Como funciona um relógio de ponto digital? Saiba tudo aqui

Antes de entender como funciona um relógio de ponto digital, queremos te dizer sobre a importância em ter este sistema na sua empresa, e quais os seus benefícios.

 

De acordo com o Ministério do Trabalho, empresas com até dez colaboradores não precisam utilizar nenhum sistema de ponto eletrônico, porém, vale lembrar que mesmo com poucos funcionários, esta ferramenta auxilia muito na automatização do controle de horas trabalhadas da equipe e pode evitar ações trabalhistas. Caso você tenha uma empresa pequena, sugerimos que entenda como funciona um relógio de ponto digital e inclua esta ferramenta em sua lista de aquisições futuras.

 

Para as empresas com quantidade superior a 10 funcionários, a legislação brasileira determina o uso do ponto eletrônico e sugere que sejam utilizados apenas aparelhos homologados pelo Ministério do Trabalho. O objetivo principal do governo é evitar fraudes e garantir os direitos do trabalhador e, por isso, entender como funciona um relógio de ponto digital é fundamental para evitar multas e futuros problemas com o MTE.

 

Leia também: Como ganhar agilidade e economizar com Terminais de Autoatendimento

 

Tenha muita atenção: coloque em prática a implementação do ponto eletrônico na sua empresa o quanto antes. A fiscalização do governo tem aumentado exponencialmente e a prevenção é a melhor maneira de evitar penalidades judiciais.

O que é o ponto eletrônico?

Como o próprio nome diz, ponto eletrônico é todo sistema que possibilita a fiscalização dos dados armazenados nos respectivos terminais. Os equipamentos que são homologados pelo Ministério do Trabalho possuem entrada USB, exigência que deve ser cumprida para facilitar a baixa de todos os dados de maneira rápida pelo fiscal. O MAIS IMPORTANTE E RELEVANTE EM UM PONTO ELETRONICO NÃO É SÓ A USB PARA FISCAL, MAS A MRP – MEMÓRIA DE REGISTROS PERMANENTES

Os equipamentos também devem possuir um software específico e garantir que os quatro comprovantes necessários sejam impressos diariamente. Esses comprovantes se referem a entrada e saída dos colaboradores no começo e fim do expediente, assim como saída e retorno do horário de almoço. Além de possibilitar que horas extras sejam contabilizadas.

Controle de ponto manual, mecânico ou digital?

Muito já se ouviu falar em registros de pontos manuais, onde o funcionário é responsável por preencher um livro de ponto com os seus horários de entrada e saída. Esta opção pode até ser a maneira mais barata de gerir a sua equipe, mas, com certeza, é a mais trabalhosa e a que pode trazer mais problemas para o empreendedor.

Investir em um relógio de ponto digital pode poupar a empresa de alguns prejuízos, inclusive legais, no caso de algum erro que ocorra pelo registro incorreto do ponto, ou até da fiscalização na hora de analisar um volume muito grande de tabelas e dados.

O ponto mecânico é o famoso “bater cartão”. Nesta opção, o trabalhador insere o seu cartão de ponto no relógio que por sua vez, imprime o horário de entrada e saída. Apesar de ser um pouco mais prático do que registrar os horários manualmente, com o relógio de ponto mecânico ainda é preciso fazer cálculos e verificações de horas trabalhadas, horas extras e ausências de forma manual.

Tratando-se de segurança, essas duas modalidades são as que mais podem causar prejuízos a empresa, afinal, analisar, transcrever e reunir informações é um trabalho gigante e com alto risco de erros, falhas, fraudes e alterações. Em termos judiciais, esses dois tipos de registros podem dificultar a investigação ou até mesmo serem rejeitados como provas.

Sem contar que um controle de ponto com pouca eficiência, dificulta a fiscalização do Ministério do Trabalho, podendo causar autuações e problemas com a previdência, imposto de renda e FGTS.

 

Agora que já conhecemos o ponto manual e o ponto eletrônico, chegou a hora de conhecermos como funciona um relógio de ponto digital e quais são os seus benefícios. Um relógio de ponto automatizado não só aprimora e gestão de dados da instituição, mas também fornece segurança para ambos os lados. Este tipo de controle evita a possibilidade de fraudes ou alterações de informações referentes a jornada de trabalho.

Os registros de ponto digital possuem todas as funções do relógio de ponto tradicional, somadas às novidades de interação com softwares, aplicativos e diversos dispositivos. O relógio de ponto digital realiza a identificação do usuário através de leitura biométrica, cartão de proximidade ou senha, e registra os horários de saída e entrada, imprimindo também um comprovante de cada acionamento.

 

Os benefícios da utilização são inúmeros, por isso, você precisa saber como funciona um relógio de ponto digital. Características como aumento da confiança entre empregados e funcionário, rapidez no processamento de dados por parte da equipe de RH e maior senso de confiança fazem parte deste sistema. Tudo isso aliados a evidências precisas das horas de trabalho, assegurando ambas as partes em disputas trabalhistas.

 

Como funciona um relógio de ponto digital?

 

Vamos usar como exemplo o sistema W-PE, é referência nacional quando se trata de software para tratamento de ponto eletrônico digital. Nesse sistema conseguimos apurar e controlar as horas trabalhadas e exceções (faltas, atrasos, extras, saídas intermediárias, etc.), até o controle de acesso às instalações da empresa.

 

Leia também: Tudo sobre o eSocial 2019 e as regras para segurança do trabalho

 

As marcações poderão ser digitadas e/ou importadas de qualquer coletor eletrônico, desde que geradas em arquivo texto. O sistema também realiza o controle do Banco de Horas, permitindo períodos distintos por colaborador. Outro recurso importante é o “Script”, que adapta a apuração das horas a exceções estabelecidas por acordos coletivos, proporcionando total autonomia aos usuários. Além da emissão do Cartão Ponto também é possível exportar o movimento de horas para a Folha de Pagamento em arquivo texto.

