Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

Algumas empresas ainda insistem em lidar com a saúde do colaborador como se ela fosse um gasto desnecessário ou, até mesmo, desperdício de investimento. O que essas instituições não sabem é que a saúde do trabalhador está diretamente ligada a produtividade nas empresas.

 

O comprometimento das empresas com a saúde do trabalhador e a prevenção de riscos gera uma resposta sempre positiva, pois oferece um ambiente em que os trabalhadores realizam as suas atividades com mais satisfação e alegria. Como consequência, o nível de produtividade nas empresas cresce, além de riscos de doenças como depressão, ansiedade e stress diminuírem drasticamente.

 

Sabemos que o cuidado com a saúde do colaborador deve começar dentro das instituições, por meio de programas, iniciativas e ações que incentivem e valorizem sua importância, periodicamente. A saúde ocupacional é uma importante estratégia para garantir o bem-estar dos colaboradores e potencializar a produtividade, a motivação e a satisfação no ambiente de trabalho.

 

A sua empresa tem cuidado de maneira correta dos colaboradores? Os profissionais de Recursos Humanos da sua empresa já entenderam que estes tipos de ação trarão benefícios? Se você quer saber um pouco mais sobre como a saúde interfere na produtividade nas empresas continue lendo este artigo e comprove que o bem-estar do trabalhador é importante para todos, inclusive para você.

O papel do RH na saúde do trabalhador

O papel do setor de Recursos Humanos da empresa se divide entre selecionar, treinar e desenvolver colaboradores, com a função de propiciar um clima agradável, onde a saúde e a qualidade de vida dos funcionários são partes da cultura da empresa.

 

A Organização Mundial da Saúde acredita que o cuidado com a saúde do colaborador seja um desafio a ser superado, tanto para as empresas quanto para a sociedade. Existem diversas questões para serem superadas, como a tecnologia, novas substâncias químicas, envelhecimento da população, entre tantas outras. Sendo assim, as ações preventivas são muito importantes quando realizadas de maneira séria e eficaz dentro do ambiente de trabalho.

 

Um trabalhador saudável produz muito mais do que outro que não se sente à vontade no que faz. E esta produtividade nas empresas se dá na questão qualitativa, isso quer dizer que melhora os relacionamentos, o atendimento, comunicação, motivação e confiança, resultando em aumento de vendas, redução de desperdícios e acidentes de trabalho.

 

Infelizmente, o número de empresas que não dão a devida atenção à saúde dos seus funcionários é grande, resultando em redução de produtividade e um alto nível de estresse. Um estudo Norte Americano indicou que 150 bilhões de dólares são perdidos por ano devido ao alto nível de estresse no local de trabalho, aumentando o número de doenças, licenças, acidentes e conflitos interpessoais. É assustador. No tópico abaixo, falaremos um pouco sobre como o estresse interfere na produtividade nas empresas muito mais do que a gente imagina. Continue lendo.

 

Leia também: Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa


Estresse no trabalho, um mal que deve ser combatido

Muitas pessoas até gostam do que fazem, mas o ambiente, seja por conta de pessoas ou de situações, gera estresse. Saber lidar com metas e cobranças, objetivos a cumprir, pode ser bem estressante para determinadas pessoas.

É fato que além de consequências sérias para a saúde, o estresse também afeta a qualidade de vida das pessoas e, consequentemente a produtividade nas empresas. Inclusive, essa consequência pode causar mais estresse ainda, se levar à perda do emprego, ou dificuldade em progredir na carreira. A pessoa que sofre deste distúrbio dorme mal, se alimenta mal e por fim, vive a vida de uma maneira mecânica, muitas vezes com ausência de satisfação e alegria.

Tendo em vista todos esses desafios que permeiam a saúde laboral do trabalhador, listamos algumas vantagens que este cuidado pode resultar para a sua instituição, confira:

  • Redução do Absenteísmo

Quando a saúde do trabalhador está prejudicada, é normal que o mesmo comece a faltar ao trabalho. O IBGE avaliou que os principais motivos de falta então relacionados a dores nas costas, pescoço e fortes sintomas de gripe. Além destes motivos, acidentes de trabalho influenciam diretamente o absenteísmo, já que estes afastamentos normalmente assumem gravidades maiores e até ações trabalhistas.

Para reduzir o absenteísmo, o ideal é que a empresa realize um acompanhamento ininterrupto, afinal, profissionais que tem a saúde monitorada regularmente estão menos propensos a desenvolverem doenças. Por isso, investir em prevenção é mais eficaz do que investir em tratamento e é mais uma segurança à empresa de que os profissionais estarão nos seus locais de trabalho no dia e hora determinados.

  • Redução de licenças

As licenças e afastamentos por motivos de saúde prejudicam agressivamente a empresa a longo prazo. Além de estar sem o trabalho do profissional, a empresa precisará se programar para que aquela função não fique sem um funcionário durante o período de afastamento.

Para que haja uma diminuição das licenças, a empresa pode promover campanhas de prevenção. Afinal, trabalhadores que cuidam da sua saúde ficam mais dispostos e ativos para executar suas tarefas diárias.

Leia também: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

  • Aumento de produtividade nas empresas

Como falamos, a saúde do colaborador está diretamente ligada aos níveis de produtividade nas empresas. Trabalhadores saudáveis e satisfeitos com seu trabalho são mais produtivos

do que o profissional que se encontra insatisfeito, e direcional mais energia produtiva pelas causas do trabalho, impulsionando o rendimento, a produção e o lucro da instituição.

 

É importante saber que as iniciativas podem partir do seu setor de Recursos Humanos. A primeira etapa é elaborar e implantar um plano de ação, programas e campanhas que conscientizem os funcionários. Depois, adote estas medidas como permanentes, incentive sempre os colaboradores a terem hábitos saudáveis e mantenha a porta aberta para possíveis diálogos e opiniões. Cuidar da saúde humana da sua empresa é sempre a melhor opção.

Gostou do nosso artigo? Não esqueça de compartilhar em suas redes sociais. Em nosso blog temos uma série de conteúdos relacionados com a saúde do trabalhador. Que tal aprofundar o seu conhecimento? Até breve!

Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa

Atualmente não temos o hábito de pensar nas dificuldades que os empresários e funcionários dos séculos passados passaram para que chegássemos até aqui. Mas, e sobre o futuro? Já parou para pensar? E a indústria 4.0, você sabe o que é? A indústria 4.0, ou manufatura avançada, é nada mais nada menos que a 4ª revolução industrial. Na 1ª, 2ª e 3ª revolução tivemos avanços tecnológicos que mudaram o rumo das indústrias e empresas, e agora estamos passando pelo mesmo processo na gestão de saúde, só que em épocas totalmente distintas.

Para entender essa nova indústria, recapitulamos um pouco da história das revoluções e gestão de saúde:

As revoluções industriais

Em meados de 1820 aconteceu a 1ª revolução industrial, que trouxe a tecnologia das máquinas à vapor. Em 1900 a indústria automobilística inovou ao montar a primeira linha de montagem industrial, para o aumento da produtividade nas fábricas e em 1970 o trabalho que antes era realizado por humanos, começou a ser realizado por computadores e máquinas programadas.

