reconhecimento profissional

Três maneiras de demonstrar reconhecimento profissional aos colaboradores

Há quanto tempo você não realiza um feedback positivo com seus colaboradores? A resposta dessa pergunta pode ser determinante para responder se sua equipe está ou não se sentindo reconhecida. O reconhecimento profissional é e sempre será o objetivo principal de todo funcionário de uma empresa. Além de trazer benefícios para a organização, como maior produtividade, colaboradores valorizados mantêm-se entusiasmados a inovarem e buscarem por resultados ainda melhores constantemente, mantendo-se firmes em sua identidade com a missão e valores da empresa. 

Cada pessoa possui suas próprias características, sonhos, metas e maneiras de se sentirem confiantes. O que é comum entre todos é o desejo de alcançar o reconhecimento profissional em suas áreas para manterem-se motivados. Esse anseio é defendido através da teoria chamada de Pirâmide de Maslow, ou conhecida também como Hierarquia das Necessidades de Maslow. O conceito, criado em 1950 pelo psicólogo norte-americano Abraham H. Maslow, tem como objetivo determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance satisfação, seja ela pessoal ou profissional. 

reconhecimento profissional

A Pirâmide é separada em cinco níveis, que demonstram a hierarquia dessas necessidades para gerar a força motivadora. São elas: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. Cada uma delas tem sua importância na construção do indivíduo, sendo as da base as mais básicas, que são as consideradas necessárias para a sobrevivência. Já as do topo, são as mais complexas e se referem à conquista da satisfação pessoal e/ou profissional. 

Saiba mais: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

A Pirâmide de Maslow é um bom indicativo de como sua empresa pode se portar para garantir o reconhecimento profissional de seus colaboradores. De maneira geral, uma organização consegue interferir positivamente ou não em todas as necessidades apontadas nessa teoria. Então se você busca equipes mais engajadas e comprometidas, chegou a hora de ter um olhar mais atento ao reconhecimento profissional. Confira abaixo três passos de como pôr em prática! 

Compreenda: reconhecimento profissional não é apenas dar aumento de salário

Claro que todo mundo almeja ganhar mais ao longo do tempo, mas é preciso compreender que reconhecimento profissional não pode ser expresso apenas de maneira financeira. Muitos profissionais mesmo após ofertas de aumento, acabam desistindo de fazer parte de uma empresa. Você provavelmente já viveu ou viu alguém recusando esse tipo de proposta. 

Isso ocorre porque quando um profissional não se sente reconhecido, nada vai o “comprar”. Reconhecimento profissional se constrói diariamente, com atitudes pequenas e grandiosas. Muitas vezes não é costume de os gestores exporem para as equipes o quão positivo foi o impacto de determinada ação. Entretanto, vemos hoje no mercado do trabalho uma realidade em que os colaboradores acabam recebendo mais feedbacks negativos, do que notificações positivas sobre algum feito. 

reconhecimento profissional

Essa cultura é antiga e reflete uma crença de que os líderes precisam se manter rígidos e sempre superiores aos seus funcionários. Isso reflete em aspectos pessoais e profissionais. Todavia é preciso repensar seus impactos na ausência de reconhecimento profissional. Receber feedbacks positivos incentiva o bom trabalho e faz com que o colaborador se sinta pertencente a organização, sabendo de fato como sua função influencia na sustentabilidade do negócio. 

Esteja próximo e, diariamente, motive seus colaboradores destacando atitudes que deram certo, ações que tiveram resultados positivos e mantenha uma rotina constante de valorização e compreensão do que pode não estar de acordo com o esperado por seus funcionários. 

Claro que a questão financeira pesa e pode acabar impactando sim, mesmo que você realize feedbacks positivos constantes. É importante perceber que a sobrecarga também influencia na insatisfação. Quando você aumenta a quantidade de demandas de um colaborador, mesmo mantendo uma rotina de feedbacks positivos sobre seu desempenho, é possível que o mesmo se sinta sem reconhecimento profissional, apenas pelo fato do seu trabalho ter aumentado, mas seu salário seguir sempre o mesmo. 

Leia também: Como a depressão afeta a produtividade nas empresas

Entenda que vida pessoal e profissional andam juntas

Sabemos que o mercado de trabalho é feito por questões legais. Existem regras que devem ser seguidas e que exigem que horários sejam cumpridos. Contudo, da mesma maneira que é necessário o controle das jornadas de trabalho, tanto para respaldar a segurança do colaborador, como da empresa, ter flexibilidade de horários pode ser uma maneira de trazer o reconhecimento profissional dos colaboradores. 

Quando falamos de leis, não existem dúvidas: elas devem ser cumpridas. Entretanto, lidar com colaboradores é muitas vezes ter que analisar cada caso em perspectivas muito mais morais do que legais. Vamos a um exemplo prático:

  • Um colaborador perdeu sua carteira e não conseguiu resolver o bloqueio de seus cartões através do telefone, bem como realizar a segunda via de seus documentos. Ele pediu para chegar atrasado para conseguir resolver suas pendências. 

Pela questão legal, ele deveria ter que cumprir ou pagar por essas horas a menos trabalhadas. Entretanto, perceba que esse colaborador, caso não tivesse ido resolver suas pendências e continuasse exercendo seus afazeres, provavelmente não teria a produtividade ou alcançaria os resultados adequados. Seriam horas de trabalho perdidas. 

reconhecimento profissional

Evidente que esse tipo de situação não pode ser uma rotina e tem que se avaliar cada caso e cada funcionário. Mas de maneira geral, toda gestão que preze pelo reconhecimento profissional precisa considerar os diferentes fatores (necessidades da Pirâmide de Maslow) que constroem um indivíduo. É impossível desassociar a vida pessoal da profissional e não ponderar todo o contexto em que um funcionário está inserido. 

Por isso, perceba o que pode estar levando seu colaborador a não ser produtivo. Se chegar à conclusão que são problemas pessoais, tente orientá-lo a procurar ajuda. Caso sua empresa possua, encaminhe-o à psicólogos ou clínicas parceiras. Muitos funcionários ao notarem apenas essa preocupação, acabam retomando suas motivações e conseguindo manter-se comprometidos com suas funções. Isso gera confiança mútua e um sentimento de que a empresa está preocupada com o bem-estar de suas equipes e não apenas nas metas a bater. 