Se você ainda tem alguma dúvida ou quer trazer a sua empresa para esta realidade, venha falar com a gente.  Com nossas soluções de ponto eletrônico, você tem à sua disposição o que há de mais moderno em tecnologia para gestão de pessoas. Tenha todas as informações em tempo real, atendendo a todo os requisitos do eSocial e MPE.

 

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Qual catraca ou cancela escolher? Descubra a melhor para cada caso

É cada vez mais necessário controlar a entrada e saída das pessoas de determinados ambientes, garantindo assim a segurança dos indivíduos, o sigilo das informações e a integridade dos bens. Seja através de catraca ou outros métodos, contar com sistemas de segurança efetivos é essencial, afinal manter um profissional 100% do tempo responsável por isso não é o mais indicado.

 

Leia também: Como controlar o ponto de funcionários externos de forma fácil e efetiva

 

Hoje a tecnologia oferece diversos recursos eficientes para fazer o monitoramento de acesso, sem complicação e de forma simplificada. Assim, conseguimos garantir a entrada de pessoas autorizadas e bloquear os que não tem autorização, além de implementar níveis diferentes de acesso para cada pessoa. Paralelo a isso, conseguimos ainda ter informações atualizadas sobre o número de pessoas e horários de maior movimento, facilitando a elaboração de uma estratégica eficiente.

 

Atualmente o mercado disponibiliza opções diferenciadas para a gestão de controle de acesso de pessoas. Para entender quais são as melhores opções para cada negócio, é importante conhecer a fundo quais são os tipos de tecnologia disponíveis.

 

O controle de acesso é classificado de duas maneiras, conheça:

Controle de acesso Físico

O tipo de controle físico é utilizado com o objetivo de gerenciar o fluxo de pessoas em um ambiente que é, normalmente, gerenciado por um profissional. É composto por uma barreira física como uma parede, muro ou cerca e conta com mais pontos de entrada, controlados por meios mecânicos como catracas e cancelas.

 

Este tipo de controle de acesso é utilizado com bastante frequência em edifícios comerciais e residenciais, salas, empresas, áreas internas e eventos. O controle físico se caracteriza pela necessidade de compra de equipamentos e treinamento de profissionais para administrar os recursos adquiridos.

 

Controle de acesso lógico

O controle lógico é ligado a tecnologia utilizada para liberar o acesso aos ambientes. Isso se dá através de leitura biométrica, reconhecimento facial, senhas e números de acesso, etc. Neste caso, a pessoa precisa estar cadastrada previamente no sistema de segurança para ter livre acesso aos ambientes monitorados.

 

Se você está procurando por uma forma eficiente para gerir a circulação de pessoas no ambiente e, ao mesmo tempo, liberar acesso em níveis diferentes, continue lendo este post.

Existem diversas formas de controlar o acesso de pessoas. Conheça abaixo quais são as opções e qual se enquadra melhor dentro do seu negócio:

Catracas

As catracas são sistemas utilizados para controlar o acesso físico de pessoas aos ambientes, permitindo a entrada de apenas uma pessoa por vez. Estes dispositivos oferecem a função de bloquear o acesso de pessoas que não foram autorizadas a entrar no ambiente.

 

Normalmente, são utilizadas para gerir o trânsito de pessoas em recepções e, geralmente, combinadas com a atuação de um profissional responsável pela liberação da entrada de visitantes e fornecedores. As catracas podem ser utilizadas também em ambientes internos, para efetuar uma contagem mais precisa de acessos ou acompanhar a movimentação de indivíduos no ambiente.

 

Esse tipo de sistema é recomendado para locais que precisam de nível médio de segurança e

Existe a necessidade de fazer a gestão de acesso.

 

Estes equipamentos geralmente controlam o acesso de pessoas por meio de tecnologias como biometria e código de barras. Ainda que menos difundido, podem liberar o acesso por leitura biométrica da mão, reconhecimento de íris e facial.

 

Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre o eSocial

 

Conheça os tipos de catracas disponíveis no mercado

Catraca Flap

Este tipo de catraca permite mais comodidade ao acesso de pessoas. Normalmente é utilizada em ambientes que precisam de um toque de sofisticação, devido a sua anatomia.

Catraca Torniquete

Este é um tipo de catraca que oferece mais segurança na gestão de pessoas. A sua anatomia robusta oferece mais impacto e resistência.

Catraca Pedestal

Se o ambiente que você precisa controlar é pequeno, esta é uma excelente opção de catraca.

Geralmente em aço inoxidável, ideal para espaços pequenos e que precisam de um pouco de sofisticação.

Catraca Balcão

Esta catraca oferece um design mais moderno em relação às outras opções e se encaixam perfeitamente em ambientes mais requintados. Excelente opção para lugares amplos e com grande fluxo de pessoas.

 

Cancela

A cancela é composta normalmente por um totem de leitura de identificação, que por sua vez ativa ou não a abertura da cancela. Ela tem a função de controlar a entrada e saída de veículos. É um dos principais sistemas utilizados nos estacionamentos de shoppings, mercados, condomínios e academias devido ao fato de permitir um controle eficiente com rápida ativação.

 

Vale lembrar que todos os ambientes que possuem controle de acesso devem oferecem também uma opção de acesso para pessoas com necessidades especiais, para facilitar a acessibilidade, oferecendo conforto e segurança para todos.

 

Agora que você conhece todos os sistemas de gestão de controle de acesso, ficou mais fácil identificar quais são as necessidades do seu negócio e fazer a escolha correta, certo? Nós da Teleworld trabalhamos com diversas opções de controle de acesso e podemos auxiliar na melhor opção para o seu empreendimento. Entre em contato conosco, seja qual for a sua demanda nós temos a solução ideal para você.

