RH 4.0

Conheça o RH 4.0 e os seus impactos na Gestão de Pessoas

Falar sobre RH 4.0 é praticamente uma nova exigência em meio a revolução tecnológica da sociedade. Cada vez mais os processos estão sendo automatizados, exigindo uma nova postura profissional dos colaboradores. Isso agrega valor estratégico para as equipes de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, que passam a focar na produtividade, bem-estar e resultado efetivo dos colaboradores na constante melhora da empresa. 

Hoje já se fala em Quarta Revolução Industrial. Concebido pelo engenheiro alemão Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, o termo “indústria 4.0” se refere às transformações pelas quais a economia está passando hoje.  Ao contrário das três revoluções industriais anteriores, a atual não é caracterizada apenas pelo desenvolvimento de novas tecnologias. Mais do que isso, estamos vivendo a fusão das tecnologias entre si, tornando mais tênues as linhas que separam os mundos físico, digital e biológico.

Mas afinal, será que sua empresa está preparada para o RH 4.0? Afinal, o que é esse conceito? Se você busca inovação, dinamismo e estratégia na sua equipe de Recursos Humanos, você precisa conhecer e implementar o RH 4.0. A transformação já começou e a resposta para se destacar entre os concorrentes começa aqui. Continue lendo e descubra! 

Leia também: Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

O que é o RH 4.0?

As premissas do RH 4.0 vão muito além de apenas utilizar ferramentas tecnológicas para melhorias nos resultados da organização. Os humanos, por trás dos profissionais, são parte integrante das análises e decisões tomadas pelas empresas. 

A palavra-chave para o RH 4.0 é “estratégia”. Com a Quarta Revolução Industrial, ou indústria 4.0, todo profissional de RH passou a ter muito mais dinamismo em suas atribuições. Inúmeros processos e funções mecânicas e repetitivas passaram a ser automatizados, possibilitando um foco do setor em criar soluções e diagnósticos muito mais precisos e estratégicos para conseguir direcionar seus esforços ao clima organizacional. RH 4.0

Ou seja: as tarefas mecânicas e repetitivas — como algumas questões da folha de pagamento ou de encargos trabalhistas — deixam de consumir a maior parte do tempo no RH 4.0. No seu lugar, essas e outras tarefas podem ser delegadas à programação de recursos por meio de um software de gestão, de controle de acesso, por exemplo, entre outras soluções. Dessa maneira o RH se torna, ainda mais, uma peça-chave para avaliar, monitorar e propor melhorias para a empresa. 

Além disso tudo, a Indústria 4.0 exige do RH uma outra demanda, que antes não era tão demandada: a de profissionais com qualificações específicas para atividades tecnológicas. Hoje, cabe ao RH compreender e estabelecer de maneira mais eficaz quais os padrões de equipes são necessários para que se consiga seguir firme no uso das novas tecnologias. No RH 4.0, os profissionais, mais do que apenas estabelecer quais são os processos de seleção, precisam entender de fato quais perfis irão fazer a diferença na construção de uma organização atualizada e tecnológica. 

Quais os impactos do RH 4.0?

É normal sentir uma certa insegurança ao integrar soluções tecnológicas ou adotar mudanças mais drásticas na gestão de uma empresa. Contudo, ao perceber as vantagens que essas mudanças têm a oferecer, fica mais fácil encarar o desafio. Veja quais são as principais melhorias que o RH 4.0 proporciona: 

Mais efetividade e menor tempo de trabalho

Todo gestor sabe, com sua experiência, que boa parte das pessoas preenchem o tempo dado para uma tarefa. Se dermos um mês, levarão um mês; se dermos uma semana, o trabalho, provavelmente, será entregue em uma semana. 

RH 4.0

Com o uso das tecnologias, tornou-se possível flexibilizar e otimizar as jornadas de trabalho, com muitas empresas já adotando menos horas de trabalho. Com menos tempo, as tarefas ganham mais foco e sentido de urgência. Além disso, profissionais descansados ficam mais motivados, sabendo que terão mais tempo livre para atividades como ir ao banco ou ao dentista.

Além disso, ao substituir programas instalados em máquinas e processos manuais por sistemas virtuais, você traz a diminuição da burocracia e a otimização do tempo, de recursos e do espaço físico.

Portanto, aquele setor lotado de papéis, com pilhas de currículos e documentos espalhados em cada gaveta não é mais uma realidade necessária. A automatização de processos e a substituição de programas por softwares online é o primeiro passo para ingressar no RH 4.0.

Recrutamento e seleção de candidatos mais adequados para cada tarefa

O RH 4.0 permite usar ferramentas digitais para realizar um recrutamento mais amplo, sofisticado e incisivo. Hoje já se fala em People Analytics, tema de um texto já publicado aqui no nosso blog

Tanto o People Analytics como o RH 4.0 utilizam as evoluções tecnológicas a favor das organizações. Para coordenar as atividades de seleção e recrutamento das diferentes equipes, líderes de RH terão de aprender sobre as tecnologias digitais e como usá-las de forma eficiente. Isso inclui o uso de ferramentas de colaboração, comunicação e também de analytics.

O uso dessas soluções facilita o trabalho remoto, de modo que é possível contratar alguém que mora em outra cidade ou até fora do país. O RH 4.0 não precisa se contentar com um candidato “bom o suficiente”. Pode achar o perfil exato para cada vaga.

Construa uma cultura de lideranças na sua organização e aprimore a gestão dos colaboradores

Com o RH 4.0 se fala também em liderança 4.0. Hoje, bons líderes não são aqueles que mandam, mas os que estimulam o desenvolvimento da sua equipe e conseguem atingir resultados e, até mesmo, superá-los.

Outro ponto essencial desses novos líderes no RH 4.0 é desenvolver uma mentalidade voltada para o digital. E quando sua empresa investe em um RH tecnológico, torna-se mais fácil introduzir e aprimorar essa consciência. 

RH 4.0

Leia também: Como garantir uma boa liderança e Gestão de Pessoas na sua empresa

Aqui na TeleWorld você encontra soluções para implementar o RH 4.0 na sua organização. Você poderá contratar as melhores tecnologias para controle do relógio ponto, ferramentas para segurança no trabalho e medicina preventiva, terminais inteligentes de autoatendimento, além de instrumentos para controle de acesso de pessoas e veículos. Quer saber como cada uma dessas soluções pode ajudar a sua empresa? Então entre em contato agora mesmo conosco!

Leia também: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

Esperamos ter lhe ajudado a compreender o que é RH 4.0 e sua importância para impulsionar o crescimento da sua empresa. Não deixe de compartilhar esse post nas suas redes sociais e auxiliar mais pessoas nessa questão!

Liderança e gestão de pessoas

Como garantir uma boa liderança e Gestão de Pessoas na sua empresa

O que é ser líder? Talvez essa seja a pergunta de um milhão de dólares do século XXI. Não é de hoje que liderança e Gestão de Pessoas andam juntas e assumem um papel importante no crescimento de um negócio. Mas para que isso ocorra é necessário saber, de fato, como desenvolver líderes que sejam mais do que gestores de resultados, mas sim figuras de referência para os colaboradores.

Hoje são debatidos diferentes processos e soluções para estimular a liderança e Gestão de Pessoas em uma organização. A cada dia as empresas têm tomado consciência de que o talento humano é um dos recursos mais valiosos presentes em uma companhia, mas também um dos mais desafiadores. Isso porque, como na sociedade, as empresas lidam com perfis variados de colaboradores, com personalidades distintas, objetivos e valores particulares. É exatamente nesse panorama que surge a importância da liderança e Gestão de Pessoas.

Muito mais além que somente gerir uma equipe para bater as metas, o Líder deve compreender os desdobramentos que envolvem o relacionamento interpessoal. Para isso, esses cargos devem ser ocupados por profissionais devidamente treinados e capazes de valorizar e compreender o ser humano. Abaixo você confere algumas dicas para conseguir garantir uma boa liderança e Gestão de Pessoas na sua organização. Confira!

Afinal, o que é liderança?

De modo simplificado, liderança é a capacidade que uma pessoa possui de conduzir um grupo de indivíduos, transformando-os em uma equipe. Um bom líder consegue despertar nas pessoas a vontade de fazer a diferença. Ele tem a habilidade de motivar e de influenciar os liderados a contribuírem voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização.