Gestão de saúde nas indústrias passadas

A maioria das revoluções industriais até 1970 não obtiveram enfoque na saúde e no bem estar dos funcionários das fábricas. Pelo contrário, desde 1820 quando as máquinas à vapor foram inseridas visando a produtividade das fábricas na 1ª revolução industrial, crianças, homens e mulheres trabalhavam jornadas de 16h sem folgas e muitas das vezes sem salário. Então, os trabalhadores implantaram sindicatos para combater a exploração e as más condições de trabalho. A segurança do trabalho não era imaginada na época, muito menos o desemprego súbito que novas tecnologias trariam. No dia 27 de julho de 1972, foi implantada a portaria ministerial nº 3.237/72, que visa a obrigatoriedade dos serviços especializados em segurança, higiene e medicina do trabalho nas empresas.

Veja também: As principais normas e regras de segurança do trabalho         

Como funciona a indústria 4.0


O primeiro projeto de indústria 4.0 foi apresentado em 2012 em uma feira de tecnologia em Hannover, Alemanha. O projeto teve apoio do governo e diversas universidades, e propunha uma mudança radical no modelo da indústria atual.

Dentre estas mudanças, encontramos a proposta de implantação do controle remoto da produção e de tecnologias inteligentes capazes de comparar informações e gerar bancos de dados internos e externos. Essa tecnologia seria capaz de mudar a estratégia de funcionamento ou gerar diversas alternativas a partir de dados. Basta um gerente e um smartphone para tomar as decisões e ter o controle remoto total da empresa.
A seguir, temos como exemplo uma fábrica de molho de tomate:

Quando o sistema recebe a informação externa de que a safra de tomates deste semestre está baixa, ele automaticamente compreende que naquele período de tempo a matéria prima vai ser escassa e mais cara. No mesmo período ele recebe a informação interna de que a fábrica passará por uma reforma nas máquinas, então, o sistema calcula que o melhor período para essa reforma seria na época da safra baixa e também sugere o aumento da produção no período atual em que a safra está boa.

Hospitais e clínicas também adotaram a indústria 4.0. Lá os exames são efetuados em modo automatizado, o que evita a troca de informações, e não necessita amostras tão grandes de sangue. Evita também a contaminação, impedindo erros nos exames e diminui o risco de quem lida com estas amostras.


Os contras da indústria 4.0


A indústria 4.0 gera desemprego? Assim como na 3ª revolução industrial, as máquinas implantadas nas fábricas produziam mais e mais rápido do que qualquer funcionário e, consequentemente, houve demissão em massa da maioria destes funcionários. Mas assim como o desemprego estrutural desta categoria, surgiram novas vagas de emprego relacionadas às próprias máquinas. O implante total da indústria 4.0 será lento e gradual, e até lá o mercado já terá se adaptado às novas tecnologias. Vivemos em um meio onde a tecnologia é nossa aliada, por mais que estes sistemas sejam programados com algoritmos e inteligência artificial capazes de tomar decisões e guardar informações, estamos adaptados a viver lado a lado destas tecnologias no nosso dia-a-dia e levá-las para dentro das fábricas e empresas pode auxiliar tanto as próprias empresas quanto os colaboradores.


Gestão de saúde na nova indústria

Adotar a indústria 4.0 na sua empresa pode ser interessante quando a gestão de saúde automatizada gera eficiência e precisão.

Por exemplo: O dono de uma construtora optou por adotar um sistema que acompanha seus colaboradores. Antes da jornada de trabalho o sistema realiza exames no colaborador, e se ele não estiver apto ao trabalho, pode ser dispensado para consulta médica evitando problemas maiores como desmaio durante o trabalho. Nesta consulta pode ser diagnosticada alguma doença em estágio inicial que poderá ser tratada sem maiores problemas.

Neste caso o colaborador volta à empresa quando seu estado de saúde estiver apropriado e também a instituição evita maiores problemas relacionados à acidentes no trabalho e saúde do colaborador.

 

Veja também: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

A saúde dos colaboradores é um fator fundamental na sua empresa, isso gera produtividade e também bons resultados, então, esta tecnologia além de prevenir erros e aumentar a produção também pode auxiliar na gestão de saúde e segurança do trabalho da organização.

 

Atualmente, existem disponíveis no mercado  dispositivos que auxiliam nos departamentos de segurança do trabalho e medicina preventiva, realizando testes de saúde em colaboradores na pré e pós jornada de trabalho, monitorando-os para caso de acidentes, alterando funcionamentos internos de acordo com a necessidade dos colaboradores de forma ágil, reunindo e avaliando informações que auxiliam em uma boa gestão de saúde da empresa.

E você, agora que está por dentro da nova indústria 4.0 e entendeu como ela influencia e auxilia na gestão de saúde, pensou em adotar novas tecnologias? Conta para a gente! Gostou do conteúdo? Compartilhe em suas redes sociais. Até breve!

RH: 9 hacks para acelerar contratações em 2019

Se o seu objetivo é acelerar contratações em 2019, você precisa ler este artigo. Aqui, separamos 9 hacks de recrutamento que prometem alavancar o seu processo de contratação com um pouco menos de esforço. A partir da implementação desses hacks, prepare-se para ficar à frente da concorrência e atrair os melhores candidatos para a sua empresa.

 

Porque você precisa acelerar contratações em 2019?

O recrutamento pode ser um dos processos mais complicados pelos quais uma empresa passa ao longo dos anos de atuação no mercado. Encontrar e contratar o candidato certo é extremamente necessário para um negócio de sucesso, tendo em vista que o objetivo sempre será manter a equipe dedicada e capacitada para realizar tarefas necessárias do dia a dia.

 

Problemas com funcionários podem ser comuns e, por isso, você precisa ter estratégias consistentes. Portanto, é importante acelerar contratações e manter os melhores candidatos por perto, a fim de substituir rapidamente o seu quadro de colaboradores quando necessário.

Como acelerar contratações em 2019?

Algumas empresas fazem recrutamento interno e contam com os seus próprios departamentos de RH para anunciar vagas e novas oportunidades de carreira, outras empresas usam agências de recrutamento para buscar candidatos que se adequem à vaga disponível.

 

Independente do método escolhido, as suas técnicas de recrutamento precisam estar afiadas para trazer o tipo de funcionário certo. Além disso, é importante implementar as tendências de recrutamento mais recentes e ter ideias sólidas, para que todo o processo seja simplificado, e cause o menor incômodo possível aos demais funcionários.

 

Para auxiliar no processo de recrutamento da sua empresa, falaremos sobre 9 hacks de recrutamento que vão acelerar os seus negócios. Vamos lá?

 

1- Mídia Social: uma excelente aliada para acelerar contratações

Atualmente, não tem como fazer um processo de recrutamento sem pensar nas redes sociais. O uso de métodos tradicionais de recrutamento, como portais de emprego e jornais, pode não ser suficiente no mundo de hoje.

 

Certifique-se de que os seus anúncios de emprego nas redes sociais são profissionais e contêm o máximo de informação possível sobre a vaga. É importante destacar os benefícios, através deles os candidatos serão estimulados a entrar em contato.

 

2- Softwares de automação para recrutamento

Os softwares de automação para recrutamento com certeza devem ser explorados. Empresas e agências de recrutamento podem se beneficiar deste tipo de tecnologia que automatiza  grande parte do processo de recrutamento (como envio de e-mails e contato com os candidatos)  e, assim, aumentam a eficácia do processo.

 

3- Listas de verificação de procedimentos padrão

Grande parte do processo de recrutamento envolve procedimentos padronizados e repetitivos, que são aplicados toda vez que você contrata um novo colaborador.

 

Uma dica simples que pode salvar e otimizar o seu tempo é a criação de listas de verificação para o processo de recrutamento, bem como para o processo de integração. Considere todos os estágios envolvidos na contratação de uma nova pessoa e, a partir daí, elabore uma lista de verificação relacionada com essas atividades. Cada vez que você for recrutar um novo funcionário, passe por essa lista de verificação para garantir que nenhuma etapa tenha sido negligenciada.