Leia também: Como desenvolver ações efetivas para melhorar a saúde mental nas empresas

Crie programas de incentivo e reconhecimento profissional

Sua empresa precisa entender o que motiva e desmotiva seus colaboradores. Procure realizar pesquisas de clima e realmente avalia-las para criar estratégias eficazes que demonstrem o reconhecimento profissional e passe a valorizar melhor seus colaboradores. Se você trabalha com vendas, busque construir uma competição saudável entre eles, tomando muito cuidado para não gerar uma rivalidade. É importante estabelecer que todos devem ter resultados positivos e que o trabalho em equipe gera efeitos positivos. Pense em recompensas que envolvam toda a equipe e não apenas quem se destacou. Claro, dê o devido destaque a quem teve resultados melhores, mas mostre que o todo fez com que essa recompensa tenha se tornado real. 

No caso das metas, promoções e premiações, deixe explícito o porquê de elas existirem e seus critérios de avaliação (vendas, tempo de serviço, avaliação de clientes, desempenho). Tenha extrema transparência e em caso de premiações, mostre o que levou a um profissional a ganha-la, incentivando sempre que todos podem consegui-la, como, por exemplo, viagens, folgas ou bonificações. 

Reconhecimento profissional

Outra estratégia possível é construir em conjunto com o endomarketing alguma forma de divulgar o sucesso das equipes e dos colaboradores para os demais setores. Além de demonstrar que a empresa se preocupa com o profissional, isso ajudará a ampliar o reconhecimento profissional deles. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Como você percebeu, todas essas sugestões geram um estímulo e alinham o colaborador com os valores da organização. Hoje ninguém quer trabalhar em um local que não se identifica ou que não se sente com o devido reconhecimento profissional. A volatilidade do mercado de trabalho não pode ser desculpa para você não manter em dia iniciativas que valorizem suas equipes. 

Gostou desse texto? Então compartilhe nas suas redes sociais e ajude mais empresas a criarem estratégias eficazes de reconhecimento profissional.

resiliência no trabalho

Como ter mais resiliência no trabalho e qual sua importância nas empresas

“É preciso ter resiliência no trabalho! ”. Provavelmente você já ouviu alguém falando essa frase em algum momento, não é? O conceito, emprestado da física, tem se tornado palavra-chave para conseguir alcançar equilíbrio e superar adversidades nas rotinas empresariais.  O mercado de trabalho exige inovações e a capacidade de reação constante diante de novas situações que muitas vezes surgem quando menos esperamos. 

Um profissional que tenha resiliência no trabalho é capaz de resistir às dificuldades e encarar de maneira eficiente à pressão e à competição do mercado, sejam em momentos de resultados positivos ou em situações delicadas, como crises econômicas ou demissões. O conceito original de resiliência na ciência trata justamente de materiais capazes de acumular energia quando submetidos à pressão. Ao absorverem o impacto, acabam voltando ao seu estado inicial sem sofrer deformações. 

A resiliência no trabalho tem esse objetivo. Enquanto humanos e funcionários, devemos sempre tentar tirar dos desafios mais árduos, aprendizados e forças positivas para não quebrarmos e nos afetarmos. Mantermos sempre produtivos, apesar das dificuldades. Mas afinal, como conseguir manter a resiliência no trabalho? Esse é o embate de muitos profissionais. Para isso, separamos abaixo algumas táticas para ter mais resiliência no trabalho. Confira! 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Trabalhe o seu autoconhecimento

O primeiro ponto para alcançar a resiliência no trabalho é através de um trabalho diário de autoconhecimento. Você precisa conseguir identificar suas qualidades e pontos de melhoria, ter conhecimento sobre suas limitações, assumindo o que você sabe e o que você ainda precisa aprender. Assim, será possível desenvolver melhor suas competências e habilidades, sendo possível reconhecer quando algo poderia ser diferente no seu dia a dia profissional.

resiliência no trabalho

Com autoconhecimento, você irá se tornar um funcionário mais preparado para tomar decisões mais assertivas, não apenas para sua carreira, mas também para seu perfil enquanto colaborador.  Quando trabalhamos o nosso autoconhecimento, recebemos de maneira mais madura feedbacks negativos.

Aprenda a lidar com suas emoções

Resiliência no trabalho passa por inteligência emocional. Na verdade, saber lidar com suas emoções é essencial em qualquer ambiente, principalmente quando se fala de empresas. Diariamente lidamos com diversas situações e pessoas, com múltiplas personalidades. Um profissional resiliente sabe tomar determinadas atitudes e expressar suas emoções ou opiniões de maneira equilibrada e lúcida. 

Uma empresa que deseja ter sucesso e alta produtividade deve ter sempre equipes plurais. Entretanto essa pluralidade traz um desafio: “como estabelecer bons relacionamentos entre todas as equipes? ”. 

A resiliência no trabalho é um importante passo para construir relações saudáveis e construtivas. Não se trata de esconder o que pensamos ou sentimos, mas sim saber dosar quando algo irá contribuir ou não para o crescimento do todo. 

Pensamento positivo sempre

Provavelmente você já ouviu alguém falando: “positividade atrai coisas boas”, não é? Parece até utópico, porém, mais do que uma crença, ser positivo é saber enxergar nos problemas ou crises, oportunidades de crescimento e amadurecimento. Dentro das empresas, ser otimista e positivo é conseguir sempre achar uma saída ou um rumo alternativo em situações críticas ou que algo não saiu como o planejado. 

Toda empresa passa por momentos de reestruturações, sejam elas físicas ou pessoais, e um profissional que mantenha resiliência no trabalho consegue atuar sempre buscando uma solução para cada novo desafio e enxergar nessas fases uma oportunidade para adquirir mais experiência e se renovar. 

