importância da segurança do trabalho nas empresas

A importância da segurança do trabalho nas empresas

Falar sobre a importância da segurança do trabalho nas empresas é escrever sobre sucesso, produtividade e clima organizacional qualificado. Uma indústria e organização que investe nessas práticas cria uma corrente de conscientização a todos os colaboradores, naturalizando hábitos que muitas vezes são ignorados ou desvalorizados.

Apesar de muitas vezes serem deixadas de lado, medidas preventivas relacionadas a segurança do trabalho são fundamentais para a redução, controle e eliminação de riscos de acidentes e de doenças ocupacionais. Para que seus funcionários produzam bem, é essencial que eles possuam um local de trabalho confortável e se sintam felizes e seguros naqueles ambientes. Mais do que isso, os colaboradores devem perceber que a empresa foca na importância da segurança do trabalho na gestão corporativa.

A segurança do trabalho tem se tornado foco por conta de um dado nacional alarmante. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país com mais casos de acidentes de trabalho. Dessa maneira, a fiscalização pelo Ministério do Trabalho vem se intensificando, como também sanções a empresas que não cumprem com as regras e legislações relacionadas a Saúde e Segurança no Trabalho (SST) previstas pela Constituição.

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Quer entender um pouco mais sobre o assunto? Então abaixo explicamos o que é e a importância da segurança do trabalho nas empresas. Continue lendo e confira!

A Segurança do Trabalho passou a ser percebida como essencial em meio a Revolução Industrial que ocorreu na Europa por volta do século XVII. Foi uma fase de transformações que provocaram a mecanização dos sistemas de produção e do trabalho assalariado.

Em meio a todo esse processo tecnológico, criou-se ambientes de trabalho precários, sujos, abafados e com os trabalhadores chegando a trabalhar mais de 15 horas por dia.  Dessa maneira, não havendo direitos trabalhistas, passou a ter um aumento significativo no número de acidentes de trabalhos, doenças ocupacionais e até mesmo mortes.

importância da segurança do trabalho nas empresas

O marco para o início de normas e regularizações voltadas a conscientização da importância da segurança do trabalho nas empresas é 1919, quando foi criada a Organização Internacional do Trabalho – OIT e a primeira lei brasileira sobre acidentes de trabalho (Lei nº 3.724/19). Ao longo dos anos, essas legislações foram aumentando e em 1978 surgiram, no Brasil, as Normas Regulamentadoras – NRS do Ministério do Trabalho.

Dessa maneira, como você deve concluir, segurança do trabalho nada mais é do que um conjunto de leis que resultam na adoção de ações por parte das empresas com o objetivo de controlar, diminuir e prevenir as doenças e os acidentes com trabalhadores, além de protege-los de doenças adquiridas no ambiente de trabalho. Essas atitudes devem existir em todos os segmentos, tendo em vista que todas as áreas possuem riscos e características que podem deixar o funcionário exposto.

Mas afinal, na prática, qual a real importância da segurança do trabalho nas empresas?

Muitas empresas quando precisam repensar suas ações relacionadas a segurança do trabalho esbarram no custo que isso vai acarretar ao negócio. Entretanto, a importância da segurança do trabalho nas empresas está, justamente, em encarar todo esse valor como um investimento em curto, médio e longo prazo, uma vez que são medidas que impactarão positivamente e de imediato no espaço de trabalho e, por consequência, em todos que estão inseridos nesse meio. Abaixo elencamos alguns tópicos sobre o que você irá ganhar ao compreender a importância da segurança do trabalho nas empresas:

importância da segurança do trabalho nas empresas

Melhoria na imagem

Seja internamente, como externamente, uma demanda constante no mercado de trabalho atual é ter um clima organizacional positivo, bem como se tornar uma referência externa como um bom negócio para se trabalhar e quem sabe investir. Nunca ficou tão evidente como hoje em dia àquela velha sina: “você é o que dizem sobre você”.

A visão de uma empresa no mercado reflete o que seus funcionários falam sobre ela. E quando falamos funcionários, estamos dizendo não apenas os que estão atualmente no seu quadro de colaboradores, mas também àqueles que por quaisquer motivos não fazem mais parte. Uma organização que se mostra compromissada com a legislação e preocupada, de fato, com seus funcionários, demonstra que todos fazem parte do resultado final e da prosperidade do negócio.

Quando você reduz acidentes e ocorrências envolvendo a segurança dos trabalhadores, você consegue garantir credibilidade corporativa, demonstrando responsabilidade social. No próximo tópico falamos um pouco mais sobre como conseguir construir essa credibilidade dando importância a segurança do trabalho nas empresas

Leia também: Desafios de investir na gestão de pessoas: vantagens, obstáculos e resultados

Colaboradores motivados e produtivos

Produtividade e motivação são sinônimos. Talvez a gramática não os classifique assim, mas no mercado de trabalho, ter funcionários que amem o que fazem, sentem-se inseridos no local onde trabalham e percebem a importância das suas funções para a sustentabilidade do negócio, tornam-se, de fato, mais produtivos e engajados.

Quando sua gestão dá a devida importância da segurança do trabalho nas empresas você está investindo em qualidade do serviço prestados por cada um que compõe a organização. Prazos serão mais respeitados, o desempenho, bem como a propensão a cumprir metas, aumentará e o cliente final ficará extremamente satisfeito.

No final, você nem sentirá no bolso

De início, investir em segurança do trabalho pode sim impactar nas finanças do seu negócio, principalmente se você tiver deixado de lado essas ações por muito tempo. Entretanto, quando você foca em trabalhos preventivos para evitar acidentes e doenças ocupacionais, sua empresa acaba gerando menos custos com materiais, afastamentos ou até mesmo ações judiciais. Um ambiente seguro e com equipamentos de proteção essenciais inibe os riscos e mantém a atenção dos funcionários no cumprimento das normas.

importância da segurança do trabalho nas empresas

Todo o custo inicial retornará com o aumento do rendimento e de resultados positivos de seus funcionários. Mas é importante também transformar a mentalidade dos gestores do seu negócio, fazendo-os compreender a importância da segurança do trabalho nas empresas e seus impactos no crescimento e cumprimento de metas.

Leia também: Como montar um projeto de medicina preventiva

Esperamos ter lhe ajudado a entender um pouco mais sobre a importância da segurança do trabalho nas empresas. Se você estiver disposto a investir nesse segmento, conte com a TeleWorld. Nós temos tecnologias atualizadas com soluções para o seu negócio. Fale conosco!  

 

Gestão de Saúde Corporativa

Gestão de Saúde Corporativa: como implementar em 7 passos

João vinha sofrendo há alguns meses com perda dos movimentos das mãos e fraqueza nos punhos ao trabalhar. Após resistir por muito tempo e acreditar não ser nada, ele resolveu ir atrás do plano de saúde empresarial. Depois de alguns exames, ele recebeu o diagnóstico: Síndrome do Túnel do Carpo. A doença é um tipo de Distúrbio Osteoarticular Relacionado ao Trabalho (DORT). Essa história provavelmente acontece na vida real, com o personagem principal tendo diversos nomes, não apenas João. Muitas empresas que não possuem um sistema de gestão de saúde corporativa já passaram por isso ou estão passando.

A incidência de doenças ocupacionais tem sido alvo de discussões e atenção dos profissionais de Recursos Humanos, bem como discutida cada vez mais em Congressos de Gestão de Pessoas. A necessidade de possuir gestão de saúde corporativa vem aumentando na mesma intensidade em que os funcionários estão exigindo maior atenção das empresas com seu bem-estar e qualidade de vida dentro e fora da organização.

