reconhecimento profissional

Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Há quanto tempo você não realiza um feedback positivo com seus colaboradores? A resposta dessa pergunta pode ser determinante para responder se sua equipe está ou não se sentindo reconhecida. O reconhecimento profissional é e sempre será o objetivo principal de todo funcionário de uma empresa. Além de trazer benefícios para a organização, como maior produtividade, colaboradores valorizados mantêm-se entusiasmados a inovarem e buscarem por resultados ainda melhores constantemente, mantendo-se firmes em sua identidade com a missão e valores da empresa. 

Cada pessoa possui suas próprias características, sonhos, metas e maneiras de se sentirem confiantes. O que é comum entre todos é o desejo de alcançar o reconhecimento profissional em suas áreas para manterem-se motivados. Esse anseio é defendido através da teoria chamada de Pirâmide de Maslow, ou conhecida também como Hierarquia das Necessidades de Maslow. O conceito, criado em 1950 pelo psicólogo norte-americano Abraham H. Maslow, tem como objetivo determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance satisfação, seja ela pessoal ou profissional. 

reconhecimento profissional

A Pirâmide é separada em cinco níveis, que demonstram a hierarquia dessas necessidades para gerar a força motivadora. São elas: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. Cada uma delas tem sua importância na construção do indivíduo, sendo as da base as mais básicas, que são as consideradas necessárias para a sobrevivência. Já as do topo, são as mais complexas e se referem à conquista da satisfação pessoal e/ou profissional. 

Saiba mais: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

A Pirâmide de Maslow é um bom indicativo de como sua empresa pode se portar para garantir o reconhecimento profissional de seus colaboradores. De maneira geral, uma organização consegue interferir positivamente ou não em todas as necessidades apontadas nessa teoria. Então se você busca equipes mais engajadas e comprometidas, chegou a hora de ter um olhar mais atento ao reconhecimento profissional. Confira abaixo três passos de como pôr em prática! 

Compreenda: reconhecimento profissional não é apenas dar aumento de salário

Claro que todo mundo almeja ganhar mais ao longo do tempo, mas é preciso compreender que reconhecimento profissional não pode ser expresso apenas de maneira financeira. Muitos profissionais mesmo após ofertas de aumento, acabam desistindo de fazer parte de uma empresa. Você provavelmente já viveu ou viu alguém recusando esse tipo de proposta. 

Isso ocorre porque quando um profissional não se sente reconhecido, nada vai o “comprar”. Reconhecimento profissional se constrói diariamente, com atitudes pequenas e grandiosas. Muitas vezes não é costume de os gestores exporem para as equipes o quão positivo foi o impacto de determinada ação. Entretanto, vemos hoje no mercado do trabalho uma realidade em que os colaboradores acabam recebendo mais feedbacks negativos, do que notificações positivas sobre algum feito. 

reconhecimento profissional

Essa cultura é antiga e reflete uma crença de que os líderes precisam se manter rígidos e sempre superiores aos seus funcionários. Isso reflete em aspectos pessoais e profissionais. Todavia é preciso repensar seus impactos na ausência de reconhecimento profissional. Receber feedbacks positivos incentiva o bom trabalho e faz com que o colaborador se sinta pertencente a organização, sabendo de fato como sua função influencia na sustentabilidade do negócio. 

Esteja próximo e, diariamente, motive seus colaboradores destacando atitudes que deram certo, ações que tiveram resultados positivos e mantenha uma rotina constante de valorização e compreensão do que pode não estar de acordo com o esperado por seus funcionários. 

Claro que a questão financeira pesa e pode acabar impactando sim, mesmo que você realize feedbacks positivos constantes. É importante perceber que a sobrecarga também influencia na insatisfação. Quando você aumenta a quantidade de demandas de um colaborador, mesmo mantendo uma rotina de feedbacks positivos sobre seu desempenho, é possível que o mesmo se sinta sem reconhecimento profissional, apenas pelo fato do seu trabalho ter aumentado, mas seu salário seguir sempre o mesmo. 

Leia também: Como a depressão afeta a produtividade nas empresas

Entenda que vida pessoal e profissional andam juntas

Sabemos que o mercado de trabalho é feito por questões legais. Existem regras que devem ser seguidas e que exigem que horários sejam cumpridos. Contudo, da mesma maneira que é necessário o controle das jornadas de trabalho, tanto para respaldar a segurança do colaborador, como da empresa, ter flexibilidade de horários pode ser uma maneira de trazer o reconhecimento profissional dos colaboradores. 

Quando falamos de leis, não existem dúvidas: elas devem ser cumpridas. Entretanto, lidar com colaboradores é muitas vezes ter que analisar cada caso em perspectivas muito mais morais do que legais. Vamos a um exemplo prático:

  • Um colaborador perdeu sua carteira e não conseguiu resolver o bloqueio de seus cartões através do telefone, bem como realizar a segunda via de seus documentos. Ele pediu para chegar atrasado para conseguir resolver suas pendências.  

Pela questão legal, ele deveria ter que cumprir ou pagar por essas horas a menos trabalhadas. Entretanto, perceba que esse colaborador, caso não tivesse ido resolver suas pendências e continuasse exercendo seus afazeres, provavelmente não teria a produtividade ou alcançaria os resultados adequados. Seriam horas de trabalho perdidas. 

reconhecimento profissional

Evidente que esse tipo de situação não pode ser uma rotina e tem que se avaliar cada caso e cada funcionário. Mas de maneira geral, toda gestão que preze pelo reconhecimento profissional precisa considerar os diferentes fatores (necessidades da Pirâmide de Maslow) que constroem um indivíduo. É impossível desassociar a vida pessoal da profissional e não ponderar todo o contexto em que um funcionário está inserido. 

Por isso, perceba o que pode estar levando seu colaborador a não ser produtivo. Se chegar à conclusão que são problemas pessoais, tente orientá-lo a procurar ajuda. Caso sua empresa possua, encaminhe-o à psicólogos ou clínicas parceiras. Muitos funcionários ao notarem apenas essa preocupação, acabam retomando suas motivações e conseguindo manter-se comprometidos com suas funções. Isso gera confiança mútua e um sentimento de que a empresa está preocupada com o bem-estar de suas equipes e não apenas nas metas a bater.  

Leia também: Como desenvolver ações efetivas para melhorar a saúde mental nas empresas

Crie programas de incentivo e reconhecimento profissional

Sua empresa precisa entender o que motiva e desmotiva seus colaboradores. Procure realizar pesquisas de clima e realmente avalia-las para criar estratégias eficazes que demonstrem o reconhecimento profissional e passe a valorizar melhor seus colaboradores. Se você trabalha com vendas, busque construir uma competição saudável entre eles, tomando muito cuidado para não gerar uma rivalidade. É importante estabelecer que todos devem ter resultados positivos e que o trabalho em equipe gera efeitos positivos. Pense em recompensas que envolvam toda a equipe e não apenas quem se destacou. Claro, dê o devido destaque a quem teve resultados melhores, mas mostre que o todo fez com que essa recompensa tenha se tornado real. 

No caso das metas, promoções e premiações, deixe explícito o porquê de elas existirem e seus critérios de avaliação (vendas, tempo de serviço, avaliação de clientes, desempenho). Tenha extrema transparência e em caso de premiações, mostre o que levou a um profissional a ganha-la, incentivando sempre que todos podem consegui-la, como, por exemplo, viagens, folgas ou bonificações. 

Reconhecimento profissional

Outra estratégia possível é construir em conjunto com o endomarketing alguma forma de divulgar o sucesso das equipes e dos colaboradores para os demais setores. Além de demonstrar que a empresa se preocupa com o profissional, isso ajudará a ampliar o reconhecimento profissional deles. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Como você percebeu, todas essas sugestões geram um estímulo e alinham o colaborador com os valores da organização. Hoje ninguém quer trabalhar em um local que não se identifica ou que não se sente com o devido reconhecimento profissional. A volatilidade do mercado de trabalho não pode ser desculpa para você não manter em dia iniciativas que valorizem suas equipes. 