O pensamento positivo dá força e torna possível criar estratégias para continuar sempre nossa jornada, sem nos deixarmos abater pelos problemas, que sempre existirão para tentar nos impedir de crescer e evoluir, seja como profissionais ou seres humanos. 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Aprenda na mesma intensidade que você ensina

Um profissional resiliente está sempre aberto ao aprendizado. O maior desafio de qualquer pessoa é reconhecer que não sabe tudo e que todos os dias estamos aptos a descobrir algo novo. Podemos sim sermos especialistas em algo, entretanto mesmo nisso, sempre existirá alguém que poderá nos apresentar algum outro método ou técnica. 

resiliência no trabalho

A resiliência no trabalho está justamente em reconhecer, em variadas situações, novas formas de manter-se ativos e atualizados, sempre articulando correntes de apoios e de conhecimentos mútuos. É àquela velha história de que a “união faz a força”. Quando criamos grupos e vemos no outro um espaço aberto para conversas e diálogos, acabamos construindo empresas extremamente colaborativas, em que todos podem ensinar e aprender algo. 

Essas articulações também assumem papéis essenciais para manter a resiliência no trabalho como algo plural e essencial. Todos nós precisamos contar com pessoas que irão nos compreender e estarem abertas a nos ouvir quando necessário. Um profissional resiliente deixa de lado a vergonha ou orgulho e assume que cada um dos seus colegas pode ser ou se tornar um apoio para qualquer situação. 

Invista em flexibilidade e empatia

Na mesma linha do item anterior, um profissional que preze pela resiliência no trabalho também se mantem sempre aberto a realizar mudanças. Na vida nada é eterno e muitas vezes precisamos nos transformar ou reinventar para seguir tendo resultados ou sendo felizes. 

No ambiente de trabalho isso não muda, principalmente nos dias de hoje. O mercado está cada vez mais volátil e há cada mês algo novo surge exigindo adaptação e inovação. As exigências dos consumidores vão mudando na mesma linha das transformações relacionadas à Gestão de Pessoas. Ser flexível não significa não ter opiniões ou convicções, mas sim, estar pronto para o novo e encará-lo como uma oportunidade de reforçar seus valores e missões enquanto profissional. 

resiliência no trabalho

Hoje o mundo dos negócios exige maior tolerância e criatividade para gerenciar as mais diversas situações. O profissional resiliente pensa sempre em opções, alternativas, criando variadas resoluções de questões e tendo empatia para compreender outras referências. 

Quando você investe em flexibilidade e empatia torna-se mais fácil conseguir se colocar no lugar do outro e entender situações ou pessoas a partir dos diferentes quadros de referências existentes. 

Leia também: Como a depressão afeta a produtividade nas empresas

Como você percebeu, a resiliência no trabalho permeia diferentes situações cotidianas em que passamos. É uma habilidade que precisa ser exercitada diariamente, até mesmo por aqueles que já possuem algumas características citadas nesse texto. Uma pessoa que consegue desenvolver essas habilidades de resiliência conquista inúmeros benefícios, como: eficiência, confiança, proatividade e otimismo. Dessa maneira, irá se diferenciar dos demais, crescendo profissionalmente e alcançando resultados de excelência. 

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Até a próxima!

telemedicina

O que é Telemedicina e como aplicar nas empresas

A relação entre o médico e o paciente vem se transformando ao longo dos anos. Durante muito tempo, a medicina funcionou dentro de um mesmo padrão: o paciente agenda uma consulta, encaminha-se até o consultório e é atendido pelo médico. Entretanto, esse cenário tem se atualizado e passado por grandes mudanças por conta da revolução tecnológica. Hoje a maneira como os atendimentos são dados ocorrem das mais variadas formas, graças aos avanços da telemedicina. 

A Telemedicina surge com o objetivo de ampliar a oferta de serviços clínicos em situações em que profissionais da saúde e pacientes estão distantes um do outro. Você provavelmente já ouviu histórias de pessoas que se mudaram, mas, mesmo assim, quiseram manter algum tipo de atendimento à distância, não é? Uma das áreas que mais se usa das tecnologias para suas sessões é a da psicologia. Já há algum tempo terapeutas e psicólogos realizam seus atendimentos através de aplicativos de vídeo-chamada. 

Os avanços da tecnologia da informação e das telecomunicações revolucionam hábitos e trazem uma demanda diferente para a sociedade. No outro ponto, temos uma população com rotinas cada vez mais corridas e uma mobilidade urbana reduzida. Muitas vezes deslocar-se para um médico presencial significa um planejamento de horas de antecedência e posterior ao atendimento. Para isso, surge a telemedicina, um recurso que vem se consolidando no Brasil, trazendo mais acessibilidade e opções para se manter em dia com a saúde. Quer saber mais sobre a telemedicina e como ela pode ser aplicada na Gestão de Pessoas das empresas? Então continue lendo esse texto e confira! 

O que é telemedicina?

A gente já deu uma breve contextualizada sobre a telemedicina no início do texto. Mas mesmo assim, vale explicar a fundo o que é esse recurso que vem se popularizando. Do grego, “tele” significa distância. É exatamente isso que a telemedicina representa. Serviços são disponibilizados remotamente através da utilização de tecnologias modernas. A prática teve origem em Israel, em 1950, e é bastante aplicada nos Estados Unidos, Canadá e países da Europa. No início, poucos hospitais utilizavam televisões para chegar a pacientes em locais remotos. 

telemedicina

A telemedicina desde o seu início buscou facilitar cuidados com a saúde, através da assistência médica à distância para pacientes e auxílio aos profissionais da saúde, clínicas e hospitais. Isso rompe barreiras e possibilita aos médicos trocarem informações, podendo estar em diferentes lugares ao mesmo tempo. A telemedicina ultrapassa as barreiras de clínicas e consultórios, ampliando o acesso ao atendimento para variadas pessoas. 

Esses atendimentos através da telemedicina hoje ocorrem por meio de plataformas online de acesso pelo computador, tablet ou smartphone, garantindo uma elevada velocidade na troca de informações, além da facilidade de acesso. É claro que essa variedade de canais está em constante transformações, diariamente aumentando, graças aos avanços da Inteligência Artificial (IA). 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como funciona na prática?

