Indústria 4.0 em Gestão de Saúde: como essa revolução pode ajudar a sua empresa

Atualmente não temos o hábito de pensar nas dificuldades que os empresários e funcionários dos séculos passados passaram para que chegássemos até aqui. Mas, e sobre o futuro? Já parou para pensar? E a indústria 4.0, você sabe o que é? A indústria 4.0, ou manufatura avançada, é nada mais nada menos que a 4ª revolução industrial. Na 1ª, 2ª e 3ª revolução tivemos avanços tecnológicos que mudaram o rumo das indústrias e empresas, e agora estamos passando pelo mesmo processo na gestão de saúde, só que em épocas totalmente distintas.

Para entender essa nova indústria, recapitulamos um pouco da história das revoluções e gestão de saúde:

As revoluções industriais

Em meados de 1820 aconteceu a 1ª revolução industrial, que trouxe a tecnologia das máquinas à vapor. Em 1900 a indústria automobilística inovou ao montar a primeira linha de montagem industrial, para o aumento da produtividade nas fábricas e em 1970 o trabalho que antes era realizado por humanos, começou a ser realizado por computadores e máquinas programadas.

Gestão de saúde nas indústrias passadas

A maioria das revoluções industriais até 1970 não obtiveram enfoque na saúde e no bem estar dos funcionários das fábricas. Pelo contrário, desde 1820 quando as máquinas à vapor foram inseridas visando a produtividade das fábricas na 1ª revolução industrial, crianças, homens e mulheres trabalhavam jornadas de 16h sem folgas e muitas das vezes sem salário. Então, os trabalhadores implantaram sindicatos para combater a exploração e as más condições de trabalho. A segurança do trabalho não era imaginada na época, muito menos o desemprego súbito que novas tecnologias trariam. No dia 27 de julho de 1972, foi implantada a portaria ministerial nº 3.237/72, que visa a obrigatoriedade dos serviços especializados em segurança, higiene e medicina do trabalho nas empresas.

Veja também: As principais normas e regras de segurança do trabalho 

Como funciona a indústria 4.0


O primeiro projeto de indústria 4.0 foi apresentado em 2012 em uma feira de tecnologia em Hannover, Alemanha. O projeto teve apoio do governo e diversas universidades, e propunha uma mudança radical no modelo da indústria atual.

Dentre estas mudanças, encontramos a proposta de implantação do controle remoto da produção e de tecnologias inteligentes capazes de comparar informações e gerar bancos de dados internos e externos. Essa tecnologia seria capaz de mudar a estratégia de funcionamento ou gerar diversas alternativas a partir de dados. Basta um gerente e um smartphone para tomar as decisões e ter o controle remoto total da empresa.
A seguir, temos como exemplo uma fábrica de molho de tomate:

Quando o sistema recebe a informação externa de que a safra de tomates deste semestre está baixa, ele automaticamente compreende que naquele período de tempo a matéria prima vai ser escassa e mais cara. No mesmo período ele recebe a informação interna de que a fábrica passará por uma reforma nas máquinas, então, o sistema calcula que o melhor período para essa reforma seria na época da safra baixa e também sugere o aumento da produção no período atual em que a safra está boa.

Hospitais e clínicas também adotaram a indústria 4.0. Lá os exames são efetuados em modo automatizado, o que evita a troca de informações, e não necessita amostras tão grandes de sangue. Evita também a contaminação, impedindo erros nos exames e diminui o risco de quem lida com estas amostras.


Os contras da indústria 4.0


A indústria 4.0 gera desemprego? Assim como na 3ª revolução industrial, as máquinas implantadas nas fábricas produziam mais e mais rápido do que qualquer funcionário e, consequentemente, houve demissão em massa da maioria destes funcionários. Mas assim como o desemprego estrutural desta categoria, surgiram novas vagas de emprego relacionadas às próprias máquinas. O implante total da indústria 4.0 será lento e gradual, e até lá o mercado já terá se adaptado às novas tecnologias. Vivemos em um meio onde a tecnologia é nossa aliada, por mais que estes sistemas sejam programados com algoritmos e inteligência artificial capazes de tomar decisões e guardar informações, estamos adaptados a viver lado a lado destas tecnologias no nosso dia-a-dia e levá-las para dentro das fábricas e empresas pode auxiliar tanto as próprias empresas quanto os colaboradores.


Gestão de saúde na nova indústria

Adotar a indústria 4.0 na sua empresa pode ser interessante quando a gestão de saúde automatizada gera eficiência e precisão.

Por exemplo: O dono de uma construtora optou por adotar um sistema que acompanha seus colaboradores. Antes da jornada de trabalho o sistema realiza exames no colaborador, e se ele não estiver apto ao trabalho, pode ser dispensado para consulta médica evitando problemas maiores como desmaio durante o trabalho. Nesta consulta pode ser diagnosticada alguma doença em estágio inicial que poderá ser tratada sem maiores problemas.

Neste caso o colaborador volta à empresa quando seu estado de saúde estiver apropriado e também a instituição evita maiores problemas relacionados à acidentes no trabalho e saúde do colaborador.

 

Veja também: As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

A saúde dos colaboradores é um fator fundamental na sua empresa, isso gera produtividade e também bons resultados, então, esta tecnologia além de prevenir erros e aumentar a produção também pode auxiliar na gestão de saúde e segurança do trabalho da organização.

 

Atualmente, existem disponíveis no mercado dispositivos que auxiliam nos departamentos de segurança do trabalho e medicina preventiva, realizando testes de saúde em colaboradores na pré e pós jornada de trabalho, monitorando-os para caso de acidentes, alterando funcionamentos internos de acordo com a necessidade dos colaboradores de forma ágil, reunindo e avaliando informações que auxiliam em uma boa gestão de saúde da empresa.

E você, agora que está por dentro da nova indústria 4.0 e entendeu como ela influencia e auxilia na gestão de saúde, pensou em adotar novas tecnologias? Conta para a gente! Gostou do conteúdo? Compartilhe em suas redes sociais. Até breve!

As tendências para medicina preventiva e segurança do trabalho

Atualmente o número de trabalhadores que exerce atividades no mercado com carteira assinada e que são submetidos a exames e avaliações da medicina preventiva ocupacional chega a 50 milhões de pessoas. Os métodos para aplicação desses exames sofrem constante aperfeiçoamento, já que de tempo em tempo novas necessidades surgem e os investimentos para a prevenção de doenças ocupacionais são cada vez maiores, resultando em novas tendências para medicina preventiva e para segurança do trabalho.

 

Falando ainda sobre o aperfeiçoamento dos métodos para atender aos trabalhadores de diversos setores, podemos considerar também que as empresas, cada vez mais, buscarão os benefícios da medicina preventiva ocupacional e segurança do trabalho, com o objetivo de evitar a baixa de produtividade, muitas vezes, ocasionada por doenças e acidentes. Os exames clínicos e complementares são fundamentais para uma avaliação criteriosa da saúde dos trabalhadores e, também, auxiliam na identificação de possíveis doenças ocupacionais.