4- Elabore modelos

Os modelos tornam o trabalho digital muito mais fácil. Escrevendo um novo anúncio de recrutamento cada vez que você for contratar um novo funcionário consome muito tempo. Usando um padrão para determinados processos, você melhora sua eficiência e pode aplicar o tempo em outras atividades da empresa. Por exemplo, você pode usar modelos de descrição de trabalho, convites para entrevistas e reuniões, cartas de dispensa, etc.

 

5- Testes durante a inscrição para a vaga

Os testes são uma ótima maneira de eliminar candidatos antes mesmo da entrevista. Além disso, eles podem reunir dados úteis para análise de certos aspectos da capacidade e personalidade do futuro colaborador. Você pode incluir testes simples de inglês e lógica ou testes específicos de acordo com o setor. Existem, inclusive, alguns testes online gratuitos que você pode usar se não tiver tempo para formular perguntas por conta própria.

 

6- Escolha nomes simples para a vaga

Um título simples pode fazer uma enorme diferença na hora de acelerar contratações. Ao escolher um cargo, pense na perspectiva do candidato e não use nomes complexos e confusos. Títulos simples como “diretor de vendas” e “assistente de departamento pessoal” são os mais indicados.

 

7- Mantenha o seu site atualizado

Muitas empresas não dão muita importância, mas, manter a página de “vagas” no site é fundamental. Torne a sua página de recrutamento” um portal de oportunidades, com vagas detalhadas, opções de contato e informações relevantes para que o candidato possa realmente se beneficiar deste recurso.

 

8- Mantenha contato com os candidatos regularmente

Não há nada pior do que se candidatar a um emprego e ter nenhum retorno, nem que seja um e-mail de dispensa e agradecimento. Por isso, crie linhas de comunicação específicas para todas as etapas do processo, do início ao fim.

9- Prepare-se para a entrevista

Nunca realize uma entrevista de emprego sem saber nada do candidato. Uma boa dica para acelerar contratações é ter um roteiro padrão de acordo com o seu negócio e algumas anotações importantes sobre a pessoa que você irá entrevistar.

 

Com a aplicação destas hacks, você será capaz de melhorar e acelerar contratações da sua empresa com pouco esforço. Então, prepare-se para um ano de acertos e alta produtividade.

 

E você, gostou das nossas dicas e conteúdo? Compartilhe em suas redes sociais. Até breve!

 

Fonte: Talent Lyft

As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

Atualmente o número de trabalhadores que exerce atividades no mercado com carteira assinada e que são submetidos a exames e avaliações da medicina preventiva ocupacional chega a 50 milhões de pessoas. Os métodos para aplicação desses exames sofrem constante aperfeiçoamento, já que de tempo em tempo novas necessidades surgem e os investimentos para a prevenção de doenças ocupacionais são cada vez maiores, resultando em novas tendências para medicina preventiva e para segurança do trabalho.

 

Falando ainda sobre o aperfeiçoamento dos métodos para atender aos trabalhadores de diversos setores, podemos considerar também que as empresas, cada vez mais, buscarão os benefícios da medicina preventiva ocupacional e segurança do trabalho, com o objetivo de evitar a baixa de produtividade, muitas vezes, ocasionada por doenças e acidentes. Os exames clínicos e complementares são fundamentais para uma avaliação criteriosa da saúde dos trabalhadores e, também, auxiliam na identificação de possíveis doenças ocupacionais.

 

A medicina preventiva e segurança do trabalho, quando realizada por profissionais especializados e capacitados, torna-se um mecanismo que contribui para uma melhor qualidade de vida e o bem-estar dos trabalhadores, beneficiando também a produtividade da mão de obra nas empresas.

 

Conheça abaixo as principais tendências para medicina preventiva e tendências para a segurança do trabalho em 2019:

 

Sistema de Gestão

Este sistema tem por objetivo atender as exigências da legislação e implantar uma política de gestão de riscos para controlar os possíveis problemas relacionados à atividade laboral, e é uma grande tendência para medicina preventiva e tendência para segurança do trabalho.

 

Uma das ferramentas que devem ser implantadas para promover o controle das operações é a padronização dos procedimentos administrativos relativos a saúde ocupacional. Esses documentos garantem uniformidade das atividades e refletem o nível adequado de organização de uma instituição.

 

O Safety Gestão de Saúde, por exemplo, é uma ferramenta facilitadora para o dia a dia de gestores que precisam ter informações da saúde dos seus colaboradores e terceiros, para a execução de tarefas com riscos. E também para que deseja realizar ações de medicina preventiva corporativa.

 

É um sistema de gestão poderoso, que garante às autoridades trabalhistas o cumprimento das Normas Regulamentadoras, além de ser uma ferramenta de controle e gestão. Através da interface amigável e intuitiva do sistema Safety, o profissional de segurança do trabalho ou medicina preventiva, pode saber o estado de saúde de um colaborador em tempo real, e receber estas informações por notificações via e-mail, SMS ou diretamente no aplicativo do celular. Assim, a tomada de decisões pode ser mais rápida e assertiva.

 

Uma empresa que se preocupa com a saúde de seus trabalhadores e atenta a legislação trabalhista tem a sua reputação idônea reconhecida. Portanto, uma gestão ocupacional eficiente na medicina do trabalho reflete maior cuidado com os trabalhadores.

Prontuário Online

Neste caso, os dados são armazenados virtualmente e protegidos por sistemas especializados com alto teor de segurança. Os prontuários online dos colaboradores são uma das grandes tendências para medicina preventiva na área da saúde e para os profissionais que atuam na área de medicina ocupacional. Além de manter todos os dados, laudos, diagnósticos e consultas realizadas do paciente, este tipo de sistema permite que as informações sejam acessadas de maneira remota. Além de ser uma tendência para medicina preventiva, é uma grande otimização de tempo e espaço.

 

A diferença é que os softwares mais modernos devem aumentar a capacidade de captação dos dados, incluindo também informações de produtividade, agenda, custo e outros tipos de procedimentos. O Safety, por exemplo, reúne grande parte das informações relacionados a Saúde e Segurança do Trabalho exigidas pelo eSocial. Além de armazenar informações sobre os funcionários, o Safety também comunica acidentes de trabalho e diversas informações sobre o colaborar em tempo real e de maneira remota.

 

Unidades Móveis

O atendimento nas empresas pode ser facilmente ampliado com unidades móveis de saúde, que são clínicas completas sob rodas. Estas unidades se deslocam até o local de atendimento, com médicos e profissionais necessários para o atendimento.

 

As clínicas de medicina ocupacional são adaptadas em veículos de médio e grande porte, que podem oferecer todas as modalidades de exames necessárias às instituições que contratam o serviço, como exames admissionais, demissionais, complementares e periódicos. Além de ampliar o atendimento para os profissionais, a utilização de automóveis promove o acesso linear dos trabalhadores aos serviços oferecidos pela empresa.

Levantamento de indicadores de produtividade

Parece uma atividade simples, mas muitas empresas ainda não estão atentas a esta tendência para segurança do trabalho. Conhecer os principais indicadores da empresa é importante para estabelecer metas em médio e longo prazo. Principais causas de afastamento, percentual e tipo de acidentes de trabalho, treinamento sobre riscos ambientais, análise de pureza da água, nível de satisfação com o ambiente de trabalho são exemplos de indicadores que devem ser analisados periodicamente.