Teleducação, emissão de laudos a distância e teleassistência são algumas das principais frentes da telemedicina, constituindo bons exemplos de como a modalidade funciona na prática. Hoje as instituições de saúde utilizam a telemedicina com diversos intuitos, desde a capacitação dos próprios profissionais da saúde, por meio de assistências e otimizações de procedimentos, até mesmo chegando ao atendimento e diagnóstico direto junto aos pacientes. 

telemedicina

Entenda melhor três áreas principais da telemedicina:

Teleassistência

Na teleassistência, o foco da comunicação está no paciente e no seu bem-estar. Por meio dela, o paciente passa a ser monitorado em seu próprio domicílio ou até mesmo no seu local de trabalho por um médico ou qualquer outro profissional da saúde, podendo inclusive esse monitoramento ser feito através de tecnologias que se comunicam com outros profissionais à distância. Assim, torna-se possível observar parâmetros clínicos e fisiológicos, para que desvios sejam detectados o mais rápido possível, antes que doenças se agravem. Você saberá um pouco mais sobre uma das tecnologias utilizadas no final desse texto. 

Teleducação

Uma das áreas da telemedicina mais aplicadas, a teleducação já é utilizada por diferentes setores, não apenas pela medicina. Na área da saúde, seu foco é na capacitação de profissionais que estão longe dos grandes centros urbanos ou de locais em que possam estar sendo dadas aulas ou palestras. Assim, torna-se possível manter os profissionais sempre atualizados e preparados para diversas situações da prática médica e clínica. São utilizadas videoconferências, aulas, palestras, e-learning e programas de reciclagem. 

Emissão de laudos à distância

Esse é um dos ramos da telemedicina que mais cresce no Brasil. Isso porque, por meio dessa tecnologia, o exame pode ser realizado em qualquer lugar e avaliado por especialistas conectados à internet, sem a necessidade de se deslocar aos consultórios para receber diagnósticos ou avaliações clínicas. O médico pode tanto encaminhar ao paciente exames a serem realizados, como também analisar os resultados. Isso gera uma redução de custos consideráveis em clínicas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

De que forma aplicar a Telemedicina nas empresas?

Você que leu até aqui provavelmente está se perguntando: “mas afinal, como utilizar a telemedicina na minha organização?Pois saiba que a Telemedicina e a segurança do trabalho formaram uma grande parceria e uma opção altamente lucrativa para as empresas. 

Por meio de soluções tecnológicas constantemente atualizadas, torna-se possível realizar o acompanhamento constante da saúde ocupacional dos funcionários, facilitando possíveis diagnósticos, além de poder concluir como está o desempenho de cada profissional. 

telemedicina

Aqui na TeleWorld trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e ser uma excelente escolha para aplicar a Telemedicina na sua empresa. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais.

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e descubra agora mesmo como a Safety poderá integrar a Telemedicina à saúde dos seus colaboradores. 

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

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Até a próxima!

melhorar a saúde mental

Como desenvolver ações efetivas para melhorar a saúde mental nas empresas

Você sabia que os transtornos comportamentais e de saúde mental já são a segunda causa de afastamento de trabalhadores no Brasil? Segundo dados da Previdência, nos últimos dez anos, a concessão de auxílio-doença e aposentadorias por conta de transtornos relacionadas à saúde mental aumentou quase em 20 vezes. Com esses dados, empresas devem estar mais atentas a atitudes que possam tomar para melhorar a saúde mental dentro e fora de suas organizações. 

A saúde mental tem sido tema de diversos debates e seminários de gestão de pessoas nas empresas. Isso deve-se aos diferentes dados que comprovam a necessidade de ações para melhorar a saúde mental. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 2020, a depressão será a enfermidade mais incapacitante em todo o mundo. Isso porque a mente é uma parte do corpo que, mantendo os cuidados necessários, sustenta o organismo tanto quanto os órgãos, músculos e ossos. A saúde mental influencia diretamente na saúde fisiológica e vice-versa. Basta refletir em nossas rotinas e também quando estamos doentes. Quantas vezes o simples fato de pensarmos positivo sobre algo influenciou para que melhorasse? A questão é que para muitos, essa atitude que pode parecer simples, torna-se muito difícil, praticamente impossível. 

Em um cenário como este, as empresas têm buscado alternativas para evitar que esses afastamentos ocorram. É preciso ter consciência de que o ambiente profissional pode influenciar diretamente na saúde mental, bem como no bem-estar dos colaboradores. E o caminho inverso também ocorre. Quando você não foca em melhorar a saúde mental dos seus colaboradores, você está fechando as portas para a produtividade, o engajamento de seus funcionários e suas motivações para crescerem na organização. Para isso, separamos abaixo algumas iniciativas que sua empresa possa passar a ter para lidar com esse cenário corretamente e conseguir melhorar a saúde mental de seus funcionários. Continue lendo e confira! 

Leia também: Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

Compreenda o cenário da saúde mental na sua empresa

Antes de realizar qualquer ação prática para melhorar a saúde mental na sua empresa, é preciso realizar um levantamento e estudo de como está de fato a atual situação dos seus funcionários. Da mesma forma que sua empresa possui, ou deveria ter, ações voltadas à segurança do trabalho, como brigadas de incêndio e funcionários treinados para manter o ambiente de trabalho seguro, é essencial que se compreenda a necessidade de ter um olhar atento à melhora da saúde mental.

Você sabe o nível de motivação de seus colaboradores? Há quanto tempo sua empresa não realiza um levantamento para medir a satisfação? Existe um espaço aberto para conversas, sugestões e reclamações? Como é a comunicação dos seus líderes com suas equipes? Quantos funcionários hoje já passam por algum tratamento de saúde mental? 

melhorar a saúde mental

Essas são algumas questões a serem levantadas para ter compreensão do cenário atual da sua empresa em relação à saúde mental. Se na sociedade a saúde mental ainda sofre preconceitos, dentro da sua empresa você deve tentar ao máximo não tratar esse assunto com tabu, como algo exótico ou minimizando. É preciso ter como prioridade ações para melhorar a saúde mental, encarando que todos em algum momento podem precisar de algum auxílio nesse sentido. Quando você globaliza certa situação, você consegue futuramente alcançar que isso torne-se uma exceção e não uma regra.  É preciso construir uma comunicação mais respeitosa e empática. 