Se algum tempo atrás ter uma gestão de saúde corporativa se resumia apenas a oferecer um plano de saúde empresarial mais completo, hoje diversos diretores já perceberam que isso é o mínimo a ser feito, muitas vezes não sendo nem eficaz, tendo em vista as demandas do mundo moderno. Empresas que desejam crescer e se destacar precisam investir em uma equipe de qualidade e alto rendimento, que só será possível tendo uma estratégia plural e efetiva de gestão de saúde corporativa.

Já falamos em alguns outros textos aqui no nosso blog, mas não custa repetir: a gestão de saúde corporativa é essencial para garantir a produtividade dos colaboradores de uma empresa. Basta você pensar nos seus próprios hábitos. Já tentou um dia ao menos acordar mais cedo, sair para fazer uma atividade física e tomar um café da manhã mais saudável? Provavelmente o resto do seu dia pareceu muito mais intenso e produtivo, não é mesmo? Agora já imaginou poder, entre uma atividade do trabalho e outra, fazer algum tipo de relaxamento corporal, como ginástica laboral? E ter incentivo da empresa para realizar algum exercício físico?

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Ginástica laboral e incentivo a exercícios físicos são alguns passos para conseguir implementar uma gestão de saúde corporativa. Abaixo explicamos um pouco mais sobre esses dois e outras iniciativas que sua empresa podem aderir agora mesmo!

Ginástica Laboral

Um passo simples, mas que pode gerar grandes impactos no bem-estar dos funcionários. Como citamos a história acima do personagem fictício João, com sessões constantes de ginástica laboral em sua empresa, casos como o dele poderiam ser diagnosticados previamente ou até mesmo evitados. O principal objetivo da ginástica laboral é exatamente esse de evitar casos de Lesão por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT).

Gestão de Saúde Corporativa

Além disso, realizar exercícios de alongamento, relaxamento, coordenação motora e fortalecimento muscular nos intervalos das jornadas de trabalho auxiliam na diminuição do estresse e alivia tensões, consequentemente tendo um ganho na produtividade do colaborador.

Parcerias com academias ou clubes esportivos

Uma gestão de saúde corporativa efetiva pensa na saúde do funcionário dentro e fora da empresa. Já imaginou oferecer para seus colaboradores benefícios e descontos em academias, centros esportivos ou clubes da sua cidade? Uma prática cada vez mais comum e que proporciona ganhos muito maiores internos e externos ao seu negócio. Além de proporcionar parcerias, com aumento da credibilidade e visão de empresa consciente, seus funcionários se sentirão incentivados a mudar seus hábitos. Ponto que falaremos no próximo tópico.

Mudança de hábito de dentro para fora

Um dos pilares de uma boa gestão de saúde corporativa passa pela promoção de hábitos saudáveis entre os colaboradores. Ações nesse sentido podem ser realizada com diferentes focos e formatos. Como, por exemplo, trazendo palestrantes, promovendo feiras internas com profissionais da saúde, entre outros tipos. Alguns temas que podem ser trazidos para debate é o combate ao tabagismo, promoção de uma alimentação mais saudável, conscientização sobre alcoolismo e dependência química, orientações sobre a importância de ter uma boa noite de sono.

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Gestão de Saúde Corporativa

Supervisione a conduta preventiva dos colaboradores

Promover essas ações, oferecer condições básicas de trabalho e equipamentos de proteção necessários é obrigação da empresa. Entretanto, nem sempre os colaboradores compreendem a importância de se protegerem adequadamente e fazerem uso das medidas preventivas. Não adianta de nada você criar inúmeras campanhas, ir atrás de parcerias e seus funcionários não tomarem atitudes de fato para mudarem seus hábitos, né?

Para isso surge a necessidade de haver uma gestão de saúde corporativa focada também na supervisão da conduta com frequência. Realize rondas sem avisar, verificando todos os aspectos estruturais, físicos e pessoais que possam estar sendo prejudiciais, como cadeiras com defeitos, postura inadequada, ausência de capacetes, protetores de ouvidos, óculos, máscaras, ambientes úmidos, janelas que não abrem ou fecham, ar condicionado com atraso de manutenção, etc.

Pesquisas sobre clima organizacional

Outro aspecto muito importante para a gestão de saúde corporativa é a condição psicológica em que os colaboradores estão trabalhando. Sua empresa pode inclusive estar enfrentando esse dilema: possui inúmeras iniciativas para evitar problemas físicos, mas mesmo assim, seus colaboradores estão constantemente desmotivados e a frequência de afastamentos e atestados está alta.

Provavelmente seus funcionários estão enfrentando uma crise de identidade com seu negócio, podendo até mesmo estarem sobrecarregados. Sabemos que os índices de depressão no trabalho aumentam a cada dia e a empresa precisa estar atenta a isso. Promova grupos com colaboradores para levantar como está o clima organizacional, a fim de descobrir pontos que precisam ser revisados e melhorados. É comum uma mesma reclamação ser identificada por funcionários de diferentes áreas. Mas é importante que você esteja de fato disposto a realizar melhorias e, mais do que ouvir, analisar e aplicar essas questões numa reformulação da cultura organizacional.

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Mantenha em dia a Análise Ergonômica

Como falamos acima, é essencial estar atento às condições estruturais que o ambiente de trabalho oferece aos funcionários. A Análise Ergonômica do Trabalho prevê condições ideais para os funcionários, levando em conta pontos como mobília, transporte, equipamentos, níveis de ruído, iluminação, temperatura, umidade. Manter em dia essas avaliações é ter uma gestão de saúde corporativa mais eficiente e eficaz.

Gestão de Saúde Corporativa

Invista em tecnologia

Uma excelente alternativa para conseguir ter melhores resultados na gestão de saúde corporativa é contratar soluções de segurança do trabalho e medicina preventiva. Com equipamentos tecnológicos, além de cortar custos, sua empresa coloca a saúde dos trabalhadores em primeiro lugar. Quer saber mais sobre alguns produtos? Então confira as Soluções da TeleWorld e entre em contato conosco!

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8 vezes que candidatos não foram contratados por algum post nas redes sociais

Uma das dicas que já ouvimos falar é prestar bastante atenção ao que está nas suas redes sociais, principalmente se as postagens antecedem a uma entrevista importante de emprego. Existem diversos casos de pessoas que deixaram de ser contratadas ou que nem foram chamadas para entrevista por conta do que as suas páginas nas redes sociais diziam.

Mas, você sabe até que ponto isso pode impactar negativamente um processo seletivo? Em seguida, contaremos algumas histórias reais sobre candidatos que iam bem em determinados processos seletivos mas que, por um deslize, botaram tudo a perder.

Em alguns destes casos, os candidatos se comportaram realmente mal, já em outros, os posts colocavam em dúvida aquilo que dizia em seus currículos. Para saber o que não fazer nas redes sociais enquanto se procura um emprego, acompanhe os casos a seguir:

 

1 – Não seja agressivo nas suas redes sociais

Uma empresa da Geórgia estava quase finalizando um processo seletivo, quando um candidato foi desmascarado nas redes sociais. O concorrente estava aplicado para uma vaga de coordenador de transações, no qual precisaria lidar com tarefas como documentos, agendamento e coordenação de vendedores, advogados, financiadores, empresas de títulos e muito mais.

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Foi quando a equipe de RH encontrou posts em seu Facebook (na conta pública do candidato) que fizeram repensar a escolha. O candidato estava postando conteúdo político, o que durante uma campanha presidencial não era incomum. Porém, notaram um ar bem agressivo nas respostas que ele dava para as pessoas que discordavam da sua opinião.

A empresa com a vaga em aberto buscava por um candidato que fosse capaz de deixar de lado suas diferenças e trabalhar bem em equipe. A ação vista nas redes sociais dizia claramente o oposto sobre o comportamento do candidato e, por isso, ele não conseguiu a vaga de emprego.

2- Não minta. Nunca!

O fundador de uma agência de empregos de São Francisco teve uma experiência um tanto quanto desconfortável.