Liderança e gestão de pessoas

Hoje em dia, o líder é um agente de mudanças, alguém capaz de impactar tanto sua própria realidade quanto a realidade dos outros através do protagonismo e da execução. Ser líder é um trabalho diário de autoconhecimento pessoal e profissional. Liderança também envolve comunicação, inspiração e supervisão, algumas das principais habilidades que um líder precisa ter para ser bem-sucedido.

Leia também: O que é People Analytics e como essa tendência vai transformar a Gestão de Pessoas da sua empresa

Liderança e Gestão de Pessoas: por onde começar?

Antes de sua empresa desenvolver ações para garantir uma boa liderança e Gestão de Pessoas é preciso reconhecer a importância dos líderes na organização. São eles que exercem papel fundamental na manutenção de um ótimo ambiente de trabalho, em que o convívio satisfaça todos os colaboradores. Para isso, cargos de liderança devem ser ocupados por profissionais devidamente treinados e capazes de valorizar e compreender o ser humano.

Por esse motivo, ao contrário do que muitos pensam, a Gestão de Pessoas é uma das funções da área de liderança nas organizações, não do departamento de Recursos Humanos. Isso porque, caberá a Gestão de Pessoas reconhecer esses profissionais e também capacitá-los para se tornarem uma referência para seus liderados, como também para a empresa. O líder deverá conhecer bem cada membro de sua equipe, conseguindo integrar valores, desejos e opiniões.

Uma empresa que busca fortalecer a liderança e Gestão de Pessoas precisa estabelecer quais perfis de líderes busca no seu negócio e quais serão seus impactos entre os colaboradores.

Liderança e Gestão de Pessoas: descubra quem você precisa e incentive a capacitação constante

Hoje um líder precisa estar constantemente capacitado e treinado para encarar os mais variados desafios que a Gestão de Pessoas requer. Essa é uma parte importantíssima da valorização do colaborador. Além dos benefícios óbvios para a empresa, é claro. Um funcionário que recebe treinamentos e cursos no local onde trabalha estará cada vez mais capacitado para exercer bem a sua função. Além disso, ao investir no desenvolvimento do líder, a empresa mostra para ele sua importância e demonstra que quer vê-lo sempre atualizado.

Uma organização que busca reestabelecer seus processos de liderança e Gestão de Pessoas precisa também compreender quais as competências comportamentais são mais valorizadas e buscadas no mercado e, claro, pela organização. Isso pode variar com o perfil de cada equipe, como também da área de atuação da companhia. Seu time comercial, por exemplo, pode precisar de um líder que tenha grande capacidade de negociar, gerir tempo, com foco no resultado e com alto equilíbrio emocional.

Liderança e gestão de pessoas

Já sua equipe de Marketing precisa de uma liderança mais flexível e adaptável, além de ter um perfil com senso de urgência apurado, com pensamento inovador e visão de futuro.

Conhecer e gerir tais competências é um passo importante para conseguir pôr em prática ações efetivas para potencializar a liderança e Gestão de Pessoas do seu negócio. Com esse mapeamento, você poderá otimizar os resultados, criar equipes mais engajadas e construir um diferencial competitivo que refletirá na satisfação de seus clientes.

Conhecendo os aspectos comportamentais dos seus líderes será possível promover um equilíbrio entre eles, realizando possíveis diagnósticos para capacitações necessárias, dependendo da situação profissional em que cada um possa se envolver.

Leia também: Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

Liderança e Gestão de Pessoas: diálogo hoje, amanhã e sempre

Todo empresário em algum momento se viu numa realidade em que a comunicação parecia o seu maior problema. Isso ocorre muitas vezes quando os aspectos relacionados à liderança e Gestão de Pessoas não estão alinhados. O diálogo interno, além de alinhar toda a equipe na busca pelos resultados, contribui para diminuir o número de erros e problemas diários.

Liderança e gestão de pessoas

Então, se sua empresa busca otimizar a comunicação dentro da empresa, talvez o primeiro passo seja repensar quem são seus líderes e qual papel eles assumem na organização. Muitas vezes o gargalo inicia justamente quando algo chega até os líderes e eles não sabem como transmitir da maneira correta para suas equipes.

Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

 Esperamos ter lhe ajudado a compreender um pouco mais sobre a importância da liderança e Gestão de Pessoas e como estabelecer ações eficazes para valorizá-las na sua empresa. Não deixe de compartilhar esse texto nas suas redes sociais e auxilie mais pessoas.

Até a próxima! 

férias coletivas

Entenda a diferença entre férias coletivas e recesso de fim de ano

As férias coletivas são um instrumento muito utilizado nesta época do ano, tendo em vista que muitas empresas reduzem as atividades no mês de dezembro, ocasião que leva muitos empresários a confundir o termo recesso com férias coletivas. Se você chegou até este artigo é porque também quer esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto. Então, continua conosco.

Saiba o que configura férias coletivas e quais são as suas características

O final do ano costuma ser a principal época em que as empresas concedem férias coletivas aos colaboradores, em razão do período festivo de Natal e Ano Novo. Neste movimento, dissemina-se a oportunidade geral para que todos descansem e aproveitem as festas e datas especiais peculiares do período.

 Entre as vantagens das férias coletivas no período, está a possibilidade de renovar as energias. Mas, para isso acontecer, é preciso estabelecer algumas regras e organizar da melhor forma possível o funcionamento desse momento de descanso, que deve ser avisado no mínimo 30 dias antes para os colaboradores. Já ao Ministério do Trabalho, as empresas devem comunicar com antecedência de 15 dias do início das férias coletivas.

Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

 Para a empresa, o momento também pode ser bastante oportuno, caso aconteça uma queda significativa no desenvolvimento do trabalho no dia a dia. Dessa forma, é interessante a realização das férias coletivas, seja em toda a organização ou apenas em alguns setores. Além disso, é importante considerar que a decisão não pode ser recusada pelo trabalhador, desde que sejam respeitados os direitos do colaborador. Entre as obrigações da organização está a remuneração pelo período das férias coletivas com um acréscimo de um terço até dois dias antes do seu início.

férias coletivas

 Podendo ser realizadas em até dois períodos anuais, desde que nenhum seja inferior a 10 dias corridos, as férias coletivas também interferem no cálculo normal de férias. Assim, se as férias coletivas são de 15 dias, essas devem ser descontadas do período em que o funcionário aproveitaria.

 Também existem casos em que o colaborador ainda não completou um ano de serviço e não possui o direito a usufruir de férias individuais. Por exemplo, um empregado que está há seis meses na empresa tem direito somente a 15 dias de férias, proporcionalmente. Porém, se houver férias coletivas, ele irá se beneficiar delas – junto da empresa e dos outros funcionários, que terão a oportunidade de restaurar as energias e aproveitar o momento com os seus familiares.

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Saiba o que configura recesso e quais são as suas características

O recesso, por sua vez, é uma concessão da empresa que opera em modo diverso das férias coletivas. Trata-se de uma liberalidade da empresa, que não opera sobre os direitos dos empregados do mesmo modo que as férias coletivas.

Uma vez que se trata de uma liberalidade do empregador, não são requeridos tantos procedimentos quanto na hipótese de férias coletivas. Dessa maneira, o empregador não precisa comunicar com antecedência ao Ministério do Trabalho e ao sindicato dos empregados a concessão do recesso. Tampouco necessita de sua autorização.

Enquanto nas férias coletivas o prazo é de, no mínimo, 10 dias, não há previsão legal para o tempo mínimo ou máximo de recesso. Logo, cabe ao empregador estipular o prazo a ser concedido e combinar a forma de compensação, conforme as observações a seguir.

férias coletivas

Por fim, a vantagem da concessão de recesso em relação à concessão das férias coletivas, além da não obrigatoriedade de formalidades junto ao Ministério do Trabalho e aos sindicatos, está no fato de que o empregador não tem de pagar o terço das férias, uma vez que o recesso não integra as férias dos empregados. Todavia, deve assumir a remuneração integral normal dos empregados. Ou seja, o recesso não pode ser descontado do salário dos empregados e o empregador deve remunerá-los como se fossem dias trabalhados.

