beacons na indústria

Beacons na Indústria: o que são e como podem ser utilizados

Você já ouviu falar sobre beacons na Indústria? Pois saiba que você precisa conhecer. Com o avanço tecnológico e as mudanças das relações trabalhistas ao longo dos últimos anos, inúmeros aspectos da indústria foram se transformando e sendo replanejados.  O mercado tem exigido cada vez mais das empresas em relação a melhora da qualidade e segurança do trabalho nesses ambientes. Aos poucos, cria-se a consciência de que produtividade depende de como cada trabalhador se relaciona com seu local de trabalho. 

Os beacons na Indústria são apenas um exemplo de como a tecnologia tem virado uma grande aliada nessas novas maneiras de produzir. Hoje o termo Indústria 4.0 e Internet das Coisas já viraram temas essenciais para empresas que buscam se atualizar no mercado. O advento da automação industrial trouxe novos formatos na linha de produção, mais eficientes e seguros, reduzindo gastos e exigindo mais dos profissionais. 

Essas evoluções também impactam diretamente na gestão desses funcionários e de equipes produtivas. Surge em cena os beacons na Indústria. Essa tecnologia será sua grande aliada para alcançar mais eficiência e qualidade de vida para seus colaboradores. Quer saber como? Então continue lendo e descubra a importância dos Beacons na Indústria! 

Leia também: Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

Mas afinal, o que são os beacons? 

beacons na indústria

Se você já participou de algum evento ou curso que falou sobre marketing de proximidade ou geolocalização indoor, certamente já ouviu falar nos beacons. Eles são pequenos dispositivos – disponíveis em diversos formatos – emissores de BLE – Bluetooth Low Energy. Trata-se de um protocolo de radiofrequência similar ao bluetooth que encontramos em nossos smartphones, mas que gasta bem menos energia e é capaz de ir além da pura transmissão de dados.

A tradução literal de beacon seria “farol” e, de certa forma, é uma parte do que eles fazem. Por meio de sinais, é possível localizar onde se encontra uma pessoa ou objeto dentro de um ambiente fechado. Ou seja, ele funciona praticamente como um GPS para espaços físicos como lojas, indústrias, restaurantes ou qualquer outro ambiente indoor.

Isso possibilita diversas aplicações em diferentes setores. Isso porque, é possível obter variadas informações úteis ao processo. 

Como aplicar beacons na Indústria? 

Os beacons na Indústria são sinônimos de produtividade. Isso porque, eles possuem uma ampla aplicação todas focadas em trazer mais eficiência. Dessa maneira, os beacons serão excelentes ferramentas para você conseguir otimizar seus processos, avaliando performances e o funcionamento de equipamentos. 

O uso de beacons implica em um melhor acompanhamento das atividades dos trabalhadores, como também de máquinas, além de possibilitar o diagnóstico rápido de situações emergenciais. Abaixo elencamos diferentes aplicabilidades dos beacons na Indústria, confira: 

  • Rastreabilidade instantânea e precisa de indivíduos dentro de prédios e plantas industriais;
  • Registro gráfico das movimentações;
  • Rapidez ao localizar pessoas em situações emergenciais;
  • Controle de acesso e permanência em áreas restritas, com alertas de evasões ou invasões;
  • Registro de permanência por horários e áreas;
  • Monitoramento de pessoas imóveis, com alertas para prevenção de acidentes;
  • Localização e contagem de pessoas em caso de acidentes ou desastres;
  • Gestão precisa de trabalhadores em áreas de insalubridade e/ou periculosidade;
  • Controle de NR´s (NR10, NR35, câmaras frias, espaços confinados, etc)
  • Controle de produtividade de funcionários ou terceiros;

Como você percebeu, por sua praticidade e flexibilidade, os beacons na indústria podem ser utilizados para mapear e analisar diferentes situações, desde as que envolvam pessoas ou apenas máquinas. Abaixo aprofundamos um pouco sobre as transformações dos beacons na Gestão de Staff. Confira: 

Leia também: O que é People Analytics e como essa tendência vai transformar a Gestão de Pessoas da sua empresa

Gestão de Staff

Ao usar um crachá com essa tecnologia nos colaboradores, você consegue saber em tempo real onde está cada funcionário e compreender como funciona a movimentação de equipe durante o dia. Isso possibilita ao gestor redesenhar os processos industriais e um grande ganho na saúde ocupacional. Isso porque, os beacons possibilitam o acompanhamento de problemas de conformidade ou segurança, como perceber se há colaboradores envolvidos em tarefas que não foram treinados ou não possuem os EPIs necessários. 

Além disso, com os beacons na indústria, você poderá perceber quais são as áreas com maior demanda de colaboradores, onde estão os principais gargalos produtivos, além de poder prevenir situações emergenciais. Imagine que sua empresa possui áreas perigosas que apenas certas pessoas possuem acesso. Com a tecnologia beacon instalada nos crachás dos funcionários, o técnico de segurança do trabalho pode saber a posição dos funcionários dentro da empresa, e, consequentemente, evitar acidentes ou, no caso de situações em que necessite a evacuação do prédio, saber se algum funcionário ficou preso no mesmo.

Aplicação dos Beacons no monitoramento de áreas e equipamentos 

Outra função dos beacons nas indústrias é o uso para monitorar e avaliar a performance de equipamentos e setores. Isso porque, alguns dispositivos possuem embutidos sensores de temperatura, iluminação e gases. Se uma sala ou máquina ficar muito quente ou se existirem sinais de fumaça, o beacon envia um alerta para um servidor que aciona o técnico de manutenção responsável por aquele setor.

beacons na indústria

Além de situações de emergência, os beacons também podem ser grandes aliados na operação logística de uma fábrica ou centro de distribuição. Ao sensorizar o local e acoplar as tags em equipamentos móveis (empilhadeiras, carrinhos ou caminhões que fazem percursos internos), é possível identificar como é a movimentação de materiais dentro da fábrica.

Dessa forma, o gestor consegue identificar falhas na logística interna, possibilidades de otimização de rotas, entender se os equipamentos estão sendo utilizados da melhor maneira possível, entre outros benefícios.

Outra funcionalidade dos beacons no monitoramento de áreas é no estoque. Talvez seja esse o local mais desafiador das indústrias. Muitas vezes demora-se horas para localizar um item. Com os beacons essa realidade pode mudar. Os beacons ajudam no processo de entrega de materiais uma vez que estejam acoplados a produtos, caixas estocadas, prateleiras ou corredores. Usando um aplicativo de gestão de estoques o almoxarife recebe o sinal emitido e localiza o item rapidamente ao passar próximo a dele.

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Com você percebeu, os beacons surgiram para transformar as relações das indústrias com seus funcionários, como também com seus ambientes de trabalho. Se sua empresa busca impulsionar resultados e maior valorização dos seus colaboradores, uma boa saída é o investimento em tecnologias como os beacons. 

Aqui na TeleWorld você conta com os melhores equipamentos Beacons do mercado, com atualizações recentes e tecnologias de ponta. Quer saber mais? Então fale com a gente!