 

Estes indicadores devem ser agrupados de acordo com os setores envolvidos e a necessidade de implantação. Assim, fica mais fácil de saber que o aumento de casos de doenças respiratórias em ambiente de pouca circulação deve ser tratado mais urgentemente do que a insatisfação com a comida servida no restaurante, por exemplo. A partir dessas informações é possível estipular metas gerenciais e operacionais para sanar as principais não conformidades e garantir a produtividade dos setores.

Cipa Online

Nós sabemos que a CIPA, que é regulamentada pela Norma Reguladora nº 5, não é uma tendência, mas sim uma obrigação de todas as empresas regidas pela Consolidação das Leis de Trabalho, a CLT. Ela é formada por representantes do empregador e dos empregados e, por isso, é possível discutir e propor melhorias para a segurança do trabalho. O modelo de votação online através de softwares, dá mais credibilidade para a escolha desses representantes, agiliza os processos e faz com que a divulgação dos resultados seja democrática.

 

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Fontes:

Fórum de Saúde Digital

Healthcare

DDS segurança do trabalho: o que é e os melhores temas

Se você quer saber o que é DDS segurança do trabalho, os benefícios e como realizar, você está no lugar certo. Bem, Diálogo Diário de Segurança, é destinado a gerar no colaborador a conscientização de acordo com as suas atividades diárias, e engloba assuntos como segurança, meio ambiente, saúde e qualidade de vida. Ela é aplicada normalmente em um tempo de 5 a 15 minutos, sempre antes do início da jornada de trabalho de cada colaborador. Este tempo é reservado para discussões e instruções básicas de assuntos relacionados a prevenção de acidentes e segurança.

 

A ferramenta de DDS segurança do trabalho começou na década de 90, e teve sua ampliação para muitas outras ferramentas, como o DDHSMA (Diálogo Diário de Higiene Segurança e Meio Ambiente), DDHS (Diálogo Diário de Higiene e Segurança), DHSMQ  (Diálogo Diário de Higiene, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade), entre vários outros.

 

Como sua própria definição diz, o DDS segurança do trabalho é uma ferramenta muito eficaz quando se trata de prevenção de acidentes de trabalho. É uma medida fundamental e vem ganhando muito espaço, inclusive entre os próprios técnicos de segurança de trabalho, justamente por proporcionar aos trabalhadores a conscientização da importância em ter a segurança aplicada em sua jornada de trabalho.

Leia também As principais normas e regras de segurança do trabalho.

 

Os benefícios do DDS segurança do trabalho

Abaixo, falaremos sobre os principais benefícios que o DDS traz para a instituição que implementa o método, conheça:

  • Redução de custo com assistência médica.
  • Redução considerável de acidentes de trabalho.
  • Melhoria na produção e ambiente de trabalho.
  • Aumento de comprometimento dos colaboradores.
  • Aumento do nível de satisfação e segurança dos funcionários.


Como realizar o DDS

O DDS pode ser ministrado pelo empregador, membros da SESMT e da CIPA, supervisor, técnico de segurança ou funcionário que foi destinado a realizar o procedimento. A primeira medida antes de realizar o DDS é informar aos funcionários o que é esta ferramenta e o porque está sendo inserida no horário de trabalho, é importante ressaltar que pode ser um procedimento simples e rápido mas que traz grande eficiência em relação a prevenção de acidentes.

Fique atento às dicas de ministração do DDS segurança do trabalho:

  • A conversa deve ser ágil, como falamos acima, no máximo 15 minutos.
  • O conteúdo, deve ser objetivo e pontual, além de trazer temas interessantes para atrair a atenção dos colaboradores.
  • Lembre-se de falar a língua do funcionário, sempre.
  • Deixe disponível para todos um calendário com todos os encontros da DDS agendados, juntamente com os temas abordados.
  • Traga pessoas especializadas na área para falar sobre os assuntos tratados, isso passará credibilidade e maior responsabilidade aos colaboradores.
  • Deixe sempre espaço para dúvidas ou sugestões no final de cada DDS.
  • Documente tudo que for tratado no DDS. Pergunte sobre sugestões ou novos tópicos a serem discutidos nas próximas reuniões.4

 

O que não deve acontecer em uma DDS segurança do trabalho:

  • Tema não relacionado com as atividades do dia a dia dos colaboradores.
  • Despreparo e falta de segurança na hora das ministrações.
  • Temas pouco objetivos com baixo índice de compreensão.
  • Não documentar os temas e nem registrar assinaturas dos funcionários.
  • Não elaborar a criação de um calendário de encontros e não divulgar os assuntos para que todos da empresa fiquem bem informados.

 

Preserve o Diálogo

Lembre-se que o DDS trata-se de um diálogo. Então, deixar um tempo maior para debates e colocações do colaboradores é muito importante. Caso se depare com timidez e silêncio por parte dos funcionários, faça perguntas e estimule a interação.  Se participarem, certamente estarão mais dispostos a colaborar. Isso pode levar o departamento de segurança a diagnosticar riscos nos quais não havia pensado. E esse debate, de tão rico, pode até mesmo gerar novos temas para outros DDS no futuro e, vindo da parte mais importante da empresa: sua audiência.

Temas para DDS Segurança do Trabalho

Existem vários temas que podem ser abordados pelo Diálogo Diário de Segurança. Confira abaixo alguns exemplos:

– Primeiros socorros;

– Atos inseguros e segurança no trabalho;

– Educação no trânsito

– Efeitos do ruído no sistema auditivo;

– Controle de Qualidade Total – CQT;

– A iluminação no ambiente de trabalho;

– Legislação ambiental;

– Importância das atividades físicas;

– Reciclagem de resíduos;

– Produtos e clientes;

– Produtividade e sobrevivência;

– Proteção dos pulmões;

– Preparação de áreas seguras;

– Acidentes podem acontecer em qualquer lugar;

– Como prevenir incêndios;

– Oficina limpa é oficina segura;

– Primeiros socorros para os olhos;

– Exposição a substâncias potencialmente prejudiciais à saúde;

– Dicas de segurança;

– Por que as pessoas não usam cinto de segurança?;

– Consciência de segurança;

– A influência do calor no trabalho;

– A responsabilidade de cada um na prevenção de acidentes;

– Dicas de segurança para dirigir em dias chuvosos;

– Postura corporal;

– Maneira certa de trabalhar sentado;

– Legislação Trabalhista Brasileira.


Veja mais sugestões de temas aqui.

 

Essas são apenas algumas atitudes que você pode fazer para evitar que aconteçam acidentes. Esperamos que essas dicas ajudem você a se prevenir e a reduzir o número de acidentes de trabalho na sua empresa de maneira significativa. Gostou das nossas dicas e temas para DDS segurança do trabalho? Então, compartilhe com os seus amigos e os ajude a manter o ambiente laboral mais seguro. Até a próxima.

As principais normas e regras de segurança do trabalho

As normas e regras de segurança do trabalho, conhecidas também como Normas Regulamentadoras ou NRs, são as medidas determinadas pelo Ministério do Trabalho, que tem como principal objetivo zelar pela segurança dos colaboradores no ambiente de trabalho.

 

A utilização das normas e regras de segurança do trabalho são obrigatórias para qualquer tipo de empresa que seja constituída por funcionários contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho, públicas, privadas ou órgãos públicos de administração. Por isso, estar por dentro das principais NRs é muito importante para qualquer instituição.