De modo diverso das férias coletivas, a empresa não precisa conceder recesso a todos os empregados ou departamento. Portanto, pode ser algo convencionado entre alguns colaboradores e o empregador.

Sabendo um pouco mais sobre férias coletivas e recesso, entenda agora quais são as suas diferenças e como elas podem interferir na rotina da sua empresa.

O recesso implica a suspensão das atividades, sendo que, de acordo com a legislação trabalhista, se o empregador optar por esse expediente, deverá assumir o pagamento integral da remuneração dos empregados, não podendo deduzir o referido período em futuras férias individuais de seus empregados, a exceção se houver previsão em convenção coletiva. O recesso não precisa de comunicação, nem de autorização do Ministério do Trabalho e do sindicato da classe. O prazo é definido pelo empregador, não existindo limite.

Já as férias coletivas facultam a todos os empregados, ou apenas a determinados departamentos da empresa, independentemente de o período aquisitivo estar ou não completo, nos termos do artigo 139 da CLT. As férias coletivas podem ser tiradas em dois períodos anuais, desde que nenhum deles seja inferior a dez dias corridos.

Além do que falamos acima, ainda existem situações específicas sobre férias coletivas e recesso que precisam ser esclarecidas, confira:

férias coletivas

– Os empregados menores de 18 (dezo

ito) e maiores de 50 (cinquenta) anos de idade, devem ter as férias concedidas sempre de uma única vez, assim, havendo empregados enquadrados nestas condições, as férias não poderão ser dividas, tendo esses o direito de gozo integral.

– Empregados contratados há menos de 12 (doze) meses, ou seja, que não completaram ainda o período aquisitivo de forma integral, esses gozarão, na oportunidade, férias proporcionais ao período trabalhado. Para esses empregados, o período aquisitivo de férias deverá ser alterado, iniciando o novo período na data do início das férias coletivas. Os empregados que possuem períodos já completos (12 meses trabalhados ou mais), não terão o período aquisitivo alterado.

Conclusão

A escolha do modo de concessão de dias trabalhados, por fim, entre férias coletivas e recesso, dependerá das normas específicas, como no caso das férias dos professores e da preferência do empregador. Fique atento às normas trabalhistas e aproveite bem as suas férias. 

Gostou do nosso artigo sobre férias coletivas e recesso? Então não deixe de compartilhar com seus contatos nas redes sociais. Em nosso blog você encontra diversos artigos que podem te ajudar na administração do seu negócio, confira.

Nos vemos em breve.

tecnologias no RH

Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

Foi-se o tempo que inovação era algo inalcançável ou muito distante para as empresas. Hoje o mundo dos negócios está cada vez mais atento e imerso em inúmeras soluções que buscam trazer mais produtividade e competitividade entre os concorrentes. Dentro desse contexto, as tecnologias no RH vêm conquistando espaço e reformulando a maneira como as organizações lidam com a Gestão de Pessoas. 

A área de Recursos Humanos, ao longo dos últimos anos, assumiu um papel ainda maior de protagonista na criação de estratégias de desenvolvimentos e diagnósticos de uma empresa. As relações de trabalho estão diariamente passando por transformações e as tecnologias no RH assumem um papel preponderante para criação de soluções que agreguem positivamente os novos caminhos e necessidades dos profissionais. 

Neste texto, você vai conhecer algumas das principais tecnologias no RH mais recentes e como elas irão impactar positivamente na sua empresa como um todo. Confira: 

Como a Tecnologia no RH pode potencializar o crescimento de uma organização?

Muitos ainda têm resistência quando o assunto é tecnologias no RH. Isso porque, de fato, a tecnologia não será a única solução para sua empresa dar a devida atenção aos seus colaboradores. Entretanto, as tecnologias no RH foram um relevante divisor de águas para a dinâmica de trabalho dos profissionais de Recursos Humanos. Ela não os substitui, mas servem como um grande auxílio para multiplicar resultados. 

De forma geral, ferramentas modernas aumentam a qualidade do serviço prestado, otimizam recursos, reduzem custos, aprimoram a tomada de decisões e facilitam na compreensão das demandas essenciais para os diferentes funcionários.

Como as tecnologias no RH conseguem trabalhar uma grande quantidade de dados ou reunir em uma única solução variados mecanismos, é possível analisar volumosos perfis, traçar milhares de dados e realizar várias ações simultaneamente, com um diagnóstico de situações problemas e precisão muito maior.

Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Conheça 5 tecnologias para ter no RH da sua empresa

Cloud Computing

tecnologias no RH

Entre as tecnologias no RH que vem se popularizando é o uso da computação na nuvem. O Cloud Computing é um processo que utiliza a capacidade de armazenamento, memória e cálculo dos computadores e servidores interligados por meio da internet. Com essa tecnologia, os dados passam a ser armazenados em um servidor externo à organização e podem ser acessados de forma remota de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Além de cloud computing melhorar a produtividade, ele também pode ser um grande alicerce para alavancar os negócios e se tornar mais competitivo entre os concorrentes. Isso porque, sua principal função é otimizar todos os dados e torná-los ainda mais acessíveis e ao alcance de todos. Se existe uma palavra-chave para definir a transformação digital trazida pelo cloud computing é agilidade. No atual cenário dos negócios, poder acessar arquivos e informações sobre os colaboradores em qualquer lugar e a qualquer hora é extremamente essencial para se conseguir rentabilidade e sucesso. 

Com o Cloud Computing você consegue ter equipes mais integradas e uma comunicação interna eficiente. Ele será responsável por possibilitar a troca de dados de forma segura e eficaz, muitas vezes facilitando a criação de rotinas de trabalhos mais sustentáveis, com menos tempo desperdiçado e maiores ações em conjunto para bater metas e alcançar objetivos traçados para o negócio.  

Plataformas Colaborativas

Plataformas colaborativas, também conhecidas como crowdsourcing, são uma das tecnologias no RH mais eficazes para elevar o clima da organização. Elas permitem o envolvimento de profissionais internos ou externos nos projetos da organização. Os participantes podem acessar o sistema de qualquer PC ou dispositivo, fazendo propostas e trocando ideias sobre a demanda em questão.

Ao longo da discussão, a empresa seleciona as melhores soluções apresentadas e abre conversas com os responsáveis. Trata-se de uma ótima maneira de aumentar o volume de contribuições nos projetos da empresa, além de ajudar a organização a ter uma postura mais inovadora.

Leia também: O que é Telemedicina e como aplicar nas empresas

People Analytics

tecnologias no RH

Em Recursos Humanos, o uso do business intelligence e do big data ganhou um novo nome: People Analytics. A estratégia usa dados da internet para identificar o comportamento dos colaboradores. Para isso, a organização recolhe informações de variadas fontes, como metadata (dados sobre dados), redes sociais, reviews de usuários, tendências de marketing e vendas, entre outras.

Essas informações são compiladas e apresentadas por um software de gestão, ou por um cientista de dados, tornando possível reconhecer os motivos que levam para os problemas diagnosticados. Facilitando na formação de líderes e na criação de programas de treinamentos. 

Ponto Mobile

O Ponto Mobile, ou Ponto Certificado, é a tecnologia no RH mais eficaz para a sua organização. Essa solução possibilita a marcação e a gestão de ponto de trabalhadores externos de forma ágil, simples e com total segurança jurídica.

Se sua empresa possui colaboradores que trabalham em diferentes locais, sejam em espaços de coworking, home office ou até mesmo exercendo funções relacionadas ao transporte de cargas, o Ponto Mobile irá te dar segurança jurídica e controle total. 

Seus funcionários poderão registrar o ponto por celular e você conseguirá administrar as horas feitas por eles em qualquer lugar. 

Quer saber mais sobre o Ponto Mobile? Então fale com a TeleWorld! Nós contamos com as tecnologias no RH mais atuais, que irão transformar a gestão do ponto dos seus colaboradores. Em 

Soluções de Segurança do Trabalho e Medicina Preventiva

tecnologias no RH

Para muitos já é natural a necessidade de unir tecnologias no RH à segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. Entretanto alguns ainda não conhecem a fundo soluções tecnológicas que permitem um avanço e aceleração de resultados quantitativos e qualitativos em relação a essas duas categorias dentro de uma organização.

Aqui na TeleWorld, trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, sua empresa consegue aplicar com maior certeza seu projeto para segurança no trabalho a partir dos dados gerados pelo aplicativo, criando um banco de informações sobre todos os colaboradores. Quer saber mais sobre?  Então entre em contato conosco

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

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Até a próxima!

People Analytics

O que é People Analytics e como essa tendência vai transformar a Gestão de Pessoas da sua empresa

É até repetitivo e óbvio falar, mas parece que a cada dia sentimos na prática como os avanços tecnológicos, de fato, transformam nossas vidas e, claro, as empresas. Com a gestão de pessoas não poderia ser diferente. Basta olharmos para trás para percebermos como nossas equipes estão diferentes e como os líderes de empresas possuem outros papéis. Surge em meio a essas novas tecnologias uma nova metodologia: o People Analytics

Provavelmente você já ouviu falar ou até mesmo recebeu a indicação de alguém sobre. Essa tendência surge com um objetivo inicial: reconhecer os colaboradores como os pontos mais valiosos de uma empresa e que, a partir deles, torna-se possível entender e mensurar resultados, produtividade, engajamento e situação atual do clima organizacional. 

Além das transformações enquanto metodologias de trabalho, as novas soluções tecnológicas trouxeram um novo panorama mundial em relação as informações. É fato que hoje os dados sobre pessoas e processos estão cada vez mais acessíveis e, praticamente, qualquer um pode produzir ou compartilhar conteúdo. Entretanto, nesse panorama com explosão de informações e dados, surge o maior desafio: como processá-los e aproveitá-los de maneira correta e positiva? 

Dentro da Gestão de Pessoas, é exatamente essa a função do People Analytics. Abaixo você vai compreender um pouco mais sobre o que é e como utilizar o People Analytics a favor da sua empresa. Continue lendo e confira! 

Leia também: O que é Telemedicina e como aplicar nas empresas

Afinal, o que é People Analytics?

O primeiro ponto é bom deixar claro que o People Analytics não é uma ferramenta ou um software. Esse conceito nasce a partir da ideia de Big Data. Como no Big Data, o People Analytics trata-se, na verdade, de uma evolução na maneira como as empresas coletam, organizam e analisam dados de fontes diversas para sustentar decisões ou estratégias sobre gestão de pessoas. Esses dados são utilizados para compreender comportamentos dentro do ambiente de trabalho, melhorar processos e a qualidade da tomada de decisão sobre os profissionais, a fim de concluir o que tornam as pessoas mais eficientes, felizes, criativas, especialistas, líderes. Isso que chamamos de Business Intellligence ou inteligência de mercado. 

People Analytics

De maneira prática, o People Analytics funciona da seguinte maneira:  o primeiro passo da coleta é recorrer aos registros que sua empresa já possui, como: o controle do ponto, onde poderá ser extraído informações como o número de horas trabalhadas, atrasos ou saídas antecipadas; a folha de pagamento, onde você poderá perceber a evolução financeira dos funcionários, analisando a produtividade de cada área com o valor recebido, entre outros dados possíveis, como o currículo entregue anteriormente na hora do processo de seleção ou os dados sobre a saúde dos seus colaboradores.

Ainda, a pesquisa não deve parar por aí. Dentro das empresas, ainda é possível coletar informações a partir de conversas diretas com funcionários, além de pesquisas internas. O People Analytics consiste na coleta do maior número de dados encontrados, como também de diversas fontes. Como: redes sociais, metadata, reviews de usuários, tendências de vendas e de marketing, entre outras. 

O profissional envolvido com People Analytics precisa ter um perfil estratégico e que saiba reconhecer essa intersecção entre esses dados extraídos e os objetivos da empresa. Como nas vendas ou no marketing, o People Analytics nada mais é do que a aplicação dos conceitos de Big Data e do Business Intelligence na Gestão de Pessoas. 

Leia também: Obesidade nas empresas: quais ações implementar para conscientizar

Para que serve o People Analytics e quais suas vantagens?

Assim como aplicar o Big Data e Business Intelligence em outras áreas da empresa, o People Analytics serve para tornar o negócio mais eficiente. Sabemos que no dia a dia muitos gestores acabam tomando decisões apenas em suas experiências intuitivas. Entretanto, o mercado de trabalho tem exigido processos e estratégias mais claras e embasadas em informações concretas. 

People Analytics

Na área de recrutamento, por exemplo, o People Analytics servirá para cruzar e analisar uma série de informações do candidato ao cargo ou função. Dessa maneira, o gestor e profissional de RH poderão avaliar de maneira mais profunda se o perfil está de acordo com o que a empresa espera. No recrutamento, o People Analytics também é um aliado antes mesmo das entrevistas, na hora de traçar o perfil determinado para cada função, definindo as necessidades e especificações da vaga. 

O uso do People Analytics também pode ser aplicado no desenvolvimento dos talentos na sua organização, além de criar diagnósticos de situações problemas nos diferentes setores. As empresas, cada vez mais, precisam apresentar de maneira clara e acessível seus planos de carreira e as possibilidades de desenvolvimento dos profissionais. Aplicando as técnicas de People Analytics, você poderá mapear comportamentos e condições esperadas para que seus funcionários sejam promovidos ou realocados, impactando diretamente na motivação e satisfação. 

Outro benefício e aplicabilidade do People Analytics está no aumento de produtividade. Medidas que focam na satisfação dos colaboradores não trazem benefícios apenas para a retenção de talentos, mas também para o aumento de resultados.

Com People Analytics torna-se possível analisar dificuldades individuais, em equipes, rotinas de funções que não se encaixam com o objetivo da empresa, horários de trabalho que fogem do contratado ou que não estão de acordo com as necessidades da área, além claro de diagnósticos focado no bem-estar e na satisfação dos colaboradores. 

People Analytics

Leia também: Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Como você percebeu, o People Analytics é uma grande oportunidade para sua empresa tornar-se melhor, tanto entre os concorrentes, como também para seus colaboradores. Evoluções são necessárias para que se consiga atender às exigências do mercado e dos profissionais.  O People Analytics avança junto com o desenvolvimento de tecnologias, diariamente surgindo novas formas de se encarar, armazenar, encontrar e processar dados. 

Aqui na TeleWorld, sua empresa pode contar com soluções que auxiliam no mapeamento e captação de dados. Trabalhamos com as principais tecnologias de Relógio Ponto Eletrônico, Segurança do Trabalho, Controle de Acesso, entre outras soluções. Conheça todas aqui em nosso site ou fale com a gente!

reconhecimento profissional

Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Há quanto tempo você não realiza um feedback positivo com seus colaboradores? A resposta dessa pergunta pode ser determinante para responder se sua equipe está ou não se sentindo reconhecida. O reconhecimento profissional é e sempre será o objetivo principal de todo funcionário de uma empresa. Além de trazer benefícios para a organização, como maior produtividade, colaboradores valorizados mantêm-se entusiasmados a inovarem e buscarem por resultados ainda melhores constantemente, mantendo-se firmes em sua identidade com a missão e valores da empresa. 

Cada pessoa possui suas próprias características, sonhos, metas e maneiras de se sentirem confiantes. O que é comum entre todos é o desejo de alcançar o reconhecimento profissional em suas áreas para manterem-se motivados. Esse anseio é defendido através da teoria chamada de Pirâmide de Maslow, ou conhecida também como Hierarquia das Necessidades de Maslow. O conceito, criado em 1950 pelo psicólogo norte-americano Abraham H. Maslow, tem como objetivo determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance satisfação, seja ela pessoal ou profissional. 

reconhecimento profissional

A Pirâmide é separada em cinco níveis, que demonstram a hierarquia dessas necessidades para gerar a força motivadora. São elas: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. Cada uma delas tem sua importância na construção do indivíduo, sendo as da base as mais básicas, que são as consideradas necessárias para a sobrevivência. Já as do topo, são as mais complexas e se referem à conquista da satisfação pessoal e/ou profissional. 

Saiba mais: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

A Pirâmide de Maslow é um bom indicativo de como sua empresa pode se portar para garantir o reconhecimento profissional de seus colaboradores. De maneira geral, uma organização consegue interferir positivamente ou não em todas as necessidades apontadas nessa teoria. Então se você busca equipes mais engajadas e comprometidas, chegou a hora de ter um olhar mais atento ao reconhecimento profissional. Confira abaixo três passos de como pôr em prática! 

Compreenda: reconhecimento profissional não é apenas dar aumento de salário

Claro que todo mundo almeja ganhar mais ao longo do tempo, mas é preciso compreender que reconhecimento profissional não pode ser expresso apenas de maneira financeira. Muitos profissionais mesmo após ofertas de aumento, acabam desistindo de fazer parte de uma empresa. Você provavelmente já viveu ou viu alguém recusando esse tipo de proposta. 

Isso ocorre porque quando um profissional não se sente reconhecido, nada vai o “comprar”. Reconhecimento profissional se constrói diariamente, com atitudes pequenas e grandiosas. Muitas vezes não é costume de os gestores exporem para as equipes o quão positivo foi o impacto de determinada ação. Entretanto, vemos hoje no mercado do trabalho uma realidade em que os colaboradores acabam recebendo mais feedbacks negativos, do que notificações positivas sobre algum feito. 

reconhecimento profissional

Essa cultura é antiga e reflete uma crença de que os líderes precisam se manter rígidos e sempre superiores aos seus funcionários. Isso reflete em aspectos pessoais e profissionais. Todavia é preciso repensar seus impactos na ausência de reconhecimento profissional. Receber feedbacks positivos incentiva o bom trabalho e faz com que o colaborador se sinta pertencente a organização, sabendo de fato como sua função influencia na sustentabilidade do negócio. 

Esteja próximo e, diariamente, motive seus colaboradores destacando atitudes que deram certo, ações que tiveram resultados positivos e mantenha uma rotina constante de valorização e compreensão do que pode não estar de acordo com o esperado por seus funcionários. 

Claro que a questão financeira pesa e pode acabar impactando sim, mesmo que você realize feedbacks positivos constantes. É importante perceber que a sobrecarga também influencia na insatisfação. Quando você aumenta a quantidade de demandas de um colaborador, mesmo mantendo uma rotina de feedbacks positivos sobre seu desempenho, é possível que o mesmo se sinta sem reconhecimento profissional, apenas pelo fato do seu trabalho ter aumentado, mas seu salário seguir sempre o mesmo. 

Leia também: Como a depressão afeta a produtividade nas empresas

Entenda que vida pessoal e profissional andam juntas

Sabemos que o mercado de trabalho é feito por questões legais. Existem regras que devem ser seguidas e que exigem que horários sejam cumpridos. Contudo, da mesma maneira que é necessário o controle das jornadas de trabalho, tanto para respaldar a segurança do colaborador, como da empresa, ter flexibilidade de horários pode ser uma maneira de trazer o reconhecimento profissional dos colaboradores. 

Quando falamos de leis, não existem dúvidas: elas devem ser cumpridas. Entretanto, lidar com colaboradores é muitas vezes ter que analisar cada caso em perspectivas muito mais morais do que legais. Vamos a um exemplo prático:

  • Um colaborador perdeu sua carteira e não conseguiu resolver o bloqueio de seus cartões através do telefone, bem como realizar a segunda via de seus documentos. Ele pediu para chegar atrasado para conseguir resolver suas pendências.  

Pela questão legal, ele deveria ter que cumprir ou pagar por essas horas a menos trabalhadas. Entretanto, perceba que esse colaborador, caso não tivesse ido resolver suas pendências e continuasse exercendo seus afazeres, provavelmente não teria a produtividade ou alcançaria os resultados adequados. Seriam horas de trabalho perdidas. 

reconhecimento profissional

Evidente que esse tipo de situação não pode ser uma rotina e tem que se avaliar cada caso e cada funcionário. Mas de maneira geral, toda gestão que preze pelo reconhecimento profissional precisa considerar os diferentes fatores (necessidades da Pirâmide de Maslow) que constroem um indivíduo. É impossível desassociar a vida pessoal da profissional e não ponderar todo o contexto em que um funcionário está inserido. 

Por isso, perceba o que pode estar levando seu colaborador a não ser produtivo. Se chegar à conclusão que são problemas pessoais, tente orientá-lo a procurar ajuda. Caso sua empresa possua, encaminhe-o à psicólogos ou clínicas parceiras. Muitos funcionários ao notarem apenas essa preocupação, acabam retomando suas motivações e conseguindo manter-se comprometidos com suas funções. Isso gera confiança mútua e um sentimento de que a empresa está preocupada com o bem-estar de suas equipes e não apenas nas metas a bater.  

Leia também: Como desenvolver ações efetivas para melhorar a saúde mental nas empresas

Crie programas de incentivo e reconhecimento profissional

Sua empresa precisa entender o que motiva e desmotiva seus colaboradores. Procure realizar pesquisas de clima e realmente avalia-las para criar estratégias eficazes que demonstrem o reconhecimento profissional e passe a valorizar melhor seus colaboradores. Se você trabalha com vendas, busque construir uma competição saudável entre eles, tomando muito cuidado para não gerar uma rivalidade. É importante estabelecer que todos devem ter resultados positivos e que o trabalho em equipe gera efeitos positivos. Pense em recompensas que envolvam toda a equipe e não apenas quem se destacou. Claro, dê o devido destaque a quem teve resultados melhores, mas mostre que o todo fez com que essa recompensa tenha se tornado real. 

No caso das metas, promoções e premiações, deixe explícito o porquê de elas existirem e seus critérios de avaliação (vendas, tempo de serviço, avaliação de clientes, desempenho). Tenha extrema transparência e em caso de premiações, mostre o que levou a um profissional a ganha-la, incentivando sempre que todos podem consegui-la, como, por exemplo, viagens, folgas ou bonificações. 

Reconhecimento profissional

Outra estratégia possível é construir em conjunto com o endomarketing alguma forma de divulgar o sucesso das equipes e dos colaboradores para os demais setores. Além de demonstrar que a empresa se preocupa com o profissional, isso ajudará a ampliar o reconhecimento profissional deles. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Como você percebeu, todas essas sugestões geram um estímulo e alinham o colaborador com os valores da organização. Hoje ninguém quer trabalhar em um local que não se identifica ou que não se sente com o devido reconhecimento profissional. A volatilidade do mercado de trabalho não pode ser desculpa para você não manter em dia iniciativas que valorizem suas equipes. 

Gostou desse texto? Então compartilhe nas suas redes sociais e ajude mais empresas a criarem estratégias eficazes de reconhecimento profissional.

resiliência no trabalho

Como ter mais resiliência no trabalho e qual sua importância nas empresas

“É preciso ter resiliência no trabalho! ”. Provavelmente você já ouviu alguém falando essa frase em algum momento, não é? O conceito, emprestado da física, tem se tornado palavra-chave para conseguir alcançar equilíbrio e superar adversidades nas rotinas empresariais.  O mercado de trabalho exige inovações e a capacidade de reação constante diante de novas situações que muitas vezes surgem quando menos esperamos. 

Um profissional que tenha resiliência no trabalho é capaz de resistir às dificuldades e encarar de maneira eficiente à pressão e à competição do mercado, sejam em momentos de resultados positivos ou em situações delicadas, como crises econômicas ou demissões. O conceito original de resiliência na ciência trata justamente de materiais capazes de acumular energia quando submetidos à pressão. Ao absorverem o impacto, acabam voltando ao seu estado inicial sem sofrer deformações. 

A resiliência no trabalho tem esse objetivo. Enquanto humanos e funcionários, devemos sempre tentar tirar dos desafios mais árduos, aprendizados e forças positivas para não quebrarmos e nos afetarmos. Mantermos sempre produtivos, apesar das dificuldades. Mas afinal, como conseguir manter a resiliência no trabalho? Esse é o embate de muitos profissionais. Para isso, separamos abaixo algumas táticas para ter mais resiliência no trabalho. Confira! 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Trabalhe o seu autoconhecimento

O primeiro ponto para alcançar a resiliência no trabalho é através de um trabalho diário de autoconhecimento. Você precisa conseguir identificar suas qualidades e pontos de melhoria, ter conhecimento sobre suas limitações, assumindo o que você sabe e o que você ainda precisa aprender. Assim, será possível desenvolver melhor suas competências e habilidades, sendo possível reconhecer quando algo poderia ser diferente no seu dia a dia profissional.

resiliência no trabalho

Com autoconhecimento, você irá se tornar um funcionário mais preparado para tomar decisões mais assertivas, não apenas para sua carreira, mas também para seu perfil enquanto colaborador.  Quando trabalhamos o nosso autoconhecimento, recebemos de maneira mais madura feedbacks negativos.

Aprenda a lidar com suas emoções

Resiliência no trabalho passa por inteligência emocional. Na verdade, saber lidar com suas emoções é essencial em qualquer ambiente, principalmente quando se fala de empresas. Diariamente lidamos com diversas situações e pessoas, com múltiplas personalidades. Um profissional resiliente sabe tomar determinadas atitudes e expressar suas emoções ou opiniões de maneira equilibrada e lúcida. 

Uma empresa que deseja ter sucesso e alta produtividade deve ter sempre equipes plurais. Entretanto essa pluralidade traz um desafio: “como estabelecer bons relacionamentos entre todas as equipes? ”. 

A resiliência no trabalho é um importante passo para construir relações saudáveis e construtivas. Não se trata de esconder o que pensamos ou sentimos, mas sim saber dosar quando algo irá contribuir ou não para o crescimento do todo.  

Pensamento positivo sempre

Provavelmente você já ouviu alguém falando: “positividade atrai coisas boas”, não é? Parece até utópico, porém, mais do que uma crença, ser positivo é saber enxergar nos problemas ou crises, oportunidades de crescimento e amadurecimento. Dentro das empresas, ser otimista e positivo é conseguir sempre achar uma saída ou um rumo alternativo em situações críticas ou que algo não saiu como o planejado. 

Toda empresa passa por momentos de reestruturações, sejam elas físicas ou pessoais, e um profissional que mantenha resiliência no trabalho consegue atuar sempre buscando uma solução para cada novo desafio e enxergar nessas fases uma oportunidade para adquirir mais experiência e se renovar. 

O pensamento positivo dá força e torna possível criar estratégias para continuar sempre nossa jornada, sem nos deixarmos abater pelos problemas, que sempre existirão para tentar nos impedir de crescer e evoluir, seja como profissionais ou seres humanos. 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Aprenda na mesma intensidade que você ensina

Um profissional resiliente está sempre aberto ao aprendizado. O maior desafio de qualquer pessoa é reconhecer que não sabe tudo e que todos os dias estamos aptos a descobrir algo novo. Podemos sim sermos especialistas em algo, entretanto mesmo nisso, sempre existirá alguém que poderá nos apresentar algum outro método ou técnica. 

resiliência no trabalho

A resiliência no trabalho está justamente em reconhecer, em variadas situações, novas formas de manter-se ativos e atualizados, sempre articulando correntes de apoios e de conhecimentos mútuos. É àquela velha história de que a “união faz a força”. Quando criamos grupos e vemos no outro um espaço aberto para conversas e diálogos, acabamos construindo empresas extremamente colaborativas, em que todos podem ensinar e aprender algo. 

Essas articulações também assumem papéis essenciais para manter a resiliência no trabalho como algo plural e essencial. Todos nós precisamos contar com pessoas que irão nos compreender e estarem abertas a nos ouvir quando necessário. Um profissional resiliente deixa de lado a vergonha ou orgulho e assume que cada um dos seus colegas pode ser ou se tornar um apoio para qualquer situação. 

Invista em flexibilidade e empatia

Na mesma linha do item anterior, um profissional que preze pela resiliência no trabalho também se mantem sempre aberto a realizar mudanças. Na vida nada é eterno e muitas vezes precisamos nos transformar ou reinventar para seguir tendo resultados ou sendo felizes. 

No ambiente de trabalho isso não muda, principalmente nos dias de hoje. O mercado está cada vez mais volátil e há cada mês algo novo surge exigindo adaptação e inovação. As exigências dos consumidores vão mudando na mesma linha das transformações relacionadas à Gestão de Pessoas. Ser flexível não significa não ter opiniões ou convicções, mas sim, estar pronto para o novo e encará-lo como uma oportunidade de reforçar seus valores e missões enquanto profissional. 

resiliência no trabalho

Hoje o mundo dos negócios exige maior tolerância e criatividade para gerenciar as mais diversas situações. O profissional resiliente pensa sempre em opções, alternativas, criando variadas resoluções de questões e tendo empatia para compreender outras referências. 

Quando você investe em flexibilidade e empatia torna-se mais fácil conseguir se colocar no lugar do outro e entender situações ou pessoas a partir dos diferentes quadros de referências existentes. 

Leia também: Como a depressão afeta a produtividade nas empresas

Como você percebeu, a resiliência no trabalho permeia diferentes situações cotidianas em que passamos. É uma habilidade que precisa ser exercitada diariamente, até mesmo por aqueles que já possuem algumas características citadas nesse texto. Uma pessoa que consegue desenvolver essas habilidades de resiliência conquista inúmeros benefícios, como: eficiência, confiança, proatividade e otimismo. Dessa maneira, irá se diferenciar dos demais, crescendo profissionalmente e alcançando resultados de excelência. 

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Até a próxima!

telemedicina

O que é Telemedicina e como aplicar nas empresas

A relação entre o médico e o paciente vem se transformando ao longo dos anos. Durante muito tempo, a medicina funcionou dentro de um mesmo padrão: o paciente agenda uma consulta, encaminha-se até o consultório e é atendido pelo médico. Entretanto, esse cenário tem se atualizado e passado por grandes mudanças por conta da revolução tecnológica. Hoje a maneira como os atendimentos são dados ocorrem das mais variadas formas, graças aos avanços da telemedicina. 

A Telemedicina surge com o objetivo de ampliar a oferta de serviços clínicos em situações em que profissionais da saúde e pacientes estão distantes um do outro. Você provavelmente já ouviu histórias de pessoas que se mudaram, mas, mesmo assim, quiseram manter algum tipo de atendimento à distância, não é? Uma das áreas que mais se usa das tecnologias para suas sessões é a da psicologia. Já há algum tempo terapeutas e psicólogos realizam seus atendimentos através de aplicativos de vídeo-chamada. 

Os avanços da tecnologia da informação e das telecomunicações revolucionam hábitos e trazem uma demanda diferente para a sociedade. No outro ponto, temos uma população com rotinas cada vez mais corridas e uma mobilidade urbana reduzida. Muitas vezes deslocar-se para um médico presencial significa um planejamento de horas de antecedência e posterior ao atendimento. Para isso, surge a telemedicina, um recurso que vem se consolidando no Brasil, trazendo mais acessibilidade e opções para se manter em dia com a saúde. Quer saber mais sobre a telemedicina e como ela pode ser aplicada na Gestão de Pessoas das empresas? Então continue lendo esse texto e confira! 

O que é telemedicina?

A gente já deu uma breve contextualizada sobre a telemedicina no início do texto. Mas mesmo assim, vale explicar a fundo o que é esse recurso que vem se popularizando. Do grego, “tele” significa distância. É exatamente isso que a telemedicina representa. Serviços são disponibilizados remotamente através da utilização de tecnologias modernas. A prática teve origem em Israel, em 1950, e é bastante aplicada nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa. No início, poucos hospitais utilizavam televisões para chegar a pacientes em locais remotos. 

telemedicina

A telemedicina desde o seu início buscou facilitar cuidados com a saúde, através da assistência médica à distância para pacientes e auxílio aos profissionais da saúde, clínicas e hospitais. Isso rompe barreiras e possibilita aos médicos trocarem informações, podendo estar em diferentes lugares ao mesmo tempo. A telemedicina ultrapassa as barreiras de clínicas e consultórios, ampliando o acesso ao atendimento para variadas pessoas. 

Esses atendimentos através da telemedicina hoje ocorrem por meio de plataformas online de acesso pelo computador, tablet ou smartphone, garantindo uma elevada velocidade na troca de informações, além da facilidade de acesso. É claro que essa variedade de canais está em constante transformações, diariamente aumentando, graças aos avanços da Inteligência Artificial (IA). 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como funciona na prática?

Teleducação, emissão de laudos a distância e teleassistência são algumas das principais frentes da telemedicina, constituindo bons exemplos de como a modalidade funciona na prática. Hoje as instituições de saúde utilizam a telemedicina com diversos intuitos, desde a capacitação dos próprios profissionais da saúde, por meio de assistências e otimizações de procedimentos, até mesmo chegando ao atendimento e diagnóstico direto junto aos pacientes. 

telemedicina

Entenda melhor três áreas principais da telemedicina:

Teleassistência

Na teleassistência, o foco da comunicação está no paciente e no seu bem-estar. Por meio dela, o paciente passa a ser monitorado em seu próprio domicílio ou até mesmo no seu local de trabalho por um médico ou qualquer outro profissional da saúde, podendo inclusive esse monitoramento ser feito através de tecnologias que se comunicam com outros profissionais à distância. Assim, torna-se possível observar parâmetros clínicos e fisiológicos, para que desvios sejam detectados o mais rápido possível, antes que doenças se agravem. Você saberá um pouco mais sobre uma das tecnologias utilizadas no final desse texto. 

Teleducação

Uma das áreas da telemedicina mais aplicadas, a teleducação já é utilizada por diferentes setores, não apenas pela medicina. Na área da saúde, seu foco é na capacitação de profissionais que estão longe dos grandes centros urbanos ou de locais em que possam estar sendo dadas aulas ou palestras. Assim, torna-se possível manter os profissionais sempre atualizados e preparados para diversas situações da prática médica e clínica. São utilizadas videoconferências, aulas, palestras, e-learning e programas de reciclagem. 

Emissão de laudos à distância

Esse é um dos ramos da telemedicina que mais cresce no Brasil. Isso porque, por meio dessa tecnologia, o exame pode ser realizado em qualquer lugar e avaliado por especialistas conectados à internet, sem a necessidade de se deslocar aos consultórios para receber diagnósticos ou avaliações clínicas. O médico pode tanto encaminhar ao paciente exames a serem realizados, como também analisar os resultados. Isso gera uma redução de custos consideráveis em clínicas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

De que forma aplicar a Telemedicina nas empresas?

Você que leu até aqui provavelmente está se perguntando: “mas afinal, como utilizar a telemedicina na minha organização?Pois saiba que a Telemedicina e a segurança do trabalho formaram uma grande parceria e uma opção altamente lucrativa para as empresas. 

Por meio de soluções tecnológicas constantemente atualizadas, torna-se possível realizar o acompanhamento constante da saúde ocupacional dos funcionários, facilitando possíveis diagnósticos, além de poder concluir como está o desempenho de cada profissional. 

telemedicina

Aqui na TeleWorld trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e ser uma excelente escolha para aplicar a Telemedicina na sua empresa. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais.

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e descubra agora mesmo como a Safety poderá integrar a Telemedicina à saúde dos seus colaboradores. 

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

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Até a próxima!

melhorar a saúde mental

Como desenvolver ações efetivas para melhorar a saúde mental nas empresas

Você sabia que os transtornos comportamentais e de saúde mental já são a segunda causa de afastamento de trabalhadores no Brasil? Segundo dados da Previdência, nos últimos dez anos, a concessão de auxílio-doença e aposentadorias por conta de transtornos relacionadas à saúde mental aumentou quase em 20 vezes. Com esses dados, empresas devem estar mais atentas a atitudes que possam tomar para melhorar a saúde mental dentro e fora de suas organizações. 

A saúde mental tem sido tema de diversos debates e seminários de gestão de pessoas nas empresas. Isso deve-se aos diferentes dados que comprovam a necessidade de ações para melhorar a saúde mental. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 2020, a depressão será a enfermidade mais incapacitante em todo o mundo. Isso porque a mente é uma parte do corpo que, mantendo os cuidados necessários, sustenta o organismo tanto quanto os órgãos, músculos e ossos. A saúde mental influencia diretamente na saúde fisiológica e vice-versa. Basta refletir em nossas rotinas e também quando estamos doentes. Quantas vezes o simples fato de pensarmos positivo sobre algo influenciou para que melhorasse? A questão é que para muitos, essa atitude que pode parecer simples, torna-se muito difícil, praticamente impossível. 

Em um cenário como este, as empresas têm buscado alternativas para evitar que esses afastamentos ocorram. É preciso ter consciência de que o ambiente profissional pode influenciar diretamente na saúde mental, bem como no bem-estar dos colaboradores. E o caminho inverso também ocorre. Quando você não foca em melhorar a saúde mental dos seus colaboradores, você está fechando as portas para a produtividade, o engajamento de seus funcionários e suas motivações para crescerem na organização. Para isso, separamos abaixo algumas iniciativas que sua empresa possa passar a ter para lidar com esse cenário corretamente e conseguir melhorar a saúde mental de seus funcionários. Continue lendo e confira! 

Leia também: Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

Compreenda o cenário da saúde mental na sua empresa

Antes de realizar qualquer ação prática para melhorar a saúde mental na sua empresa, é preciso realizar um levantamento e estudo de como está de fato a atual situação dos seus funcionários. Da mesma forma que sua empresa possui, ou deveria ter, ações voltadas à segurança do trabalho, como brigadas de incêndio e funcionários treinados para manter o ambiente de trabalho seguro, é essencial que se compreenda a necessidade de ter um olhar atento à melhora da saúde mental.

Você sabe o nível de motivação de seus colaboradores? Há quanto tempo sua empresa não realiza um levantamento para medir a satisfação? Existe um espaço aberto para conversas, sugestões e reclamações? Como é a comunicação dos seus líderes com suas equipes? Quantos funcionários hoje já passam por algum tratamento de saúde mental? 

melhorar a saúde mental

Essas são algumas questões a serem levantadas para ter compreensão do cenário atual da sua empresa em relação à saúde mental. Se na sociedade a saúde mental ainda sofre preconceitos, dentro da sua empresa você deve tentar ao máximo não tratar esse assunto com tabu, como algo exótico ou minimizando. É preciso ter como prioridade ações para melhorar a saúde mental, encarando que todos em algum momento podem precisar de algum auxílio nesse sentido. Quando você globaliza certa situação, você consegue futuramente alcançar que isso torne-se uma exceção e não uma regra.  É preciso construir uma comunicação mais respeitosa e empática. 

Evite líderes com comunicação agressiva

Com tantas metas a cumprir e concorrências de mercado, muitas vezes acabamos cobrando nossos colaboradores de maneiras indevidas e criando um espaço de diálogo muito restrito e inadequado. Não se trata de diminuir o papel da liderança ou tirá-la o seu poder de fala, mas é preciso tornar o processo de feedback mais eficiente, buscando soluções de problemas e com um perfil muito mais conciliador, do que autoritário.  Seus funcionários precisam sim ter claro os objetivos do negócio, mas isso não precisa ser feito de maneira agressiva ou apenas com ordens. É importante que todos compreendam suas importâncias para a sustentabilidade da organização, instigando a todos a participação ativa para construir uma empresa sólida e de sucesso. 

melhorar a saúde mental

Procure capacitar seus líderes a criarem uma cultura e comunicação positiva, aberta e transparente com suas equipes. Esses líderes precisam mostrar aos seus funcionários que todos são valorizados e que a empresa se preocupa com suas opiniões. É preciso ter em mente que muitas decisões fogem apenas das questões legais, passando para esferas emocionais e individuais. Cada colaborador possui características próprias que precisam de devidas atenções, sem julgamentos. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Crie um calendário dedicado à saúde mental

A partir do momento que você já possui um diagnóstico de como está atualmente sua empresa em relação à saúde mental, é essencial estabelecer o que precisa ser feito para auxiliar quem já sofre com algum tipo de transtorno, bem como conscientizar todos seus colaboradores sobre a necessidade de cuidados. 

Mais do que ter eventos, palestras ou trazer psicólogas para conversar com seus colaboradores, é necessário também construir uma cultura em que seus funcionários consigam equilibrar suas vidas pessoais com seus compromissos dentro da empresa. Todos precisam ter tempo para estar com suas famílias, resolver seus problemas particulares e, claro, descansar para recarregar as energias. 

Para construir essa cultura, observe quanto seus colaboradores estão trabalhando. E quando falamos trabalho, não estamos dizendo apenas o período em que seu funcionário está presencialmente na empresa. Busque compreender se ele leva trabalho para casa; se as cobranças são tantas que ele não consegue se desligar do celular nas horas de folga; se ele vem fazendo horas-extras. 

Estimule e ofereça tratamentos

Muitas empresas, quando buscam mecanismos para melhorar a saúde mental, acabam ofertando dentro de suas estruturas algum tipo de assistência ou pré-tratamento para acolher seus colaboradores. Uma desculpa comum é a falta de tempo ou que é caro cuidar da saúde mental. Quando você possui serviços de orientação ou até mesmo de acompanhamento psicológico para que seus colaboradores tenham, de imediato, e ao alcance de todos, você acaba criando uma cultura participativa. O tratamento no local transmite uma mensagem aos funcionários de que seu bem-estar é realmente valioso e incentivado.

melhorar a saúde mental

Entretanto, é preciso ter claro, tanto para você, como para todos seus funcionários, que todos esses acompanhamentos serão tratados com a maior confidencialidade, sem interferências ou punições. É importante deixar claro que cada caso é um caso, e essas primeiras conversas podem acabar sendo uma orientação para que o colaborador procure ajudas para cuidar da saúde mental. 

Dessa maneira, é importante também, para que se consiga melhorar a saúde mental, sua empresa estabelecer parcerias com clínicas ou profissionais que poderão ser indicados para o tratamento de transtornos ou acompanhamentos individuais. 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como você percebeu, uma empresa que busca ter ações para melhorar a saúde mental acabará realizando uma reformulação na cultura organizacional como um todo, passando por um processo de entendimento e conscientização da importância de um olhar atento aos diferentes transtornos causados pela negligência desse assunto. 

Se você gostou desse conteúdo, não deixe de compartilhar nas suas redes sociais e auxilie outros empresários na criação de ações efetivas para melhorar a saúde mental.

Obesidade nas empresas

Obesidade nas empresas: quais ações implementar para conscientizar

A obesidade nas empresas tem se tornado um desafio diário para saúde de maneira geral. No Brasil, dados divulgados pelo Ministério da Saúde, apontaram que quase 20% da população é obesa atualmente no país. Seja no âmbito pessoal ou profissional, são necessárias algumas medidas para conscientizar sobre essa condição e muitas vezes incentivar uma mudança de hábito individual.  Já no meio coorporativo, a obesidade nas empresas, além de uma preocupação com a saúde, acaba gerando uma queda da produtividade e aumentando o índice de faltas ao trabalho. 

São diversas as ações tomadas pelas organizações para compreender e conscientizar sobre a obesidade nas empresas, seja entre seus funcionários, clientes e comunidade em geral. O que não pode ser deixado de lado, é que muitas vezes o ambiente de trabalho pode acabar contribuindo para o aumento do peso. Seja por não criarem rotinas alimentares saudáveis ou acabarem desenvolvendo algum tipo de doença, colaboradores que sofrem de obesidade ou possuem propensão para o ganho de peso precisam de um olhar mais atento e cuidados especiais.  

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Pensando em como melhorar o bem-estar de seus funcionários e evitar um aumento nas taxas de obesidade nas empresas, separamos algumas orientações sobre o que é possível realizar para incentivar seus funcionários a se movimentarem mais e criarem hábitos mais saudáveis, como também procurar auxílio médico em alguns casos. Afinal, é preciso ter claro que todas as medidas não devem ter como palavra-chave o combate, mas sim criar iniciativas para compreender o que pode estar levando à obesidade nas empresas e conscientizar seus colaboradores sobre o que pode ser feito para mudar esse quadro. Confira! 

Como está a alimentação na sua organização?

O primeiro ponto a ser estudado para compreender a obesidade nas empresas é fazer um estudo e pesquisa para identificar os hábitos alimentares dos seus colaboradores. Se sua empresa possui, por exemplo, um restaurante próprio, uma boa alternativa é contratar nutricionistas que irão avaliar o cardápio ofertado pelo restaurante, como também como seus funcionários estão se alimentando. 

É preciso perceber se existem opções saudáveis em quantidades necessárias para que todos criem uma rotina alimentar positiva. Além disso, faça um levantamento de quanto e como as pessoas estão comendo. Com tantas metas a bater e objetivos a cumprir, muitos colaboradores acabam se alimentando mal e muitas vezes de maneira rápida para conseguir voltar ao serviço. Observe se seus funcionários estão realizando intervalos completos e como estão ocupando esse período. 

Obesidade nas empresas

Caso sua empresa não possua restaurante próprio e forneça, por exemplo, Vale-Refeição ou espaços de refeitório para que seus funcionários tragam almoço, uma boa maneira de compreender a obesidade nas empresas é observar o que seus colaboradores estão trazendo para comerem. 

Mas afinal, o que eu, enquanto empresa, posso fazer para mudar esses hábitos?

Você, empresário ou gestor de Recursos Humanos, pode estar se questionando sobre isso, não é mesmo? Mas saiba que é possível sim auxiliar nessa conscientização através de algumas medidas simples. Alguns exemplos possíveis e alcançáveis são através da oferta de frutas no café da manhã ou criar painéis sugestivos com orientações sobre um “prato saudável”. Se sua empresa possui àquelas máquinas com venda de produtos em seus espaços de descanso, substitua salgadinhos ou refrigerantes, por alimentos saudáveis, como sucos, barrinhas de cereais, isotônicos, sanduíches naturais.

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Construa cronogramas com ações de incentivo à hábitos saudáveis

Boa parte dessas medidas relacionadas à obesidade nas empresas são voltadas à medicina preventiva, como você está percebendo. É exatamente na prevenção que devem ser estabelecidos atos para conseguir ter um ambiente mais saudável e produtivo. Ao implantar um programa de prevenção de doenças, promoção de saúde e qualidade de vida, você consegue construir com seus colaboradores uma atmosfera de consciência, em que cada um poderá se policiar e também ajudar seus colegas a tomarem decisões positivas. Além disso, a área de pessoas poderá estabelecer quais medidas mais concretas a serem tomadas para que se diminua a incidência de obesidade nas empresas. 

Sua empresa pode, por exemplo, criar campanhas de conscientização através de banners, e-mails e eventos que estimulem a prática de esportes, alimentações saudáveis e acompanhamento médico constante para que se evite a obesidade nas empresas ou demais problemas de saúde que possam contribuir para o aumento de peso. Invista em palestras, workshops ou até mesmo crie uma cultura com seus colaboradores de práticas esportivas. 

Obesidade nas empresas

Uma atitude prática é criar grupos para praticar trilhas ou corrida. Diversas empresas já realizam isso e, além de formar um ambiente corporativo mais unido e com sinergia, acaba impactando diretamente nessa conscientização sobre a obesidade nas empresas. 

Outro aspecto que pode ser investido é em parcerias com academias ou espaços de esporte, a fim de oferecer planos especiais para seus funcionários. Não se deve esquecer que muitos acabam não tendo rotinas mais saudáveis por questões financeiras. Então, quando você oferece preços mais acessíveis e atrativos, acaba criando uma cultura de que “não tem mais desculpa para não fazer esportes”. Falta tempo? Então insira os esportes dentro do seu local de trabalho. Contrate profissionais da área de educação física e realize aulas leves por alguns minutos, como de ioga, ginástica funcional, aula de dança entre outros exercícios que possam ser inseridos dentro da sua estrutura empresarial. 

Reavalie seu local de trabalho e invista em tecnologias

Como sua empresa trabalha a segurança do trabalho e a medicina preventiva dos seus colaboradores? Há quanto tempo você não realiza aferição sobre pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, altura e índices de gordura dos seus funcionários?  

Muitas vezes o setor de recursos humanos assume diversas demandas, fazendo com que a segurança no trabalho ou medicina preventiva fique em segundo plano. Entretanto, isso pode acabar acarretando em graves problemas e gastos com plano de saúde ou até mesmo afastamento de funcionários por doenças ocupacionais. É preciso ter em mente que muitas doenças, como depressão e problemas musculoesqueléticos, podem acabar levando à obesidade ou influenciando nos comportamentos alimentares dos colaboradores. 

Obesidade nas empresas

Para isso, surgem no mercado algumas soluções tecnológicas que automatizam o controle da saúde dos seus funcionários, facilitando em muito essa responsabilidade.  Aqui na TeleWorld, trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, você consegue aplicar com maior certeza seu projeto para conscientizar sobre a obesidade nas empresas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e comece agora a construir ações efetivas relacionadas à obesidade nas empresas.