O desenvolvimento de um profissional vem passando por constante evoluções e para isto, as organizações precisam renovar suas técnicas e processos. O mundo das carreiras profissionais nunca foi tão complexo e plural quanto nos dias de hoje. Além da grande concorrência, há uma demanda enorme de especializações e competências que fazem com que um profissional se destaque. Dentro desse amplo quadro, entra em cena a prática do mentoring nas empresas. O mentoring nas empresas surge como uma maneira de conseguir capacitar e transmitir conhecimentos para novos ou antigos colaboradores, impactando diretamente no desenvolvimento profissional de suas equipes. Toda empresa busca sempre aprimorar seus processos e garantir um aumento de produtividade. Com a volatilidade do mercado, é comum que equipes sejam renovadas constantemente, ou que antigos funcionários precisem passar por aprimoramentos para continuarem atualizados. E qual a melhor forma de otimizar os processos do que acompanhar a realização deles por alguém que tenha um maior domínio sobre eles? Essa é basicamente a proposta do projeto de mentoring nas empresas. Abaixo você confere um pouco mais sobre o que é mentoring nas empresas e suas principais vantagens. Continue lendo e confira! O que é mentoring nas empresas? Mentoring, em uma tradução para o português, significa mentoria. Trata-se de uma ferramenta de desenvolvimento profissional com o propósito de agregar conhecimento e orientação. A figura do mentor normalmente é alguém que possui experiência e expertise em uma área específica ou mercado e que possa auxiliar outro profissional, cliente, executivo ou a própria empresa, a administrar com muito mais êxito os caminhos que levarão à conquista dos seus objetivos e propósitos. O mentoring pode ser utilizado de diferentes maneiras nas organizações. Seja na contratação de um profissional capacitado externo para desenvolver estratégias amplas ou específicas com equipes ou diretores, como também no processo de capacitação de gestores ou profissionais para que eles possam se tornar mentores e aplicarem as técnicas com novos funcionários ou com seus colaboradores diretos. É criada uma relação estreita, pois os “mentorados” precisarão absorver ao máximo todas as informações e fundamentos baseados na sua realidade e na do mercado, lapidando-os para um futuro de sucesso. Como funciona o mentoring nas empresas? Independente do objetivo do mentoring nas empresas, ele funciona de uma maneira fundamental: encontros entre mentor e mentorado. Por mais que o objetivo do mentoring seja a capacitação de gestores, por exemplo, sempre haverá um mentor e um ou mais mentorados. Todo o processo é feito por meio de programas de mentoring, que são conduzidos a partir de objetivos centrais definidos por ambas as partes logo de início. São estabelecidos a frequência dessas sessões, podendo ser semanais, quinzenais ou mensais. Metas conjuntas serão delimitadas e haverá um treinamento e acompanhamento que buscará sempre o auxílio na conquista dos objetivos. A cada sessão, o mentor acompanha o desenvolvimento do mentorado, avaliando as mudanças implementadas nos intervalos de cada encontro. Ao final, a ideia é que o mentorado chegue ao objetivo traçado no início e alcance um pleno desenvolvimento. Qual é a diferença entre mentoring e coaching? É comum haver uma confusão entre mentoring e coaching. Isso porque algumas técnicas se assemelham, por ambos os conceitos envolverem a melhoria do desempenho. Entretanto, cada um aborda a questão a partir de uma perspectiva diferente. O mentoring nas empresas, como já dissemos, envolve a orientação do trabalho por um profissional experiente na área em questão. O coaching, por sua vez, está ligado à produção de autonomia, não ao resultado técnico. Um coach não precisa de conhecimento específico da área de atuação do colaborador ou da empresa, deve apenas dominar o método de desenvolvimento pessoal. Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa? Descubra as principais vantagens do mentoring nas empresas: Grandes empresas já estão investindo nesse tipo de processo e tendo bons resultados. O mentoring nas empresas acabam auxiliando no desenvolvimento dos talentos mais jovens e na motivação e aperfeiçoamento dos profissionais mais antigos, de forma a tornar o ambiente cada vez mais proveitoso e eficiente. Abaixo você confere 4 benefícios diretos do mentoring nas empresas: Desenvolvimento de líderes O papel da liderança vem sendo discutido e aprimorado ano após ano nas organizações. Isso porque foi-se o tempo em que o chefe era apenas aquela figura autoritária que coordenava os colaboradores. Hoje, gestores precisam, cada vez mais, entenderem e possuírem domínio sobre as atividades exercidas pelo seu setor de atuação. Eles precisam se transformar em mentores. O mentoring nas empresas possui exatamente esse objetivo. A ideia é tornar gestores, diretores e a própria equipe da presidência exemplos a serem seguidores por seus funcionários, transformando-os em possíveis mentores para suas áreas de conhecimento específicas. Agilidade em treinamentos de novos colaboradores Sabemos que com o fluxo intenso das rotinas organizacionais torna-se muito difícil uma devida atenção dos novos colaboradores que ingressam em nossas equipes. Por mais que se busque profissionais extremamente qualificados, cada empresa possui seus fluxos e exigências. O mentoring nas empresas surge como uma possibilidade de aprendizagem mais rápida, sendo feito o treinamento necessário para que cada colaborador realize suas funções. Além disso, com o mentoring torna-se possível um acompanhamento de alguém que aplica este conhecimento no dia a dia, permitindo que o mentorado faça parte dessa vivência. Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores Redução de custos Quando você investe inicialmente na capacitação de profissionais para que eles se tornem mentores você cria um fluxo de conhecimento contínuo, em que, a longo prazo, os investimentos irão diminuir, pois os novos colaboradores terão dentro da própria empresa os treinamentos e aprendizados necessários. Cria-se uma cultura de desenvolvimento constante dentro da instituição, sem que que sejam necessários custos contínuos. Estímulo ao autodesenvolvimento Como você já deve ter percebido, o mentoring nas empresas acaba impactando um todo. Mesmo que a mentoria muitas vezes envolva apenas um mentor e um mentorado, esse fluxo de capacitação acaba influenciando outras áreas a quererem saber mais sobre ou ter seus próprios mentores. A necessidade de saber orientar alguém e como fazer isso da maneira correta, acaba se tornando um exemplo, fazendo com que o mentor busque se aprofundar em pontos que ainda possam existir dúvidas ou que não possua 100% do conhecimento. É uma espécie de referências criadas. Quando você percebe que outras pessoas estão indo em busca desses autodesenvolvimentos, você acaba se influenciando e sendo estimulado indiretamente a também ir em busca de aprimoramentos. Leia também: O que é People Analytics e como essa tendência vai transformar a Gestão de Pessoas da sua empresa Esperamos ter lhe ajudado a compreender o que é e a importância do mentoring nas empresas. Não deixe de compartilhar esse texto nas suas redes sociais e auxilie mais pessoas no assunto. Até a próxima!

O que é mentoring nas empresas e saiba suas vantagens

O desenvolvimento de um profissional vem passando por constante evoluções e para isto, as organizações precisam renovar suas técnicas e processos. O mundo das carreiras profissionais nunca foi tão complexo e plural quanto nos dias de hoje. Além da grande concorrência, há uma demanda enorme de especializações e competências que fazem com que um profissional se destaque. Dentro desse amplo quadro, entra em cena a prática do mentoring nas empresas. 

O mentoring nas empresas surge como uma maneira de conseguir capacitar e transmitir conhecimentos para novos ou antigos colaboradores, impactando diretamente no desenvolvimento profissional de suas equipes.  Toda empresa busca sempre aprimorar seus processos e garantir um aumento de produtividade. Com a volatilidade do mercado, é comum que equipes sejam renovadas constantemente, ou que antigos funcionários precisem passar por aprimoramentos para continuarem atualizados. 

E qual a melhor forma de otimizar os processos do que acompanhar a realização deles por alguém que tenha um maior domínio sobre eles? Essa é basicamente a proposta do projeto de mentoring nas empresas. Abaixo você confere um pouco mais sobre o que é mentoring nas empresas e suas principais vantagens. Continue lendo e confira! 

O que é mentoring nas empresas?

Mentoring, em uma tradução para o português, significa mentoria. Trata-se de uma ferramenta de desenvolvimento profissional com o propósito de agregar conhecimento e orientação. A figura do mentor normalmente é alguém que possui experiência e expertise em uma área específica ou mercado e que possa auxiliar outro profissional, cliente, executivo ou a própria empresa, a administrar com muito mais êxito os caminhos que levarão à conquista dos seus objetivos e propósitos. 

mentoring nas empresas

O mentoring pode ser utilizado de diferentes maneiras nas organizações. Seja na contratação de um profissional capacitado externo para desenvolver estratégias amplas ou específicas com equipes ou diretores, como também no processo de capacitação de gestores ou profissionais para que eles possam se tornar mentores e aplicarem as técnicas com novos funcionários ou com seus colaboradores diretos. 

É criada uma relação estreita, pois os “mentorados” precisarão absorver ao máximo todas as informações e fundamentos baseados na sua realidade e na do mercado, lapidando-os para um futuro de sucesso.

Como funciona o mentoring nas empresas?

Independente do objetivo do mentoring nas empresas, ele funciona de uma maneira fundamental: encontros entre mentor e mentorado. Por mais que o objetivo do mentoring seja a capacitação de gestores, por exemplo, sempre haverá um mentor e um ou mais mentorados.  

Todo o processo é feito por meio de programas de mentoring, que são conduzidos a partir de objetivos centrais definidos por ambas as partes logo de início. São estabelecidos a frequência dessas sessões, podendo ser semanais, quinzenais ou mensais. Metas conjuntas serão delimitadas e haverá um treinamento e acompanhamento que buscará sempre o auxílio na conquista dos objetivos.

A cada sessão, o mentor acompanha o desenvolvimento do mentorado, avaliando as mudanças implementadas nos intervalos de cada encontro. Ao final, a ideia é que o mentorado chegue ao objetivo traçado no início e alcance um pleno desenvolvimento. 

Qual é a diferença entre mentoring e coaching?

É comum haver uma confusão entre mentoring e coaching. Isso porque algumas técnicas se assemelham, por ambos os conceitos envolverem a melhoria do desempenho. Entretanto, cada um aborda a questão a partir de uma perspectiva diferente. O mentoring nas empresas, como já dissemos, envolve a orientação do trabalho por um profissional experiente na área em questão.

O coaching, por sua vez, está ligado à produção de autonomia, não ao resultado técnico. Um coach não precisa de conhecimento específico da área de atuação do colaborador ou da empresa, deve apenas dominar o método de desenvolvimento pessoal.

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Descubra as principais vantagens do mentoring nas empresas: 

Grandes empresas já estão investindo nesse tipo de processo e tendo bons resultados. O mentoring nas empresas acabam auxiliando no desenvolvimento dos talentos mais jovens e na motivação e aperfeiçoamento dos profissionais mais antigos, de forma a tornar o ambiente cada vez mais proveitoso e eficiente.

Abaixo você confere 4 benefícios diretos do mentoring nas empresas: 

Desenvolvimento de líderes

O papel da liderança vem sendo discutido e aprimorado ano após ano nas organizações. Isso porque foi-se o tempo em que o chefe era apenas aquela figura autoritária que coordenava os colaboradores. Hoje, gestores precisam, cada vez mais, entenderem e possuírem domínio sobre as atividades exercidas pelo seu setor de atuação. Eles precisam se transformar em mentores.