Certa vez, uma candidata a um cargo de assistente administrativo ligou para cancelar sua entrevista em cima da hora, com a “desculpa” que a sua mãe tinha falecido. Então, é claro que eles entenderam e não tiveram problemas para reagendar. Logo depois, ela mandou um e-mail para dizer que precisava de um pouco mais de tempo.

Desconfiados, procuraram a candidata no Facebook e foram surpreendidos com uma foto dela jantando com a mãe, um dia depois de sua suposta morte. Então, a lição aqui é simples: não minta, e certifique-se de como você está se apresentando nas mídias sociais. Pode ser que alguma atitude vá de encontro com a história que você está contando no seu processo seletivo.

 

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3- Brincadeiras fora do contexto podem ser um problema nas redes sociais

Esta mesma agência estava contratando novos funcionários para uma creche da cidade. Dentro deste contexto, se fazia extremamente necessária uma pesquisa mais aprofundada sobre os candidatos e seus antecedentes.

O candidato em questão tinha uma conta no Twitter que apresentava repostagens do Children Falling Over, um site dedicado a fotos e vídeos de crianças caindo. Embora os posts tivessem alguns anos e mesmo não sendo nada muito sério, a empresa não quis correr o risco e dispensou o possível funcionário.

 

4- Comporte-se quando o seu time estiver em campo

O antigo diretor da Universidade de Delaware liderou um processo seletivo onde precisava escolher entre dois candidatos com capacidades e habilidades muito semelhantes entre si. E adivinha qual foi o caminho usado para a tomada de decisão? Sim, as redes sociais.

Um dos candidatos não tinha presença no LinkedIn e, além disso, o seu Facebook estava repleto de palavrões e xingamentos contra seus times rivais no futebol. É claro que o outro candidato teve vantagem e conseguiu a vaga de emprego.

 

5- Visões controversas em relação a postura da empresa

Encontrar alguém com as habilidades técnicas necessárias era um desafio para Cristian Rennella, co-fundador e CEO da elMejorTrato.com. Mas, em meio a tantos currículos ele conseguiu identificar um candidato promissor.

Ao pesquisar o seu histórico nas redes sociais, encontraram um tweet em que o candidato afirmou que ter um diploma universitário é um requisito para conseguir um emprego como programador. “Isso vai claramente contra a cultura da empresa, onde consideramos que alguém não deve ser qualificado por seus títulos ou pela falta deles, mas sim pela capacidade de desenvolver o trabalho”, diz Rennella.

6- Já conseguiu o emprego? Cuidado redobrado com o que vai escrever nas redes sociais

Uma estagiária recém contratada fez um post para informar a notícia e escreveu que iria usar a oportunidade de estágio para aproveitar o verão e teoricamente não trabalhar como deveria. A empresa, que logo encontrou o post, ficou tão descontente que rescindiu sua oferta.

 

Concluindo

Sabemos que procurar emprego não é uma tarefa fácil. Invista um tempo e busque em suas redes sociais conteúdos que possam impactar de maneira negativa em algum processo seletivo. Você se contrataria com base no que vê em suas redes sociais? Se a resposta for não, pergunte-se o porquê.

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Cobrança de Contribuições para Sindicatos: saiba o que muda

No início de março foi publicada a medida provisória nº 873 e muita gente ficou surpresa. Esta medida trouxe alterações importantes no que diz respeito a Cobrança de Contribuições para Sindicatos, tema que pertence ao Direito Coletivo do Trabalho.

Uma vez já considerada facultativa a partir da Reforma Trabalhista ocorrida ao ano de 2017, as mudanças geradas pela MP nº 873 passam a legitimar ainda mais tal característica, vez que reforçam o caráter não obrigatório da contribuição.

Anteriormente à Reforma, a contribuição sindical era obrigatoriamente descontada da folha de pagamento, e se referia a um dia trabalhado do mês de março. Após um determinado tempo a característica se perdeu, tornando a cobrança de contribuições para sindicatos totalmente opcional entre os trabalhadores.

Mas, antes de analisarmos todas as alterações realizadas através da medida provisória n°873, vamos relembrar como funciona o custeio dos sindicatos. A estrutura para cobrança de contribuições para sindicatos no país é baseada em quatro fontes distintas, são elas:

Contribuição sindical: no mês de março é descontada do pagamento dos trabalhadores a quantia equivalente a 1 dia de trabalho. A Lei 13.367/17 da Reforma Trabalhista retirou a obrigatoriedade de desconto, exigindo que haja autorização prévia para cobrança de contribuições para sindicatos.

Contribuição confederativa: visa ao custeio do sistema confederativo, que abrange os sindicatos, as federações e as confederações. O valor é fixado pela Assembleia geral do Sindicato.

Contribuição Assistencial: tem o objetivo de compensar os gastos oriundos das participações dos sindicatos nas negociações coletivas, em que buscam a conquista de mais direitos aos trabalhadores.

Mensalidade sindical: trata-se de mensalidade paga voluntariamente pelos trabalhadores filiados ao sindicato a fim de manter atividades recreativas e assistenciais, tais como colônia de férias, material escolar, plano odontológico, etc.

Portanto, como falamos acima, algumas alterações referentes a forma de pagamento e a autorização destas contribuições foram drasticamente alteradas. Algumas mudanças merecem destaque e atenção, principalmente, dos empresários, quanto à cobrança e o desconto em folha. Continue lendo para conhecer todas as alterações da Cobrança de Contribuições para Sindicatos de acordo com a medida provisória nº 873:

Entenda o que mudou com a medida provisória nº 873

Entre as modificações trazidas pela medida provisória nº 873, destacam-se as disposições inseridas nos artigos 578 e 579 da CLT, que prevê a cobrança da contribuição sindical apenas do empregado “efetivamente filiado à categoria do sindicato” e “expressamente autorizado, de forma prévia, voluntária, individual”.

De imediato, entende-se como vedada a autorização implícita, aquela não formalmente expressa, escrita e individual, e ainda fica proibido a substituição pelos sindicatos para fins de pagamento da contribuição sindical.

Ou seja, qualquer cláusula normativa que obrigue recolhimento da contribuição sindical aos empregados ou empregadores é nula, mesmo que a previsão de cobrança seja feita por negociação coletiva, assembleia geral ou outro meio previsto no estatuto da entidade.

Acompanhando a lógica, as negociações coletivas, assembleias gerais e seus similares não possuem capacidade de vincular um trabalhador ao recolhimento da contribuição, sendo nula qualquer cláusula ou norma nesse sentido. A obrigatoriedade ou compulsoriedade de recolhimento através dos referidos instrumentos não é mais possível.

Leia também: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

Forma de Cobrança de Contribuições para Sindicatos de acordo com as mudanças da medida provisória nº 873

Uma outra alteração importante é a forma de cobrança de contribuições para sindicatos. Antes das modificações propostas pela medida provisória nº 873, o pagamento era realizado através do desconto em folha, atualmente, a cobrança somente poderá ser feita através de boleto ou outro meio de pagamento eletrônico, sendo que o pagamento deverá ser realizado pelo trabalhador, vedado o desconto em folha de pagamento.

Este boleto será encaminhado à residência do empregado ou, na hipótese de impossibilidade de recebimento, à sede da empresa. É proibido o envio de boleto ou equivalente à residência do empregado ou à sede da empresa, na possibilidade de inexistência de autorização prévia e expressa do empregado.

O artigo 582 apresenta a forma de cálculo para se apurar o valor equivalente a um dia de trabalho, de acordo com a modalidade de pagamento:

  • Para os trabalhadores que recebem pagamento por unidade de tempo, que é a forma mais comum, o valor de um dia de trabalho será equivalente à jornada normal de trabalho.
  • Aos que recebem por tarefa, empreitada ou comissão, corresponderá a 1/30 (um trinta avos) da quantia percebida no mês anterior.
  • No caso de pagamento com utilidades (salário in natura) ou quando há pagamento habitual de gorjetas, a contribuição sindical corresponderá a 1/30 (um trinta avos) da importância que tiver servido de base, no mês de janeiro, para a contribuição do empregado à Previdência Social.