 

Leia também: Como ter uma gestão de recursos humanos de excelência

 

Pela lei nº 6.514 de 22 de dezembro de 1977, que definiu a redação dos artigos 154 a 201 da CLT, cabe ao MTE definir as medidas relativas à segurança e medicina do trabalho. Desta forma, o Ministério do Trabalho aprovou a Portaria nº 3.214 em 08 de junho de 1978, que instituiu as Normas Regulamentadoras pertinentes à Segurança e Medicina do Trabalho. Nos dias de hoje, a legislação conta com 36 normas e regras de segurança do trabalho, todas aprovadas pelo MTE, responsáveis por manter a integridade do colaborador, combatendo riscos e acidentes de trabalho.

Como funciona a aplicação das Normas e Regras de Segurança do Trabalho?
Mesmo com o grande volume das Nrs, todas elas são constituídas de forma genérica. Desta forma, é possível aplicá-las conforme a especialização de cada segmento do negócio. Por isso, o trabalho desempenhado pelo técnico de segurança do trabalho é tão importante em uma empresa. Ele é o responsável por avaliar e levar em conta todas as particularidades de cada instituição, e definir como as normas e regras de segurança do trabalho se aplicam de forma adequada.

Para capacitar esses profissionais, existem treinamentos específicos destinados não apenas à segurança, mas também a entender as especificidades de segmentos diversos de trabalho. Mesmo sendo concebidas de forma genérica, todas as normas são complementares e não se contrapõem. Conheça agora algumas NRs e entenda como elas funcionam:

 

Norma Regulamentadora número 2

A NR 2 estabelece que, no processo de abertura de um novo estabelecimento, é necessário que suas instalações sejam inspecionadas e aprovadas pelo órgão regional do Ministério do Trabalho. Se as instalações obtiverem a aprovação devida, a nova empresa recebe um Certificado de Aprovação de Instalações (CAI), que atesta que existem as condições necessárias ao perfeito funcionamento.

Essa autorização é necessária não só na ocasião de abertura da empresa, mas também sempre que o local passar por modificações substanciais em sua estrutura ou equipamentos.

Norma Regulamentadora número 4

A NR 4 foi um dos passos mais importantes para a queda no número de acidentes de trabalho no país, obrigando as empresas a manter os Serviços Especializados em Engenharia e Segurança do Trabalho.

 

Norma Regulamentadora número 6

Esta é uma das normas mais conhecidas e importantes, pois trata da exigência de utilização de Equipamentos de Proteção Individual, os EPIs. Ela regulamenta as responsabilidades da empresa quanto à oferta desses materiais, capacitação para utilização e fiscalização.

 

Norma Regulamentadora número 10

O objetivo da NR 10 é estabelecer um conjunto de procedimentos e requisitos de segurança em instalações elétricas e serviços com eletricidade para garantir a proteção e a saúde dos trabalhadores.

 

Associada à NR 06, esta norma exige o uso do EPI específico. Além da vestimenta, o profissional que lida com eletricidade deve usar, obrigatoriamente:

  • luvas revestidas em borracha;
  • sapatos com solado de borracha;
  • viseira protetora;
  • capacete especial;
  • ferramentas com cabo de borracha.

Também é obrigatório que o eletricista tenha treinamento específico sobre os riscos decorrentes da energia elétrica e as principais medidas de prevenção de acidentes em instalações elétricas.

Norma Regulamentadora número 12

As máquinas nunca estiveram tão presentes na vida profissional de um número tão grande e diversificado de trabalhadores. A automatização dos processos de produção facilitou, mas trouxe também uma maior possibilidade de acidentes.

A NR12 foi criada para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores que lidam com máquinas e equipamentos em seu dia a dia.

 

Norma Regulamentadora número 33

Por espaço confinado entende-se qualquer espaço ou ambiente não projetado para o trabalho contínuo. Isto é, com meios de acesso reduzidos, ventilação insuficiente para remover contaminantes ou que possa ter deficiência ou enriquecimento do oxigênio.

Entretanto, o espaço confinado não se resume apenas a um lugar inapropriado para o trabalho humano. Dentro do conceito, existem categorias e determinações diferentes para fatores variáveis, como os níveis de atmosfera e as dimensões.

 

Norma Regulamentadora número 28

A NR28 é uma das principais normas e regras de segurança do trabalho. Saiba porquê:  Não cabe à empresa simplesmente oferecer as condições e equipamentos para que seus funcionários trabalhem seguros, também é seu dever fiscalizá-los e garantir que essas determinações sejam cumpridas.

Quando a empresa falha em qualquer um desses dois compromissos, ela está sujeita a penalidades, que variam de multas até mesmo à interdição das instalações. São justamente essas as questões regulamentadas pela NR 28.

Esta norma estabelece os critérios técnicos que o agente fiscal do trabalho deve aplicar para avaliar um ambiente e sua segurança durante a visita de inspeção. Quando ele encontra irregularidades, os empregadores devem ser notificados e receber um prazo máximo de 60 dias para corrigir os problemas detectados.

Norma Regulamentadora número 35

O trabalho em altura é um dos riscos mais elevados. As consequências dos acidentes em alturas são graves, e representam uma porcentagem elevada nos índices de trabalho.  O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) revelam dados onde 40% dos acidentes de trabalho no Brasil estão relacionados a quedas de trabalhadores em altura.

 

Agora você já ficou por dentro das principais normas e regras de segurança do trabalho e pode fazer um diagnóstico completo sobre as práticas da sua empresa. Aqui, você encontra a relação completa de todas as normas e regras de segurança do trabalho. Se você gostou do nosso artigo, não esqueça de compartilhar em suas redes sociais. Nos vemos em breve!

 

Com informações do Ministério do Trabalho: trabalho.gov.br/portal-mte

3 Tendências de RH para ficar de olho em 2019

Uma grande aliada das equipes de gestão de recursos humanos é, sem dúvida a tecnologia. Além de ter o poder de otimização de projetos, ela também auxilia na produtividade, eliminando certas atividades burocráticas e modelos de gestão mais antigos e pouco eficientes. Estar por dentro das tendências de RH para 2019 pode ser a solução para os seus problemas de gestão. Continue lendo!

 

Estruturas corporativas onde o espaço para o bem estar do colaborador não é respeitado, se torna ultrapassada e mal vista pelo mercado que busca estar sempre atualizado com as novas práticas. Por isso, é importante se atualizar, quebrar padrões e compreender que tudo precisa evoluir.

 

O fim do ano está chegando, por isso, é necessário se manter atualizado com as principais tendências de RH para 2019. Aqui, você vai aprender sobre as melhores técnicas para que a sua instituição prospere e estabeleça uma nova estrutura para os próximos meses.

 

Antes de seguirmos com as dicas, vale lembrar: tendências de RH não são definitivas! Aqui, nós vamos falar sobre as principais projeções do mercado relacionadas com o que estará em alta em 2019. Porém, a dica mais importante deste artigo é: fique por dentro do que vai acontecer antes, durante e depois de 2019, só assim você estará preparado para enfrentar o mercado e se adaptar a todas as mudanças previstas e não previstas na gestão de RH. Vamos lá?

1- Rotinas flexíveis

As atividades com rotinas flexíveis foram um sucesso em 2018, e em 2019 vão continuar sendo. Neste ano, o número de indivíduos interessados por este tipo de atividades aumentou significativamente. Empresas menores, como startups, adotaram esta e outras tendências de RH e ditaram regra para muitas empresas maiores.

 

Startups e coworkings são duas das palavras mais populares quando se trata de tendências de RH. A primeira é usada para representar empresas que resolvem problemas de seus clientes de uma forma veloz e diferenciada, a segunda está ligada aos ambientes em que profissionais de várias empresas trabalham no mesmo local. Mas o que fez fundadores de novas empresas optarem por espaços de trabalho compartilhados com profissionais de outras áreas? Relacionamento!