O mentoring nas empresas possui exatamente esse objetivo. A ideia é tornar gestores, diretores e a própria equipe da presidência exemplos a serem seguidores por seus funcionários, transformando-os em possíveis mentores para suas áreas de conhecimento específicas. 

Agilidade em treinamentos de novos colaboradores

Sabemos que com o fluxo intenso das rotinas organizacionais torna-se muito difícil uma devida atenção dos novos colaboradores que ingressam em nossas equipes. Por mais que se busque profissionais extremamente qualificados, cada empresa possui seus fluxos e exigências. O mentoring nas empresas surge como uma possibilidade de aprendizagem mais rápida, sendo feito o treinamento necessário para que cada colaborador realize suas funções. Além disso, com o mentoring torna-se possível um acompanhamento de alguém que aplica este conhecimento no dia a dia, permitindo que o mentorado faça parte dessa vivência. 

Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Redução de custos

Quando você investe inicialmente na capacitação de profissionais para que eles se tornem mentores você cria um fluxo de conhecimento contínuo, em que, a longo prazo, os investimentos irão diminuir, pois os novos colaboradores terão dentro da própria empresa os treinamentos e aprendizados necessários. Cria-se uma cultura de desenvolvimento constante dentro da instituição, sem que que sejam necessários custos contínuos. 

Estímulo ao autodesenvolvimento

Como você já deve ter percebido, o mentoring nas empresas acaba impactando um todo. Mesmo que a mentoria muitas vezes envolva apenas um mentor e um mentorado, esse fluxo de capacitação acaba influenciando outras áreas a quererem saber mais sobre ou ter seus próprios mentores. 

A necessidade de saber orientar alguém e como fazer isso da maneira correta, acaba se tornando um exemplo, fazendo com que o mentor busque se aprofundar em pontos que ainda possam existir dúvidas ou que não possua 100% do conhecimento. 

É uma espécie de referências criadas. Quando você percebe que outras pessoas estão indo em busca desses autodesenvolvimentos, você acaba se influenciando e sendo estimulado indiretamente a também ir em busca de aprimoramentos. 

Leia também: O que é People Analytics e como essa tendência vai transformar a Gestão de Pessoas da sua empresa

Esperamos ter lhe ajudado a compreender o que é e a importância do mentoring nas empresas. Não deixe de compartilhar esse texto nas suas redes sociais e auxilie mais pessoas no assunto. Até a próxima!

como parar de procrastinar

Como parar de procrastinar no trabalho e criar uma rotina mais eficiente

Com a popularização do termo, muita gente acaba confundindo preguiça com procrastinação. Por isso, antes de te dar dicas infalíveis sobre como parar de procrastinar definitivamente, vamos te explicar o significado e as características de procrastinação.

A procrastinação é o ato de adiar constantemente a realização de algo, que pode ser uma tarefa de trabalho, uma responsabilidade familiar ou compromisso pessoal. Inclusive, existem diversos artigos que provam que a procrastinação e a impulsividade são traços genéticos que estão conectados. A impulsividade, por exemplo, pode ter sido essencial para que os indivíduos do passado pudessem sobreviver em meio às adversidades. Já a procrastinação faz parte de uma história mais recente da humanidade. Esses estudos não têm a intenção de justificar o ato de procrastinar, afinal, ser genético não significa que você deve alimentar essa característica em você. Pelo contrário, você deve buscar recursos internos e externos para combater.

Diferente da procrastinação, em que a pessoa adia o que ela tem que fazer, mas faz, a preguiça opta por não fazer nada. Uma pessoa preguiçosa escolhe ficar o dia inteiro ocioso, vendo a vida passar e fazendo apenas o que deseja desde que isso não dê muito trabalho também.

Como saber se você está procrastinando no seu dia a dia?

Antes de saber como parar de procrastinar, é importante identificar se você é de fato um procrastinador. 

Um procrastinador pensa da seguinte forma: “Porque me preocupar com isso hoje, se eu posso fazer amanhã ou depois? ”.  Na maior parte dos casos, a postergação está diretamente relacionada à problemas de ansiedade, baixa autoestima, estresse, dificuldades de concentração, bloqueios de criatividade, emoções e sentimentos sabotadores. Enfim, como você pode perceber, está ligada a tudo que desconcentra e desconecta a pessoa dos seus objetivos em curto, médio ou longo prazo.

como parar de procrastinar

No dia a dia, um profissional pode encontrar vários motivos para procrastinar a realização das suas tarefas no trabalho. A seguir, alguns exemplos que podem te ajudar a identificar se a procrastinação faz parte do seu dia a dia:

  • Um procrastinador normalmente deixa uma atividade que ele considera muito fácil de ser realizada depois, já que não vai ocupar muito do seu tempo. O problema é que a lista de atividades acaba aumentando e trazendo um sentimento de angústia muito grande.
  • Outro exemplo interessante é quando o procrastinador não consegue realizar uma entrega, pois acredita que o trabalho está muito acima da sua capacidade intelectual ou habilidade técnica. Então, ele fica desmotivado e sem ânimo para trabalhar.

Leia também: Como fazer uma pesquisa de clima organizacional eficiente

Se você conseguiu se encaixar em pelo menos um desses dois exemplos, fique atento. Você pode estar procrastinando sem saber. E para te ajudar, elaboramos algumas dicas que vão te ajudar a saber como parar de procrastinar e ter uma vida mais produtiva. Confira:

1 – Identifique quem ou o que está roubando o seu tempo

Os exemplos mais clássicos de “ladrões do tempo” são as redes sociais. Não há nada que distraia mais do que uma passada sem compromisso pelo Facebook e Instagram, uma entrada rápida no Twitter só para conferir os trending topics ou os memes que chegam nos grupos de WhatsApp. São armadilhas que devem ficar bem longe. Feche as abas do computador, desligue as notificações e, se puder, abaixe o som do celular. Com bom senso, determine pausas para navegar e ver suas mensagens. 

2 – Arrume o seu local de trabalho

Espantar os ladrões do tempo é, de certa forma, um jeito de limpar o espaço do trabalho. Agora, do ponto de vista físico, vai ser ótimo para a sua organização começar o dia com a mesa livre de papéis e objetos que não dizem respeito às tarefas do dia.  

como parar de procrastinar

Se você trabalha em home office, uma dica é se preparar como se fosse até um escritório. Isso inclui, por exemplo, trocar o pijama por uma roupa que faça você se lembrar de trabalho. Parece bobo, mas para algumas pessoas é uma ação que faz muita diferença na produtividade e impacta positivamente no dia a dia.

3 – Faça uma lista com todas as suas tarefas do dia

Organize-se e gerencie suas demandas e compromissos em uma agenda ou aplicativo e coloque lembretes com os prazos de entrega. Quando receber uma demanda no trabalho, seja ela simples ou mais complexa, ao invés de deixar para começar amanhã, você já pode focar em iniciá-la logo no mesmo dia. Isso ajuda a evitar que você invente desculpas para não fazer seu trabalho. Esse autogerenciamento também vale para evitar atrasos e para que consiga reprogramar sua mente a mudar e agir diferente. 

Se você tem dificuldades em visualizar projetos como um todo, faça pequenas listas e, assim que concluir a tarefa, marque como “feito”. Fazer uma lista de todas as suas atividades é um grande alívio e uma das melhores dicas sobre como parar de procrastinar.

Leia também: Futuro do RH: Para onde caminha o setor e quais serão as suas transformações

4- Reconheça o seu esforço!

São tantas as tarefas do cotidiano que é importante se dar um tempo e reconhecer o próprio trabalho. Crie recompensas que o estimulem o seu esforço. Por exemplo: depois de concluir o resumo deste texto, vou tomar um café e dar uma olhadinha no celular.

São pequenos presentes diários que o estimularão a fazer o que é preciso. E se dê mais benefícios ao se deparar com desafios maiores. Sair para comemorar um fim de projeto mais detalhado pode ser um grande estímulo e vai te ajudar a entender como parar de procrastinar.

como parar de procrastinar

Esses presentes agirão como molas propulsoras e te ajudarão a seguir em frente e manter toda a organização de foco que você teve até o momento. As pausas também são importantíssimas para o rendimento contínuo e são necessárias para estimular a sua performance, principalmente se a sua ocupação precisa muito de criatividade. Pausar por 10 minutos após uma tarefa que exigiu muito de você é uma recompensa! Pode ter certeza que esse tempo não será perdido e você voltará renovado e mais preparado para encarar uma nova etapa de seus desafios.

Entender como parar de procrastinar vai além de uma leitura de artigo. Você precisa se comprometer, todos os dias, com os compromissos e atividades que surgiram durante o seu dia. Coloque essas dicas em prática e perceba a sua evolução com o tempo.

Se você não se considera um procrastinador, mas sabe de alguém que precisa ler essas dicas, compartilhe em suas redes sociais e ajude pessoas a romperem a procrastinação.

Inovação disruptiva

Entenda o que é Inovação disruptiva e como isso já está transformando a sua empresa

Um novo ano acabou de começar e muitos gestores e empreendedores se perguntam o que podem fazer de diferente em seus negócios para oferecer uma experiência para os seus clientes ainda mais satisfatória. Muitos estão focados em trazer melhorias para produtos e serviços que já oferecem, o que não é uma má ideia. Mas a verdade é que o nosso campo de visão precisa ser amplificado.