Ah, e não esqueça de compartilhar esse post nas suas redes sociais! Até logo.

Tudo o que você precisar sobre o eSocial está aqui

O governo vem buscando formas de modernizar as rotinas administrativas das empresas criando dezenas de novas regras e sistemas, com a finalidade de facilitar a entrega de informações por parte do empresário. Se você veio parar aqui, é porque tem interesse em saber como o eSocial pode alterar a sua rotina e quais são os seus benefícios, não é mesmo?

 

A seguir, vamos falar um pouco sobre as informações mais importantes desta ferramenta e todos os dados que você precisa compartilhar na sua gestão. Afinal, desde o dia 1º de julho de 2018 o eSocial é obrigatório e você precisa entender com detalhes todos os impactos que a sua empresa terá. As mudanças principais ocorreram em janeiro, então é possível que muitos já estejam por dentro de algumas características. Mas julho e agosto serão decisivos, pois, o que era opcional será obrigatório e você, gestor, precisa se inteirar de todos os detalhes. Vamos lá?

 

O que é eSocial?

 

O eSocial é um sistema que reunirá informações relacionadas a obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais, obrigatório para todas as empresas registradas no Brasil a partir deste mês. A plataforma foi desenvolvida em ação conjunta da Receita Federal, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Caixa Econômica Federal com o objetivo de facilitar a comunicação entre empregadores e o governo, no que se refere aos vínculos trabalhistas e a vida laboral dos funcionários.

 

O eSocial será responsável por unificar o envio das informações referentes aos trabalhadores das empresas. Com a total implantação do eSocial, os profissionais de RH farão em um único envio todas as informações relevantes para CAGED, GFIP, RAIS, etc. Resumindo, podemos afirmar que a plataforma será como uma folha de pagamento digital.

 

No projeto, está incluso também a entrega de todas as declarações, resumos para recolhimento de tributos ligados à relação trabalhista e previdenciária, bem como informações importantes sobre o contrato de trabalho. Além de controlar com mais eficiência as informações sobre a saúde e segurança do trabalhador. Com essas medidas aplicadas, se espera garantir aos trabalhadores o correto cumprimento das leis previdenciárias e trabalhistas.

 

Cronograma de Implementação

 

Como falamos anteriormente, o eSocial começou a ser desenvolvido em 2014, porém o uso por parte das empresas ainda não era obrigatório. Atualmente, um cronograma de adaptação e implementação foi disponibilizado, confira:

 

  • A partir de 1º de janeiro de 2018: para as empresas cujo faturamento apurado no ano de 2016 tenha sido superior a R$ 78 milhões.
  • A partir de 1º de julho de 2018: para todos os demais empregadores.

 

Fique atento ao calendário, pois é preciso estar adaptado o mais rápido possível para não sofrer com a implementação do projeto.

O que muda com o eSocial?

Todos os dias os profissionais de RH terão que atualizar o sistema do eSocial. Após o envio, o sistema da Receita Federal validará as informações e emitirá um número de protocolo referente a atualização. Com o eSocial a lei atual não é alterada, ou seja, os envios dos dados deverão obedecer ao prazo determinado na legislação de 7 dias corridos. Caso a empresa não cumpra com esse prazo, poderá haver penalidade e aplicação de multas. Fique atento.

 

Leia também: Tenha uma medicina preventiva efetiva em 3 passos.

O que precisa conter o eSocial?

Sabemos que a folha de pagamento é obrigatória, mas, quais são os outros documentos que precisam constar dentro do eSocial? Confira:

  • Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED)
  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP)
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
  • Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)
  • Livro de Registro de Empregados (LRE)
  • Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)
  • Comunicação de Dispensa (CD)
  • Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)
  • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF)
  • Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF)
  • Quadro de Horário de Trabalho (QHT)
  • Manual Normativo de Arquivos Digitais (MANAD)
  • Guia da Previdência Social (GPS)
  • Guia de Recolhimento do FGTS (GRF)

 

Vale ressaltar que algumas informações extras serão solicitadas, como por exemplo, se o colaborador já possui imóvel e se utilizou o FGTS para aquisição do mesmo. Este tipo de informação ajuda a compor dados estatísticos de cada um.

 

Prazo e multas para entrega de documentos

Um resumo das penalidades mais relevantes e que ocorrem com mais frequência dentro do cenário empreendedor. Lembrando que os valores de multas poderão ser alterados conforme a disponibilidade dos órgãos em questão.

 

Férias

Deverão ser comunicadas ao departamento pessoal e ao empregado com 30 dias de antecedência a data prevista para saída. A não comunicação das férias pode geral multa de R$170,00. Essa exigência ainda está em implementação.

 

FGTS

Multas de R$10,64 a R$ 106 por empregado, caso a empresa não efetuar o depósito ou o fazer após o prazo de notificação.

 

Admissão
O empregado deverá ser informado da sua admissão com um dia de antecedência, podendo gerar multas de R$3.000 a R$6.000 em casa de reincidência, e R$800,00 por cada empregado não registrado.

Alterações de contrato ou cadastro
Com a implantação do eSocial todas as informações dos empregados deverão estar atualizadas. Caso a empresa não cumpra, poderá ter como penalidade R$ 600,00 por empregado. Isso quando não forem informados os dados necessários para o seu registro ou falta de informação.

Comunicar Acidente de Trabalho (CAT)
O CAT deverá ser informado até o primeiro dia útil seguinte à ocorrência do acidente ou imediatamente em caso de falecimento do colaborador.


Exames médicos

É preciso realizar o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) antes que o empregado inicie suas atividades na empresa. Em alguns momentos específicos, como retorno ao trabalho, mudança de função, periódico e demissional também são necessárias a realização. O valor será determinado pelo fiscal do trabalho, e pode variar de R$ 402,53 a R$ 4.025,33.

