5: Treinamento de Designado de CIPA para todas as empresas que não se enquadram no quadro 1 da NR 5;
NR 12: Treinamento para operação, manutenção, inspeção e demais intervenções de máquinas e equipamentos, obrigatório para todas as empresas que possuem máquinas no seu processo;
NR 35: Treinamento de trabalho em altura, obrigatório para todo e qualquer trabalhador que realize trabalho em altura desde que tenha Atestado de Saúde Ocupacional de aptidão para atividade em altura.

 

Fique atento aos novos procedimentos que o eSocial 2019 está propondo, até porque, as multas pelo não cumprimento às exigências podem chegar até 0,2% do faturamento da empresa. Envie este artigo e ajude outras empresas a estarem dentro das novas adequações do eSocial 2019. Até breve!

 

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