Evite líderes com comunicação agressiva

Com tantas metas a cumprir e concorrências de mercado, muitas vezes acabamos cobrando nossos colaboradores de maneiras indevidas e criando um espaço de diálogo muito restrito e inadequado. Não se trata de diminuir o papel da liderança ou tirá-la o seu poder de fala, mas é preciso tornar o processo de feedback mais eficiente, buscando soluções de problemas e com um perfil muito mais conciliador, do que autoritário.  Seus funcionários precisam sim ter claro os objetivos do negócio, mas isso não precisa ser feito de maneira agressiva ou apenas com ordens. É importante que todos compreendam suas importâncias para a sustentabilidade da organização, instigando a todos a participação ativa para construir uma empresa sólida e de sucesso. 

melhorar a saúde mental

Procure capacitar seus líderes a criarem uma cultura e comunicação positiva, aberta e transparente com suas equipes. Esses líderes precisam mostrar aos seus funcionários que todos são valorizados e que a empresa se preocupa com suas opiniões. É preciso ter em mente que muitas decisões fogem apenas das questões legais, passando para esferas emocionais e individuais. Cada colaborador possui características próprias que precisam de devidas atenções, sem julgamentos. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Crie um calendário dedicado à saúde mental

A partir do momento que você já possui um diagnóstico de como está atualmente sua empresa em relação à saúde mental, é essencial estabelecer o que precisa ser feito para auxiliar quem já sofre com algum tipo de transtorno, bem como conscientizar todos seus colaboradores sobre a necessidade de cuidados. 

Mais do que ter eventos, palestras ou trazer psicólogas para conversar com seus colaboradores, é necessário também construir uma cultura em que seus funcionários consigam equilibrar suas vidas pessoais com seus compromissos dentro da empresa. Todos precisam ter tempo para estar com suas famílias, resolver seus problemas particulares e, claro, descansar para recarregar as energias. 

Para construir essa cultura, observe quanto seus colaboradores estão trabalhando. E quando falamos trabalho, não estamos dizendo apenas o período em que seu funcionário está presencialmente na empresa. Busque compreender se ele leva trabalho para casa; se as cobranças são tantas que ele não consegue se desligar do celular nas horas de folga; se ele vem fazendo horas-extras. 

Estimule e ofereça tratamentos

Muitas empresas, quando buscam mecanismos para melhorar a saúde mental, acabam ofertando dentro de suas estruturas algum tipo de assistência ou pré-tratamento para acolher seus colaboradores. Uma desculpa comum é a falta de tempo ou que é caro cuidar da saúde mental. Quando você possui serviços de orientação ou até mesmo de acompanhamento psicológico para que seus colaboradores tenham, de imediato, e ao alcance de todos, você acaba criando uma cultura participativa. O tratamento no local transmite uma mensagem aos funcionários de que seu bem-estar é realmente valioso e incentivado.

melhorar a saúde mental

Entretanto, é preciso ter claro, tanto para você, como para todos seus funcionários, que todos esses acompanhamentos serão tratados com a maior confidencialidade, sem interferências ou punições. É importante deixar claro que cada caso é um caso, e essas primeiras conversas podem acabar sendo uma orientação para que o colaborador procure ajudas para cuidar da saúde mental. 

Dessa maneira, é importante também, para que se consiga melhorar a saúde mental, sua empresa estabelecer parcerias com clínicas ou profissionais que poderão ser indicados para o tratamento de transtornos ou acompanhamentos individuais. 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como você percebeu, uma empresa que busca ter ações para melhorar a saúde mental acabará realizando uma reformulação na cultura organizacional como um todo, passando por um processo de entendimento e conscientização da importância de um olhar atento aos diferentes transtornos causados pela negligência desse assunto. 

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Obesidade nas empresas

Obesidade nas empresas: quais ações implementar para conscientizar

A obesidade nas empresas tem se tornado um desafio diário para saúde de maneira geral. No Brasil, dados divulgados pelo Ministério da Saúde, apontaram que quase 20% da população é obesa atualmente no país. Seja no âmbito pessoal ou profissional, são necessárias algumas medidas para conscientizar sobre essa condição e muitas vezes incentivar uma mudança de hábito individual.  Já no meio coorporativo, a obesidade nas empresas, além de uma preocupação com a saúde, acaba gerando uma queda da produtividade e aumentando o índice de faltas ao trabalho. 

São diversas as ações tomadas pelas organizações para compreender e conscientizar sobre a obesidade nas empresas, seja entre seus funcionários, clientes e comunidade em geral. O que não pode ser deixado de lado, é que muitas vezes o ambiente de trabalho pode acabar contribuindo para o aumento do peso. Seja por não criarem rotinas alimentares saudáveis ou acabarem desenvolvendo algum tipo de doença, colaboradores que sofrem de obesidade ou possuem propensão para o ganho de peso precisam de um olhar mais atento e cuidados especiais. 

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Pensando em como melhorar o bem-estar de seus funcionários e evitar um aumento nas taxas de obesidade nas empresas, separamos algumas orientações sobre o que é possível realizar para incentivar seus funcionários a se movimentarem mais e criarem hábitos mais saudáveis, como também procurar auxílio médico em alguns casos. Afinal, é preciso ter claro que todas as medidas não devem ter como palavra-chave o combate, mas sim criar iniciativas para compreender o que pode estar levando à obesidade nas empresas e conscientizar seus colaboradores sobre o que pode ser feito para mudar esse quadro. Confira! 

Como está a alimentação na sua organização?

O primeiro ponto a ser estudado para compreender a obesidade nas empresas é fazer um estudo e pesquisa para identificar os hábitos alimentares dos seus colaboradores. Se sua empresa possui, por exemplo, um restaurante próprio, uma boa alternativa é contratar nutricionistas que irão avaliar o cardápio ofertado pelo restaurante, como também como seus funcionários estão se alimentando. 

É preciso perceber se existem opções saudáveis em quantidades necessárias para que todos criem uma rotina alimentar positiva. Além disso, faça um levantamento de quanto e como as pessoas estão comendo. Com tantas metas a bater e objetivos a cumprir, muitos colaboradores acabam se alimentando mal e muitas vezes de maneira rápida para conseguir voltar ao serviço. Observe se seus funcionários estão realizando intervalos completos e como estão ocupando esse período. 