 

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Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)
É um documento obrigatório que reúne as informações de que os empregados ficarão expostos a agentes físicos, biológicos e químicos. A multa varia de acordo com o fiscal.

 

Afastamento
A empresa deverá comunicar imediatamente o afastamento de um funcionário. Caso não ocorra, a empresa poderá ter uma multa estipulada pelo fiscal do Ministério do Trabalho.

Benefícios do eSocial

“O programa amplia a capacidade de fiscalização do Estado e melhora a formulação de políticas públicas do país, já que o governo contará com uma informação única, consistente e de validade”, explica Altemir Linhares de Melo, assessor especial para o eSocial. Ele diz ainda que o eSocial está totalmente preparado para implantação e que a fase inicial foi uma maneira de garantir a adaptação das empresas ao projeto.
Leia também: O controle de Jornada com a Reforma Trabalhista

Para as empresas, o eSocial significa, além de tudo, organização. A centralização das informações em um só sistema proporciona mais rapidez e eficiência na prestação de contas. Inicialmente o processo acaba sendo mais trabalhoso, mas a tendência é que a entrega das obrigações seja simplificada.

 

Para o Governo, o maior benefício é a agilidade na fiscalização das informações, dificultando a vida das empresas que sonegam impostos ou que não estão em conformidade com as leis previstas. Claro que o aumento da fiscalização impacta diretamente no aumento de arrecadação de tributos.

 

Os trabalhadores também serão beneficiados, pois terão maior garantia em relação aos seus direitos e transparência sobre o seu contrato atual de trabalho.

 

Dica Extra

 

Muitas empresas ainda usam o Relógio Ponto off-line. Se a sua organização trabalha dessa forma, uma pessoa precisará extrair os dados do ponto, digitalizar e enviar para o sistema do eSocial. Já com Ponto Eletrônico, as informações podem ser disponibilizadas em tempo real, sem falhas e risco de multas. Essa é uma questão muito importante, pois algumas informações precisam ser enviadas diariamente e em caso de erro, a empresa pode sofrer multas. Precisando de orçamento para Ponto Eletrônico, entre em contato por aqui!

 

eSocial 2019: Segurança do Trabalho

 

Em 2019 as empresas ainda precisarão fornecer dados sobre a saúde de funcionários que trabalham em determinadas atividade. O número de eventos a serem informados ao eSocial na Saúde e Segurança do Trabalho são 3: S-1060, S-2220 e S-2240. Mas detalharemos esse assunto em um próximo post, pois ele rende um texto só para ele!

 

Concluindo

 

Por fim, o eSocial não representa nenhuma mudança nas leis trabalhistas, mas é preciso prestar atenção aos novos processos e estar atento a tantas novas exigências. Se ficou com alguma dúvida, não pense duas vezes: entre em contato com a gente por este link!

Até a próxima.

Como controlar o ponto de funcionários externos de forma fácil e efetiva

A lei brasileira em relação ao ponto de funcionários externos é muito clara. Não é toda empresa que, obrigatoriamente, deve ter controle de ponto. Porém, a CLT obriga o controle para os estabelecimentos com mais de dez colaboradores, segundo o artigo 74 da legislação trabalhista.

 

É importante ressaltar que a marcação do ponto de funcionários externos obrigatório é válido por estabelecimento e não por empresa. Ou seja, se uma determinada empresa possui vários estabelecimentos, só terá obrigação do registro de ponto o local que possuir mais de 10 funcionários. Outro fator importante a ser observado é que o ponto, mesmo não sendo o único, é um dos meios legítimos mais eficientes para comprovar a jornada de trabalho e as suas prorrogações para fins de pagamento de horas extras.

 

Leia também: O controle da jornada de trabalho com a reforma trabalhista.

 

A jornada de trabalho é o nome que damos ao tempo no qual o funcionário deverá prestar serviço ou permanecer à disposição do empregador. Segundo a lei trabalhista, essa jornada deve ser acordada no contrato de trabalho, e deve ter no máximo 8 horas diárias ou 44 horas semanais, com exceção de algumas profissões.

 

Mas, e se a sua empresa trabalha com equipes externas ou possui funcionários que trabalham de home office, como controlar o ponto?  Muitas empresas deixam a fiscalização de lado pois desconhecem meios que podem ajudar a melhorar a produtividade e a jornada de trabalho. Neste artigo vamos te dar dicas e soluções muito eficientes para tornar este controle de tempo preciso e justo para ambas as partes. Vamos lá?

 

A importância do controle de ponto para funcionários externos

 

Se você tem grandes equipes de funcionários externos, certamente uma das suas preocupações é fazer com que eles percam tempo em ir a empresa todos os dias para registrar os seus horários de entrada e saída, certo? A boa notícia é que a tecnologia pode nos auxiliar muito no controle de ponto de funcionários externos, uma vez que essa gestão pode ser feita por ponto mobile  com sinalização de locais via GPS e mensagens instantâneas.

 

Através destes meios é possível manter organizada a administração da jornada de trabalho de todos os seus funcionários externos, e saber exatamente os horários de toda equipe. A partir destes dados, a empresa consegue realizar todos os cálculos trabalhistas de horas extra e agendar previamente as férias e folgas com os seus funcionários.

 

O ponto mobile, ou Ponto certificado é a ferramenta certa para você controlar o ponto de funcionários externos. Esta solução possibilita a marcação e a gestão de ponto de forças de trabalho externas de forma ágil, simples e com total segurança jurídica.

Como funciona o ponto mobile para controle de ponto de funcionários externos?

 

– O trabalhador coleta o ponto via device (telefone, tablet ou pc).