 

As plataformas colaborativas também estão melhorando, o que significa que a velha abordagem de “pegar uma sala de reunião” para resolver problemas e ter um bate papo rápido está se tornando coisa do passado. Enquanto as empresas de tecnologia estiverem a frente, a prioridade será por membros de equipes que estejam dispostas a trabalhar em todo país, até mesmo durante uma viagem. Por isso, esqueça reuniões longas e sem pauta! As grandes tendências de RH para 2019 são soluções rápidas, que podem ser tomadas através de um breve diálogo online.

 

 

O que conseguimos perceber é que organizações “tradicionais” estão cada vez mais envolvidas com os modelos de trabalho flexíveis e tornando-se mais criativos quando se trata de entrega e gerenciamento de projetos. Então, como aplicar esta tendência de RH a sua empresa?

 

  • Viabilize o trabalho remoto através de algumas plataformas de colaboração, e deixe que sua equipe saiba que você está aberto para experimentar coisas novas. As pesquisas mostram que os trabalhadores remotos não são menos produtivos se a comunicação e o engajamento são bem gerenciados
  • Promova debates sobre como você pode gerenciar os funcionários que são remotos e como mantê-los engajados com contatos regulares e reuniões de equipe.
  • Se você gosta de novos desafios, pode considerar a contratação de talentos fora do seu mercado de recrutamento normal. Contratar alguém fora do país pode ser uma excelente forma de alcançar diversidade na entrega dos seus trabalhos.

 

Leia também: Como ter uma gestão de recursos humanos de excelência.

 

2 – Inteligência artificial no RH

A inteligência artificial no RH não é novidade. O que é novo, no entanto, é a possibilidade de desenvolver o RH dentro da empresa de uma maneira bem diferente da usual. Sabemos que o RH é uma função voltada para as pessoas e, portanto, os profissionais de RH precisam interagir fisicamente com os funcionários. Embora isso seja uma verdade, quanto tempo você gasta com estes processos?

 

Bem, atualmente a inteligência artificial pode ser aplicada na gestão de RH em três grupos distintos:

  • Biometria;
  • Bots e automatizadores;
  • Algoritmos.

 

A biometria é utilizada amplamente em áreas como a bancária, por exemplo. Sistemas de reconhecimento de digitais já são populares e instrumentos de reconhecimento facial, pela íris ou por comando de voz se tornam cada dia mais comuns no país.

 

Basta dizer que até mesmo o bom e velho relógio de ponto agora funciona por intermédio de digitais de funcionários, que registram sua entrada e saída dos locais de trabalho. O fato é que o uso da biometria tornou mais fácil medir índices importantes para o RH, como a assiduidade dos funcionários, seus horários de trabalho, cálculos e estimativas de horas-extras, entre outros. Com o tempo, tais sistemas devem evoluir mais e permitir que se controlem dados e informações não apenas na entrada e saída, mas durante todo o expediente.

 

Em segmentos como o comercial, o reconhecimento facial, por exemplo, vem sendo testado para medir reações de clientes e potenciais clientes. No futuro próximo, esse tipo de expediente poderá ser utilizado para avaliar e medir o grau de satisfação dos trabalhadores de uma empresa, já imaginou se esta tendência de RH começa a ser utilizada?

 

O segundo grupo de aplicação da inteligência artificial inclui os chamados bots. Esse tipo de inteligência realiza buscas e análises automatizadas em dados e informações hoje presentes na internet e nas redes internas das empresas. Tudo o que era feito manualmente em meses passou a levar segundos, e nada impede esse tipo de tecnologia de atingir a consulta em tempo real no futuro, para qualquer tipo de dado.

 

Além disso, não podemos deixar de falar da automatização e robotização de processos manuais tais como a gestão de saúde para trabalhos de risco. Hoje feitos, na grande maioria, de forma manual, com perdas grandes de horas produzidas para deslocamentos até área ambulatorial podem e passam a ser realizados por automatização e robotização. Tal ação traz a organização agilidade no processo, evita deslocamentos desnecessários do

local de trabalho até o ambulatório. Isso porque o equipamento é instalado no local de trabalho, as aferições de pressão arterial por exemplo são feitas por equipamentos sem intervenção humana no ambiente ou próximo ao local do trabalho. Veja aqui um desses equipamentos, o Safety.

3- Atraia as pessoas certas

A entrevista baseada em competências tornou-se prática no ano 2000 e sua dominação continuou até hoje, para a maioria das organizações. Depois de muitas análises e testes, as empresas começaram a perceber que o ideal é focar em contratar pessoas que entendam o negócio, a cultura e os valores da empresa, além das habilidades específicas.

 

Muitas vezes nos concentramos em habilidades e experiências, e deixamos de lado questões comportamentais que dizem muito sobre os valores que o candidato têm e quais são suas preferências em um ambiente de trabalho.

 

E você, já está aplicando alguma das tendências de recursos humanos em sua empresa? Ou pensa em adotar uma delas? Conta pra gente! Até a próxima!

Como ter uma gestão de recursos humanos de excelência

Você sabe o que é Gestão de Recursos Humanos e qual o papel que ele desempenha em uma instituição? Folha de pagamento, leis trabalhistas e contratação de demissão de funcionários são apenas algumas atividades exercidas por um profissional de recursos humanos. Como ter uma gestão de recursos humanos efetiva? Bem, primeiro você precisa saber que o papel da gestão de RH vai muito além dessas atividades mencionadas.

 

Um departamento de gestão de recursos humanos é responsável por gerenciar o capital humano com o negócio, garantindo que empresa e funcionários atinjam seus objetivos. Então, como ter uma gestão de recursos humanos de excelência? Bem, com o uso de algumas técnicas, o RH consegue gerenciar as relações humanas em uma empresa de maneira bastante saudável. Os objetivos dos funcionários e do negócio são considerados e o RH trabalha para assegurar um ambiente corporativo agradável e motivador.

Qual a importância de ter uma gestão de RH efetiva?

Antes de saber como ter uma gestão de recursos humanos eficaz em sua empresa, é importante entender qual a importância desta gestão.

 

Para o pleno funcionamento da organização, é importante que todas as suas áreas atuem de forma satisfatória. Não basta apenas o setor de vendas ou de marketing está a todo vapor, afinal, o marketing impulsiona o sucesso do negócio, mas a gestão de recursos humanos mantém os níveis de produção elevados.

 

Para isso, o RH cria iniciativas que demonstram o valor que cada profissional tem para a empresa. Uma organização preocupada com a sua gestão em RH, conserva os seus funcionários mais entusiasmados e envolvidos com o trabalho. Dessa maneira, você terá certeza de que cada pessoa está dando o máximo de si a fim de atingir os objetivos corporativos e as metas estratégicas da empresa.

O que faz um gestor de recursos humanos?

 

Além das tarefas cotidianas, o gestor de RH tem outras responsabilidades que são fundamentais para o negócio progredir e ter resultados. Conheça as outras atividades desempenhadas por um gestor de RH:

 

  • Cumprimento das legislações trabalhistas;
  • Gerenciamento do clima organizacional;
  • Recrutamento e seleção de novos funcionários;
  • Treinamento e desenvolvimento de colaboradores;
  • Definição de cargos e salários da empresa;
  • Criação de programas de incentivo;
  • Estruturação de processos burocráticos;
  • Gerenciamento de conflitos.

Como ter uma gestão de recursos humanos de sucesso?