Obesidade nas empresas

Caso sua empresa não possua restaurante próprio e forneça, por exemplo, Vale-Refeição ou espaços de refeitório para que seus funcionários tragam almoço, uma boa maneira de compreender a obesidade nas empresas é observar o que seus colaboradores estão trazendo para comerem. 

Mas afinal, o que eu, enquanto empresa, posso fazer para mudar esses hábitos?

Você, empresário ou gestor de Recursos Humanos, pode estar se questionando sobre isso, não é mesmo? Mas saiba que é possível sim auxiliar nessa conscientização através de algumas medidas simples. Alguns exemplos possíveis e alcançáveis são através da oferta de frutas no café da manhã ou criar painéis sugestivos com orientações sobre um “prato saudável”. Se sua empresa possui àquelas máquinas com venda de produtos em seus espaços de descanso, substitua salgadinhos ou refrigerantes, por alimentos saudáveis, como sucos, barrinhas de cereais, isotônicos, sanduíches naturais.

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Construa cronogramas com ações de incentivo à hábitos saudáveis

Boa parte dessas medidas relacionadas à obesidade nas empresas são voltadas à medicina preventiva, como você está percebendo. É exatamente na prevenção que devem ser estabelecidos atos para conseguir ter um ambiente mais saudável e produtivo. Ao implantar um programa de prevenção de doenças, promoção de saúde e qualidade de vida, você consegue construir com seus colaboradores uma atmosfera de consciência, em que cada um poderá se policiar e também ajudar seus colegas a tomarem decisões positivas. Além disso, a área de pessoas poderá estabelecer quais medidas mais concretas a serem tomadas para que se diminua a incidência de obesidade nas empresas. 

Sua empresa pode, por exemplo, criar campanhas de conscientização através de banners, e-mails e eventos que estimulem a prática de esportes, alimentações saudáveis e acompanhamento médico constante para que se evite a obesidade nas empresas ou demais problemas de saúde que possam contribuir para o aumento de peso. Invista em palestras, workshops ou até mesmo crie uma cultura com seus colaboradores de práticas esportivas. 

Obesidade nas empresas

Uma atitude prática é criar grupos para praticar trilhas ou corrida. Diversas empresas já realizam isso e, além de formar um ambiente corporativo mais unido e com sinergia, acaba impactando diretamente nessa conscientização sobre a obesidade nas empresas. 

Outro aspecto que pode ser investido é em parcerias com academias ou espaços de esporte, a fim de oferecer planos especiais para seus funcionários. Não se deve esquecer que muitos acabam não tendo rotinas mais saudáveis por questões financeiras. Então, quando você oferece preços mais acessíveis e atrativos, acaba criando uma cultura de que “não tem mais desculpa para não fazer esportes”. Falta tempo? Então insira os esportes dentro do seu local de trabalho. Contrate profissionais da área de educação física e realize aulas leves por alguns minutos, como de ioga, ginástica funcional, aula de dança entre outros exercícios que possam ser inseridos dentro da sua estrutura empresarial. 

Reavalie seu local de trabalho e invista em tecnologias

Como sua empresa trabalha a segurança do trabalho e a medicina preventiva dos seus colaboradores? Há quanto tempo você não realiza aferição sobre pressão arterial, batimentos cardíacos, peso, altura e índices de gordura dos seus funcionários? 

Muitas vezes o setor de recursos humanos assume diversas demandas, fazendo com que a segurança no trabalho ou medicina preventiva fique em segundo plano. Entretanto, isso pode acabar acarretando em graves problemas e gastos com plano de saúde ou até mesmo afastamento de funcionários por doenças ocupacionais. É preciso ter em mente que muitas doenças, como depressão e problemas musculoesqueléticos, podem acabar levando à obesidade ou influenciando nos comportamentos alimentares dos colaboradores. 

Obesidade nas empresas

Para isso, surgem no mercado algumas soluções tecnológicas que automatizam o controle da saúde dos seus funcionários, facilitando em muito essa responsabilidade.  Aqui na TeleWorld, trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, você consegue aplicar com maior certeza seu projeto para conscientizar sobre a obesidade nas empresas. 

Leia também: Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e comece agora a construir ações efetivas relacionadas à obesidade nas empresas.

segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Poucas pessoas compreendem, mas segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas são conceitos que estão extremamente interligados e devem andar juntos se uma organização busca produtividade e satisfação dos seus colaboradores. Um negócio para estar sempre competitivo no mercado requer diversas estratégia e atualizações. Além de planejamentos econômicos ou de vendas, um gestor ou empresário sempre precisa estar atento a segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. 

A efetiva aplicação de iniciativas que visem uma melhora na segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas implica em um profundo respeito pelo colaborador, mas também é um forte indicador de como a organização está indo dentro e fora do mercado. Essa avaliação torna-se mais fácil a partir do momento em que uma organização disponibiliza aos seus funcionários ferramentas que passam a educar, treinar e proporcionar um aumento no bem-estar e melhora nos hábitos que interferem na segurança, saúde e qualidade de vida. 

Leia também: O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Para garantir segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas algumas ações devem ser tomadas e é preciso estar disposto a transformar certas rotinas do seu negócio e também repensar estratégias adotadas até então. Essa necessidade de atenção à segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas é evidenciada quando levamos em conta números divulgados pelo Ministério Público do Trabalho. Entre 2012 e 2017, acidentes de trabalho custaram mais de R$ 26 bilhões à Previdência Social. Esse valor abrange o pagamento de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, pensão por morte e auxílio acidente nesse período de 6 anos. 

Se você quer transformar essa realidade e trazer maior segurança no trabalho e qualidade de vida na sua empresa, abaixo apresentamos alguns pontos de atenção essenciais e como chegar lá. Continue lendo e confira! 