– Os dados são armazenados no data center da Stefanini e ficam disponíveis para empresas e trabalhadores em tempo real.

 

Leia também: Como funciona e como reduzir o FAP da sua empresa de forma eficiente

 

Quais as vantagens em adotar o ponto mobile na minha empresa?

 

– Garante que o colaborador registre o ponto no momento real e que estará armazenado e inviolável.

– Funcionários podem bater ponto em seu próprio aparelho ou em um fornecido pela empresa a depender do acordo sindical.

– Podem-se criar Relógios de Ponto ilimitados para atender as necessidades de cada local de trabalho.

– Permite a criação de diferentes atividades para marcação que podem ser customizados pelo cliente.

– Isto permite que o trabalhador declare sem interferência qual a sua atividade, ou se está em período de descanso.

– Permite status distintos para motoristas, vendedores e promotores, entre outros.

 

Quais desafios do ponto em forças de trabalho externo?

 

– Marcação da atividade realizada, e confirmação do local de trabalho.

– Trabalhadores distantes das bases de empresa ou em empresas terceiras.

– Controle de horário de entrada e saída e das horas extras trabalhadas.

– Garantia que as informações não serão alteradas com carimbo do tempo oficial.

– Facilidade para registrar o ponto mesmo que o trabalho seja em lugares distantes e sem internet.

– Permite a gestão de ponto de times de campo.

– Certificação digital que garante a validade, integridade, tempestividade e incontestabilidade do ponto.

– Estrutura em cloud, alta velocidade de implementação.

– Economiza tempo do RH, e do colaborador eliminando marcações feitas à mão e deslocamento desnecessário.

– Funciona até mesmo offline.

 

Leia também: Como ter uma medicina preventiva efetiva em 3 passos

 

Se você tem como contratados caminhoneiros, profissionais de limpeza, vendedores externos ou outros colaboradores que trabalham externamente, o Ponto Mobile irá te dar segurança jurídica e controle total. Certamente é a ferramenta mais indicada para controle de ponto de funcionários externos.

Os problemas que você pode evitar contratando uma solução de ponto mobile:

  • Esquecimento de anotações de ponto de funcionários externos.
  • Anotações repetitivas e com o horário exato da jornada de trabalho em registro de ponto manual.
  • Horário de descanso do almoço, quando o funcionário tira apenas uma parte do tempo destinada por sua própria vontade ou por ordens superiores e registra o tempo integral.
  • A falta de exatidão das batidas pontuais.
  • Falta de assinatura do ponto ao fim de cada mês: se o colaborador não assinar validando o ponto, não há comprovação da sua jornada de trabalho.
  • Manipulação no horário, refletindo em problemas legais posteriores.
  • Lembre-se: o controle de ponto é obrigação do colaborador. Se não houver registro de ponto e o empregado reclamar ele terá razão judicial, mesmo que não tenha feito as marcações de forma correta.

 

Não se esqueça que o seu quadro de funcionários externos precisa de um pouco mais de atenção. É importante que eles se sintam parte integrante da empresa e promover o engajamento desta equipe é fundamental. Algumas estratégias de comunicação tradicionais não vão funcionar com este grupo de colaboradores, por isso, pense em canais de comunicação mais eficazes e atuais. Grupos em redes sociais e chats podem ser a solução para manter o diálogo sempre aquecido a equipe devidamente informada.

 

A distância não pode ser um problema quando falamos de funcionários externos ou colaboradores que fazem home office. Caso você tenha dificuldade em reunir toda a equipe fisicamente, promova reuniões online com programas de videoconferência. Mantenha sua equipe por perto e sempre que possível realize encontros presenciais.

 

Gostou do nosso conteúdo? Aproveite para entender também como você pode melhorar a segurança no trabalho da sua empresa. Até a próxima!

O controle de jornada com a Reforma do Trabalhista, lei 13.467/17

Todos estão falando sobre a reforma trabalhista e como acontece normalmente quando uma nova lei é promulgada, surgem uma série de dúvidas sobre a sua aplicação.
Por conta dessas dúvidas, a Associação Nacional de Magistrados do Trabalho (Anamatra) divulgou 125 enunciados, que são uma espécie diretrizes sobre como os juízes do trabalho devem interpretar e aplicar a Lei 13.467/2017 .

Falando especialmente sobre o ponto eletrônico, a Anamatra destaca no Enunciado 35:

Prevalência do negociado sobre o legislado e controle de jornada de trabalho:

I – O registro de jornada de trabalho permanece obrigatório, nos termos do art.74 da consolidação das leis do trabalho.

II –  Amera previsão em acordo ou convenção coletiva de trabalho não basta para a validade do sistema de registro eletrônico de jornada de trabalho.
Necessidade de prova da inviolabilidade e veracidade dos registros e possibiliade de extração de dados pela fiscalização do trabalho.

” As empresas que adotarem uma maneira alternativa à Portaria 1510, como por exemplo o uso de aplicativos de celular, devem ficar atentas a essa determinação, pois como diz o enunciado: mesmo que aderindo a um acordo sindical (portaria 373) ou convenção trabalhista, é obrigatório que a solução de ponto adotada seja a prova de inviolabilidade e garanta a veracidade dos registros, além de possibilitar ao fiscal do trabalho a extração dos dados “.

O Ponto Certifado Stafanini é o único que atende as exigências legais do Ministério do Trabalho de acordo com a portaria 373 e a lei 13.467/17.

– Garante que o colaborador registre o ponto no momento real e que estará armazenado e inviolável.

– Funcionários podem bater ponto em seu próprio aparelho ou em um fornecido pela empresa a depender do acordo sindical.

– Podem-se criar Relógios de Ponto ilimitados para atender as necessidades de cada local de trabalho.

