4 maneiras de crescer na carreira sem se tornar um gerente

Embora seja tentador medir o crescimento da carreira e o sucesso apenas de acordo com o número de degraus que escalamos na hierarquia corporativa, a gerência não é o único caminho para crescer na carreira de forma satisfatória. Ser um gerente vem com responsabilidades que não agradam a todos. Pior ainda, o trabalho gerencial pode afastá-lo dos aspectos do seu trabalho que você mais ama.

Mas só porque você não tem nenhum interesse em gerenciar uma equipe, não significa que você está destinado a estagnar, ou que você tem que obrigatoriamente almejar o próximo nível. Em outras palavras, você nem sempre precisa se mover para cima para seguir em frente.

Abaixo, falaremos sobre algumas formas que você crescer na carreira sem se tornar um gerente.

1 – Procure oportunidades que ofereçam melhorias na função que você já exerce

Nem sempre o processo de crescer na carreira envolve dar um passo adiante. Determinados papéis oferecem oportunidades de se estenderem na mesma posição, através de uma variedade maior de projetos, tarefas mais prestigiadas, trabalho mais profundo ou mais responsabilidade .

Ao buscar sua próxima oportunidade de trabalho, considere a possibilidade de começar perguntando sobre como é o crescimento dentro da função e não sobre o que está além dela.

É preciso entender que administrar uma equipe vem com alguns custos emocionais. Estar de plantão como recurso para seus subordinados diretos, além de ser dependente da agenda de seu próprio gerente, pode significar investimento de tempo e energia. Então, encontrar um papel de contribuinte individual que oferecesse crescimento no papel que você já desempenha é uma excelente oportunidade para crescer na carreira.

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2. Faça um movimento lateral em algum lugar maior ou de mais prestígio

Se você quer crescer na carreira sem se tornar um gerente, considere buscar outros lugares como empresas maiores, um território maior de vendas ou uma marca de maior prestígio.

Naturalmente, poucos campos oferecem um sistema de classificação concreto para medir seu crescimento, mas outros indicadores, tanto quantitativos (pense: tamanho da empresa e número potencial de clientes) como qualitativos (pense: influência ou reputação) podem ser seu guia quando você está procurando fazer um movimento lateral.

3. Torne-se um consultor

Depois de se tornar um especialista em seu campo, você pode implantar suas habilidades e experiência em uma função de consultoria. Quando você tiver a oportunidade de trabalhar por sua conta, poderá traçar o crescimento de sua carreira com as mesmas métricas usadas para medir o sucesso do seu negócio de consultoria, como alcance e receita.

Embora a liberdade de consultoria seja uma grande vantagem em si, ela também é mais lucrativa financeiramente do que sua posição anterior. Por isso, vale a pena investir em uma carreira de consultoria, caso não queria crescer na carreira em níveis gerenciais.

4. Aprofundar ou ampliar seu conjunto de habilidades para se tornar um especialista

Se você não está dedicando tempo e energia para cultivar habilidades gerenciais, pode se concentrar em aperfeiçoar outras habilidades, quer isso signifique aperfeiçoar seu argumento de vendas, tornar-se um assistente de modelagem financeira ou dominar todas as ferramentas de gerenciamento de projetos.

Além de ter a métrica tangível de tamanho de mercado para medir seu crescimento, a imersão em novos aprendizados da oportunidade de melhorar suas habilidades diariamente. Encontre um nicho no seu trabalho em que você realmente se desenvolva e melhore o máximo que puder para que você seja considerado um dos melhores nesse conjunto de habilidades. Embora um conjunto de habilidades mais profundo seja satisfatório em si mesmo, você também pode estabelecer alguns indicadores-chave de desempenho para avaliar o crescimento de forma mais objetiva.

EXTRA: Como se tornar um consultor de negócios?

Se você leu o nosso artigo sobre como crescer na carreira sem se tornar um gerente e ficou interessado em tornar-se um consultor de negócios, preste atenção nas próximas linhas:

Bem, antes de mergulhar de cabeça na ideia de ser tornar um consultor de negócios, é aconselhável que você procure conhecer o mercado. Assim como em qualquer outra profissão, essa etapa também é importante para quem deseja migrar ou iniciar uma carreira prestando serviços de consultoria empresarial.

O primeiro passo para isso é escolher uma área de atuação. O profissional de consultoria pode atuar como uma espécie de “generalista” ou escolher uma especialidade, como tecnologia da informação, por exemplo. Independentemente da escolha, o importante é procurar observar o comportamento de profissionais mais experientes e, principalmente, buscar qualificação profissional para trabalhar na área de consultoria. Isso comprovadamente torna a ambientação mais natural e faz toda a diferença para quem quer crescer na carreira.

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Como falamos anteriormente, o trabalho como consultor é gratificante e recompensador, no entanto, alguns profissionais acabam enfrentando dificuldades no início da carreira, que, em geral, estão relacionadas à adaptação a um novo estilo de vida ou a uma nova metodologia de trabalho. Viajar constantemente, por exemplo, é um hábito que poucas pessoas têm e que pode ser importante para o consultor que trabalha com empresas sediadas em outras cidades espalhadas pelo país.

Além disso, a consultoria empresarial, apesar de estar em franco crescimento, é também uma área muito competitiva e isso é um fator que deve ser levado em consideração pelo profissional que deseja abrir seu próprio negócio. A verdade é que há espaço para crescer e conquistar mercado, mas o trabalho duro é um requisito essencial para quem quer crescer na carreira sem se tornar um gerente.

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8 vezes que candidatos não foram contratados por algum post nas redes sociais

Uma das dicas que já ouvimos falar é prestar bastante atenção ao que está nas suas redes sociais, principalmente se as postagens antecedem a uma entrevista importante de emprego. Existem diversos casos de pessoas que deixaram de ser contratadas ou que nem foram chamadas para entrevista por conta do que as suas páginas nas redes sociais diziam.

Mas, você sabe até que ponto isso pode impactar negativamente um processo seletivo? Em seguida, contaremos algumas histórias reais sobre candidatos que iam bem em determinados processos seletivos mas que, por um deslize, botaram tudo a perder.

Em alguns destes casos, os candidatos se comportaram realmente mal, já em outros, os posts colocavam em dúvida aquilo que dizia em seus currículos. Para saber o que não fazer nas redes sociais enquanto se procura um emprego, acompanhe os casos a seguir:

 

1 – Não seja agressivo nas suas redes sociais

Uma empresa da Geórgia estava quase finalizando um processo seletivo, quando um candidato foi desmascarado nas redes sociais. O concorrente estava aplicado para uma vaga de coordenador de transações, no qual precisaria lidar com tarefas como documentos, agendamento e coordenação de vendedores, advogados, financiadores, empresas de títulos e muito mais.

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Foi quando a equipe de RH encontrou posts em seu Facebook (na conta pública do candidato) que fizeram repensar a escolha. O candidato estava postando conteúdo político, o que durante uma campanha presidencial não era incomum. Porém, notaram um ar bem agressivo nas respostas que ele dava para as pessoas que discordavam da sua opinião.

A empresa com a vaga em aberto buscava por um candidato que fosse capaz de deixar de lado suas diferenças e trabalhar bem em equipe. A ação vista nas redes sociais dizia claramente o oposto sobre o comportamento do candidato e, por isso, ele não conseguiu a vaga de emprego.

2- Não minta. Nunca!

O fundador de uma agência de empregos de São Francisco teve uma experiência um tanto quanto desconfortável.

Certa vez, uma candidata a um cargo de assistente administrativo ligou para cancelar sua entrevista em cima da hora, com a “desculpa” que a sua mãe tinha falecido. Então, é claro que eles entenderam e não tiveram problemas para reagendar. Logo depois, ela mandou um e-mail para dizer que precisava de um pouco mais de tempo.

Desconfiados, procuraram a candidata no Facebook e foram surpreendidos com uma foto dela jantando com a mãe, um dia depois de sua suposta morte. Então, a lição aqui é simples: não minta, e certifique-se de como você está se apresentando nas mídias sociais. Pode ser que alguma atitude vá de encontro com a história que você está contando no seu processo seletivo.

 

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3- Brincadeiras fora do contexto podem ser um problema nas redes sociais

Esta mesma agência estava contratando novos funcionários para uma creche da cidade. Dentro deste contexto, se fazia extremamente necessária uma pesquisa mais aprofundada sobre os candidatos e seus antecedentes.

O candidato em questão tinha uma conta no Twitter que apresentava repostagens do Children Falling Over, um site dedicado a fotos e vídeos de crianças caindo. Embora os posts tivessem alguns anos e mesmo não sendo nada muito sério, a empresa não quis correr o risco e dispensou o possível funcionário.

 

4- Comporte-se quando o seu time estiver em campo

O antigo diretor da Universidade de Delaware liderou um processo seletivo onde precisava escolher entre dois candidatos com capacidades e habilidades muito semelhantes entre si. E adivinha qual foi o caminho usado para a tomada de decisão? Sim, as redes sociais.

Um dos candidatos não tinha presença no LinkedIn e, além disso, o seu Facebook estava repleto de palavrões e xingamentos contra seus times rivais no futebol. É claro que o outro candidato teve vantagem e conseguiu a vaga de emprego.

 

5- Visões controversas em relação a postura da empresa

Encontrar alguém com as habilidades técnicas necessárias era um desafio para Cristian Rennella, co-fundador e CEO da elMejorTrato.com. Mas, em meio a tantos currículos ele conseguiu identificar um candidato promissor.

Ao pesquisar o seu histórico nas redes sociais, encontraram um tweet em que o candidato afirmou que ter um diploma universitário é um requisito para conseguir um emprego como programador. “Isso vai claramente contra a cultura da empresa, onde consideramos que alguém não deve ser qualificado por seus títulos ou pela falta deles, mas sim pela capacidade de desenvolver o trabalho”, diz Rennella.

6- Já conseguiu o emprego? Cuidado redobrado com o que vai escrever nas redes sociais

Uma estagiária recém contratada fez um post para informar a notícia e escreveu que iria usar a oportunidade de estágio para aproveitar o verão e teoricamente não trabalhar como deveria. A empresa, que logo encontrou o post, ficou tão descontente que rescindiu sua oferta.

 

Concluindo

Sabemos que procurar emprego não é uma tarefa fácil. Invista um tempo e busque em suas redes sociais conteúdos que possam impactar de maneira negativa em algum processo seletivo. Você se contrataria com base no que vê em suas redes sociais? Se a resposta for não, pergunte-se o porquê.

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