Fatores que envolvem segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Antes de saber efetivamente o que você pode fazer para conseguir transformar a segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas, é essencial compreender o que enquadra esses conceitos dentro de uma organização. A segurança do trabalho visa criar mecanismos e investir em atitudes que ajudem a controlar e minimizar os riscos associados às diferentes funções desempenhadas pelos colaboradores. Mais do que investir em EPI (Equipamentos de Proteção Individual), parte fundamental da realização de tarefas de maneira segura, é preciso tomar outras medidas para que seus colaboradores estejam seguros. Afinal existem diversas funções, administrativas por exemplo, que não são utilizados EPIs, mas que também estão sujeitas a acidentes. 

segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Ou seja, em qualquer ambiente profissional é necessário tomar algumas atitudes para conseguir unir segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. Saiba sempre que muitos acidentes ocorrem por distração e podem ser evitados. Além dos acidentes, uma grave causa do afastamento de funcionários está no número crescente de doenças ocupacionais

Nesse sentido, a qualidade de vida segue sendo um fator determinante e concomitante aos investimentos em segurança no trabalho. Quando falamos sobre segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas, estamos levando em conta

  • Satisfação com a organização, funções exercidas e com o ambiente profissional em que cada funcionário está inserido
  • Possibilidade de desenvolvimento profissional 
  • Salários, jornada de trabalho e benefícios justos 
  • Soluções atualizadas de Tecnologia e Gestão de Pessoas
  • Projetos e treinamentos para melhoria constante do clima organizacional e integração entre setores
  • Liberdade de participação e expressão
  • Planos de segurança, como em caso de incêndios, e orientações sobre uso de EPIs

Esses itens apresentados são só alguns dos tantos que podemos pontuar quando o assunto é segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. Cada negócio possui necessidades individuais que dependem da natureza da atividade profissional, como também do ambiente em que está inserido, além da área de atuação no mercado. 

Abaixo apresentamos três atitudes que você pode tomar a partir de agora para promover uma melhora na segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. 

Invista em saúde preventiva

Um ponto importante de partida é saber que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a maioria das doenças poderiam ser evitadas apenas tendo hábitos de vida mais saudáveis e consultando médicos com frequência. Quando buscamos investir em segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas, é preciso dar uma atenção especial para saúde preventiva dos colaboradores. Também denominada medicina preventiva, como o próprio nome já diz, é a especialidade médica que busca pôr em prática ações antecipadas para evitar e diminuir as chances de desenvolvimento de doenças que possam se instalar e provocar consequências mais graves ao organismo. 

segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Uma empresa que dá atenção a esses aspectos é àquela que cria mecanismos para incentivar e conscientizar os colaboradores a modificarem seus hábitos e condições de vida, eliminando fatores de risco. Algumas ações que podem ser realizadas, são: 

  • Palestras e cursos que demonstrem a importância da realização de atividades físicas, riscos do sedentarismo ou sobre atitudes não saudáveis, como o tabagismo
  • Oferta de uma alimentação saudável, além de ginástica laboral ou parceria com clubes ou academias 
  • Dia da saúde corporativa, com médicos atendendo seus funcionários dentro do próprio local de trabalho, além de oferta de exames rápidos. 

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Trace planos de carreira e metas bem definidas

Um dos fatores que afeta diretamente a motivação dos colaboradores e qualidade de vida nas empresas é a ausência de transparência nos processos de desenvolvimento dos funcionários. É importante pensar estrategicamente e deixar claro para todos os colaboradores até onde eles podem chegar e o que é valorizado dentro do seu negócio. 

segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Estabeleça metas específicas para cada área e sempre busque estabelecer feedbacks constantes de como está a empresa e também como cada colaborador pode impactar positivamente ou negativamente para a produtividade e crescimento da organização. Estabeleça um canal aberto entre funcionários, gestores e Recursos Humanos, em que seja possível realizar diagnósticos do que está dando certo ou errado e impactando diretamente na segurança no trabalho e qualidade de vida na empresa. 

Invista em tecnologia

Para muitos já é natural a necessidade de unir tecnologia à segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. Entretanto alguns ainda não conhecem a fundo soluções tecnológicas que permitem um avanço e aceleração de resultados quantitativos e qualitativos em relação a essas duas categorias dentro de uma organização. Hoje em dia há ferramentas que facilitam as comunicações, programas que integram os processos da empresa e sistemas que ajudam a fazer uma boa gestão de seus recursos humanos.

Aqui na TeleWorld você encontra soluções para controle do relógio ponto, ferramentas para segurança no trabalho e medicina preventiva, terminais inteligentes de autoatendimento, além de instrumentos para controle de acesso de pessoas e veículos. Quer saber como cada uma dessas soluções pode ajudar a melhorar a segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas? Então entre em contato agora mesmo conosco! 

Leia também: A importância da segurança do trabalho nas empresas

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projeto para segurança do trabalho

Passo a passo: projeto para segurança do trabalho

Se sua empresa ainda não tem, é bom saber que já passou da hora de criar um projeto para segurança no trabalho. As políticas de prevenção estão diretamente relacionadas a outros indicadores do seu negócio, como despesas, reputação engajamento, produtividade e organização. Mais do que possuir programas de proteção contra quedas ou cumprir as exigências de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), um projeto para segurança no trabalho busca transformar mentalidades, posturas e comportamentos de todos os funcionários de uma empresa. 

O primeiro passo para criar e pôr em prática um projeto para segurança no trabalho é entender que a prevenção não é uma prioridade, mas sim, um dos valores fundamentais que devem permear uma organização. Sua empresa deve visar um futuro em que não será mais necessário falar sobre segurança no trabalho, por já ter se tornado uma realidade intrínseca a todos os atos cotidianos do negócio. A segurança no trabalho deve permear decisões e estar inserida na cultura da empresa, como estão os objetivos comerciais e financeiros. 

Leia também: Saúde preventiva nas empresas: o que é e como ser eficiente

Os números de acidentes de trabalho, como também dos custos à Previdência Social, evidenciam a necessidade de haver um projeto para segurança no trabalho nas empresas. Segundo dados do Governo Federal, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking de acidentes de trabalho e entre 2012 e 2017, esse dado alarmante custou mais de R$ 26 bilhões à Previdência Social. Essa realidade precisa e pode ser transformada com algumas medidas imediatas em todas as empresas brasileiras. Para isso, fizemos um passo a passo para você iniciar a criação de um projeto para segurança no trabalho na sua organização. Confira: 

Passo 1: Desenvolva uma análise de riscos e de comportamentos

Antes de iniciar qualquer projeto para segurança no trabalho, é essencial desenvolver uma análise completa e de forma contínua sobre todos os riscos envolvidos nas diferentes atividades áreas da sua empresa. Seja qualquer porte que for sua empresa ou setores de atuação – desde os que envolvem fábricas ou até mesmo em ramos administrativos ou escritórios. É preciso levantar informações sobre ocorrências de acidentes, histórico de doenças ocupacionais e também o que os funcionários pensam sobre segurança no trabalho.