– Permite a criação de  diferentes atividades para marcação que podem ser customizados pelo cliente.
Isto permite que o trabalhador declare sem interferência qual a sua atividade, ou se está em período de descanso.

– Permite status distintos para motoristas, vendedores, promotores e entre outros.

 

 

 

Agende uma demonstração:

Lei 13.103, a lei dos caminhoneiros

O que você precisa saber sobre a norma. Confira!

  • A jornada diária é de oito horas, com mais duas horas extras permitidas. Com um acordo coletivo de trabalho pode-se incluir mais duas horas extras, totalizando 12 horas no máximo.
  • A cada seis horas na condução do veículo de transporte de carga, 30 minutos devem ser tirados para repouso. Para transporte de passageiros, a regra é 30 minutos de descanso para cada quatro horas de trabalho.
  • A cada 24 horas trabalhadas, 11 devem ser de descanso – sendo um mínimo de oito horas ininterruptas no primeiro período. O restante pode ser usado no decorrer das 16 horas seguintes.
  • Um dia inteiro é garantido semanalmente ao caminhoneiro para descanso em viagens de mais de sete dias.
  • O controle e registro da jornada devem ser feitos por meio de anotações do motorista em um diário de bordo ou por sistemas eletrônicos instalados no veículo.
  • O tempo de espera (aguardar carga ou descarga do veículo) não pode prejudicar o recebimento do salário-base.
  • Veículos de cargas circulando vazios não pagam pedágio sobre os eixos suspensos.
  • O empregador deve assegurar e custear um seguro para caso de morte natural ou por acidente e de invalidez total ou parcial decorrente de acidente, além de traslado e auxílio-funeral. O valor mínimo do seguro corresponde a 10 vezes o piso salarial da categoria do funcionário.
  • São exigidos exames toxicológicos periódicos a cada dois anos e meio de trabalho, no mínimo.

Em caso de descumprimento da Lei do Caminhoneiro, o empregado pode entrar com ação trabalhista indenizatória contra a empregadora.

O que você precisa saber sobre controle de acesso

Pensar em investir em um moderno sistema de controle de acesso pode garantir a segurança de todo o negócio.
controle de acesso permite saber quem circula nas imediações da empresa e identificar se são colaboradores, clientes, fornecedores ou outros. Além de facilitar a gestão da segurança de pessoas e os ativos que constituem o patrimônio empresarial, ou em áreas críticas que gerem risco a integridade física, financeira ou de saúde de pessoas.
Exemplo: Unidades de tratamento Intensivo nos hospitais, almoxarifados, tesourarias e entre outros.
O que compõem um sistema de controle de acesso?
Para poder ter a gestão e controle de quem acessa os setores da empresa, são empregados um conjunto de recursos em softwaresequipamentos acessórios de identificação.
Sistema de Software para gestão de acesso
Atualmente com o avanço da tecnologia e da programação, um sistema eficaz deve ter a possibilidade informar em tempo real, quem acessou os locais controlados de sua empresa e integração com diversas aplicações.
Equipamentos para controle de acesso de pessoas
As catracas geralmente são as mais conhecidas como meio de barreira física para controle de portarias e refeitórios. Como também, em qualquer outro local onde seja necessário evitar o acesso de caronas, pessoas que entram juntas quando uma porta ou portão é liberado.
Existem vários modelos e geralmente encontradas com módulos mecânicos ou eletrônicos, as mecânicas são usadas onde não há necessidade de gerenciamento por software e as eletrônicas proporcionam um controle de acesso completo, com coletores de dados e até mesmo conexão com a internet, para fácil integração a sistemas.
Mas as catracas não são os únicos equipamentos que constituem um sistema de controle de acesso. Podemos mencionar também: coletores de dadostorniquetes, botoeiras, fechaduras eletrônicas e entre outros.
Equipamentos para controle de acesso de veículos
As cancelas são as mais empregadas para este gerenciamento e oferecem também um controle de acesso completo, com coletores de dados e até mesmo conexão com a internet, para fácil integração a sistemas.
Podem ser acionadas por diferentes formas, entre elas sensores de barreiras, laços indutivos, por RFID (Identificação por rádio frequência) e outros.
Acessórios de identificação
Nas empresas os mais usados são crachás e senhas. Mas atualmente controle de acesso biométrico tem sido o meio mais atual de liberar o acesso de pessoas nos equipamentos.

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Gostaria de saber mais sobre sistema de controle de acesso?
Fale com um consultor comercial e tire suas dúvidas sem compromisso: comercial@teleworld.com.br

A Teleworld e um time de parceiros de soluções expuseram tecnologias na 43ª edição do CONARH

A Teleworld e um time de parceiros de soluções expuseram tecnologias relacionadas às transformações do universo corporativo e ao bem-estar no trabalho, na 43ª edição do CONARH, um dos mais esperados eventos sobre gestão de pessoas, que aconteceu nos dias 15, 16 e 17 de agosto, no São Paulo Expo.

Na ocasião se aproveitou para realizar o lançamento nacional do novo produto criado pela Teleworld, o Safety Gestão de Saúde.
A solução esta alinhada a proposta do CONARH, que nesta edição discutiu as principais tendências e estratégias relacionadas a qualidade de vida dos colaboradores e a evolução dos benefícios que influenciam a prática de atividade física e saúde das pessoas.

Segundo pesquisas, os colaboradores buscam cada vez mais uma vida saudável e equilibrada. Por isso, as empresas precisam estar atentas à essa necessidade e utilizar a tecnologia e a inovação para garantir mais qualidade de vida aos seus colaboradores e, consequentemente, à saúde dos negócios.

Um dos temas relacionados a medicina preventiva foi a palestra “Saúde que dá lucro”, realizada pelo Dr. Drauzio Varella.

Medicina preventiva na empresa: para que te quero?

