O que é absenteísmo e 4 maneiras de melhorar os resultados na sua empresa

Atualmente, muito se fala em combater o absenteísmo nas empresas, no entanto, poucas pessoas têm este conceito bem definido e por isso acabam por não conseguirem extinguir este mal tão presente no dia a dia.

 

Um termo aparentemente difícil de pronunciar, mas com uma definição bem simples. O absenteísmo nada mais é do que a ausência do funcionário no ambiente de trabalho, seja por faltas justificadas, saídas ou atrasos, afetando a produtividade e eficiência da instituição. Na prática, refere-se ao número de horas de trabalho que são perdidas devido aos motivos já mencionados.

 

Ausências pontuais não são caracterizadas como absenteísmo, no entanto, se a ocorrência de faltas tem um índice alto de frequência e prejudica a produtividade do estabelecimento, é bom averiguar de maneira cautelosa quais são os motivos das faltas e atrasos. Motivos como algum tipo de doença, problemas familiares e pessoais, dificuldades financeiras, dificuldades de transporte, falta de motivação, entre outras são as principais causas de falta e atrasos dentro do trabalho.

 

Leia também: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

 

O que muitos empreendedores não sabem é que o absenteísmo traz uma determinada quantidade de problemas à empresa, aumenta os custos e dificulta muito a concretização dos objetivos profissionais. Por isso, a seguir, falaremos um pouco sobre quais são as causas e como combater o absenteísmo nas organizações. Continue lendo:

 

Causas e Impacto do Absenteísmo

Como falamos anteriormente, as causas são variadas e podem estar associadas a diversas situações, como:

  • Volume excessivo de trabalho.
  • Más condições para desempenho das funções.
  • Baixo reconhecimento (levando o funcionário a buscar novas oportunidades)
  • Estresse (só para se ter uma ideia, na União Europeia são gastos mais de € 600 bilhões anualmente para lidar com esse fator)
  • Pressões.
  • Mau relacionamento da equipe.
  • Ergonomia do ambiente de trabalho.

 

O absenteísmo gera diversos impactos negativos na produtividade de uma organização, principalmente no setor financeiro. Isso é devido a perda de receita e encarecimento da mão de obra especializada. Afinal, é necessário gastar ainda mais com horas extras e pagamento de funcionários ausentes, mediante a faltas justificadas legalmente.

Além disso, a baixa produtividade interfere diretamente na qualidade da produção e serviços oferecidos e tem impacto direto na satisfação do cliente final.

 

Além disso, o clima organizacional também é atingido. Um funcionário que se ausenta muito, acaba sendo visto como descomprometido e irresponsável pela sua liderança, gerando conflitos de relacionamento na equipe. Ainda há os colaboradores que precisam cobrir os faltantes e, por isso, acabam se sentindo prejudicados e descontentes com o ocorrido.

 

Como lidar e combater o Absenteísmo na empresa?

Como vimos, lidar com o absenteísmo tem sido um grande desafio para as empresas. Sabemos que esses problemas podem ser de natureza pessoal, biológica, ambiental, social, familiar, financeira, funcional e, inclusive, estarem relacionados à própria estrutura organizacional. Mas, o importante é saber que existem maneiras eficazes de controlar e até combater o absenteísmo e suas consequências. Confira a seguir algumas dicas e saiba como proceder da melhor maneira nesses casos.

 

Leia também: Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa

1- Fortaleça a cultura organizacional

É importante deixar claro desde o princípio quais são os valores e posicionamento da organização no mercado. Os colaboradores precisam conhecer e estar alinhados com todos os aspectos propostos pela empresa. Se estas informações não forem disseminadas de maneira correta, as chances de se sentirem desmotivados e não acharem sentido nenhum naquilo que estão fazendo é grande.

Existe um desgaste natural quando há incompatibilidade entre os objetivos pessoais e os da própria empresa. Por isso, é necessário que a organização trabalhe sempre com análises de perfil ainda no processo de seleção. Isso fará com que a taxa de absenteísmo diminua, já que as chances de ter um funcionário dentro dos valores da empresa são maiores

2 – Garanta uma comunicação eficaz

Uma comunicação com falhas pode causar sérios problemas de relacionamento entre toda a equipe. Afinal, o resultado de uma informação passada para frente de forma incorreta pode gerar alguns ruídos, como fofoca, especulações e informações pela metade.

 

E, quando esses ruídos surgem, a equipe se sente desmotivada e evita estar presente na empresa por meio de faltas, atrasos ou até mesmo desligamentos. No ambiente organizacional, a comunicação engloba o diálogo presencial entre colegas e também demais veículos: e-mail, reunião, telefone, TV corporativa e etc. Assim, para ter uma comunicação eficiente, é necessário entender o perfil dos colaboradores e descobrir qual ferramenta é a mais adequada para a equipe.

 

Lembrando que plataformas de comunicação interna reduzem ruídos no diálogo entre os colaboradores. As consequências são maiores chances de um trabalho bem executado e um sentimento maior de segurança e acolhimento do empregado.

 

3- Estímulo a atividades físicas laborais e alimentação saudável

A organização pode oferecer aos funcionários exercícios laborais uma vez por semana. Por mais que a mudança não seja imediata, a rotina de atividades físicas vai causar um impacto profundo na qualidade de vida dos colaboradores.  Rotinas assim evitam o surgimento de complicações como tendinite, bursite e estresse, além de ser um excelente estímulo para práticas mais profundas como treinos e corridas.

 

Assim como as atividades, o incentivo a alimentação saudável é muito efetivo em um ambiente corporativo. Medidas como oferecer um cardápio com sugestões saudáveis, organizar e disponibilizar materiais sobre o assunto e promover palestras que ensinam os funcionários a adotarem dietas adequadas são muito eficientes.

4 – Prevenção é o melhor caminho

É fundamental lembrar que a saúde física e mental do funcionário tem um grande impacto sobre o índice de absenteísmo da organização. Por isso, é importante criar alternativas para que o funcionário seja cuidado constantemente, com programas internos que geram bem-estar e soluções que acompanham a saúde do colaborar constantemente.

 

Alguns equipamentos, como a plataforma Safety Gestão de Saúde, trazem redução de custos, aferindo e rastreando a saúde dos colaboradores de forma online. Através desta plataforma ainda é possível trabalhar de forma preventiva e preditiva dentro das corporações, evitando assim problemas maiores no ambiente de trabalho.

 

O Safety é uma balança que mede pressão arterial, batimentos cardíacos, peso altura, índice de gordura, massa muscular e muito mais. Através dos dados gerados, muitas atitudes podem ser tomadas como mudança de cardápio no refeitório, organização de atividades físicas e uma série de atitudes preventivas.

 

A prática de algumas dessas ideias certamente promoverá a satisfação dos funcionários e a participação deles na rotina da organização. Mas lembre-se que todo esse trabalho deve ser feito com cautela e responsabilidade.

Gostou das nossas dicas para reduzir o absenteísmo na sua empresa? Então, não esqueça de compartilhar o nosso conteúdo nas suas redes sociais. Até a próxima.

Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

Algumas empresas ainda insistem em lidar com a saúde do colaborador como se ela fosse um gasto desnecessário ou, até mesmo, desperdício de investimento. O que essas instituições não sabem é que a saúde do trabalhador está diretamente ligada a produtividade nas empresas.

 

O comprometimento das empresas com a saúde do trabalhador e a prevenção de riscos gera uma resposta sempre positiva, pois oferece um ambiente em que os trabalhadores realizam as suas atividades com mais satisfação e alegria. Como consequência, o nível de produtividade nas empresas cresce, além de riscos de doenças como depressão, ansiedade e stress diminuírem drasticamente.

 

Sabemos que o cuidado com a saúde do colaborador deve começar dentro das instituições, por meio de programas, iniciativas e ações que incentivem e valorizem sua importância, periodicamente. A saúde ocupacional é uma importante estratégia para garantir o bem-estar dos colaboradores e potencializar a produtividade, a motivação e a satisfação no ambiente de trabalho.

 

A sua empresa tem cuidado de maneira correta dos colaboradores? Os profissionais de Recursos Humanos da sua empresa já entenderam que estes tipos de ação trarão benefícios? Se você quer saber um pouco mais sobre como a saúde interfere na produtividade nas empresas continue lendo este artigo e comprove que o bem-estar do trabalhador é importante para todos, inclusive para você.

O papel do RH na saúde do trabalhador

O papel do setor de Recursos Humanos da empresa se divide entre selecionar, treinar e desenvolver colaboradores, com a função de propiciar um clima agradável, onde a saúde e a qualidade de vida dos funcionários são partes da cultura da empresa.

 

A Organização Mundial da Saúde acredita que o cuidado com a saúde do colaborador seja um desafio a ser superado, tanto para as empresas quanto para a sociedade. Existem diversas questões para serem superadas, como a tecnologia, novas substâncias químicas, envelhecimento da população, entre tantas outras. Sendo assim, as ações preventivas são muito importantes quando realizadas de maneira séria e eficaz dentro do ambiente de trabalho.

 

Um trabalhador saudável produz muito mais do que outro que não se sente à vontade no que faz. E esta produtividade nas empresas se dá na questão qualitativa, isso quer dizer que melhora os relacionamentos, o atendimento, comunicação, motivação e confiança, resultando em aumento de vendas, redução de desperdícios e acidentes de trabalho.

 

Infelizmente, o número de empresas que não dão a devida atenção à saúde dos seus funcionários é grande, resultando em redução de produtividade e um alto nível de estresse. Um estudo Norte Americano indicou que 150 bilhões de dólares são perdidos por ano devido ao alto nível de estresse no local de trabalho, aumentando o número de doenças, licenças, acidentes e conflitos interpessoais. É assustador. No tópico abaixo, falaremos um pouco sobre como o estresse interfere na produtividade nas empresas muito mais do que a gente imagina. Continue lendo.

 

Leia também: Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa


Estresse no trabalho, um mal que deve ser combatido

Muitas pessoas até gostam do que fazem, mas o ambiente, seja por conta de pessoas ou de situações, gera estresse. Saber lidar com metas e cobranças, objetivos a cumprir, pode ser bem estressante para determinadas pessoas.

É fato que além de consequências sérias para a saúde, o estresse também afeta a qualidade de vida das pessoas e, consequentemente a produtividade nas empresas. Inclusive, essa consequência pode causar mais estresse ainda, se levar à perda do emprego, ou dificuldade em progredir na carreira. A pessoa que sofre deste distúrbio dorme mal, se alimenta mal e por fim, vive a vida de uma maneira mecânica, muitas vezes com ausência de satisfação e alegria.

Tendo em vista todos esses desafios que permeiam a saúde laboral do trabalhador, listamos algumas vantagens que este cuidado pode resultar para a sua instituição, confira:

  • Redução do Absenteísmo

Quando a saúde do trabalhador está prejudicada, é normal que o mesmo comece a faltar ao trabalho. O IBGE avaliou que os principais motivos de falta então relacionados a dores nas costas, pescoço e fortes sintomas de gripe. Além destes motivos, acidentes de trabalho influenciam diretamente o absenteísmo, já que estes afastamentos normalmente assumem gravidades maiores e até ações trabalhistas.

Para reduzir o absenteísmo, o ideal é que a empresa realize um acompanhamento ininterrupto, afinal, profissionais que tem a saúde monitorada regularmente estão menos propensos a desenvolverem doenças. Por isso, investir em prevenção é mais eficaz do que investir em tratamento e é mais uma segurança à empresa de que os profissionais estarão nos seus locais de trabalho no dia e hora determinados.

  • Redução de licenças

As licenças e afastamentos por motivos de saúde prejudicam agressivamente a empresa a longo prazo. Além de estar sem o trabalho do profissional, a empresa precisará se programar para que aquela função não fique sem um funcionário durante o período de afastamento.

Para que haja uma diminuição das licenças, a empresa pode promover campanhas de prevenção. Afinal, trabalhadores que cuidam da sua saúde ficam mais dispostos e ativos para executar suas tarefas diárias.

Leia também: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

  • Aumento de produtividade nas empresas

Como falamos, a saúde do colaborador está diretamente ligada aos níveis de produtividade nas empresas. Trabalhadores saudáveis e satisfeitos com seu trabalho são mais produtivos

do que o profissional que se encontra insatisfeito, e direcional mais energia produtiva pelas causas do trabalho, impulsionando o rendimento, a produção e o lucro da instituição.

 

É importante saber que as iniciativas podem partir do seu setor de Recursos Humanos. A primeira etapa é elaborar e implantar um plano de ação, programas e campanhas que conscientizem os funcionários. Depois, adote estas medidas como permanentes, incentive sempre os colaboradores a terem hábitos saudáveis e mantenha a porta aberta para possíveis diálogos e opiniões. Cuidar da saúde humana da sua empresa é sempre a melhor opção.

Gostou do nosso artigo? Não esqueça de compartilhar em suas redes sociais. Em nosso blog temos uma série de conteúdos relacionados com a saúde do trabalhador. Que tal aprofundar o seu conhecimento? Até breve!

Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa

Atualmente não temos o hábito de pensar nas dificuldades que os empresários e funcionários dos séculos passados passaram para que chegássemos até aqui. Mas, e sobre o futuro? Já parou para pensar? E a indústria 4.0, você sabe o que é? A indústria 4.0, ou manufatura avançada, é nada mais nada menos que a 4ª revolução industrial. Na 1ª, 2ª e 3ª revolução tivemos avanços tecnológicos que mudaram o rumo das indústrias e empresas, e agora estamos passando pelo mesmo processo na gestão de saúde, só que em épocas totalmente distintas.

Para entender essa nova indústria, recapitulamos um pouco da história das revoluções e gestão de saúde:

As revoluções industriais

Em meados de 1820 aconteceu a 1ª revolução industrial, que trouxe a tecnologia das máquinas à vapor. Em 1900 a indústria automobilística inovou ao montar a primeira linha de montagem industrial, para o aumento da produtividade nas fábricas e em 1970 o trabalho que antes era realizado por humanos, começou a ser realizado por computadores e máquinas programadas.

Gestão de saúde nas indústrias passadas

A maioria das revoluções industriais até 1970 não obtiveram enfoque na saúde e no bem estar dos funcionários das fábricas. Pelo contrário, desde 1820 quando as máquinas à vapor foram inseridas visando a produtividade das fábricas na 1ª revolução industrial, crianças, homens e mulheres trabalhavam jornadas de 16h sem folgas e muitas das vezes sem salário. Então, os trabalhadores implantaram sindicatos para combater a exploração e as más condições de trabalho. A segurança do trabalho não era imaginada na época, muito menos o desemprego súbito que novas tecnologias trariam. No dia 27 de julho de 1972, foi implantada a portaria ministerial nº 3.237/72, que visa a obrigatoriedade dos serviços especializados em segurança, higiene e medicina do trabalho nas empresas.

Veja também: As principais normas e regras de segurança do trabalho 

Como funciona a indústria 4.0


O primeiro projeto de indústria 4.0 foi apresentado em 2012 em uma feira de tecnologia em Hannover, Alemanha. O projeto teve apoio do governo e diversas universidades, e propunha uma mudança radical no modelo da indústria atual.

Dentre estas mudanças, encontramos a proposta de implantação do controle remoto da produção e de tecnologias inteligentes capazes de comparar informações e gerar bancos de dados internos e externos. Essa tecnologia seria capaz de mudar a estratégia de funcionamento ou gerar diversas alternativas a partir de dados. Basta um gerente e um smartphone para tomar as decisões e ter o controle remoto total da empresa.
A seguir, temos como exemplo uma fábrica de molho de tomate:

Quando o sistema recebe a informação externa de que a safra de tomates deste semestre está baixa, ele automaticamente compreende que naquele período de tempo a matéria prima vai ser escassa e mais cara. No mesmo período ele recebe a informação interna de que a fábrica passará por uma reforma nas máquinas, então, o sistema calcula que o melhor período para essa reforma seria na época da safra baixa e também sugere o aumento da produção no período atual em que a safra está boa.

Hospitais e clínicas também adotaram a indústria 4.0. Lá os exames são efetuados em modo automatizado, o que evita a troca de informações, e não necessita amostras tão grandes de sangue. Evita também a contaminação, impedindo erros nos exames e diminui o risco de quem lida com estas amostras.


Os contras da indústria 4.0


A indústria 4.0 gera desemprego? Assim como na 3ª revolução industrial, as máquinas implantadas nas fábricas produziam mais e mais rápido do que qualquer funcionário e, consequentemente, houve demissão em massa da maioria destes funcionários. Mas assim como o desemprego estrutural desta categoria, surgiram novas vagas de emprego relacionadas às próprias máquinas. O implante total da indústria 4.0 será lento e gradual, e até lá o mercado já terá se adaptado às novas tecnologias. Vivemos em um meio onde a tecnologia é nossa aliada, por mais que estes sistemas sejam programados com algoritmos e inteligência artificial capazes de tomar decisões e guardar informações, estamos adaptados a viver lado a lado destas tecnologias no nosso dia-a-dia e levá-las para dentro das fábricas e empresas pode auxiliar tanto as próprias empresas quanto os colaboradores.


Gestão de saúde na nova indústria

Adotar a indústria 4.0 na sua empresa pode ser interessante quando a gestão de saúde automatizada gera eficiência e precisão.

Por exemplo: O dono de uma construtora optou por adotar um sistema que acompanha seus colaboradores. Antes da jornada de trabalho o sistema realiza exames no colaborador, e se ele não estiver apto ao trabalho, pode ser dispensado para consulta médica evitando problemas maiores como desmaio durante o trabalho. Nesta consulta pode ser diagnosticada alguma doença em estágio inicial que poderá ser tratada sem maiores problemas.

Neste caso o colaborador volta à empresa quando seu estado de saúde estiver apropriado e também a instituição evita maiores problemas relacionados à acidentes no trabalho e saúde do colaborador.

 

Veja também: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

A saúde dos colaboradores é um fator fundamental na sua empresa, isso gera produtividade e também bons resultados, então, esta tecnologia além de prevenir erros e aumentar a produção também pode auxiliar na gestão de saúde e segurança do trabalho da organização.

 

Atualmente, existem disponíveis no mercado dispositivos que auxiliam nos departamentos de segurança do trabalho e medicina preventiva, realizando testes de saúde em colaboradores na pré e pós jornada de trabalho, monitorando-os para caso de acidentes, alterando funcionamentos internos de acordo com a necessidade dos colaboradores de forma ágil, reunindo e avaliando informações que auxiliam em uma boa gestão de saúde da empresa.

E você, agora que está por dentro da nova indústria 4.0 e entendeu como ela influencia e auxilia na gestão de saúde, pensou em adotar novas tecnologias? Conta para a gente! Gostou do conteúdo? Compartilhe em suas redes sociais. Até breve!