A inovação disruptiva, por exemplo, é uma forma de você oferecer para o seu cliente não apenas melhorias, mas sim mudanças radicais no seu negócio. Conheça mais sobre inovação disruptiva e como isso pode transformar a sua empresa a seguir:

Afinal, o que é inovação disruptiva?

A inovação disruptiva é a nomenclatura usada para um determinado tipo de inovação que traz um produto ou serviço mais acessível e simples para todos os consumidores. Isso quer dizer que a inovação disruptiva acaba trazendo mais vantagens por um menor preço para o seu cliente final.

Leia também: Como fazer uma pesquisa de clima organizacional eficiente

O termo foi criado por Clayton Christensen, que comparou esse novo tipo de inovação com a inovação sustentadora, que é quando uma empresa aposta na melhoria de seus produtos e serviços para reafirmar sua posição no mercado. Mas, o que precisamos saber é que a inovação disruptiva não é só uma adaptação ou melhoria, é uma mudança completa na hora de idealizar o produto ou serviço em questão.

Inovação disruptiva 

Por exemplo, antigamente tínhamos que nos deslocar até uma locadora de filmes e pagar um determinado valor para ficar com aquele produto 2 ou 3 dias em casa. Hoje, os sites de streaming oferecem um serviço muito mais vantajoso, simples e barato para os consumidores. Atualmente, não faltam exemplos de produtos que são provenientes da inovação disruptiva e, é claro, muitas pessoas acabam não gostando das mudanças à primeira vista. Muitas dessas revoluções acabam deixando tecnologias e serviços obsoletos da noite para o dia, gerando um pouco de desconforto para os consumidores ou gestores mais tradicionais.

Leia também: Futuro do RH: Para onde caminha o setor e quais serão as suas transformações

Muitas empresas estão apostando todas as suas fichas na inovação disruptiva dos seus próprios produtos e serviços. A dúvida que fica é: como implementar esse pensamento em uma organização que já caminha a tanto tempo baseada em uma outra realidade?

A implementação da inovação disruptiva na sua empresa é caracterizada por diversos detalhes que precisam ser levados em consideração. Você vai precisar pensar em coisas importantes, como por exemplo:

  • A ação disruptiva visa novos clientes – os clientes antigos não devem ser dispensados, de maneira alguma, mas é necessário pensar nas necessidades de um novo perfil de cliente para inovar.
  • Ninguém pode garantir o sucesso dessa empreitada – a inovação disruptiva é um investimento de alto risco, tanto do tempo quanto dos recursos financeiros da empresa.
  • Ainda que a inovação seja algo completamente diferente, ela deve ser sustentável – Se não for relevante por um longo período de tempo, ela logo cairá no esquecimento e os investimentos da empresa terão sido em vão.
  • A inovação disruptiva não é uma melhoria, mas sim uma mudança – ela deve trazer novos valores, novas perspectivas, novos pontos de vista.

 

Se esses tópicos ficarem bem claros a partir de agora, você está pronto para implementar a inovação disruptiva em sua empresa. Isso deve ser discutido com todos os funcionários, para que todos compreendam os objetivos e possam oferecer produtos e serviços melhores e mais acessíveis aos seus clientes.

Além do que falamos acima, existem outros assuntos que também devem ser levados em consideração na hora de trazer a inovação disruptiva para sua empresa. Fique atento:

Seja criativo: Empresas inovadoras precisam ter em suas equipes pessoas criativas e competentes, que enxergam além do que um produto pode oferecer. 

Seja inovador: Para se firmar como uma organização inovadora no mercado é importante que uma empresa nunca deixe de inovar. Essa é uma reputação que deve ser construída ao longo do tempo, sempre lançando novos produtos ou serviços ou versões atualizadas deles.

Não tenha medo de falhar: Uma grande inovação é um fruto da experiência adquirida por uma empresa no decorrer dos anos. Por isso, esteja pronto para tentar e falhar, o sucesso chega para aqueles que não desistem.

Agora, conheça algumas empresas de sucesso que são frutos de inovações disruptivas e veja o que você pode aprender com cada uma delas:

Netflix: A empresa foi fundada em 1997 e surgiu como um serviço de entrega de DVDs pelo correio. Algo bem distante do atual serviço de streaming de filmes, séries e de conteúdos próprios, com foco no entretenimento.

AIrBnb: Fundada em 2008, permite aos usuários alugar todo o espaço ou parte de sua própria casa, como uma forma de acomodação extra. O serviço permite a busca e reserva entre a pessoa que oferece a acomodação e o turista, que busca pela locação. Reduzindo assim o custo de acomodação e gerando renda para quem possuía um cômodo vago em sua casa.

Uber: Fundada em 2009, a proposta inicial era oferecer um serviço semelhante a um táxi de luxo. Com uma fração do preço de um táxi convencional, o serviço criou uma grande competição em um mercado, antes dominado por monopólios de transporte e sindicatos.

Inovação disruptiva

NuBank: Nubank nasceu em 2013, em São Paulo, e seu diferencial é oferecer um cartão de crédito controlado por um aplicativo totalmente livre de taxas e anuidade. De maneira fácil, você se torna um cliente NuBank e consegue fazer tudo pelo aplicativo.

O que você pode aprender com todas essas empresas citadas acima? A capacidade de criar e gerar valor para seus clientes, através da simplicidade e velocidade proporcionadas pela tecnologia, na maioria dos casos acessíveis na palma da mão. Pronto! Essa é a chave da inovação disruptiva. Pense em como você pode fazer essa revolução dentro do seu negócio e comece a partir de hoje.

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Como fazer uma pesquisa de clima organizacional eficiente

Tem notado suas equipes desmotivadas e os resultados não estão como o planejado? Então talvez esteja na hora de realizar uma pesquisa de clima organizacional. O método está cada vez mais popular e tem um objetivo claro: compreender o bem-estar de seus colaboradores e como isso pode estar impactando positivamente ou negativamente na sustentabilidade do negócio. Mas como fazer uma pesquisa de clima organizacional eficiente ?

Quem analisa o mercado percebe uma mudança dos hábitos das empresas bem-sucedidas. Se há algum tempo atrás parecia que a qualidade de vida dos funcionários não era assunto das organizações, hoje já se tomou consciência que compreender as necessidades e desejos dos colaboradores, faz sim a diferença e é essencial. 

Além dos feedbacks constantes e uma aproximação entre gestores e liderados, é através da pesquisa de clima organizacional que muitas vezes se torna possível identificar de maneira ampla e específica os pontos fortes e fracos de uma empresa e, através de seus resultados, conseguir realizar um planejamento efetivo de ações para desenvolver colaboradores, como também transformar rotinas de trabalho obsoletas. 

pesquisa de clima organizacional Muitas vezes é na pesquisa de clima organizacional que funcionários se sentem abertos a exporem suas percepções sobre o ambiente interno, como também, sobre suas práticas profissionais. Os colaboradores passam a ser encarados como personagens principais para a reflexão do dia a dia na empresa, sendo possível compreender o alinhamento deles, ou não, com as práticas corporativas e perceber os aspectos que a gestão de pessoas precisa manter ou mudar. 

Quer aumentar o sentimento em seus funcionários de que eles fazem a diferença na sua empresa? Então confira abaixo como fazer uma pesquisa de clima organizacional! 

Leia também: Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

Etapas de criação e aplicação de pesquisa de clima organizacional 

Antes de sair criando questionários de pesquisa de clima organizacional é importante que sua empresa siga esse passo a passo para ter melhores resultados nesse levantamento: 

  • Planejamento da pesquisa

Essa primeira etapa consiste na percepção de quais são os objetivos da empresa com a pesquisa de clima organizacional. Antes de aplicar qualquer tipo de questionário, é essencial ter em mente qual a função que ele irá desempenhar na organização. 

Para isso, monte uma equipe que será responsável por discutir e alinhar todo o processo da pesquisa de clima organizacional. Essa equipe não necessariamente precisa ser formada apenas pelos profissionais de RH. Muitas vezes é válido incluir colaboradores de diferentes áreas e formar um time que irá auxiliar até mesmo em quais serão as questões da pesquisa de clima organizacional. 

Nesse processo inicial de planejamento é importante essa equipe responder algumas perguntas, como: 

  • Qual o período mais apropriado para realizar a pesquisa? 
  • Quanto tempo cada colaborador levará para finalizar a pesquisa? 
  • Quem será o responsável por divulgar e incentivar a participação na pesquisa? 
  • Qual será o time responsável por avaliar os resultados? 
  • Como a empresa irá compartilhar os resultados e seus impactos na cultura organizacional? 
  • Definição de perguntas de acordo com seus objetivos 

Após o planejamento inicial da pesquisa de clima organizacional, deve-se passar a elaborar o questionário e quais serão os tipos de perguntas aplicadas. Também é nesse momento que será definido quais serão os instrumentos e métodos de avaliação utilizados. Sua pesquisa será aplicada em papel ou por meios eletrônicos? Serão apenas perguntas de múltipla escolha ou dissertativas? 