Desde tempos remotos, a espécie humana sempre se preocupou com a sua saúde, em menor ou maior proporção, no interesse da sua existência.
Na história da humanidade, são relatados momentos significativos de prevenção a saúde no intuito da preservação da espécie humana, como por exemplo: os fatos narrados sobre a preocupação como a higiene pessoal e saneamento (Egípcios), o uso da quarentena devido as doenças e o descanso da jornada de trabalho (Hebreus), a conservação e veneração da saúde (Gregos), os serviços sanitários públicos (Império Romano), as medidas de isolamento (Idade média) e principalmente a partir do século XVII, as vacinas e a medicina social, esta última tendo sua maior evidência na saúde pública na década de 50 como medicina preventiva e social, posteriormente na década de 80 como medicina moderna.
A medicina preventiva, social ou moderna, termo utilizado e difundido mundialmente pelo médico Ajai Singh, de Mumbai-India, abrange toda e qualquer ação que visa promover a saúde e evitar doenças ao invés de somente tratá-las. Sendo adquirido por conhecimentos e práticas clínicas que contribuem para a manutenção da saúde e para a prevenção à doença, tanto para o indivíduo quanto para a coletividade, assim, possibilita um aumento na esperança de vida, melhoria nas condições ambientais, econômicas, sociais e na qualidade de vida.
E quem não quer isso? Prevenir ou correr atrás do prejuízo?
Desenvolvimento em tópicos

Medicina Preventiva
Temos ciência do quanto é ruim ter que lutar contra alguma doença que enfraquece a nossa disposição, que impossibilita homens e mulheres a exercerem atividades para sustento próprio e/ou de seus dependentes, que debilita o ânimo de viver e prejudica essencialmente a qualidade de vida.
Pensando nisso, surgiu uma especialidade da medicina preocupada em amenizar estes contratempos, focada na manutenção constante da saúde, não abrindo chance para que as enfermidades se instalem e provoquem consequências danosas à saúde, visto que em muitos casos de doenças poderiam ser até evitadas.
A sua atuação abrange 4 grandes focos de prevenção:
PREVENÇÃO PRIMÁRIA: evita que a doença chegue até o indivíduo, impede que ela se instale no organismo. É o ponto máximo da medicina preventiva, que atua antes mesmo da doença dar os primeiros sinais ou sintomas; também conhecida como Educação em saúde.
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: inclui mecanismos de diagnóstico e tratamento para doenças em estágio inicial, para impedir que evoluam e tragam danos efetivos à saúde; também conhecida como Triagem.
PREVENÇÃO TERCIÁRIA: atua no intuito de diminuir o impacto negativo provocado pela enfermidade, impedindo que ela evolua e traga danos maiores ao organismo; também conhecida como Tratamento.
PREVENÇÃO QUATERNÁRIA: inclui métodos que evitam ou minimizam os efeitos colaterais de intervenções médicas excessivas ou desnecessárias. Este conhecido como Reabilitação.
Dentre as medidas englobadas pela medicina preventiva, podemos citar os programas de vacinação, exames periódicos para controle do colesterol, projetos focados na atividade física, monitoramento dos hábitos alimentares, controle de peso, glicemia, pressão arterial, check-ups regulares, dentre tantos outros.

Investir na prevenção é a chave para não precisar interromper planos e projetos de vida para se dedicar ao tratamento de uma doença.
Prevenção é sinônimo de aumento da disposição e da produtividade – é adotar o cuidado constante com o corpo como hábito de vida, fugindo da necessidade de tratamentos mais agressivos e custosos no futuro.

O sistema de saúde brasileiro

Criada em 2000, a Associação Nacional de Saúde Suplementar – ANS, é uma agência vinculada ao Ministério da Saúde do Brasil – MS que tem a função de regular os planos de saúde. Estabelece alguns conceitos e regulamentos, contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País, inclusive em referência a medicina preventiva.
Entende-se por prevenção as atividades que vão além do momento anterior à instalação da doença, considerando também práticas preventivas aquelas que evitam as complicações no quadro de saúde do indivíduo durante o tratamento e reabilitação. Por exemplo:
Se alguém é diagnosticado com pressão alta, é preciso controlar sua pressão para prevenir um infarto. O tipo de ação – controlar a pressão, mesmo após ser diagnosticado hipertenso, contribui para detectar precocemente as complicações de problemas cardiovasculares.
Se alguém é diagnosticado com diabetes, é preciso controlar sua glicemia (glicose no sangue) para prevenir as complicações sistêmicas. O tipo de ação – controlar a glicemia, mesmo após ser diagnosticado diabético, contribui para detectar precocemente complicações como insuficiência renal, problemas de cicatrização, dentre outras ocorrências.

Um estudo financiado pela fundação Bill & Melinda Gates e publicado em maio de 2017 pela revista médica britânica The Lancet, o relatório tem como base um índice que mede a qualidade e o acesso dos sistemas de saúde, avaliando a eficácia de cada pais de acordo com as taxas de mortalidade 32 doenças que que poderiam ser evitadas com o acesso rápido a um atendimento eficaz, seja pela prevenção primária, secundária ou terciária, pontuando-os de 0 – 100.

Dentre os 195 países, examinados desde 1990 a 2015, os que lideram o ranking dos 03 melhores sistemas de saúde foram: Andorra (95 pts), Islândia (94 pts) e Suiça (92 pts), sendo que foram elencados os 20 melhores países preocupados com a qualidade dos cuidados de saúde da população, ficando Singapura (86 pts) na laterninha.
Os países que foram melhores classificados, adotaram a muito tempo mecanismos de atuação eficaz na medicina preventiva.
E o Brasil?
Obteve melhora em 25 anos, mas recebeu apenas 65 pts, ficando na média e passando de longe dos 20 piores países que tiveram a pontuação entre 44 a 29. Porém, não podemos ficar satisfeitos, pois ainda é carente o combate a problemas neonatais, infecções respiratórias e doenças cardiovasculares.
Cada vez mais, os brasileiros estão conscientes que a prevenção é o melhor caminho, por isso o Governo Federal implantou o programa de Estratégia Saúde da Família e da Saúde do Trabalhador, desde a década passada, alcançando, mesmo que devagar, a melhoria da saúde e qualidade de vida.