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telemedicina

O que é Telemedicina e como aplicar nas empresas

A relação entre o médico e o paciente vem se transformando ao longo dos anos. Durante muito tempo, a medicina funcionou dentro de um mesmo padrão: o paciente agenda uma consulta, encaminha-se até o consultório e é atendido pelo médico. Entretanto, esse cenário tem se atualizado e passado por grandes mudanças por conta da revolução tecnológica. Hoje a maneira como os atendimentos são dados ocorrem das mais variadas formas, graças aos avanços da telemedicina. 

A Telemedicina surge com o objetivo de ampliar a oferta de serviços clínicos em situações em que profissionais da saúde e pacientes estão distantes um do outro. Você provavelmente já ouviu histórias de pessoas que se mudaram, mas, mesmo assim, quiseram manter algum tipo de atendimento à distância, não é? Uma das áreas que mais se usa das tecnologias para suas sessões é a da psicologia. Já há algum tempo terapeutas e psicólogos realizam seus atendimentos através de aplicativos de vídeo-chamada. 

Os avanços da tecnologia da informação e das telecomunicações revolucionam hábitos e trazem uma demanda diferente para a sociedade. No outro ponto, temos uma população com rotinas cada vez mais corridas e uma mobilidade urbana reduzida. Muitas vezes deslocar-se para um médico presencial significa um planejamento de horas de antecedência e posterior ao atendimento. Para isso, surge a telemedicina, um recurso que vem se consolidando no Brasil, trazendo mais acessibilidade e opções para se manter em dia com a saúde. Quer saber mais sobre a telemedicina e como ela pode ser aplicada na Gestão de Pessoas das empresas? Então continue lendo esse texto e confira! 

O que é telemedicina?

A gente já deu uma breve contextualizada sobre a telemedicina no início do texto. Mas mesmo assim, vale explicar a fundo o que é esse recurso que vem se popularizando. Do grego, “tele” significa distância. É exatamente isso que a telemedicina representa. Serviços são disponibilizados remotamente através da utilização de tecnologias modernas. A prática teve origem em Israel, em 1950, e é bastante aplicada nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa. No início, poucos hospitais utilizavam televisões para chegar a pacientes em locais remotos. 

telemedicina

A telemedicina desde o seu início buscou facilitar cuidados com a saúde, através da assistência médica à distância para pacientes e auxílio aos profissionais da saúde, clínicas e hospitais. Isso rompe barreiras e possibilita aos médicos trocarem informações, podendo estar em diferentes lugares ao mesmo tempo. A telemedicina ultrapassa as barreiras de clínicas e consultórios, ampliando o acesso ao atendimento para variadas pessoas. 

Esses atendimentos através da telemedicina hoje ocorrem por meio de plataformas online de acesso pelo computador, tablet ou smartphone, garantindo uma elevada velocidade na troca de informações, além da facilidade de acesso. É claro que essa variedade de canais está em constante transformações, diariamente aumentando, graças aos avanços da Inteligência Artificial (IA). 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como funciona na prática?

Teleducação, emissão de laudos a distância e teleassistência são algumas das principais frentes da telemedicina, constituindo bons exemplos de como a modalidade funciona na prática. Hoje as instituições de saúde utilizam a telemedicina com diversos intuitos, desde a capacitação dos próprios profissionais da saúde, por meio de assistências e otimizações de procedimentos, até mesmo chegando ao atendimento e diagnóstico direto junto aos pacientes. 

telemedicina

Entenda melhor três áreas principais da telemedicina:

Teleassistência

Na teleassistência, o foco da comunicação está no paciente e no seu bem-estar. Por meio dela, o paciente passa a ser monitorado em seu próprio domicílio ou até mesmo no seu local de trabalho por um médico ou qualquer outro profissional da saúde, podendo inclusive esse monitoramento ser feito através de tecnologias que se comunicam com outros profissionais à distância. Assim, torna-se possível observar parâmetros clínicos e fisiológicos, para que desvios sejam detectados o mais rápido possível, antes que doenças se agravem. Você saberá um pouco mais sobre uma das tecnologias utilizadas no final desse texto. 

Teleducação

Uma das áreas da telemedicina mais aplicadas, a teleducação já é utilizada por diferentes setores, não apenas pela medicina. Na área da saúde, seu foco é na capacitação de profissionais que estão longe dos grandes centros urbanos ou de locais em que possam estar sendo dadas aulas ou palestras. Assim, torna-se possível manter os profissionais sempre atualizados e preparados para diversas situações da prática médica e clínica. São utilizadas videoconferências, aulas, palestras, e-learning e programas de reciclagem. 

Emissão de laudos à distância

Esse é um dos ramos da telemedicina que mais cresce no Brasil. Isso porque, por meio dessa tecnologia, o exame pode ser realizado em qualquer lugar e avaliado por especialistas conectados à internet, sem a necessidade de se deslocar aos consultórios para receber diagnósticos ou avaliações clínicas. O médico pode tanto encaminhar ao paciente exames a serem realizados, como também analisar os resultados. Isso gera uma redução de custos consideráveis em clínicas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

De que forma aplicar a Telemedicina nas empresas?

Você que leu até aqui provavelmente está se perguntando: “mas afinal, como utilizar a telemedicina na minha organização?Pois saiba que a Telemedicina e a segurança do trabalho formaram uma grande parceria e uma opção altamente lucrativa para as empresas. 

Por meio de soluções tecnológicas constantemente atualizadas, torna-se possível realizar o acompanhamento constante da saúde ocupacional dos funcionários, facilitando possíveis diagnósticos, além de poder concluir como está o desempenho de cada profissional. 

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Aqui na TeleWorld trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e ser uma excelente escolha para aplicar a Telemedicina na sua empresa. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais.

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e descubra agora mesmo como a Safety poderá integrar a Telemedicina à saúde dos seus colaboradores. 

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

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Até a próxima!

Obesidade nas empresas

Obesidade nas empresas: quais ações implementar para conscientizar

A obesidade nas empresas tem se tornado um desafio diário para saúde de maneira geral. No Brasil, dados divulgados pelo Ministério da Saúde, apontaram que quase 20% da população é obesa atualmente no país. Seja no âmbito pessoal ou profissional, são necessárias algumas medidas para conscientizar sobre essa condição e muitas vezes incentivar uma mudança de hábito individual.  Já no meio coorporativo, a obesidade nas empresas, além de uma preocupação com a saúde, acaba gerando uma queda da produtividade e aumentando o índice de faltas ao trabalho. 

São diversas as ações tomadas pelas organizações para compreender e conscientizar sobre a obesidade nas empresas, seja entre seus funcionários, clientes e comunidade em geral. O que não pode ser deixado de lado, é que muitas vezes o ambiente de trabalho pode acabar contribuindo para o aumento do peso. Seja por não criarem rotinas alimentares saudáveis ou acabarem desenvolvendo algum tipo de doença, colaboradores que sofrem de obesidade ou possuem propensão para o ganho de peso precisam de um olhar mais atento e cuidados especiais.  

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Pensando em como melhorar o bem-estar de seus funcionários e evitar um aumento nas taxas de obesidade nas empresas, separamos algumas orientações sobre o que é possível realizar para incentivar seus funcionários a se movimentarem mais e criarem hábitos mais saudáveis, como também procurar auxílio médico em alguns casos. Afinal, é preciso ter claro que todas as medidas não devem ter como palavra-chave o combate, mas sim criar iniciativas para compreender o que pode estar levando à obesidade nas empresas e conscientizar seus colaboradores sobre o que pode ser feito para mudar esse quadro. Confira! 

Como está a alimentação na sua organização?

O primeiro ponto a ser estudado para compreender a obesidade nas empresas é fazer um estudo e pesquisa para identificar os hábitos alimentares dos seus colaboradores. Se sua empresa possui, por exemplo, um restaurante próprio, uma boa alternativa é contratar nutricionistas que irão avaliar o cardápio ofertado pelo restaurante, como também como seus funcionários estão se alimentando. 

É preciso perceber se existem opções saudáveis em quantidades necessárias para que todos criem uma rotina alimentar positiva. Além disso, faça um levantamento de quanto e como as pessoas estão comendo. Com tantas metas a bater e objetivos a cumprir, muitos colaboradores acabam se alimentando mal e muitas vezes de maneira rápida para conseguir voltar ao serviço. Observe se seus funcionários estão realizando intervalos completos e como estão ocupando esse período. 