É importante levar em conta que as perguntas de sua pesquisa de clima organizacional precisam conseguir medir o sentimento de cada colaborador e sua relação com cada um dos pontos questionados. 

pesquisa de clima organizacional Alguns indicadores podem lhe auxiliar a guiar suas questões, são eles: 

  • Opinião sobre volume de trabalho, horário de expediente e distribuição de tarefas
  • Satisfação em relação a estrutura física da empresa, como também suas relações com gestores, colegas de trabalho e instituição 
  • Avaliação da qualidade da comunicação interna
  • Perspectiva de desenvolvimento dentro da organização 
  • Checagem da compreensão dos colaboradores sobre a missão e valores da empresa 
  • Consideração sobre as rotinas de feedbacks e transparência das ações empregadas 
  • Comunicação e Execução da pesquisa

Chegou a hora de informar seus funcionários sobre a importância da realização da pesquisa. É preciso deixar claro como ela será feita e quais são os objetivos do processo. Como a pesquisa é voluntária, a transparência nesse processo de comunicação é primordial para o sucesso da pesquisa de clima organizacional. 

Para isso, deixe explícito que as respostas serão secretas e que a partir dos dados coletados será possível realizar transformações na melhora constante da empresa e do ambiente de trabalho. Sua organização precisa se mostrar, de fato, aberta a compreender e passar por mudanças necessárias para estar de acordo com o esperado pelos colaboradores. Não adianta sair aplicando questionário sem de fato ter um objetivo traçado. 

Crie um elo importante com as equipes, mas principalmente com figuras influentes entre os colaboradores dentro da empresa. Muitas vezes não são apenas os gestores que devem ter esse papel de incentivo. Quando apenas os líderes comunicam seus liderados sobre a pesquisa, acaba-se tendo o efeito de obrigação. É importante que os colaboradores se sintam parte importante para futuras transformações e que suas vozes são essenciais para isso. A pesquisa de clima organizacional precisa se tornar um espaço momentâneo para que eles digam de fato como estão e como pretendem estar futuramente dentro da empresa. 

Leia também: Conheça o RH 4.0 e os seus impactos na Gestão de Pessoas

  • Análise da pesquisa e conclusões

A última etapa da pesquisa de clima organizacional consiste na reunião das informações e na tabulação dos dados coletados. Esse processo deve ser feito com muito cuidado, afinal será a partir deles que será possível estabelecer metas de melhorias e realizar diagnósticos. Tenha nessa equipe de análise uma pessoa especializada em interpretar dados. 

Divida essas informações por grupos conforme sua empresa perceber que seja melhor. Pode ser por núcleo de respostas ou até mesmo pelas áreas dentro da empresa. Após esse levantamento, apresente essas informações para a equipe responsável pelo planejamento e execução da pesquisa. Essa equipe poderá realizar um debate mais aprofundado e compreender o que precisa ser feito a partir de agora.

pesquisa de clima organizacional E atenção! Não deixe de compartilhar essas informações com os funcionários. Afinal, é muito desanimador participar de uma avaliação e não ver nenhum retorno sobre, não é mesmo? Então quando for apresentar para toda a empresa, já leve, também, quais serão as ações a serem executadas para reverter aspectos negativos e ressalte o que é comum positivamente entre todos os colaboradores. 

Leia também: Como garantir uma boa liderança e Gestão de Pessoas na sua empresa

Como você pode perceber, a pesquisa de clima organizacional é um alicerce para o alcance de metas e conquista de resultados positivos nas empresas. Esperamos ter lhe ajudado a compreender um pouco mais sobre como executá-la. Auxilie outras pessoas compartilhando esse texto nas suas redes sociais. Até a próxima! 

futuro do RH

Futuro do RH: Para onde caminha o setor e quais serão as suas transformações

Afinal, qual o futuro do RH? Talvez essa seja a pergunta que domina diariamente os profissionais do setor, bem como diretores e CEOs de empresas. Que os Recursos Humanos estão mudando, isso não há dúvidas. Processos até então operacionais deixam de fazer sentido e são automatizados através do uso da tecnologia. Nesse cenário, surgem novos desafios e um papel atualizado do profissional de RH: muito mais estratégico e focado no Capital Humano. 

Sem dúvidas todas as áreas estão experimentando novos modelos de gestão e, claro, de negócio, para se manterem atualizadas e eficientes. Mesmo que as empresas estejam em estágios diferentes de implementação de soluções tecnológicas, a transformação digital hoje é prioridade na agenda das organizações. Consequentemente, dos profissionais de RH, que serão os agentes responsáveis pela condução dessas inovações. 

Talvez essa seja a melhor maneira de iniciar esse texto falando sobre o Futuro do RH: o papel de conduzir no caminho da transformação. Abaixo analisamos um pouco o panorama atual e como estão se desenhando os novos setores de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas. 

Futuro do RH já começou

Sim, parece até frase de propaganda de ano novo, mas o futuro do RH já está em prática. Há alguns anos, o setor tinha uma rotina muito próxima de um departamento pessoal: cálculo de rescisão, aviso de férias, controle da folha de pagamento etc.

futuro do RH

Hoje, o RH passou a ser a chave principal para as mudanças e tomadas de decisões que impactam todas as áreas de uma empresa. São os profissionais de Recursos Humanos que assumem uma nova roupagem, muito mais focada em zelar pela sustentabilidade das organizações. 

Isso significa que ele deve trabalhar com mais peso na gestão de pessoas, pensando em como diminuir o turnover, desenvolver ao máximo as competências dos funcionários, aumentar o engajamento, criar um bom clima organizacional e fazer uma seleção de talentos eficiente.

Além disso, o novo RH também se próxima da gestão de resultados, tendo que compreender muito mais o que gera impacto econômico e social dentro e fora das empresas. Ou seja, ao mesmo tempo que cabe ao RH gerir a qualidade de vida dentro das organizações, também é de sua responsabilidade compreender o que o mercado e CEOs das empresas esperam.  Dessa maneira, percebe-se no futuro do RH esse setor como um facilitador das relações organizacionais. 

Leia também: Conheça o RH 4.0 e os seus impactos na Gestão de Pessoas

Futuro do RH significa disruptura 

Essa constante inovação transformadora no ambiente de trabalho trouxe um novo termo para os dicionários: “a disruptura digital”, conceito originado no best-seller “Digital Disruptive”, do pesquisador James McQuivey, da Forrester Research.

Segundo ele, o impacto tecnológico da era dos dispositivos gera transformações disruptivas, que, de maneira rápida, mudam completamente hábitos ou rotinas de trabalho. Exemplos práticos e fáceis de compreender são os modelos de negócio do Uber e do Airbnb.

futuro do RH

Mas, o que o Futuro do RH tem a ver com disruptura? Tudo! Na previsão da Accenture Institute of High Performance, cinco tendências irão transformar ainda mais a área de Recursos Humanos:

1) A soberania de dados e integração;

2) O digital dará poder e capacidade de gerenciamento às pessoas;

3) Aumento do espaço dentro das empresas para aplicativos de gerenciamento de perfis;

4) Gestão personalizada de talentos através do meio digital;

5) Gestão com mais agilidade e flexibilidade graças ao Cloud computing.

O que se percebe são colaboradores cada vez mais participativos e o RH assumindo um papel estratégico de, diariamente, gerir talentos e capacitar gerentes e gestores a compreenderem essa autonomia natural do novo profissional. É preciso dar espaço de fala e atuação. As novas gerações exigem e desejam mais flexibilidade dos gestores, bem como de suas relações trabalhistas. Não apenas em cargas de horário mais voláteis, como também na necessidade de feedbacks contínuos como elemento preponderante para se manterem ou não nas empresas. 

Novamente, o futuro do RH passará exatamente por isso: sua atividade principal será estudar, analisar e construir solos consistentes para criar um ambiente propício ao novo, possibilitando a chegada de novas tecnologias e soluções disruptivas que, de maneira rápida, podem reestruturar e redefinir a maneira como cada empresa encara seu negócio. 

Futuro do RH: dados e softwares passam a ser os melhores amigos

Diante de toda essa nova realidade apontada ao longo do texto, percebe-se que os profissionais de RH focam cada vez mais em processos que irão gerar maior valor para as organizações, como reduzir as taxas de rotatividade, desenvolvimento humano, engajamento, clima organizacional, gestão sólida de carreira e remuneração, recrutamento e seleção eficiente. 

Para isso, caberá aos profissionais do futuro do RH terem a mão, como elementos fundamentais, diferentes ferramentas que irão reforçar ainda mais o conceito de People Analytics, já falado anteriormente aqui no nosso blog. 

futuro do RH

É muito importante reforçar que o People Analytics não é uma ferramenta, mas sim a aplicação de uma metodologia que implica na coleta, organização e análise de dados sobre pessoas.

Os profissionais que estarão presentes no futuro do RH terão que ter a competência para lidar com análise de dados como apoio para a tomada de decisão. Além de claro, apoiar os gestores e a organização a compreender qual o melhor caminho em um ambiente cada vez mais competitivo.

Conceitos como People Analytics, Big Data, bots dentre outros, passam a estar mais presentes nas soluções de gestão de pessoas e tornam-se fatores mais relevantes dentro do RH. O uso de dados estatísticos será fundamental para embasar as ações em torno da capital humano.