Vale ressaltar que as empresas que efetuarem o desconto da contribuição na folha de salários estarão sujeitas às proibições legais podendo ser responsabilizadas por eventuais devoluções em futuras ações trabalhistas. Isto, com a incidência da penalidade prevista no artigo 598 da CLT, sujeitando-as a multa.

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Medida Provisória em concordância com o Tribunal Superior do Trabalho

A medida provisória nº 873 concretizou o entendimento do Precedente Normativo nº 119 do Tribunal Superior do Trabalho, o qual afirma que “a Constituição da República, em seus arts. 5º, XX e 8º, V, assegura o direito de livre associação e sindicalização. É ofensiva à essa modalidade de liberdade, cláusula constante de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo, assistencial, revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie, obrigando trabalhadores não sindicalizados. Sendo nulas as estipulações que inobservem tal restrição, tornam-se passíveis de devolução os valores irregularmente descontados”.

Exceções para cobrança compulsória

A medida provisória nº 873 autoriza que a contribuição seja exigida em somente uma situação: quando o trabalhador for filiado ao sindicato.

Nessa situação, quando o empregado for efetivamente associado ao sindicato, se beneficiando de suas iniciativas, é possível a cobrança compulsória da contribuição federativa, da mensalidade sindical e das demais contribuições instituídas pelo estatuto do sindicato ou por negociação coletiva.

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Quando a Medida Provisória nº873 começa a vigorar?

Por se tratar de uma Medida Provisória, as determinações têm vigência de 60 dias, sendo prorrogada automaticamente por mais 60 dias caso não tenha sua votação concluída no Congresso Nacional dentro deste prazo. Assim, determina-se um prazo geral de 120 dias, dias, podendo então perder sua validade.

Concluindo

As alterações prometem grande impacto e tem sido alvo de críticas, sobretudo por provocar, ainda que de maneira indireta, o enfraquecimento da atuação sindical dentro das instituições. A perspectiva é de que os valores oriundos das fontes de custeio sejam reduzidos, já que a possibilidade de pagamento via boleto pode gerar maior inadimplência.

E você, o que acha das alterações propostas pela Medida Provisória nº 873? Deixe sua resposta nos comentários e não esqueça de compartilhar com seus contatos nas suas redes sociais. Até a próxima.

A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

A Pirâmide de Maslow nasceu de um profundo estudo realizado por Abraham Harold Maslow, que hierarquizou as necessidades em cinco eixos distintos sendo que, para chegar ao primeiro, os quatro anteriores precisam estar equilibrados.

Assim nasceu a Pirâmide de Maslow, na década de 40. Este conceito coloca na base da estrutura todas as necessidades básicas do ser humano, como o ato de respirar, comer e se hidratar, para de forma gradativa, chegar ao topo. Nele devem estar ações que levam o indivíduo à realização pessoal, como a espontaneidade, a solução dos problemas e os valores morais.

Entenda um pouco mais sobre a Pirâmide de Maslow, da base ao topo:

Fisiologia

Refere-se a ações básicas para a sobrevivência de qualquer pessoa. Como, por exemplo, beber, comer, reproduzir, descansar e se vestir.

Segurança

Se proteger e manter aquilo que conquistou ao longo da vida. São as seguranças física, financeira, bem-estar e proteção contra imprevistos.

Interações sociais e vida amorosa

Atendidas as duas primeiras necessidades, o indivíduo parte para a terceira camada da pirâmide, que são as amizades, a intimidade, a convivência social, a relação com a família e com as organizações. Sem elas, as pessoas tornam-se solitárias, ansiosas e depressivas.

Leia também: O que é absenteísmo e 4 maneiras de melhorar os resultados na sua empresa

Estima

É a busca pela autoestima, confiança, conquista e respeito, dos outros e para os outros. A estima deve ser almejada após alcançar a necessidade fisiológica de segurança e de interações sociais e amorosas. Sem ela, o indivíduo desenvolve baixa autoestima e complexo de inferioridade.

Realização pessoal

A última etapa só é alcançada se todas as anteriores tiverem sido conquistadas. Refere-se ao interesse de buscar a desenvolver todo o potencial, explorando suas habilidades a fim de garantir a satisfação plena da natureza humana.

Como a Pirâmide de Maslow pode ser aplicada em meu negócio?

A partir do entendimento do estudo da Pirâmide de Maslow é possível aplicar seu pensamento no dia a dia e compreender melhor como ele funciona na motivação profissional e aplicada ao seu negócio. Neste sentido, conseguimos ter clareza de que uma das primeiras necessidades a ser sanada tem a ver com ganhos financeiros. Os colaboradores de qualquer empresa precisam de um montante que possa arcar com as próprias despesas mínimas de sobrevivência, bem como com a de seus familiares.

Depois disso, o colaborador precisa de incentivos que o motive a desempenhar melhor sua função. Isso pode ser um curso complementar, oportunidade de crescimento, plano de carreira e a estabilidade tão almejada por profissionais de diversas áreas nos dias atuais.

Já o topo da pirâmide é para aqueles colaboradores que querem participar e contribuir ativamente dos resultados da empresa e se sentirem parte integrante do time. Quem está no topo busca por status e reconhecimento. Assim, esse é o momento de desafiar as competências, fazendo com que este participe de estratégias e soluções.

Vamos trazer para mais próximo da realidade com exemplos. Um estagiário geralmente busca pelo ganho de experiência e um salário que atenda suas necessidades básicas. Já um profissional que tem mais experiência de mercado e estabilidade econômica, pode estar em busca de desenvolvimento e a sensação de autorrealização.

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Já o profissional pós-graduado que falamos no começo do texto está no topo da pirâmide, buscando constantemente por novos desafios. É importante ter em mente, que quando as camadas da pirâmide não são atendidas, os colaboradores podem acabar ficando decepcionados e sem vontade de evoluir ou colaborar para os resultados da empresa. Por isso, é tão fundamental encontrar estratégias para mantê-los engajados e motivados a contribuírem com o melhor de si no âmbito profissional.

Quais são as vantagens da aplicação da Pirâmide de Maslow no meu negócio?

Trazer a pirâmide de Maslow para o dia a dia de uma empresa exige uma área de recursos humanos ou gestão de pessoas alinhada diretamente com os objetivos da empresa. Só dessa forma será possível analisar se os funcionários estão se dedicando ou não aos propósitos do empregador.

A área que irá cuidar da evolução do colaborador deve entender em que momento da pirâmide ele se encontra e quais são os objetivos profissionais de cada um. Dessa maneira, é possível avaliar se as ambições da empresa e do colaborador estão se sustentando ou se é preciso que se faça algum tipo de adequação.

Além disso, por meio deste diagnóstico, será possível entender também se os objetivos da empresa não estão claros para todos. Caso não estejam, é chegado o momento de implementar melhorias na comunicação entre organização e colaborador, para que questões como cultura organizacional, missão, visão e valores sejam esclarecidas. Desta maneira, os profissionais têm a oportunidade de optar se tais preceitos estão de acordo com seus princípios ou não.

Investir na motivação e realização dos funcionários é investir no crescimento da empresa. Só desse modo é possível desenvolver uma equipe produtiva, eficaz, capaz de solucionar problemas e que faça a instituição se destacar no mercado em que atua.

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Inovação no RH? Não se confunda, comece por aqui

O mercado está sendo transformado pela inovação no RH. Tecnologias desafiadoras surgem a todo momento e as exigências de empresas e funcionários mudam a cada dia, sempre acompanhando o dinamismo do cotidiano da atualidade.