Obesidade nas empresas

Caso sua empresa não possua restaurante próprio e forneça, por exemplo, Vale-Refeição ou espaços de refeitório para que seus funcionários tragam almoço, uma boa maneira de compreender a obesidade nas empresas é observar o que seus colaboradores estão trazendo para comerem. 

Mas afinal, o que eu, enquanto empresa, posso fazer para mudar esses hábitos?

Você, empresário ou gestor de Recursos Humanos, pode estar se questionando sobre isso, não é mesmo? Mas saiba que é possível sim auxiliar nessa conscientização através de algumas medidas simples. Alguns exemplos possíveis e alcançáveis são através da oferta de frutas no café da manhã ou criar painéis sugestivos com orientações sobre um “prato saudável”. Se sua empresa possui àquelas máquinas com venda de produtos em seus espaços de descanso, substitua salgadinhos ou refrigerantes, por alimentos saudáveis, como sucos, barrinhas de cereais, isotônicos, sanduíches naturais.

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Construa cronogramas com ações de incentivo à hábitos saudáveis

Boa parte dessas medidas relacionadas à obesidade nas empresas são voltadas à medicina preventiva, como você está percebendo. É exatamente na prevenção que devem ser estabelecidos atos para conseguir ter um ambiente mais saudável e produtivo. Ao implantar um programa de prevenção de doenças, promoção de saúde e qualidade de vida, você consegue construir com seus colaboradores uma atmosfera de consciência, em que cada um poderá se policiar e também ajudar seus colegas a tomarem decisões positivas. Além disso, a área de pessoas poderá estabelecer quais medidas mais concretas a serem tomadas para que se diminua a incidência de obesidade nas empresas. 

Sua empresa pode, por exemplo, criar campanhas de conscientização através de banners, e-mails e eventos que estimulem a prática de esportes, alimentações saudáveis e acompanhamento médico constante para que se evite a obesidade nas empresas ou demais problemas de saúde que possam contribuir para o aumento de peso. Invista em palestras, workshops ou até mesmo crie uma cultura com seus colaboradores de práticas esportivas. 

Obesidade nas empresas

Uma atitude prática é criar grupos para praticar trilhas ou corrida. Diversas empresas já realizam isso e, além de formar um ambiente corporativo mais unido e com sinergia, acaba impactando diretamente nessa conscientização sobre a obesidade nas empresas. 

Outro aspecto que pode ser investido é em parcerias com academias ou espaços de esporte, a fim de oferecer planos especiais para seus funcionários. Não se deve esquecer que muitos acabam não tendo rotinas mais saudáveis por questões financeiras. Então, quando você oferece preços mais acessíveis e atrativos, acaba criando uma cultura de que “não tem mais desculpa para não fazer esportes”. Falta tempo? Então insira os esportes dentro do seu local de trabalho. Contrate profissionais da área de educação física e realize aulas leves por alguns minutos, como de ioga, ginástica funcional, aula de dança entre outros exercícios que possam ser inseridos dentro da sua estrutura empresarial. 

Reavalie seu local de trabalho e invista em tecnologias

Como sua empresa trabalha a segurança do trabalho e a medicina preventiva dos seus colaboradores? Há quanto tempo você não realiza aferição sobre pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, altura e índices de gordura dos seus funcionários?  

Muitas vezes o setor de recursos humanos assume diversas demandas, fazendo com que a segurança no trabalho ou medicina preventiva fique em segundo plano. Entretanto, isso pode acabar acarretando em graves problemas e gastos com plano de saúde ou até mesmo afastamento de funcionários por doenças ocupacionais. É preciso ter em mente que muitas doenças, como depressão e problemas musculoesqueléticos, podem acabar levando à obesidade ou influenciando nos comportamentos alimentares dos colaboradores. 

Obesidade nas empresas

Para isso, surgem no mercado algumas soluções tecnológicas que automatizam o controle da saúde dos seus funcionários, facilitando em muito essa responsabilidade.  Aqui na TeleWorld, trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, você consegue aplicar com maior certeza seu projeto para conscientizar sobre a obesidade nas empresas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e comece agora a construir ações efetivas relacionadas à obesidade nas empresas.

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Um grande desafio no mercado atualmente é ter real noção sobre o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa. Com tantas mudanças e transformações na maneira como os negócios se mantém e nas qualificações dos profissionais, é comum vermos corporações entrando em crise pela baixa eficiência e alcance de resultados.

Você provavelmente já deve conhecer alguma história de uma empresa que tinha tudo para dar certo, mas no fim acabou dando errado, não é mesmo? É possível que o principal motivo para isso ter ocorrido foi a baixa produtividade dos funcionários, seja por estarem desmotivados ou por não ter havido um processo seletivo qualificado. Ainda é muito difícil para muitos empresários saberem mecanismos para realizar um diagnóstico sobre o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa e dos seus colaboradores.

Essa questão tão importante para gestores e Recursos Humanos precisa ser resolvida. Para isso, resolvemos separar três atitudes imediatas para de uma vez por todas entender o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa e criar um plano de ação. Continue lendo e fortaleça o sucesso do seu negócio!

Leia também: Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

1 – Foque na qualificação profissional

Antes mesmo de analisar o seu quadro atual de funcionário a fim de responder o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa, é preciso reavaliar como você está realizando seus processos seletivos. Você realiza um estudo detalhado das demandas das áreas da sua empresa e do perfil profissional esperado para cada vaga em aberto? Além disso, quando você entrevista um profissional, você leva em conta quais características? Você busca entender como a personalidade profissional do seu entrevistado concordará ou não com a cultura organizacional?

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

São pontos primordiais para conseguir, após a contratação, manter o funcionário produtivo. Contratar profissionais com um vasto currículo de experiências e formações, pode parecer atrativo. Entretanto isso não é garantia para que ele venha a ter sempre uma qualificação e produtividade no seu negócio. É preciso investir sempre em treinamentos, palestras, congressos, estudos estratégicos com diagnósticos de pontos a serem melhorados, oferta de descontos em cursos profissionalizantes.

Mais do que apresentar opções, é importante incentivar e beneficiar quem busca esse tipo de atualização profissional. Valorize os talentos dos seus profissionais e busque criar metodologias que os desenvolva constantemente, visando sempre maior eficiência nas diversas áreas de atuação.

2 – Defina metas e objetivos bem estabelecidos

Muitas vezes nessa busca pelo o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa é importante logo de início reavaliar as estratégias e prazos já estabelecidos em cada área. É importante e essencial que cada equipe da sua empresa possua um foco de atuação e entenda a importância de sua eficiência na construção do resultado final e sustentabilidade do negócio. Entretanto, você provavelmente já deve ter visto ou notado até mesmo no seu próprio quadro, funcionários que não sabem de fato a importância dos seus trabalhos, muito menos como eles interferem no todo.

É importante fortalecer a sinergia entre todos os colaboradores, com integração de resultados e metas específicas, mensuráveis e, claro, alcançáveis e relevantes. Não adianta de nada você definir objetivos enormes, se na prática, eles nunca serão realizados. É comum muitos gestores acreditarem que ao colocarem uma meta muito maior do que a possível de se alcançar, os funcionários irão ser ainda mais produtivos para chegar ao menos perto. Só que na prática, essa estratégia pode ter efeito contrário. Por terem noção da dificuldade, muitos podem acabar desistindo logo de início e nem tentando chegar perto.

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

Outro ponto importante é definir exatamente as responsabilidade e papéis de cada um dos seus colaboradores, seja em pequenas, médias ou grandes empresas. Problemas nessas definições podem causar grandes prejuízos e até mesmo futuros processos trabalhistas. O funcionário pode acabar tendo que assumir tantas funções, que no fim, não desempenhará nenhuma delas com eficiência e qualidade. O famoso “fazer o feijão com arroz bem feito, antes de tentar assumir outras responsabilidades”.