Cabe ao setor, no futuro do RH, estar capacitado e usufruir de maneira inteligente das inúmeras novas tecnologias que surgem diariamente para produzirem resultados mais consistentes. 

Leia também: Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

Sua empresa quer estar pronta para o futuro do RH? Então comece agora mesmo automatizando diferentes áreas. Aqui na TeleWorld, você conta com as principais soluções tecnológicas disponíveis no mercado. Quer saber mais? Então entre em contato conosco!

 

férias coletivas

Entenda a diferença entre férias coletivas e recesso de fim de ano

As férias coletivas são um instrumento muito utilizado nesta época do ano, tendo em vista que muitas empresas reduzem as atividades no mês de dezembro, ocasião que leva muitos empresários a confundir o termo recesso com férias coletivas. Se você chegou até este artigo é porque também quer esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto. Então, continua conosco.

Saiba o que configura férias coletivas e quais são as suas características

O final do ano costuma ser a principal época em que as empresas concedem férias coletivas aos colaboradores, em razão do período festivo de Natal e Ano Novo. Neste movimento, dissemina-se a oportunidade geral para que todos descansem e aproveitem as festas e datas especiais peculiares do período.

 Entre as vantagens das férias coletivas no período, está a possibilidade de renovar as energias. Mas, para isso acontecer, é preciso estabelecer algumas regras e organizar da melhor forma possível o funcionamento desse momento de descanso, que deve ser avisado no mínimo 30 dias antes para os colaboradores. Já ao Ministério do Trabalho, as empresas devem comunicar com antecedência de 15 dias do início das férias coletivas.

Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

 Para a empresa, o momento também pode ser bastante oportuno, caso aconteça uma queda significativa no desenvolvimento do trabalho no dia a dia. Dessa forma, é interessante a realização das férias coletivas, seja em toda a organização ou apenas em alguns setores. Além disso, é importante considerar que a decisão não pode ser recusada pelo trabalhador, desde que sejam respeitados os direitos do colaborador. Entre as obrigações da organização está a remuneração pelo período das férias coletivas com um acréscimo de um terço até dois dias antes do seu início.

férias coletivas

 Podendo ser realizadas em até dois períodos anuais, desde que nenhum seja inferior a 10 dias corridos, as férias coletivas também interferem no cálculo normal de férias. Assim, se as férias coletivas são de 15 dias, essas devem ser descontadas do período em que o funcionário aproveitaria.

 Também existem casos em que o colaborador ainda não completou um ano de serviço e não possui o direito a usufruir de férias individuais. Por exemplo, um empregado que está há seis meses na empresa tem direito somente a 15 dias de férias, proporcionalmente. Porém, se houver férias coletivas, ele irá se beneficiar delas – junto da empresa e dos outros funcionários, que terão a oportunidade de restaurar as energias e aproveitar o momento com os seus familiares.

Leia também: Obesidade nas empresas: quais ações implementar para conscientizar

Saiba o que configura recesso e quais são as suas características

O recesso, por sua vez, é uma concessão da empresa que opera em modo diverso das férias coletivas. Trata-se de uma liberalidade da empresa, que não opera sobre os direitos dos empregados do mesmo modo que as férias coletivas.

Uma vez que se trata de uma liberalidade do empregador, não são requeridos tantos procedimentos quanto na hipótese de férias coletivas. Dessa maneira, o empregador não precisa comunicar com antecedência ao Ministério do Trabalho e ao sindicato dos empregados a concessão do recesso. Tampouco necessita de sua autorização.

Enquanto nas férias coletivas o prazo é de, no mínimo, 10 dias, não há previsão legal para o tempo mínimo ou máximo de recesso. Logo, cabe ao empregador estipular o prazo a ser concedido e combinar a forma de compensação, conforme as observações a seguir.

férias coletivas

Por fim, a vantagem da concessão de recesso em relação à concessão das férias coletivas, além da não obrigatoriedade de formalidades junto ao Ministério do Trabalho e aos sindicatos, está no fato de que o empregador não tem de pagar o terço das férias, uma vez que o recesso não integra as férias dos empregados. Todavia, deve assumir a remuneração integral normal dos empregados. Ou seja, o recesso não pode ser descontado do salário dos empregados e o empregador deve remunerá-los como se fossem dias trabalhados.

De modo diverso das férias coletivas, a empresa não precisa conceder recesso a todos os empregados ou departamento. Portanto, pode ser algo convencionado entre alguns colaboradores e o empregador.

Sabendo um pouco mais sobre férias coletivas e recesso, entenda agora quais são as suas diferenças e como elas podem interferir na rotina da sua empresa.

O recesso implica a suspensão das atividades, sendo que, de acordo com a legislação trabalhista, se o empregador optar por esse expediente, deverá assumir o pagamento integral da remuneração dos empregados, não podendo deduzir o referido período em futuras férias individuais de seus empregados, a exceção se houver previsão em convenção coletiva. O recesso não precisa de comunicação, nem de autorização do Ministério do Trabalho e do sindicato da classe. O prazo é definido pelo empregador, não existindo limite.

Já as férias coletivas facultam a todos os empregados, ou apenas a determinados departamentos da empresa, independentemente de o período aquisitivo estar ou não completo, nos termos do artigo 139 da CLT. As férias coletivas podem ser tiradas em dois períodos anuais, desde que nenhum deles seja inferior a dez dias corridos.

Além do que falamos acima, ainda existem situações específicas sobre férias coletivas e recesso que precisam ser esclarecidas, confira:

férias coletivas

– Os empregados menores de 18 (dezo

ito) e maiores de 50 (cinquenta) anos de idade, devem ter as férias concedidas sempre de uma única vez, assim, havendo empregados enquadrados nestas condições, as férias não poderão ser dividas, tendo esses o direito de gozo integral.

– Empregados contratados há menos de 12 (doze) meses, ou seja, que não completaram ainda o período aquisitivo de forma integral, esses gozarão, na oportunidade, férias proporcionais ao período trabalhado. Para esses empregados, o período aquisitivo de férias deverá ser alterado, iniciando o novo período na data do início das férias coletivas. Os empregados que possuem períodos já completos (12 meses trabalhados ou mais), não terão o período aquisitivo alterado.

Conclusão

A escolha do modo de concessão de dias trabalhados, por fim, entre férias coletivas e recesso, dependerá das normas específicas, como no caso das férias dos professores e da preferência do empregador. Fique atento às normas trabalhistas e aproveite bem as suas férias. 

Gostou do nosso artigo sobre férias coletivas e recesso? Então não deixe de compartilhar com seus contatos nas redes sociais. Em nosso blog você encontra diversos artigos que podem te ajudar na administração do seu negócio, confira.

Nos vemos em breve.

reconhecimento profissional

Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Há quanto tempo você não realiza um feedback positivo com seus colaboradores? A resposta dessa pergunta pode ser determinante para responder se sua equipe está ou não se sentindo reconhecida. O reconhecimento profissional é e sempre será o objetivo principal de todo funcionário de uma empresa. Além de trazer benefícios para a organização, como maior produtividade, colaboradores valorizados mantêm-se entusiasmados a inovarem e buscarem por resultados ainda melhores constantemente, mantendo-se firmes em sua identidade com a missão e valores da empresa. 

Cada pessoa possui suas próprias características, sonhos, metas e maneiras de se sentirem confiantes. O que é comum entre todos é o desejo de alcançar o reconhecimento profissional em suas áreas para manterem-se motivados. Esse anseio é defendido através da teoria chamada de Pirâmide de Maslow, ou conhecida também como Hierarquia das Necessidades de Maslow. O conceito, criado em 1950 pelo psicólogo norte-americano Abraham H. Maslow, tem como objetivo determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance satisfação, seja ela pessoal ou profissional. 

reconhecimento profissional

A Pirâmide é separada em cinco níveis, que demonstram a hierarquia dessas necessidades para gerar a força motivadora. São elas: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. Cada uma delas tem sua importância na construção do indivíduo, sendo as da base as mais básicas, que são as consideradas necessárias para a sobrevivência. Já as do topo, são as mais complexas e se referem à conquista da satisfação pessoal e/ou profissional. 

Saiba mais: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

A Pirâmide de Maslow é um bom indicativo de como sua empresa pode se portar para garantir o reconhecimento profissional de seus colaboradores. De maneira geral, uma organização consegue interferir positivamente ou não em todas as necessidades apontadas nessa teoria. Então se você busca equipes mais engajadas e comprometidas, chegou a hora de ter um olhar mais atento ao reconhecimento profissional. Confira abaixo três passos de como pôr em prática! 

Compreenda: reconhecimento profissional não é apenas dar aumento de salário

Claro que todo mundo almeja ganhar mais ao longo do tempo, mas é preciso compreender que reconhecimento profissional não pode ser expresso apenas de maneira financeira. Muitos profissionais mesmo após ofertas de aumento, acabam desistindo de fazer parte de uma empresa. Você provavelmente já viveu ou viu alguém recusando esse tipo de proposta. 

Isso ocorre porque quando um profissional não se sente reconhecido, nada vai o “comprar”. Reconhecimento profissional se constrói diariamente, com atitudes pequenas e grandiosas. Muitas vezes não é costume de os gestores exporem para as equipes o quão positivo foi o impacto de determinada ação. Entretanto, vemos hoje no mercado do trabalho uma realidade em que os colaboradores acabam recebendo mais feedbacks negativos, do que notificações positivas sobre algum feito. 

reconhecimento profissional

Essa cultura é antiga e reflete uma crença de que os líderes precisam se manter rígidos e sempre superiores aos seus funcionários. Isso reflete em aspectos pessoais e profissionais. Todavia é preciso repensar seus impactos na ausência de reconhecimento profissional. Receber feedbacks positivos incentiva o bom trabalho e faz com que o colaborador se sinta pertencente a organização, sabendo de fato como sua função influencia na sustentabilidade do negócio. 

Esteja próximo e, diariamente, motive seus colaboradores destacando atitudes que deram certo, ações que tiveram resultados positivos e mantenha uma rotina constante de valorização e compreensão do que pode não estar de acordo com o esperado por seus funcionários. 

Claro que a questão financeira pesa e pode acabar impactando sim, mesmo que você realize feedbacks positivos constantes. É importante perceber que a sobrecarga também influencia na insatisfação. Quando você aumenta a quantidade de demandas de um colaborador, mesmo mantendo uma rotina de feedbacks positivos sobre seu desempenho, é possível que o mesmo se sinta sem reconhecimento profissional, apenas pelo fato do seu trabalho ter aumentado, mas seu salário seguir sempre o mesmo. 

Leia também: Como a depressão afeta a produtividade nas empresas

Entenda que vida pessoal e profissional andam juntas

Sabemos que o mercado de trabalho é feito por questões legais. Existem regras que devem ser seguidas e que exigem que horários sejam cumpridos. Contudo, da mesma maneira que é necessário o controle das jornadas de trabalho, tanto para respaldar a segurança do colaborador, como da empresa, ter flexibilidade de horários pode ser uma maneira de trazer o reconhecimento profissional dos colaboradores. 

Quando falamos de leis, não existem dúvidas: elas devem ser cumpridas. Entretanto, lidar com colaboradores é muitas vezes ter que analisar cada caso em perspectivas muito mais morais do que legais. Vamos a um exemplo prático:

  • Um colaborador perdeu sua carteira e não conseguiu resolver o bloqueio de seus cartões através do telefone, bem como realizar a segunda via de seus documentos. Ele pediu para chegar atrasado para conseguir resolver suas pendências.  

Pela questão legal, ele deveria ter que cumprir ou pagar por essas horas a menos trabalhadas. Entretanto, perceba que esse colaborador, caso não tivesse ido resolver suas pendências e continuasse exercendo seus afazeres, provavelmente não teria a produtividade ou alcançaria os resultados adequados. Seriam horas de trabalho perdidas. 

reconhecimento profissional

Evidente que esse tipo de situação não pode ser uma rotina e tem que se avaliar cada caso e cada funcionário. Mas de maneira geral, toda gestão que preze pelo reconhecimento profissional precisa considerar os diferentes fatores (necessidades da Pirâmide de Maslow) que constroem um indivíduo. É impossível desassociar a vida pessoal da profissional e não ponderar todo o contexto em que um funcionário está inserido. 

Por isso, perceba o que pode estar levando seu colaborador a não ser produtivo. Se chegar à conclusão que são problemas pessoais, tente orientá-lo a procurar ajuda. Caso sua empresa possua, encaminhe-o à psicólogos ou clínicas parceiras. Muitos funcionários ao notarem apenas essa preocupação, acabam retomando suas motivações e conseguindo manter-se comprometidos com suas funções. Isso gera confiança mútua e um sentimento de que a empresa está preocupada com o bem-estar de suas equipes e não apenas nas metas a bater.  

Leia também: Como desenvolver ações efetivas para melhorar a saúde mental nas empresas

Crie programas de incentivo e reconhecimento profissional

Sua empresa precisa entender o que motiva e desmotiva seus colaboradores. Procure realizar pesquisas de clima e realmente avalia-las para criar estratégias eficazes que demonstrem o reconhecimento profissional e passe a valorizar melhor seus colaboradores. Se você trabalha com vendas, busque construir uma competição saudável entre eles, tomando muito cuidado para não gerar uma rivalidade. É importante estabelecer que todos devem ter resultados positivos e que o trabalho em equipe gera efeitos positivos. Pense em recompensas que envolvam toda a equipe e não apenas quem se destacou. Claro, dê o devido destaque a quem teve resultados melhores, mas mostre que o todo fez com que essa recompensa tenha se tornado real. 

No caso das metas, promoções e premiações, deixe explícito o porquê de elas existirem e seus critérios de avaliação (vendas, tempo de serviço, avaliação de clientes, desempenho). Tenha extrema transparência e em caso de premiações, mostre o que levou a um profissional a ganha-la, incentivando sempre que todos podem consegui-la, como, por exemplo, viagens, folgas ou bonificações. 

Reconhecimento profissional

Outra estratégia possível é construir em conjunto com o endomarketing alguma forma de divulgar o sucesso das equipes e dos colaboradores para os demais setores. Além de demonstrar que a empresa se preocupa com o profissional, isso ajudará a ampliar o reconhecimento profissional deles. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Como você percebeu, todas essas sugestões geram um estímulo e alinham o colaborador com os valores da organização. Hoje ninguém quer trabalhar em um local que não se identifica ou que não se sente com o devido reconhecimento profissional. A volatilidade do mercado de trabalho não pode ser desculpa para você não manter em dia iniciativas que valorizem suas equipes. 

Gostou desse texto? Então compartilhe nas suas redes sociais e ajude mais empresas a criarem estratégias eficazes de reconhecimento profissional.

telemedicina

O que é Telemedicina e como aplicar nas empresas

A relação entre o médico e o paciente vem se transformando ao longo dos anos. Durante muito tempo, a medicina funcionou dentro de um mesmo padrão: o paciente agenda uma consulta, encaminha-se até o consultório e é atendido pelo médico. Entretanto, esse cenário tem se atualizado e passado por grandes mudanças por conta da revolução tecnológica. Hoje a maneira como os atendimentos são dados ocorrem das mais variadas formas, graças aos avanços da telemedicina. 

A Telemedicina surge com o objetivo de ampliar a oferta de serviços clínicos em situações em que profissionais da saúde e pacientes estão distantes um do outro. Você provavelmente já ouviu histórias de pessoas que se mudaram, mas, mesmo assim, quiseram manter algum tipo de atendimento à distância, não é? Uma das áreas que mais se usa das tecnologias para suas sessões é a da psicologia. Já há algum tempo terapeutas e psicólogos realizam seus atendimentos através de aplicativos de vídeo-chamada. 

Os avanços da tecnologia da informação e das telecomunicações revolucionam hábitos e trazem uma demanda diferente para a sociedade. No outro ponto, temos uma população com rotinas cada vez mais corridas e uma mobilidade urbana reduzida. Muitas vezes deslocar-se para um médico presencial significa um planejamento de horas de antecedência e posterior ao atendimento. Para isso, surge a telemedicina, um recurso que vem se consolidando no Brasil, trazendo mais acessibilidade e opções para se manter em dia com a saúde. Quer saber mais sobre a telemedicina e como ela pode ser aplicada na Gestão de Pessoas das empresas? Então continue lendo esse texto e confira! 

O que é telemedicina?

A gente já deu uma breve contextualizada sobre a telemedicina no início do texto. Mas mesmo assim, vale explicar a fundo o que é esse recurso que vem se popularizando. Do grego, “tele” significa distância. É exatamente isso que a telemedicina representa. Serviços são disponibilizados remotamente através da utilização de tecnologias modernas. A prática teve origem em Israel, em 1950, e é bastante aplicada nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa. No início, poucos hospitais utilizavam televisões para chegar a pacientes em locais remotos. 

telemedicina

A telemedicina desde o seu início buscou facilitar cuidados com a saúde, através da assistência médica à distância para pacientes e auxílio aos profissionais da saúde, clínicas e hospitais. Isso rompe barreiras e possibilita aos médicos trocarem informações, podendo estar em diferentes lugares ao mesmo tempo. A telemedicina ultrapassa as barreiras de clínicas e consultórios, ampliando o acesso ao atendimento para variadas pessoas. 

Esses atendimentos através da telemedicina hoje ocorrem por meio de plataformas online de acesso pelo computador, tablet ou smartphone, garantindo uma elevada velocidade na troca de informações, além da facilidade de acesso. É claro que essa variedade de canais está em constante transformações, diariamente aumentando, graças aos avanços da Inteligência Artificial (IA). 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como funciona na prática?

Teleducação, emissão de laudos a distância e teleassistência são algumas das principais frentes da telemedicina, constituindo bons exemplos de como a modalidade funciona na prática. Hoje as instituições de saúde utilizam a telemedicina com diversos intuitos, desde a capacitação dos próprios profissionais da saúde, por meio de assistências e otimizações de procedimentos, até mesmo chegando ao atendimento e diagnóstico direto junto aos pacientes. 

telemedicina

Entenda melhor três áreas principais da telemedicina:

Teleassistência

Na teleassistência, o foco da comunicação está no paciente e no seu bem-estar. Por meio dela, o paciente passa a ser monitorado em seu próprio domicílio ou até mesmo no seu local de trabalho por um médico ou qualquer outro profissional da saúde, podendo inclusive esse monitoramento ser feito através de tecnologias que se comunicam com outros profissionais à distância. Assim, torna-se possível observar parâmetros clínicos e fisiológicos, para que desvios sejam detectados o mais rápido possível, antes que doenças se agravem. Você saberá um pouco mais sobre uma das tecnologias utilizadas no final desse texto. 