As funções de captar, treinar, aperfeiçoar, gerenciar e manter os melhores talentos nas organizações vêm passando por grandes mudanças, principalmente por causa das novas tecnologias. Por isso, é importante buscar a inovação no RH, para que o setor deixe de ser operacional e se torne cada vez mais estratégico dentro das empresas.

Por isso, a inovação no RH tornou-se fundamental para atender às atuais demandas do setor de forma ágil e efetiva. Confira, a seguir, algumas das mais importantes tendências da área de Recursos Humanos para você colocar em prática e sair na frente.

Use sempre a Internet a favor do RH

A internet modificou de forma definitiva nossas relações sociais. Ela trouxe mais agilidade e eficiência para os processos ao encurtar distâncias e diminuir custos em várias áreas dentro das organizações, e esta é uma inovação no RH que faz toda a diferença.

Atualmente, por exemplo, os setores de Recursos Humanos possuem softwares com várias funcionalidades, desde ferramentas para recrutamento e seleção, até softwares avançados de mapeamento de perfil comportamental.

Isso faz com que os profissionais de RH tenham outra dinâmica de trabalho e uma visão mais elaborada dos profissionais da companhia. Além disso, o uso das tecnologias torna mais eficiente a análise de dados, fundamental para que o RH seja mais estratégico dentro das empresas.

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Bem-estar dos funcionários

Até pouco tempo atrás, os donos de empresas pensavam apenas no bem-estar de suas instalações e nos números positivos em suas contas. Hoje eles sabem que é preciso também pensar em seus funcionários, pois eles são seu bem mais valioso.

Pequenas melhorias no ambiente de trabalho podem significar muito para os colaboradores e fazer com que eles se sintam amparados. Por isso, pense com bastante calma e trace estratégias para alcançar esta evolução no RH.

Carreira em W

Até pouco tempo atrás também, o tipo de crescimento mais comum oferecido pelas empresas era o plano de carreira em Y. Nele, o colaborador pode evoluir para uma posição gerencial ou ocupar um cargo de especialista em determinada área.

Porém, muitos profissionais não se encaixam em nenhuma das opções e um novo modelo vem ganhando espaço nos últimos anos: a carreira em W. Além dos cargos gerenciais e técnicos, este formato traz a possibilidade de o funcionário se tornar um gestor de projetos. Tal alternativa satisfaz aquele que deseja exercer uma posição de liderança, mas sem abandonar as atividades técnicas que o levaram a crescer na carreira.

Capacitação de equipe

Contratar profissionais que se encaixem na cultura e valores da organização já é um bom começo. No entanto, é necessário pensar em soluções para fazer os novos colaboradores evoluírem. E é isso que a inovação no RH propõe.

A organização deve subsidiar meios para que a equipe continue a adquirir mais conhecimento e estejam alinhados com a posição que ocupam. Isso porque, em mercados cada vez mais competitivos, é preciso oferecer diferenciais para manter a posição do negócio frente à concorrência.

Por isso, treinamentos, universidade corporativa, palestras, reuniões, trilhas de carreira, e todos os tipos de novidades que podem aperfeiçoar o desempenho dos profissionais deverão sempre ser levados em consideração pelo RH, e o recurso da gamificação é ideal para ajudar nesse processo.

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Inove na Comunicação Interna

Todo profissional de recursos humanos sabe da importância da comunicação interna para a saúde da empresa. Por isso, algumas organizações decidiram implantar um portal corporativo para aproximar o relacionamento entre seus colaboradores.

Por meio desse portal, a equipe pode dar sugestões sobre os processos da empresa. Além disso, todos os envolvidos em um projeto ficam a par do andamento das tarefas e dialogam sobre os meios para atingir as metas estabelecidas.

Apesar de ser uma inovação no RH muito útil para a comunicação interna, as ferramentas virtuais não devem extinguir a comunicação pessoal entre os colaboradores. Uma vez que, a interação face a face é um elemento fundamental para a integração da equipe interna. Sendo assim, é muito importante saber equilibrar o contato físico com o virtual.

O endomarketing como inovação no RH

O endomarketing tem se tornado cada vez mais importante para o profissional de RH, pois é capaz de aumentar o engajamento dos colaboradores e melhorar o clima organizacional.

Ele consiste em estruturar canais de diálogo e propor ações específicas para a equipe, com o intuito de torná-la mais participativa e envolvida com a cultura da empresa.

Dê algumas vantagens aos seus colaboradores

Algumas empresas exercem a inovação no RH se relacionando de maneira diferente com os seus colaboradores. Para isso, concedem benefícios, como: horário de trabalho flexível, dia de folga para os colaboradores mais produtivos e até sala de entretenimento para a descontração. Outras instituições preferem premiar os colaboradores visando promover um ambiente interno feliz. Cabe a cada empresa estudar a forma de gerar algum benefício de valor para o funcionário.

Falamos sobre algumas tendências de inovação no RH, mas saiba que elas não são as únicas. É importante estar sempre de olho nas novidades do mercado e tentar buscar formas de enriquecer o RH da sua instituição.

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Desafios de investir na gestão de pessoas: vantagens, obstáculos e resultados

O caminho mais longo e desafiador que um empreendedor por escolher e entender como investir na gestão de pessoas, e aplicar este conhecimento em sua instituição. Embora seja um caminho complexo, com certeza é o mais compensador.

Sabemos que o capital humano é extremamente complexo e, por isso, o investimento não é apenas financeiro. Requer também muito tempo, planejamento e esforço dos empreendedores. Apesar de entendermos que esta dificuldade é real e está presente em muitas empresas, investir na gestão de pessoas é o caminho do sucesso.

Partindo do pressuposto de que os funcionários são o maior bem da empresa, a realização desse tipo de investimento significa desenvolver o negócio como um todo. Já falamos algumas vezes em nosso blog sobre as tendências para o futuro do mercado de trabalho e com certeza investir na gestão de pessoas é um dos assuntos mais comentados.

E não estamos falando apenas de como atrair os melhores profissionais, mas também como contratar pessoas que têm tudo a ver com a sua empresa e farão a diferença nos resultados. E é aí que entra a importância de investir na gestão de pessoas.

Então, se você quer investir na gestão de pessoas e não sabe por onde começar, fique atento às dicas que vamos dar logo a seguir e faça a diferença no mercado de trabalho. Continue a leitura:

Por onde começar a investir na gestão de pessoas?

Primeiro, mude a sua mentalidade e com isso promova um verdadeiro impacto na sua equipe. Os primeiros passos são sempre os mais difíceis, especialmente porque uma parcela considerável de gestores, principalmente de empresas menores, ainda tem dificuldades para enxergar o investimento em pessoas como algo que é capaz de gerar resultados concretos.

Também é importante ressaltar que investir em pessoas nem sempre significa de fato um investimento grande de capital. Na realidade, apesar do financeiro ter a sua importância, na maioria dos casos a disposição e criatividade pesam muito mais para construção de boas estratégias de gestão de pessoas.

Fortaleça a cultura organizacional da empresa

A cultura organizacional é capaz de unir os colaboradores através de valores, atitudes, comportamentos e expectativas. Esta ferramenta na mão de um grande gestor, pode trazer benefícios surpreendentes e colocar a empresa a frente. Manter a equipe mais engajada e produtiva, sempre trabalhando por melhores resultados por acreditar que fazem parte de um time onde o gestor se importa: este é o papel do fortalecimento da cultura organizacional.

Leia também: O que é absenteísmo e 4 maneiras de melhorar os resultados na sua empresa

Exerça a sua criatividade

Na maioria das vezes não é preciso muita coisa para tornar o trabalho e a rotina do colaborador mais agradáveis. A implementação de algum novo benefício, comemorações no final do mês ou em datas comemorativas, refeições especiais durante planejamentos mensais, etc.