Agora que você já sabe o que faz um profissional de RH e porque ele é importante em sua empresa, chegou a hora de saber como ter uma gestão de recursos humanos de sucesso. Existem diversas práticas e políticas que fazem parte da gestão de recursos humanos e, por isso, devem ser implantadas em todas as empresas. Confira agora as principais:

 

  • Prepare a liderança

A escolha e prepare bem a sua liderança. O líder exerce grande influência sobre o rendimento e o grau de motivação dos seus colaboradores. Então, é fundamental investir no desenvolvimento de novas lideranças capazes de conduzir, orientar, ensinar e principalmente inspirar a equipe.

 

As análises de perfil comportamental são bastante úteis na fase de identificação e as avaliações de desempenho servem para confirmar os potenciais. Esse líder é definido por sua atitude positiva, que demonstra bom humor, cordialidade, otimismo e firmeza de propósito.

  • Processos seletivos

Uma boa gestão de recursos humanos passa primeiramente por um bom processo de admissão. Ter boas ideias sem ter quem as execute de maneira correta é frustrante, certo? Por isso, é essencial acertar nas contratações construindo um perfil ideal para suas vagas.

 

Quando processos de contratação são mal feitos, as chances de a taxa de rotatividade aumentar são muito grandes, influenciando completamente na constância de resultados da empresa.

O papel da gestão de recursos humanos nos processos de admissão é fundamental. Gestores e profissionais de RH tem a responsabilidade de traçar o perfil certo para escolherem a pessoa certa, minimizando assim as chances de erros.

  • Saiba qual é o perfil de cada funcionário

Uma vez contratado o funcionário, é importante saber quais são suas qualidades e defeitos que influenciam dentro da organização. A ideia é incentivá-lo a contribuir da melhor maneira possível para o negócio. Sabendo qual é o perfil do profissional, será mais fácil adequá-lo ao posto mais coerente às suas qualidades.

 

  • Treinamento

Quando o líder conhece a fundo sua equipe, consegue elaborar treinamentos com mais efetividade. Mas, é preciso lembrar que todo programa de capacitação deve estar inserido nas necessidades reais da empresa.

 

Além disso, é importante considerar as competências mais exigidas no dia a dia das equipes, como negociação, persistência e cooperação. Assim, é possível elaborar uma proposta personalizada, que já se mostrou muito mais eficiente que os modelos mais abrangentes.

 

  • Crie um ambiente agradável

Priorizar o clima da equipe em relação ao trabalho é uma das prioridades da gestão de recursos humanos. Criar um bom clima organizacional estimula os colaboradores a se dedicarem mais ao trabalho e a lutarem juntos pelos objetivos.

 

Quando o ambiente é bem estruturado para que os colaboradores se desenvolvam e coloquem suas habilidades na execução das tarefas, os resultados aparecem constantemente.

 

  • Invista em um sistema de gestão

Estar por dentro das novidades do mercado tecnológico é a melhor maneira de manter-se atualizado em relação a otimização dos processos e construção de uma cultura organizacional sólida.

 

Um sistema de RH eficaz não só transforma a empresa no mercado, deixando-a mais competitiva, mas também contribui com os processos burocráticos do dia a dia.

 

Viu como ter uma gestão de recursos humanos de excelência é importante? Você já conhecia as tarefas desempenhadas pelo RH apresentadas aqui? Deixe seu comentário e compartilhe nosso artigo em suas redes sociais.

 

Ah, e não esqueça de conhecer nossas soluções para gestão de pessoas clicando aqui!

Até a próxima.

O que é medicina preventiva e porque isso é tão importante

Este artigo é para você que não sabe o que é a medicina preventiva e precisa entender qual a sua importância no meio em que vivemos. A medicina preventiva é uma especialidade médica que vem conquistando um grande espaço. É uma especialização da medicina, que tem como objetivo prevenir doenças ou lesões, no lugar de curá-las ou tratar seus sintomas, buscando melhorar a qualidade de vida de seus usuários. Como se sabe, a grande maioria destas doenças possui um melhor prognóstico quando detectadas precocemente.

 

O profissional da medicina preventiva analisa as condições gerais de saúde do paciente, diminuindo gastos com medicamentos e elevando a produtividade. Também são responsáveis em educar a população em relação à mudança de hábitos. Isso inclui programas de atividade física ou emagrecimento, promoção de princípios de vida saudável, exames periódicos de colesterol, diabetes, câncer etc.

 

Sendo assim, é necessário que as pessoas se conscientizem da importância da visita regular ao médico, ainda que se sintam saudáveis. O médico nas consultas de rotina pode detectar alguns sinais suspeitos ou sintomas característicos de uma doença e desencadear uma investigação mais aprofundada. Daí a necessidade de realizar, com alguma regularidade, exames de rotina ou rastreios de determinadas doenças.

O que é medicina preventiva e como funciona

Para entender o que é medicina preventiva, é necessário conhecer as quatro partes em que ela é subdividida:

 

  1. Prevenção primária: evita a doença desde o período de gestação da mãe.
  2. Prevenção secundária: trata de doenças em seu estágio inicial, evitando sua evolução. O tratamento é feito utilizando métodos de diagnóstico.
  3. Prevenção terciária: usa métodos que diminuem os sintomas da doença, diminuindo complicações e restabelecendo as funções normais do organismo.
  4. Prevenção quaternária: utiliza métodos que evitam ou minimizam resultados de intervenções desnecessárias ou excessivas no sistema de saúde.

 

Leia também: Tudo sobre o eSocial 2019 e as regras para segurança do trabalho

Saiba quais são os diferentes níveis de classificação

A saúde preventiva pode ser dividida em duas áreas principais: a área ocupacional e a área da saúde suplementar, que envolve a utilização do convênio e de outras pessoas da empresa que não são os funcionários diretos.

Saúde ocupacional – Dentro da área de saúde ocupacional, é analisado diretamente a relação entre o estado de saúde do colaborador e os riscos a que ele está exposto dentro da empresa.

Nesse contexto, a saúde preventiva é importante para antecipar e reconhecer problemas setorizados, relacionados aos postos ou processos de trabalho. Situações individualizadas que possam ocasionar uma perda em recursos humanos e financeira para a empresa no futuro também podem ser facilmente reconhecidas mediante um detalhado exame periódico.

Saúde suplementar – Dentro da saúde suplementar, seu objetivo é antecipar diagnósticos e modificar hábitos e condições de vida. Isso evita que as pessoas adoeçam a médio e longo prazo, o que pode onerar muito o plano de saúde da empresa.

Como colocar em prática um plano de medicina preventiva?

Agora que você já sabe o que é medicina preventiva e como ela funciona, entenda como implantar um plano de medicina preventiva em sua empresa.

 

Primeiro passo, faça um levantamento do perfil epidemiológico da instituição. Através deste questionário, você reúne todas as informações necessárias sobre a saúde dos seus colaboradores.  Essa etapa é muito importante para que as ações planejadas sejam bem direcionadas e assertivas.

 

Agora, com as análises em mãos, o gestor pode, aos poucos, colocar as ações em prática. Quando o primeiro e o segundo passo são bem planejados, as chances de os resultados do programa empresarial de medicina preventiva serem positivos aumentam consideravelmente. Neste artigo sobre “Como ter uma medicina preventiva efetiva em 3 passos” falamos a fundo sobre o que é medicina preventiva e como ter um plano de sucesso implantado em sua empresa, vale a pena a leitura.

Como os colaboradores são impactados através de uma medicina preventiva efetiva?

A decisão de implantar a saúde preventiva é importante, pois a empresa consegue ver os resultados em sua equipe. Com a saúde em dia, os colaboradores têm maior qualidade de vida e, com isso, faltam menos ao trabalho. Uma boa alternativa é implementar programas como a ginástica laboral, os cuidados com os riscos de acidente de trabalho, a diminuição do estresse e programas de reeducação alimentar.