 

A medicina preventiva e segurança do trabalho, quando realizada por profissionais especializados e capacitados, torna-se um mecanismo que contribui para uma melhor qualidade de vida e o bem-estar dos trabalhadores, beneficiando também a produtividade da mão de obra nas empresas.

 

Conheça abaixo as principais tendências para medicina preventiva e tendências para a segurança do trabalho em 2019:

 

Sistema de Gestão

Este sistema tem por objetivo atender as exigências da legislação e implantar uma política de gestão de riscos para controlar os possíveis problemas relacionados à atividade laboral, e é uma grande tendência para medicina preventiva e tendência para segurança do trabalho.

 

Uma das ferramentas que devem ser implantadas para promover o controle das operações é a padronização dos procedimentos administrativos relativos a saúde ocupacional. Esses documentos garantem uniformidade das atividades e refletem o nível adequado de organização de uma instituição.

 

O Safety Gestão de Saúde, por exemplo, é uma ferramenta facilitadora para o dia a dia de gestores que precisam ter informações da saúde dos seus colaboradores e terceiros, para a execução de tarefas com riscos. E também para que deseja realizar ações de medicina preventiva corporativa.

 

É um sistema de gestão poderoso, que garante às autoridades trabalhistas o cumprimento das Normas Regulamentadoras, além de ser uma ferramenta de controle e gestão. Através da interface amigável e intuitiva do sistema Safety, o profissional de segurança do trabalho ou medicina preventiva, pode saber o estado de saúde de um colaborador em tempo real, e receber estas informações por notificações via e-mail, SMS ou diretamente no aplicativo do celular. Assim, a tomada de decisões pode ser mais rápida e assertiva.

 

Uma empresa que se preocupa com a saúde de seus trabalhadores e atenta a legislação trabalhista tem a sua reputação idônea reconhecida. Portanto, uma gestão ocupacional eficiente na medicina do trabalho reflete maior cuidado com os trabalhadores.

Prontuário Online

Neste caso, os dados são armazenados virtualmente e protegidos por sistemas especializados com alto teor de segurança. Os prontuários online dos colaboradores são uma das grandes tendências para medicina preventiva na área da saúde e para os profissionais que atuam na área de medicina ocupacional. Além de manter todos os dados, laudos, diagnósticos e consultas realizadas do paciente, este tipo de sistema permite que as informações sejam acessadas de maneira remota. Além de ser uma tendência para medicina preventiva, é uma grande otimização de tempo e espaço.

 

A diferença é que os softwares mais modernos devem aumentar a capacidade de captação dos dados, incluindo também informações de produtividade, agenda, custo e outros tipos de procedimentos. O Safety, por exemplo, reúne grande parte das informações relacionados a Saúde e Segurança do Trabalho exigidas pelo eSocial. Além de armazenar informações sobre os funcionários, o Safety também comunica acidentes de trabalho e diversas informações sobre o colaborar em tempo real e de maneira remota.

 

Unidades Móveis

O atendimento nas empresas pode ser facilmente ampliado com unidades móveis de saúde, que são clínicas completas sob rodas. Estas unidades se deslocam até o local de atendimento, com médicos e profissionais necessários para o atendimento.

 

As clínicas de medicina ocupacional são adaptadas em veículos de médio e grande porte, que podem oferecer todas as modalidades de exames necessárias às instituições que contratam o serviço, como exames admissionais, demissionais, complementares e periódicos. Além de ampliar o atendimento para os profissionais, a utilização de automóveis promove o acesso linear dos trabalhadores aos serviços oferecidos pela empresa.

Levantamento de indicadores de produtividade

Parece uma atividade simples, mas muitas empresas ainda não estão atentas a esta tendência para segurança do trabalho. Conhecer os principais indicadores da empresa é importante para estabelecer metas em médio e longo prazo. Principais causas de afastamento, percentual e tipo de acidentes de trabalho, treinamento sobre riscos ambientais, análise de pureza da água, nível de satisfação com o ambiente de trabalho são exemplos de indicadores que devem ser analisados periodicamente.

 

Estes indicadores devem ser agrupados de acordo com os setores envolvidos e a necessidade de implantação. Assim, fica mais fácil de saber que o aumento de casos de doenças respiratórias em ambiente de pouca circulação deve ser tratado mais urgentemente do que a insatisfação com a comida servida no restaurante, por exemplo. A partir dessas informações é possível estipular metas gerenciais e operacionais para sanar as principais não conformidades e garantir a produtividade dos setores.

Cipa Online

Nós sabemos que a CIPA, que é regulamentada pela Norma Reguladora nº 5, não é uma tendência, mas sim uma obrigação de todas as empresas regidas pela Consolidação das Leis de Trabalho, a CLT. Ela é formada por representantes do empregador e dos empregados e, por isso, é possível discutir e propor melhorias para a segurança do trabalho. O modelo de votação online através de softwares, dá mais credibilidade para a escolha desses representantes, agiliza os processos e faz com que a divulgação dos resultados seja democrática.

 

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Fontes:

Fórum de Saúde Digital

Healthcare

3 Tendências de RH para ficar de olho em 2019

Uma grande aliada das equipes de gestão de recursos humanos é, sem dúvida a tecnologia. Além de ter o poder de otimização de projetos, ela também auxilia na produtividade, eliminando certas atividades burocráticas e modelos de gestão mais antigos e pouco eficientes. Estar por dentro das tendências de RH para 2019 pode ser a solução para os seus problemas de gestão. Continue lendo!

 

Estruturas corporativas onde o espaço para o bem estar do colaborador não é respeitado, se torna ultrapassada e mal vista pelo mercado que busca estar sempre atualizado com as novas práticas. Por isso, é importante se atualizar, quebrar padrões e compreender que tudo precisa evoluir.

 

O fim do ano está chegando, por isso, é necessário se manter atualizado com as principais tendências de RH para 2019. Aqui, você vai aprender sobre as melhores técnicas para que a sua instituição prospere e estabeleça uma nova estrutura para os próximos meses.

 

Antes de seguirmos com as dicas, vale lembrar: tendências de RH não são definitivas! Aqui, nós vamos falar sobre as principais projeções do mercado relacionadas com o que estará em alta em 2019. Porém, a dica mais importante deste artigo é: fique por dentro do que vai acontecer antes, durante e depois de 2019, só assim você estará preparado para enfrentar o mercado e se adaptar a todas as mudanças previstas e não previstas na gestão de RH. Vamos lá?

1- Rotinas flexíveis

As atividades com rotinas flexíveis foram um sucesso em 2018, e em 2019 vão continuar sendo. Neste ano, o número de indivíduos interessados por este tipo de atividades aumentou significativamente. Empresas menores, como startups, adotaram esta e outras tendências de RH e ditaram regra para muitas empresas maiores.