Por mais simples que sejam, alguns dos pequenos artifícios da gestão ou do departamento de RH também fazem parte de todo o processo de investimento em pessoas. No entanto, é bom estar atento pois, apesar de não demandarem altos investimentos de capital financeiro, esses recursos demandam criatividade e conhecimento dos profissionais que trabalham no negócio.

Selecione candidatos que estejam alinhados com a cultura da empresa

Uma das principais funções de um investimento na gestão de pessoas é a contratação estratégica de funcionários que tem uma certa relação com a alma da empresa.

Isso significa trazer pessoas que compartilham dos mesmos valores da instituição e, portanto, encontrarão um propósito muito maior nos seus trabalhos. Esta maior identificação do funcionário com a empresa gera um grande engajamento natural, mais satisfação profissional, um comprometimento com os objetivos e metas da companhia e a diminuição da taxa de desligamento da empresa.

Faça um bom trabalho de integração com os novos funcionários

Contratou? Agora você precisa receber muito bem o seu novo colaborador. Os primeiros dias de trabalho são fundamentais para qualquer novo funcionário se sentir à vontade ou não em seu ambiente de trabalho.

É um período de avaliação mútua e também de aprendizado. Neste momento, gestor de pessoas é responsável por promover esta integração da melhor maneira possível. É bom que o novato entenda perfeitamente o que a empresa faz e como faz, perceba na prática como a cultura organizacional está presente no ambiente de trabalho, saiba como realizar boa parte de suas novas tarefas e, principalmente, sinta-se parte da equipe.

Leia também: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

Qual a importância real em investir na gestão de pessoas?

Como falamos anteriormente, desenvolver pessoas proporciona crescimento à empresa, fornecendo uma base sólida de capital intelectual, que é um dos aspectos que mais influencia no valor de uma organização.

Além disso, esse tipo de política voltada para o aperfeiçoamento de colaboradores gera efeitos positivos na cultura organizacional, tornando-se um diferencial de mercado. Uma cultura que se preocupa com o crescimento integral de sua equipe possui vantagens competitivas que podem ser facilmente enumeradas, como: atração e retenção de talentos, fortalecimento da sua marca, grande potencial de crescimento e maior valor de mercado.

Administrar uma equipe com qualidade diferencia a empresa dos seus concorrentes. Ao escolher as pessoas certas para exercer cada função, o empreendimento torna-se mais eficaz e produtivo, ganhando melhorias capazes de alavancar os negócios positivamente. Por isso, investir na gestão de pessoas é uma atitude indispensável para o sucesso empresarial.

Agora que você entendeu um pouco sobre a importância em investir na gestão de pessoas, que tal entender um pouco mais sobre Como ter uma gestão de recursos humanos de excelência? Em nosso blog temos diversos artigos que podem te ajudar a esclarecer assuntos relacionados com a sua instituição. Acompanhe as novidades clicando aqui.

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Como montar um projeto de medicina preventiva

A medicina preventiva é um grande desafio para a saúde pública e privada, já que através dela é possível prevenir o aparecimento de doenças e até erradicar doenças contagiosas como sarampo e poliomielite. Por isso, é muito importante saber como montar um projeto de medicina preventiva em sua empresa.

Os médicos atuam para intervir no aparecimento de doenças, baseados nos dados epidemiológicos as empresas mapeiam. Dentro da Medicina Preventiva há ações como vacinação, projetos de atividade física e emagrecimento, exames periódicos de colesterol, câncer e diabetes, campanhas contra o fumo etc.

A elaboração de um projeto de medicina preventiva tem como principal objetivo manter seus funcionários saudáveis e aptos para o trabalho. Os maiores índices de problemas causados em escritórios são a partir de má postura, estresse, hipertensão e má alimentação.

Com esses dados, os médicos oferecem palestras instrutivas para mostrar o quanto pequenas atitudes fazem grande diferença.

Um projeto de medicina preventiva tem o poder de diminuir a ausência de funcionários por motivos de doenças e acaba impactando diretamente na motivação ao trabalho, refletindo na produtividade e na redução de custos a médio e longo prazos.

Agora que você já sabe sobre a importância em ter um projeto de medicina preventiva na empresa, vamos te ensinar alguns fundamentos importantes para ter um projeto eficaz.

A criação de um programa de medicina preventiva envolve levantamento do perfil populacional, orçamentos, captação de participantes, planejamento, execução e análise de resultados. Para saber mais, continue a leitura.

Levantamento do perfil dos funcionários

Para iniciar a criação de um projeto de medicina preventiva, o primeiro passo é realizar o levantamento do perfil da empresa, ou seja, estudar o perfil epidemiológico. O maior objetivo é identificar os principais problemas de saúde que existem ou que podem surgir em determinados grupos. Com o levantamento do perfil epidemiológico, os gestores têm mais informações para planejar as ações que serão tomadas durante os programas.

Antes, a tarefa de recolher esses dados era manual. A empresa precisava ir até cada um de seus funcionários e fazer perguntas sobre doenças e só depois colocar as informações coletadas em uma planilha. Com o avanço da tecnologia, as dificuldades que precisavam ser enfrentadas pelas empresas foram praticamente eliminadas.

Atualmente, as empresas que se preocupam um pouco mais com a saúde da sua empresa, possuem sistemas de gestão de programas de medicina preventiva, que coletam as informações para construir o perfil epidemiológico no momento do cadastro. O Safety Gestão de Saúde é um excelente exemplo deste tipo de programa.

Leia Mais: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

Verificar o orçamento

A instituição precisa verificar o orçamento da empresa, ou seja, averiguar qual o valor máximo que pode ser gasto com a criação do projeto de medicina preventiva. É importante ressaltar que as ações, mesmo depois de implementadas, continuam tendo despesas. Por outro lado, os custos com tratamentos são reduzidos. Todos esses dados devem ser analisados posteriormente.

No orçamento inicial, é importante considerar valores gastos com a divulgação do programa, com cartilhas ou outras propagandas, além da necessidade de expandir a equipe. Nesse contexto, é possível prever quais serão os custos imediatos com os exames preventivos. Por exemplo, se forem feitas ações de prevenção do câncer de mama, haverá um aumento na realização de mamografias. Esses valores podem ser calculados antes mesmo do programa ser colocado em prática.

Também devem ser incluídos alguns outros fatores que muitas vezes não podem ser quantificados, como o tempo que os funcionários dedicarão para realizar as ações. Nesses casos, utilizar sistemas como o Safety auxilia em tarefas como selecionar e captar os participantes ou mensurar os tempos de atendimento.

Planejamento das atividades

O planejamento das atividades do projeto de medicina preventiva deve ser feito de forma conjunta com os profissionais envolvidos no programa. É preciso estabelecer quais ações são emergenciais e devem ser colocadas em prática primeiro.

Durante o planejamento, todas as etapas são discutidas desde as ações que serão desenvolvidas até os resultados esperados de cada programa. Apesar das empresas procurarem a redução de custos, a medicina preventiva tem como meta principal melhorar a saúde dos beneficiários. Depois que essa etapa for concluída, é importante retornar a verificar o orçamento para garantir que as ações planejadas estejam dentro do investimento estipulado.

Engajamento dos participantes

Esse passo é fundamental para que o público alvo seja atingido e todos os beneficiários tenham a oportunidade de participar dos programas do projeto de medicina preventiva. A forma mais rápida para fazer a captação é com sistemas que permitam a utilização de filtros de cadastro, como o Safety.

Por exemplo, se for decidido que serão feitas ações para prevenção de câncer de próstata, por meio do sistema de cadastro é possível selecionar os homens com mais de 40 anos que não realizaram nenhum processo preventivo nos últimos dois anos.

Leia Mais: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

Execução do Projeto de Medicina Preventiva

Com os passos anteriores finalizados, é hora de colocar as ações em prática. Se a sua empresa ainda não tem experiência com projetos de medicina preventiva, não se preocupe. O desempenho no começo pode ser um pouco lento, mas com a dedicação dos envolvidos, o projeto será muito bem executado. Os responsáveis não devem se esquecer de acompanhar as atividades. Se algum problema for detectado nas etapas iniciais, ainda é possível fazer os ajustes necessários sem prejudicar o andamento do projeto.

Análise do projeto de medicina preventiva

Por último, as empresas devem fazer a análise de resultados. Mas essa avaliação não pode ser feita de imediato. É preciso esperar um período de adaptação para que seja possível tirar alguma conclusão.

A etapa de análise é importante para que as empresas vejam o que não está bem e então decidir quais estratégias devem ser tomadas. Para a análise de resultados, deve ser levado em consideração a adesão dos participantes, o grau de satisfação, entre outros aspectos que possam interferir na qualidade e eficiência das ações planejadas.

Também deve-se examinar a melhoria de vida dos beneficiários, fator que está sempre entre os objetivos principais. É importante lembrar que, a curto prazo, criar um projeto de medicina preventiva tem um custo de investimento inicial. Mas, com o passar do tempo, o valor investido e o retorno financeiro devem se igualar, para, no futuro, a recompensa ser maior.

Mais uma vez, vale lembrar que mesmo sem experiência em ações de medicina preventiva, uma equipe dedicada e comprometida pode executar o programa com sucesso.

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O que é Indústria 2027 e como isso afeta a sua empresa

A evolução tecnológica caminha a passos largos e vem transformando, além da indústria, a vida de cada um de nós. Isto é a indústria 2027: a miscigenação de inovações em vários setores, que abre portas para possibilidades que antes seriam impossíveis até de imaginar. Nos próximos 10 anos, tudo será impactado. Do agronegócio à indústria da moda, das universidades ao mercado de trabalho. Absolutamente tudo.

 

Em fatos, a Indústria 2027 é um estudo de projeções realizado para sabermos o que acontecerá no ambiente industrial nos próximos 10 anos. Estes levantamentos foram realizados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e muitos temas foram avaliados.

 

O trabalho levou 14 meses para ser concluído e identificou os impactos de tecnologias disruptivas no horizonte de cinco e dez anos. Além disso, avaliou a capacidade do sistema empresarial brasileiro de enfrentar riscos e aproveitar oportunidades dessas inovações, e de prover insumos para o planejamento estratégico das empresas.

 

Hoje, vamos mostrar quais são as projeções e avanços tecnológicos que farão parte do nosso dia a dia nos próximos anos, segundo o Projeto Indústria 2027. Será que estamos preparados para tantas mudanças?

Inovações disruptivas

O que quer dizer disruptivo? Bem, o conceito diz respeito a interceder de maneira brusca, ou seja, são novidades que modificam algum processo de forma bastante significativa, e que passam a fazer parte de uma sociedade.

 

O Projeto Indústria 2027 foi baseado nas mudanças que a indústria brasileira precisa realizar para que as inovações disruptivas possam colaborar na competitividade das instituições e tornar o país uma peça importante no mercado global.

 

Um fato é que as inovações estão presentes em nosso cotidiano, e a sociedade absorve todas as vantagens oferecidas por elas, buscando produtos que estejam aliados às descobertas e inovações tecnológicas.

 

Como falamos anteriormente, o Projeto Indústria 2027 analisou oito fundamentos de inovações disruptivas que trarão mudanças drásticas nos processos produtivos de 10 setores produtivos da economia nos próximos anos. Saiba quais são eles e como o seu negócio será impactado:

 

1 – IoT – A Internet das Coisas

Conhecida no Brasil como Internet das Coisas, a sigla IoT vem do inglês Internet of Things, e tem por objetivo integrar à internet qualquer tipo de equipamento ou objetos.

A IoT viabiliza um contexto em que, por meio de sensores, é possível que máquinas e objetos se conectem e troquem informações entre si. Bons exemplos disso são as luminárias públicas equipadas com sensores que controlam a luminosidade de acordo com o tráfego de pessoas e veículos, permitindo uma iluminação mais econômica e eficiente.

 

Dentro do contexto industrial, a Internet das Coisas proporciona a integração da cadeia produtiva desde os fornecedores, passando pelo processo de produção até o cliente final, em verticais como cidades inteligentes, saúde, agronegócio, manufatura e transporte.

 

Leia também: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

 

2- Produção inteligente

Imagine a quantidade de processos existentes na produção de uma fábrica e o número de pessoas envolvidas neste trabalho. Imaginou? Na Produção Inteligente e Conectada, o controle da produção na indústria passa a ser feito virtualmente.

 

Assim, as fábricas digitais assumem o lugar das fábricas físicas, em uma mudança na estrutura da produção industrial. Isso é possível por meio de sistemas e equipamentos interconectados.

 

A ideia de linhas de produção sem a presença humana foi um assunto muito importante tratado no Projeto Indústria 2027. Somente uma tecnologia que associe inteligência com conectividade permitirá que indústrias produzam exatamente as quantidades necessárias, com grau de flexibilidade e customização dos produtos segundo o desejo do consumidor final.

3- TICs: Computação em nuvem, Big Data e Inteligência Artificial

A sigla TIC significa Tecnologia da Informação e Comunicação, e abrange todos os termos e serviços técnicos usados para tratar os dados de informação, como:

 

Armazenar dados em nuvem: acessar informações e dados a partir de servidores que não estejam nas dependências físicas da empresa.

 

Big data: análise e interpretação de grandes volumes de dados de forma totalmente automatizada.

 

Inteligência artificial: tecnologia similar a inteligência humana que interage com as pessoas, auxiliando na resolução de problemas e desejos. O carro autônomo é um excelente exemplo de inteligência artificial e uma grande aposta dentro da Indústria 2027.

 

Este tipo de carro usa algoritmos de visão por computador baseados em redes neurais artificiais e, quando está em movimento, é capaz de identificar em tempo real o que está à sua frente e, assim, o veículo toma a decisão de como agir de forma autônoma.

 

Leia também: Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa     

 

4- Tecnologias de Rede

Usadas para o transporte de informações, as tecnologias de redes de comunicação possibilitam que os benefícios oferecidos pelas outras tecnologias digitais sejam aprimorados. Com as tecnologias de redes é possível, por exemplo, comandar fábricas por transmissão sem fio, acompanhar remotamente o funcionamento de veículos e de eletrodomésticos, além de rastrear alimentos. Atualmente a integração e interoperabilidade de padrões é um grande desafio a ser vencido.

 

5- Biotecnologia e Bioprocessos

A união da ciência, especificamente a biotecnologia com a engenharia, permite que sejam produzidos em ambientes industriais e agrícolas, equipamentos e tecnologia que concedem o desenvolvimento de produtos envolvendo as transformações biológicas em grande escala.

 

A área trabalha com a vida microbiológica de animais e vegetais e atende as áreas farmacêuticas, médicas, de cosméticos, agro-alimentar, química e de meio ambiente entre outras.

 

Através da biotecnologia, é possível obter produtos e processos como, por exemplo, novas vacinas, novos medicamentos e terapias, plantas com maior resistência a pragas e a estresses climáticos, além de testes diagnósticos mais precisos e menos invasivos.

6- Nanotecnologia

Diversos produtos usados no dia a dia têm sido aprimorados graças à Nanotecnologia, e por isso este é um pilar muito importante para a Indústria 2027.

 

A nanotecnologia, é o desenvolvimento de soluções em escala nanométrica, ou seja, invisíveis a olho nu e que atuam como agentes de limpeza, bactericida e bacteriostático, que aplicados nos produtos do cotidiano, transferem a eles características que não possuíam.

 

7- Materiais Avançados

Os materiais avançados são elaborados a partir de pesquisas laboratoriais, ou que são modificados e possuem particularidades especiais. De um modo geral, os materiais avançados permitem a melhoria de produtos ou mesmo o desenvolvimento de produtos inovadores nas mais diversas áreas.

 

8- Armazenamento de Energia

Tecnologias para a captação e armazenamento de energia são assuntos essenciais para a competitividade no mercado global. As fontes renováveis de energia e os avanços no desenvolvimento de baterias melhores tem contribuição significativa em basicamente todas as tecnologias habilitadoras disponíveis no mercado.

 

E você, está preparado?

 

A indústria nacional precisa identificar todos os desafios que trazem benefícios significativos para o mercado global. E, mais do que isso, se adequar e buscar tecnologias práticas de sucesso para se posicionar definitivamente no mercado internacional.

 

E você, está preparado para tantas mudanças? Acompanhe o nosso blog e fique atento aos nossos artigos, estamos sempre com novidades. E não esqueça de compartilhar o nosso conteúdo com os seus amigos, nas redes sociais. Até mais!

O que é absenteísmo e 4 maneiras de melhorar os resultados na sua empresa

Atualmente, muito se fala em combater o absenteísmo nas empresas, no entanto, poucas pessoas têm este conceito bem definido e por isso acabam por não conseguirem extinguir este mal tão presente no dia a dia.

 

Um termo aparentemente difícil de pronunciar, mas com uma definição bem simples. O absenteísmo nada mais é do que a ausência do funcionário no ambiente de trabalho, seja por faltas justificadas, saídas ou atrasos, afetando a produtividade e eficiência da instituição. Na prática, refere-se ao número de horas de trabalho que são perdidas devido aos motivos já mencionados.

 

Ausências pontuais não são caracterizadas como absenteísmo, no entanto, se a ocorrência de faltas tem um índice alto de frequência e prejudica a produtividade do estabelecimento, é bom averiguar de maneira cautelosa quais são os motivos das faltas e atrasos. Motivos como algum tipo de doença, problemas familiares e pessoais, dificuldades financeiras, dificuldades de transporte, falta de motivação, entre outras são as principais causas de falta e atrasos dentro do trabalho.

 

Leia também: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

 

O que muitos empreendedores não sabem é que o absenteísmo traz uma determinada quantidade de problemas à empresa, aumenta os custos e dificulta muito a concretização dos objetivos profissionais. Por isso, a seguir, falaremos um pouco sobre quais são as causas e como combater o absenteísmo nas organizações. Continue lendo:

 

Causas e Impacto do Absenteísmo

Como falamos anteriormente, as causas são variadas e podem estar associadas a diversas situações, como:

  • Volume excessivo de trabalho.
  • Más condições para desempenho das funções.
  • Baixo reconhecimento (levando o funcionário a buscar novas oportunidades)
  • Estresse (só para se ter uma ideia, na União Europeia são gastos mais de € 600 bilhões anualmente para lidar com esse fator)
  • Pressões.
  • Mau relacionamento da equipe.
  • Ergonomia do ambiente de trabalho.

 

O absenteísmo gera diversos impactos negativos na produtividade de uma organização, principalmente no setor financeiro. Isso é devido a perda de receita e encarecimento da mão de obra especializada. Afinal, é necessário gastar ainda mais com horas extras e pagamento de funcionários ausentes, mediante a faltas justificadas legalmente.

Além disso, a baixa produtividade interfere diretamente na qualidade da produção e serviços oferecidos e tem impacto direto na satisfação do cliente final.

 

Além disso, o clima organizacional também é atingido. Um funcionário que se ausenta muito, acaba sendo visto como descomprometido e irresponsável pela sua liderança, gerando conflitos de relacionamento na equipe. Ainda há os colaboradores que precisam cobrir os faltantes e, por isso, acabam se sentindo prejudicados e descontentes com o ocorrido.

 

Como lidar e combater o Absenteísmo na empresa?

Como vimos, lidar com o absenteísmo tem sido um grande desafio para as empresas. Sabemos que esses problemas podem ser de natureza pessoal, biológica, ambiental, social, familiar, financeira, funcional e, inclusive, estarem relacionados à própria estrutura organizacional. Mas, o importante é saber que existem maneiras eficazes de controlar e até combater o absenteísmo e suas consequências. Confira a seguir algumas dicas e saiba como proceder da melhor maneira nesses casos.

 

Leia também: Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa

1- Fortaleça a cultura organizacional

É importante deixar claro desde o princípio quais são os valores e posicionamento da organização no mercado. Os colaboradores precisam conhecer e estar alinhados com todos os aspectos propostos pela empresa. Se estas informações não forem disseminadas de maneira correta, as chances de se sentirem desmotivados e não acharem sentido nenhum naquilo que estão fazendo é grande.

Existe um desgaste natural quando há incompatibilidade entre os objetivos pessoais e os da própria empresa. Por isso, é necessário que a organização trabalhe sempre com análises de perfil ainda no processo de seleção. Isso fará com que a taxa de absenteísmo diminua, já que as chances de ter um funcionário dentro dos valores da empresa são maiores

2 – Garanta uma comunicação eficaz

Uma comunicação com falhas pode causar sérios problemas de relacionamento entre toda a equipe. Afinal, o resultado de uma informação passada para frente de forma incorreta pode gerar alguns ruídos, como fofoca, especulações e informações pela metade.

 

E, quando esses ruídos surgem, a equipe se sente desmotivada e evita estar presente na empresa por meio de faltas, atrasos ou até mesmo desligamentos. No ambiente organizacional, a comunicação engloba o diálogo presencial entre colegas e também demais veículos: e-mail, reunião, telefone, TV corporativa e etc. Assim, para ter uma comunicação eficiente, é necessário entender o perfil dos colaboradores e descobrir qual ferramenta é a mais adequada para a equipe.

 

Lembrando que plataformas de comunicação interna reduzem ruídos no diálogo entre os colaboradores. As consequências são maiores chances de um trabalho bem executado e um sentimento maior de segurança e acolhimento do empregado.

 

3- Estímulo a atividades físicas laborais e alimentação saudável

A organização pode oferecer aos funcionários exercícios laborais uma vez por semana. Por mais que a mudança não seja imediata, a rotina de atividades físicas vai causar um impacto profundo na qualidade de vida dos colaboradores.  Rotinas assim evitam o surgimento de complicações como tendinite, bursite e estresse, além de ser um excelente estímulo para práticas mais profundas como treinos e corridas.

 

Assim como as atividades, o incentivo a alimentação saudável é muito efetivo em um ambiente corporativo. Medidas como oferecer um cardápio com sugestões saudáveis, organizar e disponibilizar materiais sobre o assunto e promover palestras que ensinam os funcionários a adotarem dietas adequadas são muito eficientes.

4 – Prevenção é o melhor caminho

É fundamental lembrar que a saúde física e mental do funcionário tem um grande impacto sobre o índice de absenteísmo da organização. Por isso, é importante criar alternativas para que o funcionário seja cuidado constantemente, com programas internos que geram bem-estar e soluções que acompanham a saúde do colaborar constantemente.

 

Alguns equipamentos, como a plataforma Safety Gestão de Saúde, trazem redução de custos, aferindo e rastreando a saúde dos colaboradores de forma online. Através desta plataforma ainda é possível trabalhar de forma preventiva e preditiva dentro das corporações, evitando assim problemas maiores no ambiente de trabalho.

 

O Safety é uma balança que mede pressão arterial, batimentos cardíacos, peso altura, índice de gordura, massa muscular e muito mais. Através dos dados gerados, muitas atitudes podem ser tomadas como mudança de cardápio no refeitório, organização de atividades físicas e uma série de atitudes preventivas.

 

A prática de algumas dessas ideias certamente promoverá a satisfação dos funcionários e a participação deles na rotina da organização. Mas lembre-se que todo esse trabalho deve ser feito com cautela e responsabilidade.

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