 

Assim, com a boa saúde, os colaboradores se sentirão mais motivados, melhorarão a produtividade, se sentirão mais seguros em realizar as tarefas e terão orgulho de pertencer a empresa em que trabalham.

 

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Planos de Saúde, informou que em 2017 as despesas assistenciais somaram mais de 156 bilhões, 15,4% a mais do que o ano anterior. Assustador, né? Ajude a mudar este cenário, e invista em planos de medicina preventiva. Quanto mais gestores investirem em ações de Medicina Preventiva, mais os custos em medicina assistencial serão reduzidos. Além disso, os trabalhadores terão mais saúde, produtividade e motivação.

 

Gostou do artigo? Não esqueça de compartilhar em suas redes sociais. Até logo!

 

Informações: Globo News, Jornal Bom Dia, SESC SP

 

Como fazer um plano de gestão de segurança do trabalho

A globalização dos mercados em geral tem aumentado consideravelmente a competitividade mundial, o que impõe às organizações a contínua busca por novas ferramentas de gestão que possam auxiliar na melhoria de seus processos, e o Plano de Gestão de Segurança do Trabalho é uma destas ferramentas.

 

Mas, antes de tudo: você sabe qual a função de plano de gestão de trabalho? Bem, a gestão da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) reduz os riscos de acidentes, promove a saúde e a satisfação dos colaboradores, melhora os resultados operacionais e a imagem das empresas criando novas oportunidades de crescimento.

 

Sendo assim, o bom desenvolvimento e aplicação do Plano de Gestão de Segurança e Trabalho é decisivo para as empresas e, por isso, hoje vamos te dar dicas valiosas sobre como fazer um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho e como acompanhar as suas ações ao longo da sua implementação. Continue a leitura:

Porque ter um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho?

A resposta para esta pergunta é simples:  empresa segura, funcionários satisfeitos. Mas, para um bom planejamento dar certo, ele precisa andar junto com segurança. Isso porque, quando se sabe como um acidente acontece, um plano para as medidas preventivas de segurança é muito eficaz. Um planejamento focado em estratégias de segurança dos colaboradores é o ponto de partida para reduzir o risco de acidentes.

 

Para isso, comissões como a CIPA, identificam, avaliam, controlam e sugerem ações com o objetivo de prevenir e proteger os colaboradores que estão expostos aos riscos cotidianos. E, com esse tipo de gestão, com regras e normas de segurança do trabalho seguidas à risca, é possível evitar ocorrências na sua empresa.

 

E os benefícios em ter um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho não param por aí. Com os resultados do investimento em um plano efetivo, você terá menores gastos com afastamentos, indenizações por acidentes de trabalho, treinamento de funcionários substitutos, aumento de engajamento das equipes com a função exercida, produção mais eficiente e fortalecimento da sua instituição diante do mercado.

 

Veja a seguir alguns dados interessantes sobre instituições que adotaram um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho, segundo uma pesquisa realizada pelo SESI em 2016:

  • 48% dos gestores verificaram que esses investimentos geraram redução nas faltas ao trabalho,
  • 43,6% deles constataram aumento da produtividade no chão de fábrica e
  • 34,8% apontaram redução de custos com a saúde dos trabalhadores

 

Leia mais: Como melhorar a segurança do trabalho

 

Como fazer um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho?

Primeiro, é necessário que um estudo sejam feito a fim de levantar as necessidades do ambiente de cada instituição. Cada ambiente de trabalho possui uma necessidade diferente, por isso, é importante se basear em métodos já aplicados anteriormente, como a Pirâmide de Frank Bird, que demonstra como a insegurança se inicia.

 

A Pirâmide de Bird surgiu na década de 60, nos Estados Unidos, para auxiliar os gestores a criar condições mais propícias e seguras de trabalho. Bird desenvolveu um método capaz de mensurar e qualificar os riscos laborais e, assim, diagnosticar previamente qualquer tipo de acidente, impedindo processos judiciais, multas, interdições e outros inconvenientes que assustam qualquer gestor.

 

Entre os anos de 1959 e 1966, Frank Bird dedicava-se a uma avaliação chamada Damage Control (Controle de Danos), na qual ele conversou com diversos gestores até reunir informações sobre 90 mil intercorrências.

Esse exame ajudou o pesquisador a construir os alicerces necessários para que ele elaborasse, a doutrina que ficou conhecida como a Pirâmide de Bird. Depois disso, ele fez associações entre os dados e descobriu uma escala que relacionava tanto a periodicidade das emergências como a severidade de seus resultados.

Assim, ele chegou à proporção 1:10:30:600, utilizada na Pirâmide que leva seu sobrenome. Cada número representa uma informação diferente sobre as sequelas desses acidentes indesejáveis. Perceba que a sequência segue uma ordem crescente da esquerda para direita e de cima para baixo, ou seja, do topo para a base dessa figura geométrica. Veja:

1: número de mortes;
10: danos físicos leves;
30: danos materiais;
600: incidentes amenos.

 

Leia mais: Como ter uma medicina preventiva em três passos

Com isso, Frank Bird concluir que é fundamental conhecer a fundo as ocorrências de cada organização para elaboração de um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho, controlando os incidentes de base, evitando o temido efeito dominó.

 

Abaixo, selecionamos alguns pontos indispensáveis que devem ser levados em conta para um bom Plano de Gestão de Segurança do Trabalho, confira:

 

Identifique as incorreções: quando uma determinada atividade é realizada de forma diferente do que a habitual, o colaborador pode se expor a riscos desnecessários. Por isso, produza manuais de como proceder com as máquinas, com as operações, com os equipamentos de proteção obrigatórios e com as rotas de fuga.

 

Detecte a gravidade do perigo: identificar e mapear os riscos existentes em cada atividade desenvolvida dentro da instituição, facilita que o procedimento seja redesenhado e a busca por novas formas de atuação seja realizada. Para isso, é importante manter  sempre a fluidez na comunicação entre todos os níveis e registrar todas as informações possíveis sobre os acontecimentos;

 

Gravidade: Identificar o grau de severidade de cada ação ou situação de risco. Para auxiliar, faça palestras com casos famosos de contingências operacionais;

 

Exposição: determina o tempo em que o empregado fica exposto às situações que trazem ameaça.

 

Probabilidade: Analise as chance de um perigo culminar em sequelas nocivas.

 

Risco: é a possibilidade de um perigo gerar malefícios levando em consideração todos os fatores já mencionados.

Entendido os fatores que precisamos analisar, é importante saber que cada instituição precisa construir o seu próprio Plano de Gestão de Segurança do Trabalho, tendo em vista que este desenvolvimento está ligado diretamente com o tipo de atividade desempenhada por cada uma.

Independente da atividade ou do tamanho da empresa, é necessário estabelecer uma cultura de prudência e bom senso entre os colaboradores e gestores. Criar parâmetros de tolerância aos ricos e um calendário de ações para a segurança do trabalho, com foco nas intercorrências mais comuns do seu negócio, é fundamental. Com este tipo de trabalho, nenhum acidente ficará de lado, seja ele grande ou pequeno.

 

É importante ter um Plano de Gestão de Segurança do Trabalho seguro, com metas e estratégias a serem aplicadas na rotina da sua instituição, afinal, reduzir os números de acidentes do trabalho é sua responsabilidade, certo?

 

 

Informações: Portal da Industria, SENAC, Healthy Workplace