Teleducação

Uma das áreas da telemedicina mais aplicadas, a teleducação já é utilizada por diferentes setores, não apenas pela medicina. Na área da saúde, seu foco é na capacitação de profissionais que estão longe dos grandes centros urbanos ou de locais em que possam estar sendo dadas aulas ou palestras. Assim, torna-se possível manter os profissionais sempre atualizados e preparados para diversas situações da prática médica e clínica. São utilizadas videoconferências, aulas, palestras, e-learning e programas de reciclagem. 

Emissão de laudos à distância

Esse é um dos ramos da telemedicina que mais cresce no Brasil. Isso porque, por meio dessa tecnologia, o exame pode ser realizado em qualquer lugar e avaliado por especialistas conectados à internet, sem a necessidade de se deslocar aos consultórios para receber diagnósticos ou avaliações clínicas. O médico pode tanto encaminhar ao paciente exames a serem realizados, como também analisar os resultados. Isso gera uma redução de custos consideráveis em clínicas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

De que forma aplicar a Telemedicina nas empresas?

Você que leu até aqui provavelmente está se perguntando: “mas afinal, como utilizar a telemedicina na minha organização?Pois saiba que a Telemedicina e a segurança do trabalho formaram uma grande parceria e uma opção altamente lucrativa para as empresas. 

Por meio de soluções tecnológicas constantemente atualizadas, torna-se possível realizar o acompanhamento constante da saúde ocupacional dos funcionários, facilitando possíveis diagnósticos, além de poder concluir como está o desempenho de cada profissional. 

telemedicina

Aqui na TeleWorld trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e ser uma excelente escolha para aplicar a Telemedicina na sua empresa. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais.

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e descubra agora mesmo como a Safety poderá integrar a Telemedicina à saúde dos seus colaboradores. 

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Se você gostou desse conteúdo, não deixe de compartilhar nas suas redes sociais e auxilie mais pessoas a compreenderem como funciona a Telemedicina e como ela pode beneficiar à Gestão de Saúde Corporativa.

Até a próxima!

Obesidade nas empresas

Obesidade nas empresas: quais ações implementar para conscientizar

A obesidade nas empresas tem se tornado um desafio diário para saúde de maneira geral. No Brasil, dados divulgados pelo Ministério da Saúde, apontaram que quase 20% da população é obesa atualmente no país. Seja no âmbito pessoal ou profissional, são necessárias algumas medidas para conscientizar sobre essa condição e muitas vezes incentivar uma mudança de hábito individual.  Já no meio coorporativo, a obesidade nas empresas, além de uma preocupação com a saúde, acaba gerando uma queda da produtividade e aumentando o índice de faltas ao trabalho. 

São diversas as ações tomadas pelas organizações para compreender e conscientizar sobre a obesidade nas empresas, seja entre seus funcionários, clientes e comunidade em geral. O que não pode ser deixado de lado, é que muitas vezes o ambiente de trabalho pode acabar contribuindo para o aumento do peso. Seja por não criarem rotinas alimentares saudáveis ou acabarem desenvolvendo algum tipo de doença, colaboradores que sofrem de obesidade ou possuem propensão para o ganho de peso precisam de um olhar mais atento e cuidados especiais.  

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Pensando em como melhorar o bem-estar de seus funcionários e evitar um aumento nas taxas de obesidade nas empresas, separamos algumas orientações sobre o que é possível realizar para incentivar seus funcionários a se movimentarem mais e criarem hábitos mais saudáveis, como também procurar auxílio médico em alguns casos. Afinal, é preciso ter claro que todas as medidas não devem ter como palavra-chave o combate, mas sim criar iniciativas para compreender o que pode estar levando à obesidade nas empresas e conscientizar seus colaboradores sobre o que pode ser feito para mudar esse quadro. Confira! 

Como está a alimentação na sua organização?

O primeiro ponto a ser estudado para compreender a obesidade nas empresas é fazer um estudo e pesquisa para identificar os hábitos alimentares dos seus colaboradores. Se sua empresa possui, por exemplo, um restaurante próprio, uma boa alternativa é contratar nutricionistas que irão avaliar o cardápio ofertado pelo restaurante, como também como seus funcionários estão se alimentando. 

É preciso perceber se existem opções saudáveis em quantidades necessárias para que todos criem uma rotina alimentar positiva. Além disso, faça um levantamento de quanto e como as pessoas estão comendo. Com tantas metas a bater e objetivos a cumprir, muitos colaboradores acabam se alimentando mal e muitas vezes de maneira rápida para conseguir voltar ao serviço. Observe se seus funcionários estão realizando intervalos completos e como estão ocupando esse período. 

Obesidade nas empresas

Caso sua empresa não possua restaurante próprio e forneça, por exemplo, Vale-Refeição ou espaços de refeitório para que seus funcionários tragam almoço, uma boa maneira de compreender a obesidade nas empresas é observar o que seus colaboradores estão trazendo para comerem. 

Mas afinal, o que eu, enquanto empresa, posso fazer para mudar esses hábitos?

Você, empresário ou gestor de Recursos Humanos, pode estar se questionando sobre isso, não é mesmo? Mas saiba que é possível sim auxiliar nessa conscientização através de algumas medidas simples. Alguns exemplos possíveis e alcançáveis são através da oferta de frutas no café da manhã ou criar painéis sugestivos com orientações sobre um “prato saudável”. Se sua empresa possui àquelas máquinas com venda de produtos em seus espaços de descanso, substitua salgadinhos ou refrigerantes, por alimentos saudáveis, como sucos, barrinhas de cereais, isotônicos, sanduíches naturais.

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Construa cronogramas com ações de incentivo à hábitos saudáveis

Boa parte dessas medidas relacionadas à obesidade nas empresas são voltadas à medicina preventiva, como você está percebendo. É exatamente na prevenção que devem ser estabelecidos atos para conseguir ter um ambiente mais saudável e produtivo. Ao implantar um programa de prevenção de doenças, promoção de saúde e qualidade de vida, você consegue construir com seus colaboradores uma atmosfera de consciência, em que cada um poderá se policiar e também ajudar seus colegas a tomarem decisões positivas. Além disso, a área de pessoas poderá estabelecer quais medidas mais concretas a serem tomadas para que se diminua a incidência de obesidade nas empresas. 

Sua empresa pode, por exemplo, criar campanhas de conscientização através de banners, e-mails e eventos que estimulem a prática de esportes, alimentações saudáveis e acompanhamento médico constante para que se evite a obesidade nas empresas ou demais problemas de saúde que possam contribuir para o aumento de peso. Invista em palestras, workshops ou até mesmo crie uma cultura com seus colaboradores de práticas esportivas. 

Obesidade nas empresas

Uma atitude prática é criar grupos para praticar trilhas ou corrida. Diversas empresas já realizam isso e, além de formar um ambiente corporativo mais unido e com sinergia, acaba impactando diretamente nessa conscientização sobre a obesidade nas empresas. 

Outro aspecto que pode ser investido é em parcerias com academias ou espaços de esporte, a fim de oferecer planos especiais para seus funcionários. Não se deve esquecer que muitos acabam não tendo rotinas mais saudáveis por questões financeiras. Então, quando você oferece preços mais acessíveis e atrativos, acaba criando uma cultura de que “não tem mais desculpa para não fazer esportes”. Falta tempo? Então insira os esportes dentro do seu local de trabalho. Contrate profissionais da área de educação física e realize aulas leves por alguns minutos, como de ioga, ginástica funcional, aula de dança entre outros exercícios que possam ser inseridos dentro da sua estrutura empresarial. 

Reavalie seu local de trabalho e invista em tecnologias

Como sua empresa trabalha a segurança do trabalho e a medicina preventiva dos seus colaboradores? Há quanto tempo você não realiza aferição sobre pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, altura e índices de gordura dos seus funcionários?  

Muitas vezes o setor de recursos humanos assume diversas demandas, fazendo com que a segurança no trabalho ou medicina preventiva fique em segundo plano. Entretanto, isso pode acabar acarretando em graves problemas e gastos com plano de saúde ou até mesmo afastamento de funcionários por doenças ocupacionais. É preciso ter em mente que muitas doenças, como depressão e problemas musculoesqueléticos, podem acabar levando à obesidade ou influenciando nos comportamentos alimentares dos colaboradores. 

Obesidade nas empresas

Para isso, surgem no mercado algumas soluções tecnológicas que automatizam o controle da saúde dos seus funcionários, facilitando em muito essa responsabilidade.  Aqui na TeleWorld, trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, você consegue aplicar com maior certeza seu projeto para conscientizar sobre a obesidade nas empresas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e comece agora a construir ações efetivas relacionadas à obesidade nas empresas.