 

Startups e coworkings são duas das palavras mais populares quando se trata de tendências de RH. A primeira é usada para representar empresas que resolvem problemas de seus clientes de uma forma veloz e diferenciada, a segunda está ligada aos ambientes em que profissionais de várias empresas trabalham no mesmo local. Mas o que fez fundadores de novas empresas optarem por espaços de trabalho compartilhados com profissionais de outras áreas? Relacionamento!

 

As plataformas colaborativas também estão melhorando, o que significa que a velha abordagem de “pegar uma sala de reunião” para resolver problemas e ter um bate papo rápido está se tornando coisa do passado. Enquanto as empresas de tecnologia estiverem a frente, a prioridade será por membros de equipes que estejam dispostas a trabalhar em todo país, até mesmo durante uma viagem. Por isso, esqueça reuniões longas e sem pauta! As grandes tendências de RH para 2019 são soluções rápidas, que podem ser tomadas através de um breve diálogo online.

 

 

O que conseguimos perceber é que organizações “tradicionais” estão cada vez mais envolvidas com os modelos de trabalho flexíveis e tornando-se mais criativos quando se trata de entrega e gerenciamento de projetos. Então, como aplicar esta tendência de RH a sua empresa?

 

  • Viabilize o trabalho remoto através de algumas plataformas de colaboração, e deixe que sua equipe saiba que você está aberto para experimentar coisas novas. As pesquisas mostram que os trabalhadores remotos não são menos produtivos se a comunicação e o engajamento são bem gerenciados
  • Promova debates sobre como você pode gerenciar os funcionários que são remotos e como mantê-los engajados com contatos regulares e reuniões de equipe.
  • Se você gosta de novos desafios, pode considerar a contratação de talentos fora do seu mercado de recrutamento normal. Contratar alguém fora do país pode ser uma excelente forma de alcançar diversidade na entrega dos seus trabalhos.

 

Leia também: Como ter uma gestão de recursos humanos de excelência.

 

2 – Inteligência artificial no RH

A inteligência artificial no RH não é novidade. O que é novo, no entanto, é a possibilidade de desenvolver o RH dentro da empresa de uma maneira bem diferente da usual. Sabemos que o RH é uma função voltada para as pessoas e, portanto, os profissionais de RH precisam interagir fisicamente com os funcionários. Embora isso seja uma verdade, quanto tempo você gasta com estes processos?

 

Bem, atualmente a inteligência artificial pode ser aplicada na gestão de RH em três grupos distintos:

  • Biometria;
  • Bots e automatizadores;
  • Algoritmos.

 

A biometria é utilizada amplamente em áreas como a bancária, por exemplo. Sistemas de reconhecimento de digitais já são populares e instrumentos de reconhecimento facial, pela íris ou por comando de voz se tornam cada dia mais comuns no país.

 

Basta dizer que até mesmo o bom e velho relógio de ponto agora funciona por intermédio de digitais de funcionários, que registram sua entrada e saída dos locais de trabalho. O fato é que o uso da biometria tornou mais fácil medir índices importantes para o RH, como a assiduidade dos funcionários, seus horários de trabalho, cálculos e estimativas de horas-extras, entre outros. Com o tempo, tais sistemas devem evoluir mais e permitir que se controlem dados e informações não apenas na entrada e saída, mas durante todo o expediente.

 

Em segmentos como o comercial, o reconhecimento facial, por exemplo, vem sendo testado para medir reações de clientes e potenciais clientes. No futuro próximo, esse tipo de expediente poderá ser utilizado para avaliar e medir o grau de satisfação dos trabalhadores de uma empresa, já imaginou se esta tendência de RH começa a ser utilizada?

 

O segundo grupo de aplicação da inteligência artificial inclui os chamados bots. Esse tipo de inteligência realiza buscas e análises automatizadas em dados e informações hoje presentes na internet e nas redes internas das empresas. Tudo o que era feito manualmente em meses passou a levar segundos, e nada impede esse tipo de tecnologia de atingir a consulta em tempo real no futuro, para qualquer tipo de dado.

 

Além disso, não podemos deixar de falar da automatização e robotização de processos manuais tais como a gestão de saúde para trabalhos de risco. Hoje feitos, na grande maioria, de forma manual, com perdas grandes de horas produzidas para deslocamentos até área ambulatorial podem e passam a ser realizados por automatização e robotização. Tal ação traz a organização agilidade no processo, evita deslocamentos desnecessários do

local de trabalho até o ambulatório. Isso porque o equipamento é instalado no local de trabalho, as aferições de pressão arterial por exemplo são feitas por equipamentos sem intervenção humana no ambiente ou próximo ao local do trabalho. Veja aqui um desses equipamentos, o Safety.

3- Atraia as pessoas certas

A entrevista baseada em competências tornou-se prática no ano 2000 e sua dominação continuou até hoje, para a maioria das organizações. Depois de muitas análises e testes, as empresas começaram a perceber que o ideal é focar em contratar pessoas que entendam o negócio, a cultura e os valores da empresa, além das habilidades específicas.

 

Muitas vezes nos concentramos em habilidades e experiências, e deixamos de lado questões comportamentais que dizem muito sobre os valores que o candidato têm e quais são suas preferências em um ambiente de trabalho.

 

E você, já está aplicando alguma das tendências de recursos humanos em sua empresa? Ou pensa em adotar uma delas? Conta pra gente! Até a próxima!

O que é medicina preventiva e porque isso é tão importante

Este artigo é para você que não sabe o que é a medicina preventiva e precisa entender qual a sua importância no meio em que vivemos. A medicina preventiva é uma especialidade médica que vem conquistando um grande espaço. É uma especialização da medicina, que tem como objetivo prevenir doenças ou lesões, no lugar de curá-las ou tratar seus sintomas, buscando melhorar a qualidade de vida de seus usuários. Como se sabe, a grande maioria destas doenças possui um melhor prognóstico quando detectadas precocemente.

 

O profissional da medicina preventiva analisa as condições gerais de saúde do paciente, diminuindo gastos com medicamentos e elevando a produtividade. Também são responsáveis em educar a população em relação à mudança de hábitos. Isso inclui programas de atividade física ou emagrecimento, promoção de princípios de vida saudável, exames periódicos de colesterol, diabetes, câncer etc.

 

Sendo assim, é necessário que as pessoas se conscientizem da importância da visita regular ao médico, ainda que se sintam saudáveis. O médico nas consultas de rotina pode detectar alguns sinais suspeitos ou sintomas característicos de uma doença e desencadear uma investigação mais aprofundada. Daí a necessidade de realizar, com alguma regularidade, exames de rotina ou rastreios de determinadas doenças.