Estratégia Saúde do trabalhador
De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, cerca de 45% da população mundial faz parte da força de trabalho que sustenta a base econômica e material das sociedades que por outro lado são dependentes da sua capacidade de trabalho. Sendo assim, a saúde do trabalhador (ST) vira pré-requisito crucial para a produtividade e de suma importância para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável.
Atualmente, a ST deixou de ser uma preocupação individual, tornando-se importante estratégia em grandes empresas, por aumentar a qualidade e produtividade, e assim, reduz os índices de acidentes de trabalho. Lembrando que o maior patrimônio que uma empresa pode ter são seus colaboradores.
Os maiores desafios são os problemas de saúde ocupacional ligados com as novas tecnologias, novas substâncias químicas e energias físicas, novas biotecnologias, envelhecimento da população trabalhadora, problemas especiais dos grupos vulneráveis (doenças crônicas e deficientes físicos), incluindo migrantes e desempregados, problemas relacionados com a crescente mobilidades dos trabalhadores e ocorrência de novas doenças ocupacionais de várias origens.
Como se preparar?
Promover a saúde dentro da sua empresa. Utilizando programas de incentivo, programas de prevenção, técnicas de detecção precoce de alterações de sinais e sintomas do indivíduo, estratégias de avaliação de risco, estratégias para prevenção de acidentes, bem como promover cursos e palestras.
Fechamento/conclusão
Independente do conceito, todo o tipo de atitude preventiva melhora a qualidade de vida, reduz internações hospitalares e melhora fatores de risco, o que consequentemente diminui gastos com atenção à saúde. Saúde não é um custo a ser administrado, e sim um investimento que precisa ser alavancado (previva).
Call-to-Action
A TELEWord preocupada com a saúde da população trabalhadora propõe uma nova ferramenta de biossegurança a Safety Gestão de Saúde, que combina a avaliação dos dados vitais ao controle de acesso ao serviço, identificando em tempo real se este trabalhador possui condições adequadas de saúde para exercer suas funções laborais, amenizando assim a ocorrência de riscos ocupacionais clínicos.
Conforme diz o velho ditado popular “prevenir é o melhor remédio” e nós temos a solução. https://www.teleworld.com.br/produto/safety-tw8-seguranca-do-trabalho-e-medicina-preventiva/

Autora: Alessandra Andréa da Silva Tetzlaff

Referencias
SINGH, Ajai. Medicina moderna: rumo à prevenção, à cura, ao bem-estar e à longevidade. Rev. latinoam. psicopatol. fundam.,  São Paulo ,  v. 13, n. 2, p. 265-282,  June  2010 .   Available from . access on  17  July  2017.
MELLO, Guilherme Arantes. Quando os paradigmas mudam na saúde pública: o que muda na história?. Hist. cienc. saude-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 24, n. 2, p. 499-517,  Apr.  2017 .   Available from . access on  17  July  2017.
CONTERNO, Solange de Fátima Reis; LOPES, Roseli Esquerdo. Pressupostos pedagógicos das atuais propostas de formação superior em saúde no Brasil: origens históricas e fundamentos teóricos. Avaliação (Campinas), Sorocaba ,  v. 21, n. 3, p. 993-1016,  Nov.  2016.   Available from . access on  07  Aug.  2017.  http://dx.doi.org/10.1590/S1414-40772016000300016.
BRASIL. LEI No 9.961 DE 28 DE JANEIRO DE 2000. – Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 29 jan. 2000, p.1.
http://exame.abril.com.br/mundo/os-paises-que-lideram-o-ranking-dos-melhores-sistemas-de-saude/ acesso em 01 de julho de 2017.
http://renastonline.ensp.fiocruz.br/sites/default/files/arquivos/recursos/ST-APS_documento%20conceitual.pdf
BRASIL. Lei n.8.080, de 19 set. 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 20 set. 1990, p.1.
BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Elizabeth Costa Dias et al. (orgs.). 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

Ações em medicina preventiva influenciam na redução do FAP

Segundo o site da previdência social, Fator Acidentário de Prevenção – FAP é um multiplicador, atualmente calculado por estabelecimento, que varia de 0,5000 a 2,0000, a ser aplicado sobre as alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho. O FAP varia anualmente. É calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social.

Pela metodologia do FAP, as empresas que registrarem maior número de acidentes ou doenças ocupacionais, pagam mais. Por outro lado, o Fator Acidentário de Prevenção – FAP aumenta a bonificação das empresas que registram acidentalidade menor. No caso de nenhum evento de acidente de trabalho, a empresa é bonificada com a redução de 50% da alíquota.

Ações em medicina preventiva dentro das empresas diminuem consideravelmente os números de acidentes ou doenças ocupacionais, por isso a Teleworld desenvolveu o Safety, uma poderosa ferramenta que contribui na gestão de riscos de trabalho. Além de facilitar que sejam feitas as coletas de aferições de controle de peso, IMC e pressão arterial nas dependências da empresa, pode ser integrado com os controles de acesso, para poder restringir os funcionários que não estejam saudáveis para exercer sua atividade laboral.

Através do Safety a organização tem controle e facilidade de gestão da saúde dos colaboradores, podendo agir com medidas pro ativas que irão colaborar na diminuição de acidentes de trabalho e afastamentos.

Assista o vídeo e entenda como funciona: