Como adequar empresas de segurança do trabalho e medicina preventiva ao eSocial

Sabemos que a administração de uma empresa exige atenção especial principalmente quando se diz respeito a obrigações e cumprimento de leis trabalhistas. A atenção deve ser redobrada quando o assunto é sobre segurança do trabalho, medicina preventiva e como adequar a empresa ao eSocial.

Atualmente, é fundamental que os empregadores se atualizem sobre as normas do e-Social e segurança do trabalho. A utilização desse sistema, criado em 2014 pelo Decreto nº 8.373, exige preparo e atenção das empresas, tendo em vista que agora a checagem dos dados pelos órgãos fiscalizadores ficará mais fácil. Assim, cadastrar corretamente as informações é fundamental para atender à legislação.

Para ajudar as empresas de segurança do trabalho e medicina preventiva a se adequarem ao eSocial, preparamos este texto explicando como funciona e quais são as normais que os empregadores precisam estar atentos. Continue a leitura e saiba como adequar a sua empresa:

Primeiro, você sabe o que é o eSocial?

O eSocial, ou Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, foi criado com a finalidade de unificar a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empregados, além de padronizar a transmissão, validação, armazenamento e distribuição desses dados.

Dessa forma, o encaminhamento das informações para os órgãos federais fica mais simples e menos burocrático. Após o envio pela empresa, todos os dados ficam registrados em um cadastro único, de caráter nacional. Assim, esse sistema estimula uma gestão mais efetiva da empresa, trazendo uma nova realidade em relação aos registros e publicações dos dados dos empregados.

Informações a serem transmitidas via eSocial referentes à área de Saúde e Segurança do Trabalho

A padronização das declarações que resultará da implementação do eSocial proporcionará a todos uma considerável melhoria no uso das informações referentes à área de segurança do trabalho e medicina preventiva.

Nesse sentido, são muitas as questões especificamente relacionadas à segurança do trabalho e medicina preventiva que deverão ser observadas pelo empregador durante a prestação de informações por meio do eSocial.

Dentre os arquivos a serem preenchidos no momento de transmissão da declaração, os que dizem respeito à segurança do trabalho e medicina preventiva são os listados a seguir, em sequência:

  • Informações do Empregador (S-1000) – neste arquivo deverão aparecer, entre muitas outras, as informações sobre GILRAT (Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente de Riscos Ambientais do Trabalho) e sobre FAP (Fator Acidentário de Prevenção).

  • Admissão de Trabalhador (S-2200) – via este arquivo o empregador deverá transmitir as informações contidas no ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) admissional.

  • Comunicação de Acidente de Trabalho / CAT (S-2210) – o empregador deverá utilizar esta pasta para noticiar quaisquer eventos referentes a acidentes de trabalho, detalhando, inclusive, aspectos como o agente causador do acidente (ou a situação geradora do acidente) e a natureza da lesão.

  • Monitoramento da Saúde do Trabalhador (S-2220) – neste arquivo deverão ir as informações contidas nos Atestados de Saúde Ocupacional: Periódico; de Retorno ao trabalho; de Mudança de função; e, por fim, de Monitorização pontual.

  • Afastamento Temporário (S-2230) – nesta pasta deverá o empregador registrar os afastamentos que ocorrerem na empresa, contendo diversos dados do empregado e do motivo do afastamento, bem como a duração do afastamento temporário.

  • Condições Ambientais do Trabalho – Fatores de Risco (S-2240) – é o evento utilizado para registrar as condições de trabalho de cada colaborador, informando qual o ambiente que ele labora durante qual período, quais os riscos presentes no ambiente, quais as atividades desempenhadas, se há a utilização de EPI, dentre outras informações. Esses dados abastecerão o esocial com a informação necessária para emitir o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

  • Insalubridade, Periculosidade e Aposentadoria especial (S-2241) – leiaute que será utilizado para informar via esocial todas as instâncias em que são pagos os adicionais de insalubridade ou periculosidade, bem como se há aposentadoria especial em cada caso. Como a informação é toda unificada, isso permitirá a verificação imediata do pagamento da alíquota RAT (Risco Ambiental do Trabalho).

  • Desligamento (S-2299) – arquivo que conterá o registro de desligamento do funcionário do quadro da empresa e no qual estará incluído o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) Demissional

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Quais serão os reflexos da implantação do eSocial na segurança do trabalho e na medicina preventiva?

Embora a adequação das empresas ao eSocial exija, ao menos inicialmente, um esforço considerável de comunicação entre todos os setores da companhia, é bastante evidente que a implementação do programa trará, a médio e longo prazo, ganhos significativos tanto aos empregadores quanto aos empregados.

As facilidades decorrentes do uso do eSocial para o exercício do cuidado extremo e da observação constante da manutenção das condições necessárias de segurança do trabalho e medicina preventiva do trabalhador, resultarão em uma relação ainda mais franca e honesta entre patrões e empregados. O eSocial permite que se ateste, de maneira clara, o cumprimento de direitos e deveres de empregadores e empregados.

Como será feita a fiscalização do eSocial?

Neste caso, o controle passa a ser praticamente automático. Inclusive, caso a empresa tente enviar informações inconsistentes, o sistema do eSocial simplesmente rejeita o envio. É impossível também efetuar a admissão de um colaborador sem que tenha sido feito o exame admissional, por exemplo.

Por isso fique atento: o programa do governo vai gerar multas pesadas para quem não gerar as informações de forma correta. E, se as informações estiverem desassociadas, também serão geradas multas.

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Concluindo

Com vimos, quem não se adequar às novas regras será penalizado com multas que podem ultrapassar R$ 180 mil. Além disso, o descumprimento das normas de segurança e saúde do trabalho também podem trazer problemas na esfera trabalhista em ações judiciais movidas pelos empregados.

Por isso, é fundamental se adequar às novas regras do eSocial e segurança do trabalho, garantindo a integridade física, a saúde do trabalhador e o cumprimento da legislação. Assim, além de promover o bem-estar dos empregados, a empresa não correrá o risco de ser penalizada e sofrer prejuízos com as multas.

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Cobrança de Contribuições para Sindicatos: saiba o que muda

No início de março foi publicada a medida provisória nº 873 e muita gente ficou surpresa. Esta medida trouxe alterações importantes no que diz respeito a Cobrança de Contribuições para Sindicatos, tema que pertence ao Direito Coletivo do Trabalho.

Uma vez já considerada facultativa a partir da Reforma Trabalhista ocorrida ao ano de 2017, as mudanças geradas pela MP nº 873 passam a legitimar ainda mais tal característica, vez que reforçam o caráter não obrigatório da contribuição.

Anteriormente à Reforma, a contribuição sindical era obrigatoriamente descontada da folha de pagamento, e se referia a um dia trabalhado do mês de março. Após um determinado tempo a característica se perdeu, tornando a cobrança de contribuições para sindicatos totalmente opcional entre os trabalhadores.

Mas, antes de analisarmos todas as alterações realizadas através da medida provisória n°873, vamos relembrar como funciona o custeio dos sindicatos. A estrutura para cobrança de contribuições para sindicatos no país é baseada em quatro fontes distintas, são elas:

Contribuição sindical: no mês de março é descontada do pagamento dos trabalhadores a quantia equivalente a 1 dia de trabalho. A Lei 13.367/17 da Reforma Trabalhista retirou a obrigatoriedade de desconto, exigindo que haja autorização prévia para cobrança de contribuições para sindicatos.

Contribuição confederativa: visa ao custeio do sistema confederativo, que abrange os sindicatos, as federações e as confederações. O valor é fixado pela Assembleia geral do Sindicato.

Contribuição Assistencial: tem o objetivo de compensar os gastos oriundos das participações dos sindicatos nas negociações coletivas, em que buscam a conquista de mais direitos aos trabalhadores.

Mensalidade sindical: trata-se de mensalidade paga voluntariamente pelos trabalhadores filiados ao sindicato a fim de manter atividades recreativas e assistenciais, tais como colônia de férias, material escolar, plano odontológico, etc.

Portanto, como falamos acima, algumas alterações referentes a forma de pagamento e a autorização destas contribuições foram drasticamente alteradas. Algumas mudanças merecem destaque e atenção, principalmente, dos empresários, quanto à cobrança e o desconto em folha. Continue lendo para conhecer todas as alterações da Cobrança de Contribuições para Sindicatos de acordo com a medida provisória nº 873:

Entenda o que mudou com a medida provisória nº 873

Entre as modificações trazidas pela medida provisória nº 873, destacam-se as disposições inseridas nos artigos 578 e 579 da CLT, que prevê a cobrança da contribuição sindical apenas do empregado “efetivamente filiado à categoria do sindicato” e “expressamente autorizado, de forma prévia, voluntária, individual”.

De imediato, entende-se como vedada a autorização implícita, aquela não formalmente expressa, escrita e individual, e ainda fica proibido a substituição pelos sindicatos para fins de pagamento da contribuição sindical.

Ou seja, qualquer cláusula normativa que obrigue recolhimento da contribuição sindical aos empregados ou empregadores é nula, mesmo que a previsão de cobrança seja feita por negociação coletiva, assembleia geral ou outro meio previsto no estatuto da entidade.

Acompanhando a lógica, as negociações coletivas, assembleias gerais e seus similares não possuem capacidade de vincular um trabalhador ao recolhimento da contribuição, sendo nula qualquer cláusula ou norma nesse sentido. A obrigatoriedade ou compulsoriedade de recolhimento através dos referidos instrumentos não é mais possível.

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Forma de Cobrança de Contribuições para Sindicatos de acordo com as mudanças da medida provisória nº 873

Uma outra alteração importante é a forma de cobrança de contribuições para sindicatos. Antes das modificações propostas pela medida provisória nº 873, o pagamento era realizado através do desconto em folha, atualmente, a cobrança somente poderá ser feita através de boleto ou outro meio de pagamento eletrônico, sendo que o pagamento deverá ser realizado pelo trabalhador, vedado o desconto em folha de pagamento.

Este boleto será encaminhado à residência do empregado ou, na hipótese de impossibilidade de recebimento, à sede da empresa. É proibido o envio de boleto ou equivalente à residência do empregado ou à sede da empresa, na possibilidade de inexistência de autorização prévia e expressa do empregado.

O artigo 582 apresenta a forma de cálculo para se apurar o valor equivalente a um dia de trabalho, de acordo com a modalidade de pagamento:

  • Para os trabalhadores que recebem pagamento por unidade de tempo, que é a forma mais comum, o valor de um dia de trabalho será equivalente à jornada normal de trabalho.
  • Aos que recebem por tarefa, empreitada ou comissão, corresponderá a 1/30 (um trinta avos) da quantia percebida no mês anterior.
  • No caso de pagamento com utilidades (salário in natura) ou quando há pagamento habitual de gorjetas, a contribuição sindical corresponderá a 1/30 (um trinta avos) da importância que tiver servido de base, no mês de janeiro, para a contribuição do empregado à Previdência Social.

Vale ressaltar que as empresas que efetuarem o desconto da contribuição na folha de salários estarão sujeitas às proibições legais podendo ser responsabilizadas por eventuais devoluções em futuras ações trabalhistas. Isto, com a incidência da penalidade prevista no artigo 598 da CLT, sujeitando-as a multa.

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Medida Provisória em concordância com o Tribunal Superior do Trabalho

A medida provisória nº 873 concretizou o entendimento do Precedente Normativo nº 119 do Tribunal Superior do Trabalho, o qual afirma que “a Constituição da República, em seus arts. 5º, XX e 8º, V, assegura o direito de livre associação e sindicalização. É ofensiva à essa modalidade de liberdade, cláusula constante de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo, assistencial, revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie, obrigando trabalhadores não sindicalizados. Sendo nulas as estipulações que inobservem tal restrição, tornam-se passíveis de devolução os valores irregularmente descontados”.

Exceções para cobrança compulsória

A medida provisória nº 873 autoriza que a contribuição seja exigida em somente uma situação: quando o trabalhador for filiado ao sindicato.

Nessa situação, quando o empregado for efetivamente associado ao sindicato, se beneficiando de suas iniciativas, é possível a cobrança compulsória da contribuição federativa, da mensalidade sindical e das demais contribuições instituídas pelo estatuto do sindicato ou por negociação coletiva.

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Quando a Medida Provisória nº873 começa a vigorar?

Por se tratar de uma Medida Provisória, as determinações têm vigência de 60 dias, sendo prorrogada automaticamente por mais 60 dias caso não tenha sua votação concluída no Congresso Nacional dentro deste prazo. Assim, determina-se um prazo geral de 120 dias, dias, podendo então perder sua validade.

Concluindo

As alterações prometem grande impacto e tem sido alvo de críticas, sobretudo por provocar, ainda que de maneira indireta, o enfraquecimento da atuação sindical dentro das instituições. A perspectiva é de que os valores oriundos das fontes de custeio sejam reduzidos, já que a possibilidade de pagamento via boleto pode gerar maior inadimplência.

E você, o que acha das alterações propostas pela Medida Provisória nº 873? Deixe sua resposta nos comentários e não esqueça de compartilhar com seus contatos nas suas redes sociais. Até a próxima.

A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

A Pirâmide de Maslow nasceu de um profundo estudo realizado por Abraham Harold Maslow, que hierarquizou as necessidades em cinco eixos distintos sendo que, para chegar ao primeiro, os quatro anteriores precisam estar equilibrados.

Assim nasceu a Pirâmide de Maslow, na década de 40. Este conceito coloca na base da estrutura todas as necessidades básicas do ser humano, como o ato de respirar, comer e se hidratar, para de forma gradativa, chegar ao topo. Nele devem estar ações que levam o indivíduo à realização pessoal, como a espontaneidade, a solução dos problemas e os valores morais.

Entenda um pouco mais sobre a Pirâmide de Maslow, da base ao topo:

Fisiologia

Refere-se a ações básicas para a sobrevivência de qualquer pessoa. Como, por exemplo, beber, comer, reproduzir, descansar e se vestir.

Segurança

Se proteger e manter aquilo que conquistou ao longo da vida. São as seguranças física, financeira, bem-estar e proteção contra imprevistos.

Interações sociais e vida amorosa

Atendidas as duas primeiras necessidades, o indivíduo parte para a terceira camada da pirâmide, que são as amizades, a intimidade, a convivência social, a relação com a família e com as organizações. Sem elas, as pessoas tornam-se solitárias, ansiosas e depressivas.

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Estima

É a busca pela autoestima, confiança, conquista e respeito, dos outros e para os outros. A estima deve ser almejada após alcançar a necessidade fisiológica de segurança e de interações sociais e amorosas. Sem ela, o indivíduo desenvolve baixa autoestima e complexo de inferioridade.

Realização pessoal

A última etapa só é alcançada se todas as anteriores tiverem sido conquistadas. Refere-se ao interesse de buscar a desenvolver todo o potencial, explorando suas habilidades a fim de garantir a satisfação plena da natureza humana.

Como a Pirâmide de Maslow pode ser aplicada em meu negócio?

A partir do entendimento do estudo da Pirâmide de Maslow é possível aplicar seu pensamento no dia a dia e compreender melhor como ele funciona na motivação profissional e aplicada ao seu negócio. Neste sentido, conseguimos ter clareza de que uma das primeiras necessidades a ser sanada tem a ver com ganhos financeiros. Os colaboradores de qualquer empresa precisam de um montante que possa arcar com as próprias despesas mínimas de sobrevivência, bem como com a de seus familiares.

Depois disso, o colaborador precisa de incentivos que o motive a desempenhar melhor sua função. Isso pode ser um curso complementar, oportunidade de crescimento, plano de carreira e a estabilidade tão almejada por profissionais de diversas áreas nos dias atuais.

Já o topo da pirâmide é para aqueles colaboradores que querem participar e contribuir ativamente dos resultados da empresa e se sentirem parte integrante do time. Quem está no topo busca por status e reconhecimento. Assim, esse é o momento de desafiar as competências, fazendo com que este participe de estratégias e soluções.

Vamos trazer para mais próximo da realidade com exemplos. Um estagiário geralmente busca pelo ganho de experiência e um salário que atenda suas necessidades básicas. Já um profissional que tem mais experiência de mercado e estabilidade econômica, pode estar em busca de desenvolvimento e a sensação de autorrealização.

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Já o profissional pós-graduado que falamos no começo do texto está no topo da pirâmide, buscando constantemente por novos desafios. É importante ter em mente, que quando as camadas da pirâmide não são atendidas, os colaboradores podem acabar ficando decepcionados e sem vontade de evoluir ou colaborar para os resultados da empresa. Por isso, é tão fundamental encontrar estratégias para mantê-los engajados e motivados a contribuírem com o melhor de si no âmbito profissional.

Quais são as vantagens da aplicação da Pirâmide de Maslow no meu negócio?

Trazer a pirâmide de Maslow para o dia a dia de uma empresa exige uma área de recursos humanos ou gestão de pessoas alinhada diretamente com os objetivos da empresa. Só dessa forma será possível analisar se os funcionários estão se dedicando ou não aos propósitos do empregador.

A área que irá cuidar da evolução do colaborador deve entender em que momento da pirâmide ele se encontra e quais são os objetivos profissionais de cada um. Dessa maneira, é possível avaliar se as ambições da empresa e do colaborador estão se sustentando ou se é preciso que se faça algum tipo de adequação.

Além disso, por meio deste diagnóstico, será possível entender também se os objetivos da empresa não estão claros para todos. Caso não estejam, é chegado o momento de implementar melhorias na comunicação entre organização e colaborador, para que questões como cultura organizacional, missão, visão e valores sejam esclarecidas. Desta maneira, os profissionais têm a oportunidade de optar se tais preceitos estão de acordo com seus princípios ou não.

Investir na motivação e realização dos funcionários é investir no crescimento da empresa. Só desse modo é possível desenvolver uma equipe produtiva, eficaz, capaz de solucionar problemas e que faça a instituição se destacar no mercado em que atua.

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Inovação no RH? Não se confunda, comece por aqui

O mercado está sendo transformado pela inovação no RH. Tecnologias desafiadoras surgem a todo momento e as exigências de empresas e funcionários mudam a cada dia, sempre acompanhando o dinamismo do cotidiano da atualidade.

As funções de captar, treinar, aperfeiçoar, gerenciar e manter os melhores talentos nas organizações vêm passando por grandes mudanças, principalmente por causa das novas tecnologias. Por isso, é importante buscar a inovação no RH, para que o setor deixe de ser operacional e se torne cada vez mais estratégico dentro das empresas.

Por isso, a inovação no RH tornou-se fundamental para atender às atuais demandas do setor de forma ágil e efetiva. Confira, a seguir, algumas das mais importantes tendências da área de Recursos Humanos para você colocar em prática e sair na frente.

Use sempre a Internet a favor do RH

A internet modificou de forma definitiva nossas relações sociais. Ela trouxe mais agilidade e eficiência para os processos ao encurtar distâncias e diminuir custos em várias áreas dentro das organizações, e esta é uma inovação no RH que faz toda a diferença.

Atualmente, por exemplo, os setores de Recursos Humanos possuem softwares com várias funcionalidades, desde ferramentas para recrutamento e seleção, até softwares avançados de mapeamento de perfil comportamental.

Isso faz com que os profissionais de RH tenham outra dinâmica de trabalho e uma visão mais elaborada dos profissionais da companhia. Além disso, o uso das tecnologias torna mais eficiente a análise de dados, fundamental para que o RH seja mais estratégico dentro das empresas.

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Bem-estar dos funcionários

Até pouco tempo atrás, os donos de empresas pensavam apenas no bem-estar de suas instalações e nos números positivos em suas contas. Hoje eles sabem que é preciso também pensar em seus funcionários, pois eles são seu bem mais valioso.

Pequenas melhorias no ambiente de trabalho podem significar muito para os colaboradores e fazer com que eles se sintam amparados. Por isso, pense com bastante calma e trace estratégias para alcançar esta evolução no RH.

Carreira em W

Até pouco tempo atrás também, o tipo de crescimento mais comum oferecido pelas empresas era o plano de carreira em Y. Nele, o colaborador pode evoluir para uma posição gerencial ou ocupar um cargo de especialista em determinada área.

Porém, muitos profissionais não se encaixam em nenhuma das opções e um novo modelo vem ganhando espaço nos últimos anos: a carreira em W. Além dos cargos gerenciais e técnicos, este formato traz a possibilidade de o funcionário se tornar um gestor de projetos. Tal alternativa satisfaz aquele que deseja exercer uma posição de liderança, mas sem abandonar as atividades técnicas que o levaram a crescer na carreira.

Capacitação de equipe

Contratar profissionais que se encaixem na cultura e valores da organização já é um bom começo. No entanto, é necessário pensar em soluções para fazer os novos colaboradores evoluírem. E é isso que a inovação no RH propõe.

A organização deve subsidiar meios para que a equipe continue a adquirir mais conhecimento e estejam alinhados com a posição que ocupam. Isso porque, em mercados cada vez mais competitivos, é preciso oferecer diferenciais para manter a posição do negócio frente à concorrência.

Por isso, treinamentos, universidade corporativa, palestras, reuniões, trilhas de carreira, e todos os tipos de novidades que podem aperfeiçoar o desempenho dos profissionais deverão sempre ser levados em consideração pelo RH, e o recurso da gamificação é ideal para ajudar nesse processo.

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Inove na Comunicação Interna

Todo profissional de recursos humanos sabe da importância da comunicação interna para a saúde da empresa. Por isso, algumas organizações decidiram implantar um portal corporativo para aproximar o relacionamento entre seus colaboradores.

Por meio desse portal, a equipe pode dar sugestões sobre os processos da empresa. Além disso, todos os envolvidos em um projeto ficam a par do andamento das tarefas e dialogam sobre os meios para atingir as metas estabelecidas.

Apesar de ser uma inovação no RH muito útil para a comunicação interna, as ferramentas virtuais não devem extinguir a comunicação pessoal entre os colaboradores. Uma vez que, a interação face a face é um elemento fundamental para a integração da equipe interna. Sendo assim, é muito importante saber equilibrar o contato físico com o virtual.

O endomarketing como inovação no RH

O endomarketing tem se tornado cada vez mais importante para o profissional de RH, pois é capaz de aumentar o engajamento dos colaboradores e melhorar o clima organizacional.

Ele consiste em estruturar canais de diálogo e propor ações específicas para a equipe, com o intuito de torná-la mais participativa e envolvida com a cultura da empresa.

Dê algumas vantagens aos seus colaboradores

Algumas empresas exercem a inovação no RH se relacionando de maneira diferente com os seus colaboradores. Para isso, concedem benefícios, como: horário de trabalho flexível, dia de folga para os colaboradores mais produtivos e até sala de entretenimento para a descontração. Outras instituições preferem premiar os colaboradores visando promover um ambiente interno feliz. Cabe a cada empresa estudar a forma de gerar algum benefício de valor para o funcionário.

Falamos sobre algumas tendências de inovação no RH, mas saiba que elas não são as únicas. É importante estar sempre de olho nas novidades do mercado e tentar buscar formas de enriquecer o RH da sua instituição.

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Desafios de investir na gestão de pessoas: vantagens, obstáculos e resultados

O caminho mais longo e desafiador que um empreendedor por escolher e entender como investir na gestão de pessoas, e aplicar este conhecimento em sua instituição. Embora seja um caminho complexo, com certeza é o mais compensador.

Sabemos que o capital humano é extremamente complexo e, por isso, o investimento não é apenas financeiro. Requer também muito tempo, planejamento e esforço dos empreendedores. Apesar de entendermos que esta dificuldade é real e está presente em muitas empresas, investir na gestão de pessoas é o caminho do sucesso.

Partindo do pressuposto de que os funcionários são o maior bem da empresa, a realização desse tipo de investimento significa desenvolver o negócio como um todo. Já falamos algumas vezes em nosso blog sobre as tendências para o futuro do mercado de trabalho e com certeza investir na gestão de pessoas é um dos assuntos mais comentados.

E não estamos falando apenas de como atrair os melhores profissionais, mas também como contratar pessoas que têm tudo a ver com a sua empresa e farão a diferença nos resultados. E é aí que entra a importância de investir na gestão de pessoas.

Então, se você quer investir na gestão de pessoas e não sabe por onde começar, fique atento às dicas que vamos dar logo a seguir e faça a diferença no mercado de trabalho. Continue a leitura:

Por onde começar a investir na gestão de pessoas?

Primeiro, mude a sua mentalidade e com isso promova um verdadeiro impacto na sua equipe. Os primeiros passos são sempre os mais difíceis, especialmente porque uma parcela considerável de gestores, principalmente de empresas menores, ainda tem dificuldades para enxergar o investimento em pessoas como algo que é capaz de gerar resultados concretos.

Também é importante ressaltar que investir em pessoas nem sempre significa de fato um investimento grande de capital. Na realidade, apesar do financeiro ter a sua importância, na maioria dos casos a disposição e criatividade pesam muito mais para construção de boas estratégias de gestão de pessoas.

Fortaleça a cultura organizacional da empresa

A cultura organizacional é capaz de unir os colaboradores através de valores, atitudes, comportamentos e expectativas. Esta ferramenta na mão de um grande gestor, pode trazer benefícios surpreendentes e colocar a empresa a frente. Manter a equipe mais engajada e produtiva, sempre trabalhando por melhores resultados por acreditar que fazem parte de um time onde o gestor se importa: este é o papel do fortalecimento da cultura organizacional.

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Exerça a sua criatividade

Na maioria das vezes não é preciso muita coisa para tornar o trabalho e a rotina do colaborador mais agradáveis. A implementação de algum novo benefício, comemorações no final do mês ou em datas comemorativas, refeições especiais durante planejamentos mensais, etc.

Por mais simples que sejam, alguns dos pequenos artifícios da gestão ou do departamento de RH também fazem parte de todo o processo de investimento em pessoas. No entanto, é bom estar atento pois, apesar de não demandarem altos investimentos de capital financeiro, esses recursos demandam criatividade e conhecimento dos profissionais que trabalham no negócio.

Selecione candidatos que estejam alinhados com a cultura da empresa

Uma das principais funções de um investimento na gestão de pessoas é a contratação estratégica de funcionários que tem uma certa relação com a alma da empresa.

Isso significa trazer pessoas que compartilham dos mesmos valores da instituição e, portanto, encontrarão um propósito muito maior nos seus trabalhos. Esta maior identificação do funcionário com a empresa gera um grande engajamento natural, mais satisfação profissional, um comprometimento com os objetivos e metas da companhia e a diminuição da taxa de desligamento da empresa.

Faça um bom trabalho de integração com os novos funcionários

Contratou? Agora você precisa receber muito bem o seu novo colaborador. Os primeiros dias de trabalho são fundamentais para qualquer novo funcionário se sentir à vontade ou não em seu ambiente de trabalho.

É um período de avaliação mútua e também de aprendizado. Neste momento, gestor de pessoas é responsável por promover esta integração da melhor maneira possível. É bom que o novato entenda perfeitamente o que a empresa faz e como faz, perceba na prática como a cultura organizacional está presente no ambiente de trabalho, saiba como realizar boa parte de suas novas tarefas e, principalmente, sinta-se parte da equipe.

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Qual a importância real em investir na gestão de pessoas?

Como falamos anteriormente, desenvolver pessoas proporciona crescimento à empresa, fornecendo uma base sólida de capital intelectual, que é um dos aspectos que mais influencia no valor de uma organização.

Além disso, esse tipo de política voltada para o aperfeiçoamento de colaboradores gera efeitos positivos na cultura organizacional, tornando-se um diferencial de mercado. Uma cultura que se preocupa com o crescimento integral de sua equipe possui vantagens competitivas que podem ser facilmente enumeradas, como: atração e retenção de talentos, fortalecimento da sua marca, grande potencial de crescimento e maior valor de mercado.

Administrar uma equipe com qualidade diferencia a empresa dos seus concorrentes. Ao escolher as pessoas certas para exercer cada função, o empreendimento torna-se mais eficaz e produtivo, ganhando melhorias capazes de alavancar os negócios positivamente. Por isso, investir na gestão de pessoas é uma atitude indispensável para o sucesso empresarial.

Agora que você entendeu um pouco sobre a importância em investir na gestão de pessoas, que tal entender um pouco mais sobre Como ter uma gestão de recursos humanos de excelência? Em nosso blog temos diversos artigos que podem te ajudar a esclarecer assuntos relacionados com a sua instituição. Acompanhe as novidades clicando aqui.

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Como montar um projeto de medicina preventiva

A medicina preventiva é um grande desafio para a saúde pública e privada, já que através dela é possível prevenir o aparecimento de doenças e até erradicar doenças contagiosas como sarampo e poliomielite. Por isso, é muito importante saber como montar um projeto de medicina preventiva em sua empresa.

Os médicos atuam para intervir no aparecimento de doenças, baseados nos dados epidemiológicos as empresas mapeiam. Dentro da Medicina Preventiva há ações como vacinação, projetos de atividade física e emagrecimento, exames periódicos de colesterol, câncer e diabetes, campanhas contra o fumo etc.

A elaboração de um projeto de medicina preventiva tem como principal objetivo manter seus funcionários saudáveis e aptos para o trabalho. Os maiores índices de problemas causados em escritórios são a partir de má postura, estresse, hipertensão e má alimentação.

Com esses dados, os médicos oferecem palestras instrutivas para mostrar o quanto pequenas atitudes fazem grande diferença.

Um projeto de medicina preventiva tem o poder de diminuir a ausência de funcionários por motivos de doenças e acaba impactando diretamente na motivação ao trabalho, refletindo na produtividade e na redução de custos a médio e longo prazos.

Agora que você já sabe sobre a importância em ter um projeto de medicina preventiva na empresa, vamos te ensinar alguns fundamentos importantes para ter um projeto eficaz.

A criação de um programa de medicina preventiva envolve levantamento do perfil populacional, orçamentos, captação de participantes, planejamento, execução e análise de resultados. Para saber mais, continue a leitura.

Levantamento do perfil dos funcionários

Para iniciar a criação de um projeto de medicina preventiva, o primeiro passo é realizar o levantamento do perfil da empresa, ou seja, estudar o perfil epidemiológico. O maior objetivo é identificar os principais problemas de saúde que existem ou que podem surgir em determinados grupos. Com o levantamento do perfil epidemiológico, os gestores têm mais informações para planejar as ações que serão tomadas durante os programas.

Antes, a tarefa de recolher esses dados era manual. A empresa precisava ir até cada um de seus funcionários e fazer perguntas sobre doenças e só depois colocar as informações coletadas em uma planilha. Com o avanço da tecnologia, as dificuldades que precisavam ser enfrentadas pelas empresas foram praticamente eliminadas.

Atualmente, as empresas que se preocupam um pouco mais com a saúde da sua empresa, possuem sistemas de gestão de programas de medicina preventiva, que coletam as informações para construir o perfil epidemiológico no momento do cadastro. O Safety Gestão de Saúde é um excelente exemplo deste tipo de programa.

Leia Mais: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

Verificar o orçamento

A instituição precisa verificar o orçamento da empresa, ou seja, averiguar qual o valor máximo que pode ser gasto com a criação do projeto de medicina preventiva. É importante ressaltar que as ações, mesmo depois de implementadas, continuam tendo despesas. Por outro lado, os custos com tratamentos são reduzidos. Todos esses dados devem ser analisados posteriormente.

No orçamento inicial, é importante considerar valores gastos com a divulgação do programa, com cartilhas ou outras propagandas, além da necessidade de expandir a equipe. Nesse contexto, é possível prever quais serão os custos imediatos com os exames preventivos. Por exemplo, se forem feitas ações de prevenção do câncer de mama, haverá um aumento na realização de mamografias. Esses valores podem ser calculados antes mesmo do programa ser colocado em prática.

Também devem ser incluídos alguns outros fatores que muitas vezes não podem ser quantificados, como o tempo que os funcionários dedicarão para realizar as ações. Nesses casos, utilizar sistemas como o Safety auxilia em tarefas como selecionar e captar os participantes ou mensurar os tempos de atendimento.

Planejamento das atividades

O planejamento das atividades do projeto de medicina preventiva deve ser feito de forma conjunta com os profissionais envolvidos no programa. É preciso estabelecer quais ações são emergenciais e devem ser colocadas em prática primeiro.

Durante o planejamento, todas as etapas são discutidas desde as ações que serão desenvolvidas até os resultados esperados de cada programa. Apesar das empresas procurarem a redução de custos, a medicina preventiva tem como meta principal melhorar a saúde dos beneficiários. Depois que essa etapa for concluída, é importante retornar a verificar o orçamento para garantir que as ações planejadas estejam dentro do investimento estipulado.

Engajamento dos participantes

Esse passo é fundamental para que o público alvo seja atingido e todos os beneficiários tenham a oportunidade de participar dos programas do projeto de medicina preventiva. A forma mais rápida para fazer a captação é com sistemas que permitam a utilização de filtros de cadastro, como o Safety.

Por exemplo, se for decidido que serão feitas ações para prevenção de câncer de próstata, por meio do sistema de cadastro é possível selecionar os homens com mais de 40 anos que não realizaram nenhum processo preventivo nos últimos dois anos.

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Execução do Projeto de Medicina Preventiva

Com os passos anteriores finalizados, é hora de colocar as ações em prática. Se a sua empresa ainda não tem experiência com projetos de medicina preventiva, não se preocupe. O desempenho no começo pode ser um pouco lento, mas com a dedicação dos envolvidos, o projeto será muito bem executado. Os responsáveis não devem se esquecer de acompanhar as atividades. Se algum problema for detectado nas etapas iniciais, ainda é possível fazer os ajustes necessários sem prejudicar o andamento do projeto.

Análise do projeto de medicina preventiva

Por último, as empresas devem fazer a análise de resultados. Mas essa avaliação não pode ser feita de imediato. É preciso esperar um período de adaptação para que seja possível tirar alguma conclusão.

A etapa de análise é importante para que as empresas vejam o que não está bem e então decidir quais estratégias devem ser tomadas. Para a análise de resultados, deve ser levado em consideração a adesão dos participantes, o grau de satisfação, entre outros aspectos que possam interferir na qualidade e eficiência das ações planejadas.

Também deve-se examinar a melhoria de vida dos beneficiários, fator que está sempre entre os objetivos principais. É importante lembrar que, a curto prazo, criar um projeto de medicina preventiva tem um custo de investimento inicial. Mas, com o passar do tempo, o valor investido e o retorno financeiro devem se igualar, para, no futuro, a recompensa ser maior.

Mais uma vez, vale lembrar que mesmo sem experiência em ações de medicina preventiva, uma equipe dedicada e comprometida pode executar o programa com sucesso.

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