O que é medicina preventiva e como funciona

Para entender o que é medicina preventiva, é necessário conhecer as quatro partes em que ela é subdividida:

 

  1. Prevenção primária: evita a doença desde o período de gestação da mãe.
  2. Prevenção secundária: trata de doenças em seu estágio inicial, evitando sua evolução. O tratamento é feito utilizando métodos de diagnóstico.
  3. Prevenção terciária: usa métodos que diminuem os sintomas da doença, diminuindo complicações e restabelecendo as funções normais do organismo.
  4. Prevenção quaternária: utiliza métodos que evitam ou minimizam resultados de intervenções desnecessárias ou excessivas no sistema de saúde.

 

Leia também: Tudo sobre o eSocial 2019 e as regras para segurança do trabalho

Saiba quais são os diferentes níveis de classificação

A saúde preventiva pode ser dividida em duas áreas principais: a área ocupacional e a área da saúde suplementar, que envolve a utilização do convênio e de outras pessoas da empresa que não são os funcionários diretos.

Saúde ocupacional – Dentro da área de saúde ocupacional, é analisado diretamente a relação entre o estado de saúde do colaborador e os riscos a que ele está exposto dentro da empresa.

Nesse contexto, a saúde preventiva é importante para antecipar e reconhecer problemas setorizados, relacionados aos postos ou processos de trabalho. Situações individualizadas que possam ocasionar uma perda em recursos humanos e financeira para a empresa no futuro também podem ser facilmente reconhecidas mediante um detalhado exame periódico.

Saúde suplementar – Dentro da saúde suplementar, seu objetivo é antecipar diagnósticos e modificar hábitos e condições de vida. Isso evita que as pessoas adoeçam a médio e longo prazo, o que pode onerar muito o plano de saúde da empresa.

Como colocar em prática um plano de medicina preventiva?

Agora que você já sabe o que é medicina preventiva e como ela funciona, entenda como implantar um plano de medicina preventiva em sua empresa.

 

Primeiro passo, faça um levantamento do perfil epidemiológico da instituição. Através deste questionário, você reúne todas as informações necessárias sobre a saúde dos seus colaboradores.  Essa etapa é muito importante para que as ações planejadas sejam bem direcionadas e assertivas.

 

Agora, com as análises em mãos, o gestor pode, aos poucos, colocar as ações em prática. Quando o primeiro e o segundo passo são bem planejados, as chances de os resultados do programa empresarial de medicina preventiva serem positivos aumentam consideravelmente. Neste artigo sobre “Como ter uma medicina preventiva efetiva em 3 passos” falamos a fundo sobre o que é medicina preventiva e como ter um plano de sucesso implantado em sua empresa, vale a pena a leitura.

Como os colaboradores são impactados através de uma medicina preventiva efetiva?

A decisão de implantar a saúde preventiva é importante, pois a empresa consegue ver os resultados em sua equipe. Com a saúde em dia, os colaboradores têm maior qualidade de vida e, com isso, faltam menos ao trabalho. Uma boa alternativa é implementar programas como a ginástica laboral, os cuidados com os riscos de acidente de trabalho, a diminuição do estresse e programas de reeducação alimentar.

 

Assim, com a boa saúde, os colaboradores se sentirão mais motivados, melhorarão a produtividade, se sentirão mais seguros em realizar as tarefas e terão orgulho de pertencer a empresa em que trabalham.

 

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Planos de Saúde, informou que em 2017 as despesas assistenciais somaram mais de 156 bilhões, 15,4% a mais do que o ano anterior. Assustador, né? Ajude a mudar este cenário, e invista em planos de medicina preventiva. Quanto mais gestores investirem em ações de Medicina Preventiva, mais os custos em medicina assistencial serão reduzidos. Além disso, os trabalhadores terão mais saúde, produtividade e motivação.

 

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Informações: Globo News, Jornal Bom Dia, SESC SP

 

Como funciona e como reduzir o FAP da sua empresa de forma eficiente

Basta um descuido para que uma situação complicada, como um acidente de trabalho, aconteça diante dos nossos olhos, não é mesmo? Algumas vezes por negligência de alguém, ou falta de manutenção em algum maquinário, colocamos tudo a perder.

 

Normalmente, as consequências não são apenas sofridas para quem foi a vítima do acidente. Quando uma situação acontece e provoca lesão corporal ou perturbação funcional, permanente ou temporária, é caracterizada por lei como acidente de trabalho. E, como sabemos, as empresas são automaticamente responsabilizadas pela Constituição Federal.

 

Além da indenização que deve ser paga pela empresa, existe também o SAT, Seguro contra Acidentes de Trabalho, um encargo que incide sobre o empregador e que financia os benefícios oferecidos pelo INSS, Instituto Nacional de Seguro Social. Por sua vez, o seu valor é calculado pela multiplicação da folha de pagamento de uma empresa pela alíquota de RAT, Riscos Ambientais do Trabalho, com variação de 1% a 4%. Antes da implantação da FAP este valor era fixo, agora é individualizado e melhor distribuído. Estes dados são importantes para quem quer entender como funciona o FAP e como reduzir FAP da sua empresa.

 

O que é o FAP?

 

O Fator Acidentário de Prevenção, mais conhecido como FAP, é um indicador que atua como um mecanismo para aumentar ou diminuir a tarifa RAT, conforme falamos acima. Esta tarifa é medida de acordo com a quantidade, a gravidade e o custo das ocorrências acidentárias de cada empresa, usando como comparativo outras instituições do mesmo segmento econômico.

 

Basicamente, o FAP – Fator Acidentário de Prevenção, trata-se de um índice da previdência social que estabelece um determinado valor numérico, referente ao risco da atividade principal de alguma empresa ou instituição.

 

A FAP tem o objetivo de incentivar empresas e instituições a investirem em melhores condições de trabalho e saúde do trabalhador. Por isso, este fator é avaliado com muita atenção.

Como funciona o FAP?

 

O FAP entrou em vigor no ano de 2010, e o seu resultado é diretamente ligado ao desempenho da empresa. Você já se perguntou como funciona o FAP?

 

O FAP funciona como um sistema, onde o seu resultado varia de 0,5000 a 2,0000 e o mesmo se encontra disponível no Ministério Público Social, somado às respectivas ordens de frequência, gravidade, custo e demais elementos que viabilizam a verificação, bem como documentos de apoio, nos quais constam a legislação.

 

Caso haja divergência entre o resultado e a realidade atual da instituição, a empresa tem o direito de contestar de forma eletrônica, através de um sistema específico disponibilizado pelo Ministério Público Social – MPS, perante o departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, o DPSSO, da Secretaria Políticas de Previdência Social.

 

Se você ainda possui dúvidas sobre os procedimentos para contestação, saiba que são estabelecidos por Portaria Conjunta publicada anualmente pelo Ministério da Fazenda e da Previdência Social. Lembrando que esta contestação deve ocorrer dentro do prazo de 30 dias da sua divulgação oficial, de acordo com o decreto número nº 3.048/1999 art. 202-B.