Então para conseguir estabelecer o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa é importante dividir as tarefas dos seus colaboradores de forma clara, detalhada e sempre mantendo um canal aberto entre os funcionários e gestores, permitindo esclarecimentos sobre o que está sendo feito e o que é prioritário. Esse ponto de comunicação é essencial quando se busca uma resposta para o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa. Você só conseguirá realizar um diagnóstico do que está dando errado quando conseguir ouvir de fato um feedback de todos do seu negócio sobre o que esperam que seja feito diferente.

Seus colaboradores podem ser a resposta sobre o que está dando errado e o que tem feito com que a produtividade esteja em baixa. Muitas vezes produtividade está totalmente ligada a motivação. Então fique de olho no alinhamento da cultura organizacional com os desejos individuais ou das equipes do seu negócio. Crie grupos de clima, converse com gestores, conheça mais sobre seus funcionários e crie um sentimento interno em que todos fazem parte da construção do resultado do negócio e que cada um pode impactar diretamente no sucesso ou não.

Leia também: Como os processos de gestão favorecem a sua empresa

3 – Invista em tecnologia

Atualmente existem no mercado diversas ferramentas tecnológicas que permitem aos colaboradores acelerar processos, diminuir burocracias desnecessárias e automatizar tarefas manuais que impactam diretamente na produtividade. Hoje em dia há recursos que facilitam as comunicações, programas que integram os processos da empresa e sistemas que ajudam a fazer uma boa gestão de seus recursos humanos.

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

Aqui na TeleWorld você encontra soluções para controle do relógio ponto, ferramentas para segurança no trabalho e medicina preventiva, terminais inteligentes de autoatendimento, além de instrumentos para controle de acesso de pessoas e veículos. Quer saber como cada uma dessas soluções pode ajudar a resolver a pergunta sobre o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa? Então entre em contato agora mesmo conosco!

Leia também: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

Esperamos ter lhe ajudado a compreender o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa. Não deixe de compartilhar esse post nas suas redes sócias e auxiliar mais pessoas nessa questão!

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Qual a diferença entre gestão de pessoas, RH e departamento pessoal?

Com estruturas cada vez mais plurais e complexas, as empresas atualmente acabam enfrentando certa dificuldade ao estabelecer funções para diferentes áreas, como a de Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal. Seja por desconhecerem as funções de cada uma delas, ou por simplesmente haver uma má organização, muitos negócios acabam enfrentando sérias consequências por não compreenderem o que cada um desses setores influencia no todo.  

Por mais que Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal são áreas relacionadas aos colaboradores de uma empresa, cada uma delas possui atividades próprias e lida com aspectos singulares do capital humano, exigindo especializações e demandas específicas. A confusão entre elas se dá exatamente por esses setores serem complementares um aos outros. Apesar disso, eles não são a mesma coisa, apenas complementares

Se você busca resultados mais eficazes, almejar lucros, ter colaboradores motivados e engajados e alcançar uma alta produtividade, é essencial compreender de uma vez por todas as diferenças entre Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal. Abaixo apresentamos as principais atividades e funções de cada um desses setores na empresa. Confira: 

Gestão de pessoas

Talvez o termo e área mais difícil de diferenciar entre Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal, seja justamente o primeiro. Isso porquê muitos negócios não possuem de fato um setor para tratar desse assunto, quando na verdade deveria existir. O termo gestão está relacionado a administração, portanto, quando falamos de Gestão de Pessoas estamos nos referindo a um conjunto de atividades feitas pelos gestores de cada uma das áreas de uma empresa. Cada gestor tem um papel de gerir, administrar, seus funcionários diretos, como também os bens e serviços relacionados ao seu trabalho. Cabe a um gestor focar em algumas atividades, como: 

  • Criar processos motivacionais com sua equipe
  • Estabelecer relacionamento interpessoal e incentivar o desenvolvimento profissional
  • Planejar e liderar a equipe realizando um trabalho conjunto e específico, dependendo da situação
  • Avaliar comportamentos e resultados, dando feedbacks constantes e ouvindo o que os colaboradores têm a dizer
  • Comunicar sobre a cultura organizacional e repassar informações sobre atualizações que a empresa possa estar passando 

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Tendo em vista todas essas demandas de atividades aos gestores, faz-se necessário haver um departamento específico para auxiliar e capacitar esses processos. O setor de Gestão de Pessoas tem como principal função motivar seus colaboradores e manter um espaço de comunicação onde o colaborador consiga ser ouvido e ter voz de decisão. De maneira geral, a principal diferença entre os dois tópicos seguintes, é que o Departamento de Gestão de Pessoas age diretamente no bem-estar e engajamento dos colaboradores e orientação aos gestores.  

Leia também: Desafios de investir na gestão de pessoas: vantagens, obstáculos e resultados

 

Recursos Humanos (RH)

O Recursos Humanos e a Gestão de Pessoas muitas vezes acabam se confundindo, principalmente por, em muitas empresas, os responsáveis dessas duas áreas trabalharem no mesmo espaço físico e a atuarem em conjunto para atingir metas comuns, como reduzir o turnover, potencializar o capital intelectual, aumentar a satisfação dos colaboradores. Contudo, quando buscamos diferenciar Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal, devemos considerar como principal foco do RH planejar uma estratégia macro para a empresa focando na proximidade entre a cultura organizacional e os objetivos individuais de cada colaborador. Enquanto na Gestão de pessoas é diagnosticado o que é preciso ser organizado ou transformado, cabe ao RH pensar em metodologias e estratégias para que de fato essa mudança ocorra. 

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Job applicant having an interview.Group of business people having job interview with young woman.

Por exemplo: o gestor de pessoas pode perceber que determinado setor da empresa não está em sintonia e apresentando desavenças ou resultados muito abaixo do esperado. Cabe ao RH propor as técnicas para aumentar essa satisfação e ações para que produza o efeito desejado, podendo muitas vezes perceber a necessidade de renovação do time de funcionários. 

Abaixo algumas funções dos profissionais de RH:

  • Realizar os processos de seleção e recrutamento
  • Planejar atividades de integração de novos colaboradores
  • Criar formas de premiação por metas alcançadas
  • Verificar a qualificação profissional de determinados profissionais para vagas 
  • Plano de Carreira
  • Promover palestras motivacionais
  • Fundamentar métodos para avaliação de desempenho dos colaboradores
  • Estruturar planos de cargos e salários

Leia também: Processo de seleção: como escolher o candidato certo para cada vaga

 

Departamento Pessoal

Para finalizar essa diferenciação entre Gestão de Pessoas, RH e Departamento Pessoal, chegou a hora de explicar o último setor em questão. Enquanto Gestão de Pessoas e RH está fortemente ligado ao envolvimento do colaborador na organização, o Departamento Pessoal é responsável por cuidar dos aspectos mais burocráticos e trabalhistas da empresa, muitas vezes tendo em seu escopo de funcionários Administradores ou técnicos em Administração. 

O Departamento Pessoal centraliza as informações sobre o capital humano da organização, construindo uma base de dados a fim de focar na sustentabilidade financeira da empresa e muitas vezes concedendo subsídios às práticas dos gestores de pessoas e de RH. 

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Veja as principais responsabilidades desempenhas pelos funcionários do Departamento Pessoal: 

  • Realizar pagamentos 
  • Definir cargas horárias de trabalho
  • Formalizar Contratos e Registro de Carteira 
  • Cálculos de Férias, Horas Extras, Vale Transporte, Alimentação, 13º, Licença maternidade, FGTS, INSS e indenizações 
  • Normatizar o processo de contratação e demissão de colaboradores 

Leia também: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

Como você percebeu existem diferenças fundamentais entre Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal. Os três setores existem na sua empresa? O trabalho realizado em cada um deles está de acordo com essas funções estabelecidas ao longo do texto? Se sua resposta for não para cada uma dessas perguntas, talvez esteja na hora de rever os processos e a estrutura da sua organização. 

Nunca se esqueça que o Departamento Pessoal tem como objetivo auxiliar a empresa no que diz respeito às suas atividades administrativas de negócio. Já o Recursos Humanos, tem foco no desenvolvimento pessoal. Por fim, o setor de Gestão de Pessoas deve observar o relacionamento interpessoal dos colaboradores. Quando cada uma dessas áreas está bem estabelecida em uma empresa, os colaboradores e toda a empresa ganham em produtividade e resultados positivos

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Até a próxima! 

empreendedorismo sustentável

Como aplicar o empreendedorismo sustentável

A sustentabilidade vem tomando formas cada vez mais concretas com o passar dos anos. O reconhecimento de ações mais conscientes acerca do meio ambiente e do convívio social, traz uma nova demanda para as grandes e pequenas empresas: o empreendedorismo sustentável. Mais do que atitudes voltadas a preservação ambiental, surge nesse novo modelo de negócio uma reflexão sobre as relações de trabalho e a qualidade de vida dos funcionários. 

O consumidor está cada vez mais atento e buscando um consumo mais responsável. Cada vez mais é perceptível um aumento nos debates sobre a responsabilidade individual para evitar a intensificação das mudanças climáticas, bem como a procedência dos produtos que compramos ou consumimos. Isso levou os governos de diferentes países assinarem acordos e protocolos para adotar medidas que possam frear de alguma maneira a ação nociva da humanidade sobre o meio ambiente. 

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Numa rápida busca na Internet vemos diferentes atitudes comerciais para pôr em prática o empreendedorismo sustentável. Uma delas, mais recente, foi a adoção de canudos biodegradáveis por boa parte dos estabelecimentos gastronômicos. Essa necessidade surgiu a partir de uma demanda real de uma boa parte da população que passou a debater o impacto negativo que os canudos de plástico tinham no oceano e na vida marinha. Essa necessidade de comportamentos mais humanitários por parte das empresas é comprovada a partir de uma pesquisa realizada pelo IBGE, em 2018, em que foi constatado que 61% dos entrevistados mudariam seu estilo de vida para beneficiar o meio ambiente. Ainda, 70% afirmaram que aceitariam pagar mais caro por produtos que não causem grandes impactos a natureza. 

Mas afinal quais as características do empreendedorismo sustentável e como colocá-lo em prática? Abaixo respondemos essas e outras questões: 

O que é o empreendedorismo sustentável?

Também chamado por alguns especialistas como “empreendedorismo orientado à sustentabilidade”, o empreendedorismo sustentável tem como características a aplicação de um modelo de negócio em que se busca unir o alcance de resultados através do desenvolvimento de ações de responsabilidade social e ambiental. As empresas que se enquadram nessa modalidade possuem em seu escopo de ações medidas que não prejudicam os ecossistemas, sejam elas diariamente na rotina de trabalho, como também através de grandes projetos socioambientais. 

empreendedorismo sustentável

Empresas que colocam em prática o empreendedorismo sustentável levam em conta todo o curto, médio e longo prazos de suas ações, focando especialmente em atitudes duradouras, pensando no futuro e nas próximas gerações. O empreendedor parte da premissa que sua empresa tem algum impacto no meio ambiente, bem como na sociedade como um todo, pelo simples fato de existir. Com o empreendedorismo sustentável, esse dono do negócio busca aumentar os impactos positivos e diminuir os negativos

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Mas afinal, como tornar real o empreendedorismo sustentável?

Pequenos atos podem fazer a diferença para se conseguir ter uma empresa mais sustentável e responsável. Veja abaixo alguns exemplos: 

Diminua o consumo da sua empresa

Já parou para pensar em como sua empresa pode contribuir para uma mudança de hábitos de dentro para fora? Pois é. Que tal começar a realizar campanhas internas mostrando como o consumo de energia e água podem ser reduzidos? Mas antes de querer conscientizar seus funcionários, repense também sua estrutura e sua conduta de consumo empresarial. Você quando compra um equipamento, repara se ele possui Selos Procel de Economia de Energia? Sua empresa reutiliza a água da chuva? Você possui lixeiras de reciclagem? Existem copos plásticos nos bebedouros?  

empreendedorismo sustentável

Para aplicar o empreendedorismo sustentável, você precisa, antes de querer que seus funcionários abracem essa ideia, planejar as mudanças necessárias na estrutura física do seu negócio. Equipamentos antigos, por exemplo, além de acabarem levando a prejuízos financeiros, afetam extremamente o meio ambiente. Quando você tiver uma empresa com um posicionamento sustentável, provavelmente a aceitação dos seus funcionários será maior e eles irão compreender a importância dessas atitudes tanto dentro do seu negócio, como fora em suas rotinas. 

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Qualidade de vida dos seus funcionários também é sustentabilidade

Ter uma empresa que cuida do bem-estar dos seus funcionários, buscando mantê-los sempre motivados ou compreender o que não está em conformidade com as suas expectativas, é um dos principais passos para conseguir pôr em prática o empreendedorismo sustentável. Não adianta de nada ter inúmeras práticas em prol do meio ambiente, mas internamente os funcionários não estarem felizes de trabalhar na sua empresa e as relações entre eles estarem conturbadas. 

É preciso desenvolver de maneira contínua o senso de pertencimento do colaborador, abrindo oportunidades para que eles apresentem suas ideias, inovações e sintam segurança para poder crescer e alcançarem seus objetivos dentro da empresa. O ambiente de trabalho precisa ser leve, com uma cultura colaborativa, em que todos sintam que possuem as mesmas chances de crescer ou expressarem suas opiniões e angústias. 

Reveja processos

É de suma importância quando se busca o empreendedorismo sustentável ter em mente que todos os processos da sua empresa precisam estar de acordo com esse novo modelo de negócio. Questione-se. O produto que você vende gera uma necessidade constante de reposição? Você utiliza grande quantidade de compostos químicos e descarta-os de maneira incorreta? Quais impactos que sua empresa trouxe e traz para a localidade onde está instalada? 

empreendedorismo sustentável

Repense como é a produção do seu produto. Essa etapa demanda muitos recursos naturais? Será que é possível reduzir o consumo de energia ou readequar as matérias primas utilizadas? Depois disso, analise também o processo de transporte do seu produto. Como está o gasto com combustível dos seus veículos? Eles estão com as revisões em dia? São transportes econômicos? 

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O empreendedorismo sustentável deve ser mais do que uma teoria de negócio e sim uma prática diária e constante, tornando-se parte da missão do negócio. Nenhuma empresa consegue ser reconhecida como sustentável, se não realizar uma readequação completa dos seus hábitos e valores. É preciso acreditar no poder de fazer a diferença e que o empreendedorismo sustentável trará melhores resultados, tanto economicamente, como na produtividade dos funcionários. 

Para começar, que tal espalhar esse conteúdo nas suas redes sociais contando que você vai colocar esse modelo em prática? Assim você consegue impactar mais pessoas nessa causa!

Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

O discurso de uma empresa inclusiva vem ganhando cada vez mais espaço no mundo corporativo e nos workshops de Gestão de Pessoas. Entretanto, mais do que um discurso, ser inclusivo significa ver na diversidade um ponto positivo para conquistar ainda mais sucesso. É preciso compreender que diferentes perfis de funcionários geram representatividade e compatibilidade com o mundo em que vivemos. Mas afinal, como ser mais inclusivo?

Um dos primeiros passos é vestir a inclusão como algo seu, que vai muito além da empresa. Um bom gestor que preza a pluralidade põe em prática dentro e fora do local em que trabalha. Mais do que defender a causa, é preciso ter ferramentas para conseguir colocá-la em prática. É necessário também acreditar que ser uma empresa inclusiva irá gerar mais valor e destaque perante os concorrentes no mercado.

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O problema muitas vezes encontra-se quando o gestor precisa contratar, avaliar ou promover funcionários. É comum e habitual ter perfis padrões que cada gestor classifica como “modelos de sucesso”. A partir daí é preciso se questionar quais são os parâmetros criados para essa classificação e personalização. Perceber se esses modelos não estão favorecendo um determinado grupo em detrimento de outros, mesmo que ambos tenham as mesmas potencialidades de garantir um resultado gratificante.

