Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

O discurso de uma empresa inclusiva vem ganhando cada vez mais espaço no mundo corporativo e nos workshops de Gestão de Pessoas. Entretanto, mais do que um discurso, ser inclusivo significa ver na diversidade um ponto positivo para conquistar ainda mais sucesso. É preciso compreender que diferentes perfis de funcionários geram representatividade e compatibilidade com o mundo em que vivemos. Mas afinal, como ser mais inclusivo?

Um dos primeiros passos é vestir a inclusão como algo seu, que vai muito além da empresa. Um bom gestor que preza a pluralidade põe em prática dentro e fora do local em que trabalha. Mais do que defender a causa, é preciso ter ferramentas para conseguir colocá-la em prática. É necessário também acreditar que ser uma empresa inclusiva irá gerar mais valor e destaque perante os concorrentes no mercado.

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O problema muitas vezes encontra-se quando o gestor precisa contratar, avaliar ou promover funcionários. É comum e habitual ter perfis padrões que cada gestor classifica como “modelos de sucesso”. A partir daí é preciso se questionar quais são os parâmetros criados para essa classificação e personalização. Perceber se esses modelos não estão favorecendo um determinado grupo em detrimento de outros, mesmo que ambos tenham as mesmas potencialidades de garantir um resultado gratificante.

Um exemplo prático de como isso pode ocorrer é ao nos depararmos com um processo seletivo. O gestor ao preparar uma entrevista acaba tendo em mente já experiências profissionais e educacionais pré-estabelecidas. Como um MBA em Universidades renomadas ou ter ocupado algum cargo numa empresa com reconhecimento internacional. Em sua maioria, essas expectativas são criadas tendo como premissa um padrão que se adeque a sua própria receita de sucesso. Busca-se um funcionário que combine com os outros funcionários da equipe e também com a maneira como o gestor trabalha. Entretanto, essas premissas podem acabar excluindo uma gama de outros possíveis profissionais que possam contribuir de outras maneiras mais eficazes, tendo um potencial de crescimento no trabalho ainda maior.

Ao priorizar determinada formação, como por exemplo um MBA em uma Universidade renomada, já estamos dando preferência a candidatos mais tradicionais ou com um perfil muito semelhante um do outro. Muitas vezes essa escolha traz consigo uma inclinação implícita por homens brancos, por exemplo, afinal são eles que ocupam boa parte dos programas de MBA consagrados.

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Confira abaixo cinco dicas de como ter um negócio inclusivo:

Como ser mais inclusivo: todos temos preconceitos, visíveis ou não

Falar sobre preconceito muitas vezes é algo incômodo e desconfortável. Assumir a existência deles pode ser muitas vezes um trabalho demorado e cansativo. Mas se você tem o objetivo de ter uma empresa mais inclusiva, você deve abraçar esse desafio como prioridade. Todos nós temos preconceitos inconscientes ou estabelecemos modos operantes que orientam nossas ações e suposições do que é correto ou não.

como ser mais inclusivo

Tudo fica mais fácil a partir do momento que conseguimos aceitar que somos humanos e podemos cometer julgamentos equivocados. Precisamos analisar nossas receitas de sucesso sob um olhar mais clínico. Os líderes geralmente deixam a mostra seus preconceitos ao priorizar pessoas de mesma raça, sexo ou qualquer aspecto que se assemelhe as suas características pessoais.

Como ser mais inclusivo: autoconsciência se conquista

Questione-se. A melhor forma de perceber suas preferências ocultas e preconceitos é se desafiando a pensar diferente. Se você estudou num colégio de elite, tente analisar os pontos positivos de contratar alguém que não estudou. Quais perspectivas essa pessoa pode trazer para equipe, bem como discussões mais profundas e melhores decisões. Ao fazer essas perguntas, ficará mais fácil compreender a necessidade de visualizar além da sua receita de sucesso, percebendo seus preconceitos velados e transformando-os em futuros potenciais para conquistar uma equipe mais inclusiva.

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Como ser mais inclusivo: formação de equipes pensantes

Observe a sua equipe. Ela está muito homogênea? Os integrantes possuem as mesmas opiniões e as discussões muitas vezes acabam em um consenso geral sem muitos contrapontos? Esse é um sinal importante para perceber que não existe uma inclusão.

como ser mais inclusivo

Ao buscar um novo funcionário, analise competências e perspectivas que faltam para o seu time. Busque na trajetória do seu futuro funcionário vitórias e desafios que o fizeram se destacar. Combinar diferentes culturas melhora a convivência e proporciona uma troca de ideias mais madura e com aprendizados diários.

Com uma equipe inclusiva, percebe-se que cada integrante possui necessidades diferentes, bem como hábitos particulares. Com isso, aumenta-se as chances de conseguir soluções mais produtivas e criativas.

Como ser mais inclusivo: revise seus critérios para promoção:

Talvez sua empresa já possua uma gama de funcionários com uma ampla variedade de origens. Entretanto, mesmo assim você percebe que eles não se sentem igualmente bem-vindos e valorizados. Isso é comum e reflete um problema nos critérios de promoção. Ter uma empresa diversa não significa necessariamente ser inclusivo.

A inclusão é um objetivo que se constrói e deve fazer parte da cultura da organização. É preciso dar espaços iguais e oportunidades semelhantes a todos. Todos os funcionários precisam sentir que possuem a mesma oportunidade de avançar e crescer profissionalmente dentro da organização.

É fundamental entender como as políticas internas da empresa podem impactar negativamente nesse processo de inclusão. Muitas vezes esses critérios valorizam apenas resultados, muitas vezes ignorando experiências. Por exemplo: alguém que assumiu um novo projeto e não obteve o sucesso esperado, pode ter aprendido a ter mais determinação e perseverança do que outra pessoa que escolheu algo mais seguro e com sucesso garantido.

Além disso, estudar os dados de funcionários e suas dificuldades é uma boa maneira para começar a pensar em um novo processo interno. Uma empresa que aspira ser mais inclusiva deve observar seus números de recrutamento, engajamento e promoção. Se sua empresa contrata mulheres e homens na mesma proporção, mas percebe que poucas delas alcançaram cargos mais altos ou se mantiveram na organização por mais tempo, é um sinal de que elas estão recebendo menos oportunidades de avanço do que os homens.

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Como ser mais inclusivo: espalhe essa prática de dentro para fora

Uma maneira prática para conseguir transformar a cultura organizacional a fim de ter uma empresa mais inclusiva e diversa é preparar todos os funcionários para isso. Líderes e gestores necessitam de treinamentos exclusivos para que entendam a relevância da diversidade para a sustentabilidade da empresa. Na maioria das vezes, é necessária uma readequação na linguagem utilizada para divulgar vagas, bem como em comunicações internas.

Treinamentos comportamentais, programas de mentoria, workshops são boas maneiras para espalhar essa prática. Mas além disso, para conseguir sair do discurso e partir para a prática é importante que os membros do time executivo da companhia defendam essa necessidade de melhoria, aplicando práticas inclusivas em suas agendas diárias. Nesse sentido, o presidente, diretores e gerentes assumem papeis primordiais nesse protagonismo direto, sendo importante a criação de estratégias de inclusão transparentes.

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Até a próxima.

importância da segurança do trabalho nas empresas

A importância da segurança do trabalho nas empresas

Falar sobre a importância da segurança do trabalho nas empresas é escrever sobre sucesso, produtividade e clima organizacional qualificado. Uma indústria e organização que investe nessas práticas cria uma corrente de conscientização a todos os colaboradores, naturalizando hábitos que muitas vezes são ignorados ou desvalorizados.

Apesar de muitas vezes serem deixadas de lado, medidas preventivas relacionadas a segurança do trabalho são fundamentais para a redução, controle e eliminação de riscos de acidentes e de doenças ocupacionais. Para que seus funcionários produzam bem, é essencial que eles possuam um local de trabalho confortável e se sintam felizes e seguros naqueles ambientes. Mais do que isso, os colaboradores devem perceber que a empresa foca na importância da segurança do trabalho na gestão corporativa.

A segurança do trabalho tem se tornado foco por conta de um dado nacional alarmante. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com mais casos de acidentes de trabalho. Dessa maneira, a fiscalização pelo Ministério do Trabalho vem se intensificando, como também sanções a empresas que não cumprem com as regras e legislações relacionadas a Saúde e Segurança no Trabalho (SST) previstas pela Constituição.

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Quer entender um pouco mais sobre o assunto? Então abaixo explicamos o que é e a importância da segurança do trabalho nas empresas. Continue lendo e confira!

A Segurança do Trabalho passou a ser percebida como essencial em meio a Revolução Industrial que ocorreu na Europa por volta do século XVII. Foi uma fase de transformações que provocaram a mecanização dos sistemas de produção e do trabalho assalariado.

Em meio a todo esse processo tecnológico, criou-se ambientes de trabalho precários, sujos, abafados e com os trabalhadores chegando a trabalhar mais de 15 horas por dia.  Dessa maneira, não havendo direitos trabalhistas, passou a ter um aumento significativo no número de acidentes de trabalhos, doenças ocupacionais e até mesmo mortes.

importância da segurança do trabalho nas empresas

O marco para o início de normas e regularizações voltadas a conscientização da importância da segurança do trabalho nas empresas é 1919, quando foi criada a Organização Internacional do Trabalho – OIT e a primeira lei brasileira sobre acidentes de trabalho (Lei nº 3.724/19). Ao longo dos anos, essas legislações foram aumentando e em 1978 surgiram, no Brasil, as Normas Regulamentadoras – NRS do Ministério do Trabalho.

Dessa maneira, como você deve concluir, segurança do trabalho nada mais é do que um conjunto de leis que resultam na adoção de ações por parte das empresas com o objetivo de controlar, diminuir e prevenir as doenças e os acidentes com trabalhadores, além de protege-los de doenças adquiridas no ambiente de trabalho. Essas atitudes devem existir em todos os segmentos, tendo em vista que todas as áreas possuem riscos e características que podem deixar o funcionário exposto.

Mas afinal, na prática, qual a real importância da segurança do trabalho nas empresas?

Muitas empresas quando precisam repensar suas ações relacionadas a segurança do trabalho esbarram no custo que isso vai acarretar ao negócio. Entretanto, a importância da segurança do trabalho nas empresas está, justamente, em encarar todo esse valor como um investimento em curto, médio e longo prazo, uma vez que são medidas que impactarão positivamente e de imediato no espaço de trabalho e, por consequência, em todos que estão inseridos nesse meio. Abaixo elencamos alguns tópicos sobre o que você irá ganhar ao compreender a importância da segurança do trabalho nas empresas:

importância da segurança do trabalho nas empresas

Melhoria na imagem

Seja internamente, como externamente, uma demanda constante no mercado de trabalho atual é ter um clima organizacional positivo, bem como se tornar uma referência externa como um bom negócio para se trabalhar e quem sabe investir. Nunca ficou tão evidente como hoje em dia àquela velha sina: “você é o que dizem sobre você”.

A visão de uma empresa no mercado reflete o que seus funcionários falam sobre ela. E quando falamos funcionários, estamos dizendo não apenas os que estão atualmente no seu quadro de colaboradores, mas também àqueles que por quaisquer motivos não fazem mais parte. Uma organização que se mostra compromissada com a legislação e preocupada, de fato, com seus funcionários, demonstra que todos fazem parte do resultado final e da prosperidade do negócio.

Quando você reduz acidentes e ocorrências envolvendo a segurança dos trabalhadores, você consegue garantir credibilidade corporativa, demonstrando responsabilidade social. No próximo tópico falamos um pouco mais sobre como conseguir construir essa credibilidade dando importância a segurança do trabalho nas empresas

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Colaboradores motivados e produtivos

Produtividade e motivação são sinônimos. Talvez a gramática não os classifique assim, mas no mercado de trabalho, ter funcionários que amem o que fazem, sentem-se inseridos no local onde trabalham e percebem a importância das suas funções para a sustentabilidade do negócio, tornam-se, de fato, mais produtivos e engajados.

Quando sua gestão dá a devida importância da segurança do trabalho nas empresas você está investindo em qualidade do serviço prestados por cada um que compõe a organização. Prazos serão mais respeitados, o desempenho, bem como a propensão a cumprir metas, aumentará e o cliente final ficará extremamente satisfeito.

No final, você nem sentirá no bolso

De início, investir em segurança do trabalho pode sim impactar nas finanças do seu negócio, principalmente se você tiver deixado de lado essas ações por muito tempo. Entretanto, quando você foca em trabalhos preventivos para evitar acidentes e doenças ocupacionais, sua empresa acaba gerando menos custos com materiais, afastamentos ou até mesmo ações judiciais. Um ambiente seguro e com equipamentos de proteção essenciais inibe os riscos e mantém a atenção dos funcionários no cumprimento das normas.

importância da segurança do trabalho nas empresas

Todo o custo inicial retornará com o aumento do rendimento e de resultados positivos de seus funcionários. Mas é importante também transformar a mentalidade dos gestores do seu negócio, fazendo-os compreender a importância da segurança do trabalho nas empresas e seus impactos no crescimento e cumprimento de metas.

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Esperamos ter lhe ajudado a entender um pouco mais sobre a importância da segurança do trabalho nas empresas. Se você estiver disposto a investir nesse segmento, conte com a TeleWorld. Nós temos tecnologias atualizadas com soluções para o seu negócio. Fale conosco!  

 

Gestão de Saúde Corporativa

Gestão de Saúde Corporativa: como implementar em 7 passos

João vinha sofrendo há alguns meses com perda dos movimentos das mãos e fraqueza nos punhos ao trabalhar. Após resistir por muito tempo e acreditar não ser nada, ele resolveu ir atrás do plano de saúde empresarial. Depois de alguns exames, ele recebeu o diagnóstico: Síndrome do Túnel do Carpo. A doença é um tipo de Distúrbio Osteoarticular Relacionado ao Trabalho (DORT). Essa história provavelmente acontece na vida real, com o personagem principal tendo diversos nomes, não apenas João. Muitas empresas que não possuem um sistema de gestão de saúde corporativa já passaram por isso ou estão passando.

A incidência de doenças ocupacionais tem sido alvo de discussões e atenção dos profissionais de Recursos Humanos, bem como discutida cada vez mais em Congressos de Gestão de Pessoas. A necessidade de possuir gestão de saúde corporativa vem aumentando na mesma intensidade em que os funcionários estão exigindo maior atenção das empresas com seu bem-estar e qualidade de vida dentro e fora da organização.

Se algum tempo atrás ter uma gestão de saúde corporativa se resumia apenas a oferecer um plano de saúde empresarial mais completo, hoje diversos diretores já perceberam que isso é o mínimo a ser feito, muitas vezes não sendo nem eficaz, tendo em vista as demandas do mundo moderno. Empresas que desejam crescer e se destacar precisam investir em uma equipe de qualidade e alto rendimento, que só será possível tendo uma estratégia plural e efetiva de gestão de saúde corporativa.

Já falamos em alguns outros textos aqui no nosso blog, mas não custa repetir: a gestão de saúde corporativa é essencial para garantir a produtividade dos colaboradores de uma empresa. Basta você pensar nos seus próprios hábitos. Já tentou um dia ao menos acordar mais cedo, sair para fazer uma atividade física e tomar um café da manhã mais saudável? Provavelmente o resto do seu dia pareceu muito mais intenso e produtivo, não é mesmo? Agora já imaginou poder, entre uma atividade do trabalho e outra, fazer algum tipo de relaxamento corporal, como ginástica laboral? E ter incentivo da empresa para realizar algum exercício físico?

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Ginástica laboral e incentivo a exercícios físicos são alguns passos para conseguir implementar uma gestão de saúde corporativa. Abaixo explicamos um pouco mais sobre esses dois e outras iniciativas que sua empresa podem aderir agora mesmo!

Ginástica Laboral

Um passo simples, mas que pode gerar grandes impactos no bem-estar dos funcionários. Como citamos a história acima do personagem fictício João, com sessões constantes de ginástica laboral em sua empresa, casos como o dele poderiam ser diagnosticados previamente ou até mesmo evitados. O principal objetivo da ginástica laboral é exatamente esse de evitar casos de Lesão por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT).

Gestão de Saúde Corporativa

Além disso, realizar exercícios de alongamento, relaxamento, coordenação motora e fortalecimento muscular nos intervalos das jornadas de trabalho auxiliam na diminuição do estresse e alivia tensões, consequentemente tendo um ganho na produtividade do colaborador.

Parcerias com academias ou clubes esportivos

Uma gestão de saúde corporativa efetiva pensa na saúde do funcionário dentro e fora da empresa. Já imaginou oferecer para seus colaboradores benefícios e descontos em academias, centros esportivos ou clubes da sua cidade? Uma prática cada vez mais comum e que proporciona ganhos muito maiores internos e externos ao seu negócio. Além de proporcionar parcerias, com aumento da credibilidade e visão de empresa consciente, seus funcionários se sentirão incentivados a mudar seus hábitos. Ponto que falaremos no próximo tópico.

Mudança de hábito de dentro para fora

Um dos pilares de uma boa gestão de saúde corporativa passa pela promoção de hábitos saudáveis entre os colaboradores. Ações nesse sentido podem ser realizada com diferentes focos e formatos. Como, por exemplo, trazendo palestrantes, promovendo feiras internas com profissionais da saúde, entre outros tipos. Alguns temas que podem ser trazidos para debate é o combate ao tabagismo, promoção de uma alimentação mais saudável, conscientização sobre alcoolismo e dependência química, orientações sobre a importância de ter uma boa noite de sono.

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Gestão de Saúde Corporativa

Supervisione a conduta preventiva dos colaboradores

Promover essas ações, oferecer condições básicas de trabalho e equipamentos de proteção necessários é obrigação da empresa. Entretanto, nem sempre os colaboradores compreendem a importância de se protegerem adequadamente e fazerem uso das medidas preventivas. Não adianta de nada você criar inúmeras campanhas, ir atrás de parcerias e seus funcionários não tomarem atitudes de fato para mudarem seus hábitos, né?

Para isso surge a necessidade de haver uma gestão de saúde corporativa focada também na supervisão da conduta com frequência. Realize rondas sem avisar, verificando todos os aspectos estruturais, físicos e pessoais que possam estar sendo prejudiciais, como cadeiras com defeitos, postura inadequada, ausência de capacetes, protetores de ouvidos, óculos, máscaras, ambientes úmidos, janelas que não abrem ou fecham, ar condicionado com atraso de manutenção, etc.

Pesquisas sobre clima organizacional

Outro aspecto muito importante para a gestão de saúde corporativa é a condição psicológica em que os colaboradores estão trabalhando. Sua empresa pode inclusive estar enfrentando esse dilema: possui inúmeras iniciativas para evitar problemas físicos, mas mesmo assim, seus colaboradores estão constantemente desmotivados e a frequência de afastamentos e atestados está alta.

Provavelmente seus funcionários estão enfrentando uma crise de identidade com seu negócio, podendo até mesmo estarem sobrecarregados. Sabemos que os índices de depressão no trabalho aumentam a cada dia e a empresa precisa estar atenta a isso. Promova grupos com colaboradores para levantar como está o clima organizacional, a fim de descobrir pontos que precisam ser revisados e melhorados. É comum uma mesma reclamação ser identificada por funcionários de diferentes áreas. Mas é importante que você esteja de fato disposto a realizar melhorias e, mais do que ouvir, analisar e aplicar essas questões numa reformulação da cultura organizacional.

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Mantenha em dia a Análise Ergonômica

Como falamos acima, é essencial estar atento às condições estruturais que o ambiente de trabalho oferece aos funcionários. A Análise Ergonômica do Trabalho prevê condições ideais para os funcionários, levando em conta pontos como mobília, transporte, equipamentos, níveis de ruído, iluminação, temperatura, umidade. Manter em dia essas avaliações é ter uma gestão de saúde corporativa mais eficiente e eficaz.

Gestão de Saúde Corporativa

Invista em tecnologia

Uma excelente alternativa para conseguir ter melhores resultados na gestão de saúde corporativa é contratar soluções de segurança do trabalho e medicina preventiva. Com equipamentos tecnológicos, além de cortar custos, sua empresa coloca a saúde dos trabalhadores em primeiro lugar. Quer saber mais sobre alguns produtos? Então confira as Soluções da TeleWorld e entre em contato conosco!

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processos de gestão

Como os processos de gestão favorecem a sua empresa

Toda empresa sonha em ter sucesso e reconhecimento no mercado. Entretanto, todos sabemos que uma organização possui uma gama enorme de atividades, funcionários e funções, que muitas vezes impactam nas ações internas, tornando-as demoradas, impedindo que metas sejam atingidas no tempo planejado.  Para solucionar esses problemas e administrar de maneira mais eficaz as demandas diárias, é preciso uma boa estruturação dos processos de gestão da sua empresa.

Duas palavras-chaves devem guiar os processos de gestão: planejamento e controle. Para uma empresa atingir os objetivos traçados e alcançar os resultados desejados, é necessário que haja um esforço organizado, com criação de métodos ou estratégias que possam garantir excelência na produção.

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Os processos de gestão surgem para servir como uma base para as decisões tomadas por uma empresa, a fim de conquistar uma assertividade nas escolhas, evitando contratempos e falhas contínuas. Com eles você consegue criar direcionamentos para prever com mais clareza o futuro esperado para a empresa, traçando metas e os caminhos que precisam ser seguidos para atingir esses objetivos esperados.

Parece um sonho, mas é possível sim ter o controle de cada atividade da sua empresa. A partir de um conjunto de iniciativas, permite-se conhecer cada ação que está ocorrendo, estimando a reação delas, conseguindo prever os impactos e resultados. Além disso, com processos de gestão visualiza-se os pontos que não conseguiram conquistar um bom desempenho, diagnosticando possíveis falhas. Por fim, torna-se possível ajustar os métodos, sanando essas falhas anteriores, vencendo o propósito inicial.

Mas afinal, quais são as etapas dos processos de gestão? Confira abaixo os quatros caminhos para obter sucesso na sua empresa!

Planejamento Estratégico

Essa primeira fase dos processos de gestão tem como foco garantir que a missão da sua empresa será cumprida, gerando um conjunto de diretrizes que servem como orientação. Ter em mente onde se busca chegar é o primordial. Se sua empresa já tem certa noção de qual “pote de ouro” servirá para conquistar o sucesso, chegou o momento de traçar o caminho para conquistá-lo.

processos de gestão

O Planejamento Estratégico terá como função analisar os diferentes fatores que impactam, tanto tendo em vista o ambiente externo, como o interno, evitando ameaças, aproveitando as oportunidades, enaltecendo os pontos fortes a favor da empresa, a fim de superar as deficiências dos pontos fracos.

Imagine que sua empresa trabalhe com artigos de presentes e tem como objetivo dobrar o número de vendas em um ano, entretanto nos últimos dois meses está tendo uma queda na procura. É perceptível que talvez você não consiga conquistar o número de vendas esperado ao fim do período, certo? Surge aí a necessidade de colocar em prática novos processos de gestão no seu negócio.

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No planejamento estratégico será diagnosticado as oportunidades e ameaças possíveis que possam influenciar no desempenho de sua meta, como por exemplo: mudanças no comportamento do consumidor, possíveis alterações econômicas e políticas em que o país possa estar passando, desenvolvimento do mercado concorrente, dificuldades na abordagem interna dos funcionários, entre outros aspectos que influenciam na viabilização ou não do crescimento.

Esse diagnóstico muitas vezes é facilitado com a utilização de softwares que permitem visualizar os dados gerados a cada mês, como número de vendas, variáveis nas receitas, aumento ou diminuição de leads, entre outras informações que sua empresa pode gerar.

Planejamento Operacional

A segunda etapa dos processos de gestão consiste, baseado no planejamento estratégico, identificar, integrar e avaliar as alternativas de ação e na escolha de um plano de atividades a serem executadas. Estipula-se quais meios e recursos serão necessários, além de quantificar o plano, estruturando-o de maneira plausível para ser executado.

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É importante simular diferentes alternativas e definir quem irá ser o responsável pelas diversas áreas funcionais da organização, a fim de que possa refletir no resultado final esperado. É preciso que todos estejam alinhados, tendo em vista o cenário e as diretrizes estratégicas desenhadas durante o processo de planejamento estratégico.

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Chegou a hora de executar

Mãos a massa! Após todo o estudo de impacto realizado durante o planejamento estratégico e a identificação de como se desencadearia o processo, chegou a hora de colocá-lo em prática. Nessa fase podem surgir necessidades de alterações e ajustes no projeto. Isso pode ser evitado quando se há um planejamento em que se possibilita diferentes ações.

A fase de execução é exatamente aquela em que essas ações são implementadas, realizando as transações necessárias, registrando e interagindo entre os diferentes setores da empresa. Essa fase pode ser feita utilizando ferramentas tecnológicas que auxiliam nos processos de gestão.

Controle

Como qualquer processo interno que busca resultados positivos é necessário haver um controle do desempenho. Ele deve ocorrer tanto nas áreas operacionais da organização, como nas demais áreas. A avaliação deve ser global e analítica, reunindo informações sobre o desempenho real, realizando comparações constantes entre os números pretendidos com o alcançado. Estamos falando de um mecanismo que pode ser realizado a partir de plataformas de processos de gestão, que possibilitam essa comparação, reduzindo divergência de informações, trazendo mais confiabilidade e controle.

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A fase do controle tem extrema importância porque é nela que será percebido o desempenho planejado e o realizado, possibilitando comparar em bases objetivas todas as etapas do processo de gestão. Analise os resultados e confira se eles estão conquistando a eficiência planejada. Caso negativo, está na hora de repensar, reorganizar e checar área por área. Cada gestor de sua área conseguirá, a partir de ferramentas, buscar informações sobre o desempenho atual. Com esses dados, é possível checar o que não está alinhado ao planejado e que precisa ser ajustado, no sentido de assegurar que os objetivos traçados serão atingidos.

Como você percebeu, uma empresa que consegue obter resultados relevantes e alcançar metas, precisa ter todo o seu processo de gestão alinhado e em conformidade com os objetivos traçados. A chave do sucesso está em planejar, executar e controlar!

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Até a próxima!