 

Leia também: Como ter uma medicina preventiva efetiva

 

Como o FAP era calculado antes e quais foram as mudanças?

 

Até o ano de 2015, o valor do FAP era calculado somente através do CPNJ raiz da empresa. Isso quer dizer que, o estabelecimento de qualquer segmento econômico pagava o mesmo imposto sobre o histórico de acidentes no período. Após muitas reclamações, o STJ, a SEFAZ e a PGFN se reuniram para discutir e aprovar melhorias e condições mais justas.

 

Como resultado, o cálculo agora é baseado nas características de cada estabelecimento. Por exemplo, um setor que oferece risco médio poderá ser beneficiado com FAP baixo. Outra alteração muito importante é que as empresas que não registraram acidentes de trabalho podem reduzir o FAP, pois ganharão bônus e possibilidade de arcar somente com 50% do seguro. Esta é uma dica importante para quem quer reduzir o FAP da sua empresa.

 

Quais são as fontes de dados do FAP?

 

Conheça agora quais são as principais fontes de dados para o Fator Acidentário de Prevenção. Estas informações te ajudarão e entender melhor como funciona a FAP e como reduzir o FAP da sua empresa.

 

  • Registros da Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT);
  • Registros da concessão de benefícios acidentários pelo INSS;
  • Dados populacionais de empregatícios do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS);
  • Expectativa de sobrevida do segurado de acordo ao quadro de mortalidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 

Como Reduzir o FAP da sua empresa?

 

As empresas são responsáveis por uma importante contribuição, que consiste na parcela direcionada ao Seguro Acidente de Trabalho – SAT. Este valor é destinado ao subsídio de benefícios de amparo ao trabalhador que se encontra em situação de incapacidade de realizar as suas principais tarefas dentro da empresa.

 

A proposta atual, é que as empresas analisem os seus gastos para manter a competitividade no mercado. No entanto, poucas empresas incluem em seus relatórios o FAP. Agora, a pergunta é: como reduzir o FAP da empresa?

 

O processo de regulamentação dos serviços de saúde e segurança do trabalho foi uma etapa importante para trabalhadores e empresas. Porém, apesar da sua enorme importância, o serviço sempre foi visto mais como um encargo do que como um investimento de fato. Isso porque as empresas não se sentiam estimuladas a investir na área. Gradualmente, este pensamento está sendo transformado e os empresários conseguem enxergar que o investimento é um grande benefício não só para o trabalhador, como para a saúde financeira da empresa.

 

O mercado entendeu esta demanda e alguns equipamentos foram desenvolvidos para, de fato, colocar a saúde do trabalhador em primeiro lugar.  Modernidade em segurança do trabalho, cortando custos e auxiliando na queda de impostos. Um exemplo, são as soluções inovadoras da Safety, uma plataforma completa de gestão de saúde organizacional.

 

Safety é uma alternativa bastante eficiente para empresas que pensam em investir na segurança dos seus trabalhadores com agilidade e alta performance. Além de mitigar os riscos, a plataforma tem a capacidade de contribuir significativamente para a redução de FAP.

 

Quer saber como reduzir o FAP da empresa com o auxílio da Safety? Vamos te explicar

 

Totalmente online, Safety é uma plataforma que faz aferições sobre as condições de saúde dos funcionários, fiscalizando a documentação e liberando ou não o acesso do mesmo na empresa. Dados como peso, altura, pressão arterial, IMC e batimentos cardíacos são aferidos 100% mais rápido do que de aferições manuais. Sem contar o tempo de digitação de dados de forma manual, pois com a Safety os dados já estão no sistema de forma online.

 

Essas informações geram relatórios com dados importantes, possibilitando que os gestores tenham em mãos informações sobre a saúde dos seus funcionários. As estatísticas ficam disponíveis em tempo real para desktop e celular.

 

Agora que sabemos como reduzir o FAP da sua empresa, vamos te dizer quais são os outros benefícios da Safety:

 

  • Aumento na produtividade
  • Baixa no absenteísmo
  • Redução no valor do plano de saúde ao diminuir a sinistralidade
  • Automatização de permissão para trabalhos especiais.

 

Curiosidade: A Safety* já foi testado em diversos países, comprovando sua eficiência com resultados consistentes pelo mundo todo. Além disso, tem certificação do Inmetro, FDA e CE. Entre em contato por este link e conheça mais!

Como ter uma medicina preventiva efetiva em 3 passos

Para começar o post de hoje: você sabe o que é medicina preventiva?

medicina preventiva é a aposta na prevenção de doenças e estimula práticas que levam o paciente a ter uma vida mais saudável. Detalhes como alimentação correta, higiene pessoal, prática de exercícios físicos e posturas comportamentais fazem parte do hall de sugestões para uma medicina preventiva de sucesso.

Uma das formas de colocar a medicina preventiva em ação é através da realização de aferições, detectando precocemente doenças ou lesões que, se identificadas em seus estados iniciais, podem permitir um tratamento bem eficaz.  Como se sabe, a grande maioria destas doenças possui um melhor prognóstico quando detectadas precocemente.

Com o resultado de pesquisas e alta tecnologia, hoje temos no mercado aparelhos que nos auxiliam no controle da saúde, identificando em tempo real se um colaborador possui condições para exercer sua atividade laboral, bloqueando ou liberando o acesso às áreas de risco. Além disso a Plataforma Safety, como é chamada, promove aferições e acompanha dados como peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, IMC e IGC de forma confortável e não invasiva. A Plataforma Safety é um diferencial para quem busca oferecer saúde e alto rendimento aos seus funcionários, através de uma medicina preventiva eficaz.

A Medicina Preventiva é segmentada em 4 partes:

Prevenção Primária: evita que a doença chegue se instale no organismo do indivíduo.

Prevenção Secundária: inclui mecanismos de diagnósticos e encaminha para tratamentos de doenças em estágio inicial., evitando a evolução.

Prevenção Terciária: diminui o impacto negativo provocado pela doença, impedindo a sua evolução.

Prevenção Quaternária: minimizam os efeitos colaterais de intervenções médicas excessivas ou desnecessárias.

Agora que você já entendeu o papel da medicina preventiva na saúde, vamos te ajudar a aplicar métodos que colocarão a sua empresa à frente.

1 – Por onde começar um plano de medicina preventiva na minha empresa?

É indispensável que você conheça os seus funcionários a fundo. Para isso, faça um questionário e levante o perfil epidemiológico da empresa. Com essas informações, você conseguirá desenvolver um planejamento bem direcionado e assertivo, de acordo com a saúde dos seus colaboradores.

Depois de captar e reunir estas informações, você precisará analisar todos os perfis que existem dentro do seu negócio. Os dados devem ser estudados para que o gestor consiga entender a real necessidade dos seus funcionários e ajudará a definir quais medidas serão tomadas, com base em um planejamento de ações. Neste momento, contar com a ajuda de ferramentas de gestão de medicina preventiva é um grande diferencial.

 Após essas etapas, é hora de colocar a mão na massa! Não adianta reunir as informações, traçar perfis, planejar ações e ficar de braços cruzados. Com a análise em mãos, o gestor tem autonomia para colocar em prática todo o planejamento desenvolvido. Seguindo as dicas, as chances de os resultados do programa empresarial de medicina preventiva serem positivos aumentam significativamente.

 2 – Programas de prevenção

Os programas de prevenção pontuais promovem equilíbrio físico e psicológico aos funcionários, tornando-os mais saudáveis e comprometidos com as suas atividades. Além dos benefícios para o funcionário, também gera impacto na redução de custos assistenciais como planos de saúde para a empresa.

A população brasileira está envelhecendo cada vez mais rápido em comparação com a média mundial, e por isso a necessidades de investimento para aperfeiçoar métodos de prevenção é grande. Ações de prevenção que visam o cuidado com a saúde dos colaboradores são extremamente necessárias e resultam em ótima aceitação. Programas como incentivo à prática de atividades físicas, vacinação, alimentação saudável e prevenção de DSTs são algumas ações que podem ser programadas ao longo do ano com os funcionários da sua empresa, por exemplo.

A saúde do funcionário deve ser o foco na medicina preventiva, por isso ações personalizadas representam um benefício exclusivo de cuidado e interesse em manter a sua equipe saudável. Então, não se esqueça:

– Realização de exames periódicos;
– Programas de vacinação;
– Projetos de atividade física e bem-estar;
– Reeducação e orientação alimentar;
– Acompanhamento psicológico.

3 – Invista em tecnologia

Funcionários saudáveis, baixo índice de atestados médicos e produtividade a todo vapor. É isso que buscamos, certo? Atualmente, contamos com equipamentos de última geração que possibilitam melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e aumento significativo da produtividade.

Leia também: Medicina Preventiva, para que te quero

Safety, como mencionado acima,  é uma balança capaz de ler o crachá de cada funcionário e identificá-lo corretamente e, quando focado em segurança do trabalho, pode colaborar com as empresas, analisando minuciosamente as condições gerais do empregado. Essa ferramenta pode ser uma grande aliada na hora de otimizar os resultados da segurança do trabalho na sua organização, diminuindo os riscos de acidentes no local e garantindo a segurança e bem-estar do ambiente e todos aqueles que se encontram nele.

Safety pode agilizar os processos do seu negócio e também se tornar uma garantia quando falamos em medicina preventiva.

Existem empresas que disponibilizam planos odontológicos e de saúde na expectativa de oferecerem o melhor para os seus funcionários. Mas, não podemos esquecer que também é preciso investir em maneiras menos convencionais de proteção.

EXTRA: A importância da medicina Preventiva na saúde mental

Você sabia que os transtornos mentais e comportamentais são a terceira causa de auxílio-doença no País?  De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 10% dos empregados no mundo já tiraram licença por depressão, mesmo assim, 50% das pessoas com depressão não são tratadas. O stress diário e a ansiedade podem causar uma cadeia de alterações neurológicas que, por sua vez, intensificam ou aceleram o processo da doença.

A prevenção logo no início é capaz de bloquear e suspender o avanço, permitindo que o funcionário volte as suas funções e estado de saúde inicial.

A medicina preventiva deve também atuar na área psicológica. A empresa, representada por um médico, pode colaborar com o trabalhador muito além do diagnóstico físico, como o de doenças e lesões.

E você, tem mais alguma dica de medicina preventiva? Escreva pra gente nos comentários e não esqueça de compartilhar esse post com seus amigos.

A Teleworld e um time de parceiros de soluções expuseram tecnologias na 43ª edição do CONARH

A Teleworld e um time de parceiros de soluções expuseram tecnologias relacionadas às transformações do universo corporativo e ao bem-estar no trabalho, na 43ª edição do CONARH, um dos mais esperados eventos sobre gestão de pessoas, que aconteceu nos dias 15, 16 e 17 de agosto, no São Paulo Expo.

Na ocasião se aproveitou para realizar o lançamento nacional do novo produto criado pela Teleworld, o Safety Gestão de Saúde.
A solução esta alinhada a proposta do CONARH, que nesta edição discutiu as principais tendências e estratégias relacionadas a qualidade de vida dos colaboradores e a evolução dos benefícios que influenciam a prática de atividade física e saúde das pessoas.

Segundo pesquisas, os colaboradores buscam cada vez mais uma vida saudável e equilibrada. Por isso, as empresas precisam estar atentas à essa necessidade e utilizar a tecnologia e a inovação para garantir mais qualidade de vida aos seus colaboradores e, consequentemente, à saúde dos negócios.

Um dos temas relacionados a medicina preventiva foi a palestra “Saúde que dá lucro”, realizada pelo Dr. Drauzio Varella.

Medicina preventiva na empresa: para que te quero?

Desde tempos remotos, a espécie humana sempre se preocupou com a sua saúde, em menor ou maior proporção, no interesse da sua existência.
Na história da humanidade, são relatados momentos significativos de prevenção a saúde no intuito da preservação da espécie humana, como por exemplo: os fatos narrados sobre a preocupação como a higiene pessoal e saneamento (Egípcios), o uso da quarentena devido as doenças e o descanso da jornada de trabalho (Hebreus), a conservação e veneração da saúde (Gregos), os serviços sanitários públicos (Império Romano), as medidas de isolamento (Idade média) e principalmente a partir do século XVII, as vacinas e a medicina social, esta última tendo sua maior evidência na saúde pública na década de 50 como medicina preventiva e social, posteriormente na década de 80 como medicina moderna.
A medicina preventiva, social ou moderna, termo utilizado e difundido mundialmente pelo médico Ajai Singh, de Mumbai-India, abrange toda e qualquer ação que visa promover a saúde e evitar doenças ao invés de somente tratá-las. Sendo adquirido por conhecimentos e práticas clínicas que contribuem para a manutenção da saúde e para a prevenção à doença, tanto para o indivíduo quanto para a coletividade, assim, possibilita um aumento na esperança de vida, melhoria nas condições ambientais, econômicas, sociais e na qualidade de vida.
E quem não quer isso? Prevenir ou correr atrás do prejuízo?
Desenvolvimento em tópicos

Medicina Preventiva
Temos ciência do quanto é ruim ter que lutar contra alguma doença que enfraquece a nossa disposição, que impossibilita homens e mulheres a exercerem atividades para sustento próprio e/ou de seus dependentes, que debilita o ânimo de viver e prejudica essencialmente a qualidade de vida.
Pensando nisso, surgiu uma especialidade da medicina preocupada em amenizar estes contratempos, focada na manutenção constante da saúde, não abrindo chance para que as enfermidades se instalem e provoquem consequências danosas à saúde, visto que em muitos casos de doenças poderiam ser até evitadas.
A sua atuação abrange 4 grandes focos de prevenção:
PREVENÇÃO PRIMÁRIA: evita que a doença chegue até o indivíduo, impede que ela se instale no organismo. É o ponto máximo da medicina preventiva, que atua antes mesmo da doença dar os primeiros sinais ou sintomas; também conhecida como Educação em saúde.
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA: inclui mecanismos de diagnóstico e tratamento para doenças em estágio inicial, para impedir que evoluam e tragam danos efetivos à saúde; também conhecida como Triagem.
PREVENÇÃO TERCIÁRIA: atua no intuito de diminuir o impacto negativo provocado pela enfermidade, impedindo que ela evolua e traga danos maiores ao organismo; também conhecida como Tratamento.
PREVENÇÃO QUATERNÁRIA: inclui métodos que evitam ou minimizam os efeitos colaterais de intervenções médicas excessivas ou desnecessárias. Este conhecido como Reabilitação.
Dentre as medidas englobadas pela medicina preventiva, podemos citar os programas de vacinação, exames periódicos para controle do colesterol, projetos focados na atividade física, monitoramento dos hábitos alimentares, controle de peso, glicemia, pressão arterial, check-ups regulares, dentre tantos outros.

Investir na prevenção é a chave para não precisar interromper planos e projetos de vida para se dedicar ao tratamento de uma doença.
Prevenção é sinônimo de aumento da disposição e da produtividade – é adotar o cuidado constante com o corpo como hábito de vida, fugindo da necessidade de tratamentos mais agressivos e custosos no futuro.

O sistema de saúde brasileiro

Criada em 2000, a Associação Nacional de Saúde Suplementar – ANS, é uma agência vinculada ao Ministério da Saúde do Brasil – MS que tem a função de regular os planos de saúde. Estabelece alguns conceitos e regulamentos, contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País, inclusive em referência a medicina preventiva.
Entende-se por prevenção as atividades que vão além do momento anterior à instalação da doença, considerando também práticas preventivas aquelas que evitam as complicações no quadro de saúde do indivíduo durante o tratamento e reabilitação. Por exemplo:
Se alguém é diagnosticado com pressão alta, é preciso controlar sua pressão para prevenir um infarto. O tipo de ação – controlar a pressão, mesmo após ser diagnosticado hipertenso, contribui para detectar precocemente as complicações de problemas cardiovasculares.
Se alguém é diagnosticado com diabetes, é preciso controlar sua glicemia (glicose no sangue) para prevenir as complicações sistêmicas. O tipo de ação – controlar a glicemia, mesmo após ser diagnosticado diabético, contribui para detectar precocemente complicações como insuficiência renal, problemas de cicatrização, dentre outras ocorrências.

Um estudo financiado pela fundação Bill & Melinda Gates e publicado em maio de 2017 pela revista médica britânica The Lancet, o relatório tem como base um índice que mede a qualidade e o acesso dos sistemas de saúde, avaliando a eficácia de cada pais de acordo com as taxas de mortalidade 32 doenças que que poderiam ser evitadas com o acesso rápido a um atendimento eficaz, seja pela prevenção primária, secundária ou terciária, pontuando-os de 0 – 100.

Dentre os 195 países, examinados desde 1990 a 2015, os que lideram o ranking dos 03 melhores sistemas de saúde foram: Andorra (95 pts), Islândia (94 pts) e Suiça (92 pts), sendo que foram elencados os 20 melhores países preocupados com a qualidade dos cuidados de saúde da população, ficando Singapura (86 pts) na laterninha.
Os países que foram melhores classificados, adotaram a muito tempo mecanismos de atuação eficaz na medicina preventiva.
E o Brasil?
Obteve melhora em 25 anos, mas recebeu apenas 65 pts, ficando na média e passando de longe dos 20 piores países que tiveram a pontuação entre 44 a 29. Porém, não podemos ficar satisfeitos, pois ainda é carente o combate a problemas neonatais, infecções respiratórias e doenças cardiovasculares.
Cada vez mais, os brasileiros estão conscientes que a prevenção é o melhor caminho, por isso o Governo Federal implantou o programa de Estratégia Saúde da Família e da Saúde do Trabalhador, desde a década passada, alcançando, mesmo que devagar, a melhoria da saúde e qualidade de vida.

Estratégia Saúde do trabalhador
De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS, cerca de 45% da população mundial faz parte da força de trabalho que sustenta a base econômica e material das sociedades que por outro lado são dependentes da sua capacidade de trabalho. Sendo assim, a saúde do trabalhador (ST) vira pré-requisito crucial para a produtividade e de suma importância para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável.
Atualmente, a ST deixou de ser uma preocupação individual, tornando-se importante estratégia em grandes empresas, por aumentar a qualidade e produtividade, e assim, reduz os índices de acidentes de trabalho. Lembrando que o maior patrimônio que uma empresa pode ter são seus colaboradores.
Os maiores desafios são os problemas de saúde ocupacional ligados com as novas tecnologias, novas substâncias químicas e energias físicas, novas biotecnologias, envelhecimento da população trabalhadora, problemas especiais dos grupos vulneráveis (doenças crônicas e deficientes físicos), incluindo migrantes e desempregados, problemas relacionados com a crescente mobilidades dos trabalhadores e ocorrência de novas doenças ocupacionais de várias origens.
Como se preparar?
Promover a saúde dentro da sua empresa. Utilizando programas de incentivo, programas de prevenção, técnicas de detecção precoce de alterações de sinais e sintomas do indivíduo, estratégias de avaliação de risco, estratégias para prevenção de acidentes, bem como promover cursos e palestras.
Fechamento/conclusão
Independente do conceito, todo o tipo de atitude preventiva melhora a qualidade de vida, reduz internações hospitalares e melhora fatores de risco, o que consequentemente diminui gastos com atenção à saúde. Saúde não é um custo a ser administrado, e sim um investimento que precisa ser alavancado (previva).
Call-to-Action
A TELEWord preocupada com a saúde da população trabalhadora propõe uma nova ferramenta de biossegurança a Safety Gestão de Saúde, que combina a avaliação dos dados vitais ao controle de acesso ao serviço, identificando em tempo real se este trabalhador possui condições adequadas de saúde para exercer suas funções laborais, amenizando assim a ocorrência de riscos ocupacionais clínicos.
Conforme diz o velho ditado popular “prevenir é o melhor remédio” e nós temos a solução. http://www.teleworld.com.br/produto/safety-tw8-seguranca-do-trabalho-e-medicina-preventiva/

Autora: Alessandra Andréa da Silva Tetzlaff

Referencias
SINGH, Ajai. Medicina moderna: rumo à prevenção, à cura, ao bem-estar e à longevidade. Rev. latinoam. psicopatol. fundam.,  São Paulo ,  v. 13, n. 2, p. 265-282,  June  2010 .   Available from . access on  17  July  2017.
MELLO, Guilherme Arantes. Quando os paradigmas mudam na saúde pública: o que muda na história?. Hist. cienc. saude-Manguinhos,  Rio de Janeiro ,  v. 24, n. 2, p. 499-517,  Apr.  2017 .   Available from . access on  17  July  2017.
CONTERNO, Solange de Fátima Reis; LOPES, Roseli Esquerdo. Pressupostos pedagógicos das atuais propostas de formação superior em saúde no Brasil: origens históricas e fundamentos teóricos. Avaliação (Campinas), Sorocaba ,  v. 21, n. 3, p. 993-1016,  Nov.  2016.   Available from . access on  07  Aug.  2017.  http://dx.doi.org/10.1590/S1414-40772016000300016.
BRASIL. LEI No 9.961 DE 28 DE JANEIRO DE 2000. – Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 29 jan. 2000, p.1.
http://exame.abril.com.br/mundo/os-paises-que-lideram-o-ranking-dos-melhores-sistemas-de-saude/ acesso em 01 de julho de 2017.
http://renastonline.ensp.fiocruz.br/sites/default/files/arquivos/recursos/ST-APS_documento%20conceitual.pdf
BRASIL. Lei n.8.080, de 19 set. 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 20 set. 1990, p.1.
BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Elizabeth Costa Dias et al. (orgs.). 1ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2001.

Ações em medicina preventiva influenciam na redução do FAP

Segundo o site da previdência social, Fator Acidentário de Prevenção – FAP é um multiplicador, atualmente calculado por estabelecimento, que varia de 0,5000 a 2,0000, a ser aplicado sobre as alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho. O FAP varia anualmente. É calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social.

Pela metodologia do FAP, as empresas que registrarem maior número de acidentes ou doenças ocupacionais, pagam mais. Por outro lado, o Fator Acidentário de Prevenção – FAP aumenta a bonificação das empresas que registram acidentalidade menor. No caso de nenhum evento de acidente de trabalho, a empresa é bonificada com a redução de 50% da alíquota.

Ações em medicina preventiva dentro das empresas diminuem consideravelmente os números de acidentes ou doenças ocupacionais, por isso a Teleworld desenvolveu o Safety, uma poderosa ferramenta que contribui na gestão de riscos de trabalho. Além de facilitar que sejam feitas as coletas de aferições de controle de peso, IMC e pressão arterial nas dependências da empresa, pode ser integrado com os controles de acesso, para poder restringir os funcionários que não estejam saudáveis para exercer sua atividade laboral.

Através do Safety a organização tem controle e facilidade de gestão da saúde dos colaboradores, podendo agir com medidas pro ativas que irão colaborar na diminuição de acidentes de trabalho e afastamentos.

Assista o vídeo e entenda como funciona:

O excesso de peso está afetando a produtividade nas empresas?

Há muito tempo desvinculamos o excesso de peso da questão meramente estética, e passamos a entender este estado de alteração do peso corporal como uma complexa alteração na saúde do indivíduo. Já é sabido que o ganho de peso possui causa multifatorial, acarreta em inúmeras alterações estéticas e metabólicas, culminando em outras doenças e/ou co-morbidades. A discussão chega à sociedade e as empresas, agora em uma questão mais ampla, abrangendo o custo que esta alteração na composição corporal, traz para a produtividade individual e empresarial.

Segundo uma pesquisa do American College of Occupational and Environmental Medicine, realizada com 7000 trabalhadores americanos, os obesos apresentavam diminuição de produtividade relacionada à saúde, acentuando-se quando há presença de co-morbidades como diabetes e pressão alta. Em números, isso representou mais de 9% do custo total das empresas com ausências no trabalho. No Brasil, a Associação Brasileira de Qualidade de Vida, já estima aumento de 74% no número de faltas acima de 7 dias nos trabalhadores obesos, quando comparados com os não obesos.

Mas, como ficamos obesos?
Esta discussão poderia estender-se por muitas páginas, envolvendo questões psicológicas, endócrinas e emocionais. No entanto, o entendimento clássico ainda é o de gasto energético menor que o consumo. Ou seja, um problema comportamental onde as pessoas estão se movimentando menos, comendo mais e, sobretudo, com baixa qualidade nutricional.
Segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o IMC (Índice de Massa Corporal – Peso/Altura²), pessoas com IMC entre 25 e 30 apresentam sobrepeso, e, acima de 30 enquadram-se em graus de obesidade. Segundo relatório da ONU de 2014, no Brasil, 54,1% dos adultos era sobrepeso e, 20% obesos.

Pensando na tríade, gastos com saúde, produtividade e lucratividade das empresas, só o fato da obesidade pré-dispor o indivíduo a outras doenças como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares em geral, sendo estas constantemente elencadas como os maiores gastos do sistema de saúde, já é justificativa suficiente para voltar-se a atenção para programas de promoção de saúde e perda de peso dentro das empresas. Ainda, levando em consideração a caracterização de ganho de peso conforme citado acima, já é sabido que o consumo alimentar inadequado com baixa qualidade nutricional está associado a fadiga, insônia, diminuição da concentração e memória, irritabilidade, mau humor e sintomas de depressão.

Diversos estudos foram e ainda são realizados objetivando obter a melhor estratégia para a perda de peso e promoção da saúde. Dentre tantas técnicas e estratégias estudas, as que apresentam os melhores resultados, em sua avassaladora maioria, são as que incluem orientação nutricional (seja esta individualizada, em grupo, presencial ou à distância) e rotina regular de exercícios físicos. Outras ainda, associam a estas estratégias, acompanhamento psicológico e motivacional com resultados duradouros.
Importante salientar que estes tópicos estão inseridos no contexto de qualidade de vida, e podem ser entendidos como estratégias para um equilíbrio e satisfação com questões de bem-estar físico (do ponto de vista saúde), psicológico e social.

As estratégias podem ser estruturadas de diversas formas, entendendo-se sempre que haverá a necessidade de engajamento tanto da empresa, como dos colaboradores para se atingir um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e lucrativo.

Este artigo foi elaborado pela Nutricionista CRN 10-4040 Alessandra Hellbrugge, especialmente para o BLOGTeleworld.

Alessandra Hellbrugge é nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, docente do curso Pós-Graduação em Fisiologia e Prescrição do Exercício Clinico na área de doenças imunoendócrinas, hematológicas e neoplásicas. Atende em consultório particular, além de ministrar programas de reeducação alimentar e palestras para grupos e em empresas.

Mais informações:
Site: www.ahnutricao.com | Fone: (48)3024-6740 | E-mail: alessandra.hellbrugge@uol.com.br