Um exemplo prático de como isso pode ocorrer é ao nos depararmos com um processo seletivo. O gestor ao preparar uma entrevista acaba tendo em mente já experiências profissionais e educacionais pré-estabelecidas. Como um MBA em Universidades renomadas ou ter ocupado algum cargo numa empresa com reconhecimento internacional. Em sua maioria, essas expectativas são criadas tendo como premissa um padrão que se adeque a sua própria receita de sucesso. Busca-se um funcionário que combine com os outros funcionários da equipe e também com a maneira como o gestor trabalha. Entretanto, essas premissas podem acabar excluindo uma gama de outros possíveis profissionais que possam contribuir de outras maneiras mais eficazes, tendo um potencial de crescimento no trabalho ainda maior.

Ao priorizar determinada formação, como por exemplo um MBA em uma Universidade renomada, já estamos dando preferência a candidatos mais tradicionais ou com um perfil muito semelhante um do outro. Muitas vezes essa escolha traz consigo uma inclinação implícita por homens brancos, por exemplo, afinal são eles que ocupam boa parte dos programas de MBA consagrados.

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Confira abaixo cinco dicas de como ter um negócio inclusivo:

Como ser mais inclusivo: todos temos preconceitos, visíveis ou não

Falar sobre preconceito muitas vezes é algo incômodo e desconfortável. Assumir a existência deles pode ser muitas vezes um trabalho demorado e cansativo. Mas se você tem o objetivo de ter uma empresa mais inclusiva, você deve abraçar esse desafio como prioridade. Todos nós temos preconceitos inconscientes ou estabelecemos modos operantes que orientam nossas ações e suposições do que é correto ou não.

como ser mais inclusivo

Tudo fica mais fácil a partir do momento que conseguimos aceitar que somos humanos e podemos cometer julgamentos equivocados. Precisamos analisar nossas receitas de sucesso sob um olhar mais clínico. Os líderes geralmente deixam a mostra seus preconceitos ao priorizar pessoas de mesma raça, sexo ou qualquer aspecto que se assemelhe as suas características pessoais.

Como ser mais inclusivo: autoconsciência se conquista

Questione-se. A melhor forma de perceber suas preferências ocultas e preconceitos é se desafiando a pensar diferente. Se você estudou num colégio de elite, tente analisar os pontos positivos de contratar alguém que não estudou. Quais perspectivas essa pessoa pode trazer para equipe, bem como discussões mais profundas e melhores decisões. Ao fazer essas perguntas, ficará mais fácil compreender a necessidade de visualizar além da sua receita de sucesso, percebendo seus preconceitos velados e transformando-os em futuros potenciais para conquistar uma equipe mais inclusiva.

como ser mais inclusivo

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Como ser mais inclusivo: formação de equipes pensantes

Observe a sua equipe. Ela está muito homogênea? Os integrantes possuem as mesmas opiniões e as discussões muitas vezes acabam em um consenso geral sem muitos contrapontos? Esse é um sinal importante para perceber que não existe uma inclusão.

como ser mais inclusivo

Ao buscar um novo funcionário, analise competências e perspectivas que faltam para o seu time. Busque na trajetória do seu futuro funcionário vitórias e desafios que o fizeram se destacar. Combinar diferentes culturas melhora a convivência e proporciona uma troca de ideias mais madura e com aprendizados diários.

Com uma equipe inclusiva, percebe-se que cada integrante possui necessidades diferentes, bem como hábitos particulares. Com isso, aumenta-se as chances de conseguir soluções mais produtivas e criativas.

Como ser mais inclusivo: revise seus critérios para promoção:

Talvez sua empresa já possua uma gama de funcionários com uma ampla variedade de origens. Entretanto, mesmo assim você percebe que eles não se sentem igualmente bem-vindos e valorizados. Isso é comum e reflete um problema nos critérios de promoção. Ter uma empresa diversa não significa necessariamente ser inclusivo.

A inclusão é um objetivo que se constrói e deve fazer parte da cultura da organização. É preciso dar espaços iguais e oportunidades semelhantes a todos. Todos os funcionários precisam sentir que possuem a mesma oportunidade de avançar e crescer profissionalmente dentro da organização.

É fundamental entender como as políticas internas da empresa podem impactar negativamente nesse processo de inclusão. Muitas vezes esses critérios valorizam apenas resultados, muitas vezes ignorando experiências. Por exemplo: alguém que assumiu um novo projeto e não obteve o sucesso esperado, pode ter aprendido a ter mais determinação e perseverança do que outra pessoa que escolheu algo mais seguro e com sucesso garantido.

Além disso, estudar os dados de funcionários e suas dificuldades é uma boa maneira para começar a pensar em um novo processo interno. Uma empresa que aspira ser mais inclusiva deve observar seus números de recrutamento, engajamento e promoção. Se sua empresa contrata mulheres e homens na mesma proporção, mas percebe que poucas delas alcançaram cargos mais altos ou se mantiveram na organização por mais tempo, é um sinal de que elas estão recebendo menos oportunidades de avanço do que os homens.

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Como ser mais inclusivo: espalhe essa prática de dentro para fora

Uma maneira prática para conseguir transformar a cultura organizacional a fim de ter uma empresa mais inclusiva e diversa é preparar todos os funcionários para isso. Líderes e gestores necessitam de treinamentos exclusivos para que entendam a relevância da diversidade para a sustentabilidade da empresa. Na maioria das vezes, é necessária uma readequação na linguagem utilizada para divulgar vagas, bem como em comunicações internas.

Treinamentos comportamentais, programas de mentoria, workshops são boas maneiras para espalhar essa prática. Mas além disso, para conseguir sair do discurso e partir para a prática é importante que os membros do time executivo da companhia defendam essa necessidade de melhoria, aplicando práticas inclusivas em suas agendas diárias. Nesse sentido, o presidente, diretores e gerentes assumem papeis primordiais nesse protagonismo direto, sendo importante a criação de estratégias de inclusão transparentes.

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Até a próxima.

importância da segurança do trabalho nas empresas

A importância da segurança do trabalho nas empresas

Falar sobre a importância da segurança do trabalho nas empresas é escrever sobre sucesso, produtividade e clima organizacional qualificado. Uma indústria e organização que investe nessas práticas cria uma corrente de conscientização a todos os colaboradores, naturalizando hábitos que muitas vezes são ignorados ou desvalorizados.

Apesar de muitas vezes serem deixadas de lado, medidas preventivas relacionadas a segurança do trabalho são fundamentais para a redução, controle e eliminação de riscos de acidentes e de doenças ocupacionais. Para que seus funcionários produzam bem, é essencial que eles possuam um local de trabalho confortável e se sintam felizes e seguros naqueles ambientes. Mais do que isso, os colaboradores devem perceber que a empresa foca na importância da segurança do trabalho na gestão corporativa.

A segurança do trabalho tem se tornado foco por conta de um dado nacional alarmante. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com mais casos de acidentes de trabalho. Dessa maneira, a fiscalização pelo Ministério do Trabalho vem se intensificando, como também sanções a empresas que não cumprem com as regras e legislações relacionadas a Saúde e Segurança no Trabalho (SST) previstas pela Constituição.

Leia também: Como adequar empresas de segurança do trabalho e medicina preventiva ao eSocial

Quer entender um pouco mais sobre o assunto? Então abaixo explicamos o que é e a importância da segurança do trabalho nas empresas. Continue lendo e confira!

A Segurança do Trabalho passou a ser percebida como essencial em meio a Revolução Industrial que ocorreu na Europa por volta do século XVII. Foi uma fase de transformações que provocaram a mecanização dos sistemas de produção e do trabalho assalariado.

Em meio a todo esse processo tecnológico, criou-se ambientes de trabalho precários, sujos, abafados e com os trabalhadores chegando a trabalhar mais de 15 horas por dia.  Dessa maneira, não havendo direitos trabalhistas, passou a ter um aumento significativo no número de acidentes de trabalhos, doenças ocupacionais e até mesmo mortes.

importância da segurança do trabalho nas empresas

O marco para o início de normas e regularizações voltadas a conscientização da importância da segurança do trabalho nas empresas é 1919, quando foi criada a Organização Internacional do Trabalho – OIT e a primeira lei brasileira sobre acidentes de trabalho (Lei nº 3.724/19). Ao longo dos anos, essas legislações foram aumentando e em 1978 surgiram, no Brasil, as Normas Regulamentadoras – NRS do Ministério do Trabalho.

Dessa maneira, como você deve concluir, segurança do trabalho nada mais é do que um conjunto de leis que resultam na adoção de ações por parte das empresas com o objetivo de controlar, diminuir e prevenir as doenças e os acidentes com trabalhadores, além de protege-los de doenças adquiridas no ambiente de trabalho. Essas atitudes devem existir em todos os segmentos, tendo em vista que todas as áreas possuem riscos e características que podem deixar o funcionário exposto.

Mas afinal, na prática, qual a real importância da segurança do trabalho nas empresas?

Muitas empresas quando precisam repensar suas ações relacionadas a segurança do trabalho esbarram no custo que isso vai acarretar ao negócio. Entretanto, a importância da segurança do trabalho nas empresas está, justamente, em encarar todo esse valor como um investimento em curto, médio e longo prazo, uma vez que são medidas que impactarão positivamente e de imediato no espaço de trabalho e, por consequência, em todos que estão inseridos nesse meio. Abaixo elencamos alguns tópicos sobre o que você irá ganhar ao compreender a importância da segurança do trabalho nas empresas:

importância da segurança do trabalho nas empresas

Melhoria na imagem

Seja internamente, como externamente, uma demanda constante no mercado de trabalho atual é ter um clima organizacional positivo, bem como se tornar uma referência externa como um bom negócio para se trabalhar e quem sabe investir. Nunca ficou tão evidente como hoje em dia àquela velha sina: “você é o que dizem sobre você”.

A visão de uma empresa no mercado reflete o que seus funcionários falam sobre ela. E quando falamos funcionários, estamos dizendo não apenas os que estão atualmente no seu quadro de colaboradores, mas também àqueles que por quaisquer motivos não fazem mais parte. Uma organização que se mostra compromissada com a legislação e preocupada, de fato, com seus funcionários, demonstra que todos fazem parte do resultado final e da prosperidade do negócio.

Quando você reduz acidentes e ocorrências envolvendo a segurança dos trabalhadores, você consegue garantir credibilidade corporativa, demonstrando responsabilidade social. No próximo tópico falamos um pouco mais sobre como conseguir construir essa credibilidade dando importância a segurança do trabalho nas empresas

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Colaboradores motivados e produtivos

Produtividade e motivação são sinônimos. Talvez a gramática não os classifique assim, mas no mercado de trabalho, ter funcionários que amem o que fazem, sentem-se inseridos no local onde trabalham e percebem a importância das suas funções para a sustentabilidade do negócio, tornam-se, de fato, mais produtivos e engajados.

Quando sua gestão dá a devida importância da segurança do trabalho nas empresas você está investindo em qualidade do serviço prestados por cada um que compõe a organização. Prazos serão mais respeitados, o desempenho, bem como a propensão a cumprir metas, aumentará e o cliente final ficará extremamente satisfeito.

No final, você nem sentirá no bolso

De início, investir em segurança do trabalho pode sim impactar nas finanças do seu negócio, principalmente se você tiver deixado de lado essas ações por muito tempo. Entretanto, quando você foca em trabalhos preventivos para evitar acidentes e doenças ocupacionais, sua empresa acaba gerando menos custos com materiais, afastamentos ou até mesmo ações judiciais. Um ambiente seguro e com equipamentos de proteção essenciais inibe os riscos e mantém a atenção dos funcionários no cumprimento das normas.

importância da segurança do trabalho nas empresas

Todo o custo inicial retornará com o aumento do rendimento e de resultados positivos de seus funcionários. Mas é importante também transformar a mentalidade dos gestores do seu negócio, fazendo-os compreender a importância da segurança do trabalho nas empresas e seus impactos no crescimento e cumprimento de metas.

Leia também: Como montar um projeto de medicina preventiva

Esperamos ter lhe ajudado a entender um pouco mais sobre a importância da segurança do trabalho nas empresas. Se você estiver disposto a investir nesse segmento, conte com a TeleWorld. Nós temos tecnologias atualizadas com soluções para o seu negócio. Fale conosco!  

 

Gestão de Saúde Corporativa

Gestão de Saúde Corporativa: como implementar em 7 passos

João vinha sofrendo há alguns meses com perda dos movimentos das mãos e fraqueza nos punhos ao trabalhar. Após resistir por muito tempo e acreditar não ser nada, ele resolveu ir atrás do plano de saúde empresarial. Depois de alguns exames, ele recebeu o diagnóstico: Síndrome do Túnel do Carpo. A doença é um tipo de Distúrbio Osteoarticular Relacionado ao Trabalho (DORT). Essa história provavelmente acontece na vida real, com o personagem principal tendo diversos nomes, não apenas João. Muitas empresas que não possuem um sistema de gestão de saúde corporativa já passaram por isso ou estão passando.

A incidência de doenças ocupacionais tem sido alvo de discussões e atenção dos profissionais de Recursos Humanos, bem como discutida cada vez mais em Congressos de Gestão de Pessoas. A necessidade de possuir gestão de saúde corporativa vem aumentando na mesma intensidade em que os funcionários estão exigindo maior atenção das empresas com seu bem-estar e qualidade de vida dentro e fora da organização.

Se algum tempo atrás ter uma gestão de saúde corporativa se resumia apenas a oferecer um plano de saúde empresarial mais completo, hoje diversos diretores já perceberam que isso é o mínimo a ser feito, muitas vezes não sendo nem eficaz, tendo em vista as demandas do mundo moderno. Empresas que desejam crescer e se destacar precisam investir em uma equipe de qualidade e alto rendimento, que só será possível tendo uma estratégia plural e efetiva de gestão de saúde corporativa.

Já falamos em alguns outros textos aqui no nosso blog, mas não custa repetir: a gestão de saúde corporativa é essencial para garantir a produtividade dos colaboradores de uma empresa. Basta você pensar nos seus próprios hábitos. Já tentou um dia ao menos acordar mais cedo, sair para fazer uma atividade física e tomar um café da manhã mais saudável? Provavelmente o resto do seu dia pareceu muito mais intenso e produtivo, não é mesmo? Agora já imaginou poder, entre uma atividade do trabalho e outra, fazer algum tipo de relaxamento corporal, como ginástica laboral? E ter incentivo da empresa para realizar algum exercício físico?

Leia também: Como adequar empresas de segurança do trabalho e medicina preventiva ao eSocial

Ginástica laboral e incentivo a exercícios físicos são alguns passos para conseguir implementar uma gestão de saúde corporativa. Abaixo explicamos um pouco mais sobre esses dois e outras iniciativas que sua empresa podem aderir agora mesmo!

Ginástica Laboral

Um passo simples, mas que pode gerar grandes impactos no bem-estar dos funcionários. Como citamos a história acima do personagem fictício João, com sessões constantes de ginástica laboral em sua empresa, casos como o dele poderiam ser diagnosticados previamente ou até mesmo evitados. O principal objetivo da ginástica laboral é exatamente esse de evitar casos de Lesão por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT).

Gestão de Saúde Corporativa

Além disso, realizar exercícios de alongamento, relaxamento, coordenação motora e fortalecimento muscular nos intervalos das jornadas de trabalho auxiliam na diminuição do estresse e alivia tensões, consequentemente tendo um ganho na produtividade do colaborador.

Parcerias com academias ou clubes esportivos

Uma gestão de saúde corporativa efetiva pensa na saúde do funcionário dentro e fora da empresa. Já imaginou oferecer para seus colaboradores benefícios e descontos em academias, centros esportivos ou clubes da sua cidade? Uma prática cada vez mais comum e que proporciona ganhos muito maiores internos e externos ao seu negócio. Além de proporcionar parcerias, com aumento da credibilidade e visão de empresa consciente, seus funcionários se sentirão incentivados a mudar seus hábitos. Ponto que falaremos no próximo tópico.

Mudança de hábito de dentro para fora

Um dos pilares de uma boa gestão de saúde corporativa passa pela promoção de hábitos saudáveis entre os colaboradores. Ações nesse sentido podem ser realizada com diferentes focos e formatos. Como, por exemplo, trazendo palestrantes, promovendo feiras internas com profissionais da saúde, entre outros tipos. Alguns temas que podem ser trazidos para debate é o combate ao tabagismo, promoção de uma alimentação mais saudável, conscientização sobre alcoolismo e dependência química, orientações sobre a importância de ter uma boa noite de sono.

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Gestão de Saúde Corporativa

Supervisione a conduta preventiva dos colaboradores

Promover essas ações, oferecer condições básicas de trabalho e equipamentos de proteção necessários é obrigação da empresa. Entretanto, nem sempre os colaboradores compreendem a importância de se protegerem adequadamente e fazerem uso das medidas preventivas. Não adianta de nada você criar inúmeras campanhas, ir atrás de parcerias e seus funcionários não tomarem atitudes de fato para mudarem seus hábitos, né?

Para isso surge a necessidade de haver uma gestão de saúde corporativa focada também na supervisão da conduta com frequência. Realize rondas sem avisar, verificando todos os aspectos estruturais, físicos e pessoais que possam estar sendo prejudiciais, como cadeiras com defeitos, postura inadequada, ausência de capacetes, protetores de ouvidos, óculos, máscaras, ambientes úmidos, janelas que não abrem ou fecham, ar condicionado com atraso de manutenção, etc.

Pesquisas sobre clima organizacional

Outro aspecto muito importante para a gestão de saúde corporativa é a condição psicológica em que os colaboradores estão trabalhando. Sua empresa pode inclusive estar enfrentando esse dilema: possui inúmeras iniciativas para evitar problemas físicos, mas mesmo assim, seus colaboradores estão constantemente desmotivados e a frequência de afastamentos e atestados está alta.

Provavelmente seus funcionários estão enfrentando uma crise de identidade com seu negócio, podendo até mesmo estarem sobrecarregados. Sabemos que os índices de depressão no trabalho aumentam a cada dia e a empresa precisa estar atenta a isso. Promova grupos com colaboradores para levantar como está o clima organizacional, a fim de descobrir pontos que precisam ser revisados e melhorados. É comum uma mesma reclamação ser identificada por funcionários de diferentes áreas. Mas é importante que você esteja de fato disposto a realizar melhorias e, mais do que ouvir, analisar e aplicar essas questões numa reformulação da cultura organizacional.

Leia também: Como montar um projeto de medicina preventiva

Mantenha em dia a Análise Ergonômica

Como falamos acima, é essencial estar atento às condições estruturais que o ambiente de trabalho oferece aos funcionários. A Análise Ergonômica do Trabalho prevê condições ideais para os funcionários, levando em conta pontos como mobília, transporte, equipamentos, níveis de ruído, iluminação, temperatura, umidade. Manter em dia essas avaliações é ter uma gestão de saúde corporativa mais eficiente e eficaz.

Gestão de Saúde Corporativa

Invista em tecnologia

Uma excelente alternativa para conseguir ter melhores resultados na gestão de saúde corporativa é contratar soluções de segurança do trabalho e medicina preventiva. Com equipamentos tecnológicos, além de cortar custos, sua empresa coloca a saúde dos trabalhadores em primeiro lugar. Quer saber mais sobre alguns produtos? Então confira as Soluções da TeleWorld e entre em contato conosco!

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8 vezes que candidatos não foram contratados por algum post nas redes sociais

Uma das dicas que já ouvimos falar é prestar bastante atenção ao que está nas suas redes sociais, principalmente se as postagens antecedem a uma entrevista importante de emprego. Existem diversos casos de pessoas que deixaram de ser contratadas ou que nem foram chamadas para entrevista por conta do que as suas páginas nas redes sociais diziam.

Mas, você sabe até que ponto isso pode impactar negativamente um processo seletivo? Em seguida, contaremos algumas histórias reais sobre candidatos que iam bem em determinados processos seletivos mas que, por um deslize, botaram tudo a perder.

Em alguns destes casos, os candidatos se comportaram realmente mal, já em outros, os posts colocavam em dúvida aquilo que dizia em seus currículos. Para saber o que não fazer nas redes sociais enquanto se procura um emprego, acompanhe os casos a seguir:

 

1 – Não seja agressivo nas suas redes sociais

Uma empresa da Geórgia estava quase finalizando um processo seletivo, quando um candidato foi desmascarado nas redes sociais. O concorrente estava aplicado para uma vaga de coordenador de transações, no qual precisaria lidar com tarefas como documentos, agendamento e coordenação de vendedores, advogados, financiadores, empresas de títulos e muito mais.

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Foi quando a equipe de RH encontrou posts em seu Facebook (na conta pública do candidato) que fizeram repensar a escolha. O candidato estava postando conteúdo político, o que durante uma campanha presidencial não era incomum. Porém, notaram um ar bem agressivo nas respostas que ele dava para as pessoas que discordavam da sua opinião.

A empresa com a vaga em aberto buscava por um candidato que fosse capaz de deixar de lado suas diferenças e trabalhar bem em equipe. A ação vista nas redes sociais dizia claramente o oposto sobre o comportamento do candidato e, por isso, ele não conseguiu a vaga de emprego.

2- Não minta. Nunca!

O fundador de uma agência de empregos de São Francisco teve uma experiência um tanto quanto desconfortável.

Certa vez, uma candidata a um cargo de assistente administrativo ligou para cancelar sua entrevista em cima da hora, com a “desculpa” que a sua mãe tinha falecido. Então, é claro que eles entenderam e não tiveram problemas para reagendar. Logo depois, ela mandou um e-mail para dizer que precisava de um pouco mais de tempo.

Desconfiados, procuraram a candidata no Facebook e foram surpreendidos com uma foto dela jantando com a mãe, um dia depois de sua suposta morte. Então, a lição aqui é simples: não minta, e certifique-se de como você está se apresentando nas mídias sociais. Pode ser que alguma atitude vá de encontro com a história que você está contando no seu processo seletivo.

 

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3- Brincadeiras fora do contexto podem ser um problema nas redes sociais

Esta mesma agência estava contratando novos funcionários para uma creche da cidade. Dentro deste contexto, se fazia extremamente necessária uma pesquisa mais aprofundada sobre os candidatos e seus antecedentes.

O candidato em questão tinha uma conta no Twitter que apresentava repostagens do Children Falling Over, um site dedicado a fotos e vídeos de crianças caindo. Embora os posts tivessem alguns anos e mesmo não sendo nada muito sério, a empresa não quis correr o risco e dispensou o possível funcionário.

 

4- Comporte-se quando o seu time estiver em campo

O antigo diretor da Universidade de Delaware liderou um processo seletivo onde precisava escolher entre dois candidatos com capacidades e habilidades muito semelhantes entre si. E adivinha qual foi o caminho usado para a tomada de decisão? Sim, as redes sociais.

Um dos candidatos não tinha presença no LinkedIn e, além disso, o seu Facebook estava repleto de palavrões e xingamentos contra seus times rivais no futebol. É claro que o outro candidato teve vantagem e conseguiu a vaga de emprego.

 

5- Visões controversas em relação a postura da empresa

Encontrar alguém com as habilidades técnicas necessárias era um desafio para Cristian Rennella, co-fundador e CEO da elMejorTrato.com. Mas, em meio a tantos currículos ele conseguiu identificar um candidato promissor.

Ao pesquisar o seu histórico nas redes sociais, encontraram um tweet em que o candidato afirmou que ter um diploma universitário é um requisito para conseguir um emprego como programador. “Isso vai claramente contra a cultura da empresa, onde consideramos que alguém não deve ser qualificado por seus títulos ou pela falta deles, mas sim pela capacidade de desenvolver o trabalho”, diz Rennella.

6- Já conseguiu o emprego? Cuidado redobrado com o que vai escrever nas redes sociais

Uma estagiária recém contratada fez um post para informar a notícia e escreveu que iria usar a oportunidade de estágio para aproveitar o verão e teoricamente não trabalhar como deveria. A empresa, que logo encontrou o post, ficou tão descontente que rescindiu sua oferta.

 

Concluindo

Sabemos que procurar emprego não é uma tarefa fácil. Invista um tempo e busque em suas redes sociais conteúdos que possam impactar de maneira negativa em algum processo seletivo. Você se contrataria com base no que vê em suas redes sociais? Se a resposta for não, pergunte-se o porquê.

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