Projeto para segurança do trabalho

Um passo importante que deve ser dado é manter em dia a Análise Ergonômica da sua organização. Ela visa prever condições ideais para os funcionários, levando em conta pontos como mobília, transporte, equipamentos, níveis de ruído, iluminação, temperatura, umidade. Realizar constantemente essas avaliações é ter um projeto para segurança no trabalho mais eficiente e eficaz.

Outro aspecto essencial é a postura com que todos os colaboradores encaram a necessidade de um projeto para segurança no trabalho. É comum que diversas empresas já possuam iniciativas e investimentos para prevenir acidentes, como também doenças ocupacionais, porém poucos funcionários põem em prática. É preciso envolvimento de todos e que os gestores estimulem seus funcionários a se envolverem diretamente no projeto para segurança no trabalho.

Lembra do que falamos no início do texto? Segurança no trabalho precisa virar uma consciência coletiva e um hábito comum e automático para todos. 

Nessa análise também é preciso perceber erros mais comuns cometidos pela empresa, como ocorrências sem devidas soluções. Em muitos casos, problemas menores, de pequena repercussão, acabam tendo suas resoluções postergadas. É preciso dar a devida atenção a todos os problemas, independente dos graus de gravidade. 

Leia também: Como aplicar o empreendedorismo sustentável

Passo 2: Conscientização

Projeto para segurança do trabalho

Após realização dessas avaliações, para continuidade na criação de projeto para segurança no trabalho é importante incluir palestras, congressos e ações para que todos compreendam a importância de estar sempre atento a segurança e prevenção. Se for o caso, disponibilize treinamentos aos colaboradores. Eles precisam estar devidamente instruídos e preparados para agir da maneira adequada e realizarem uma observação inteligente sobre sintomas que possam estar sendo manifestados que indiquem possíveis problemas de saúde. 

Passo 3: Invista em estratégias e tecnologia

Cada empresa deve ter estratégias específicas para garantir o sucesso no projeto para segurança no trabalho. Isso porque, dependendo da área que sua empresa atua no mercado, é possível que seu ambiente de trabalho apresente mais ou menos riscos. Então é preciso realizar, além de uma pesquisa interna, tentar compreender como outras empresas do mesmo setor estão atuando e quais estratégias são adotadas por elas. Para alcançar produtividade e se manter competitivo é essencial mudar hábitos de dentro para fora, porém, sempre estar em sintonia com todas as exigências. 

projeto para segurança do trabalho

Entre algumas estratégias comuns a serem incluídas em todos os projetos de segurança no trabalho está a inclusão de uma gestão de saúde corporativa, por exemplo. Muitas doenças ocupacionais podem ser prevenidas se não diagnosticadas antecipadamente, evitando maiores complicações. 

Leia também: Gestão de Saúde Corporativa: como implementar em 7 passos

Outros pontos importantes de investimento são em soluções tecnológicas que facilitem a aplicação do seu projeto para segurança no trabalho. Foi-se o tempo em que era preciso anotar tudo em papéis ou realizar constantemente vistorias presenciais para aferir a situação atual das áreas de trabalho do seu negócio.  Com equipamentos tecnológicos, além de cortar custos, sua empresa consegue inserir a segurança no trabalho com maior facilidade e eficiência

Aqui na TeleWorld, oferecemos o que há de mais moderno e avançado em segurança do trabalho. Nossos equipamentos de última geração oferecerem soluções inovadoras para demandas como aferição e identificação de trabalhadores. Trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, sua empresa consegue aplicar com maior certeza seu projeto para segurança no trabalho a partir dos dados gerados pelo aplicativo, criando um banco de informações sobre todos os colaboradores.

Quer saber mais sobre? Então entre em contato conosco e comece agora seu projeto para segurança no trabalho! 

Leia também: A importância da segurança do trabalho nas empresas

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Até a próxima!

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa?

Um grande desafio no mercado atualmente é ter real noção sobre o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa. Com tantas mudanças e transformações na maneira como os negócios se mantém e nas qualificações dos profissionais, é comum vermos corporações entrando em crise pela baixa eficiência e alcance de resultados.

Você provavelmente já deve conhecer alguma história de uma empresa que tinha tudo para dar certo, mas no fim acabou dando errado, não é mesmo? É possível que o principal motivo para isso ter ocorrido foi a baixa produtividade dos funcionários, seja por estarem desmotivados ou por não ter havido um processo seletivo qualificado. Ainda é muito difícil para muitos empresários saberem mecanismos para realizar um diagnóstico sobre o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa e dos seus colaboradores.

Essa questão tão importante para gestores e Recursos Humanos precisa ser resolvida. Para isso, resolvemos separar três atitudes imediatas para de uma vez por todas entender o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa e criar um plano de ação. Continue lendo e fortaleça o sucesso do seu negócio!

Leia também: Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

1 – Foque na qualificação profissional

Antes mesmo de analisar o seu quadro atual de funcionário a fim de responder o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa, é preciso reavaliar como você está realizando seus processos seletivos. Você realiza um estudo detalhado das demandas das áreas da sua empresa e do perfil profissional esperado para cada vaga em aberto? Além disso, quando você entrevista um profissional, você leva em conta quais características? Você busca entender como a personalidade profissional do seu entrevistado concordará ou não com a cultura organizacional?

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

São pontos primordiais para conseguir, após a contratação, manter o funcionário produtivo. Contratar profissionais com um vasto currículo de experiências e formações, pode parecer atrativo. Entretanto isso não é garantia para que ele venha a ter sempre uma qualificação e produtividade no seu negócio. É preciso investir sempre em treinamentos, palestras, congressos, estudos estratégicos com diagnósticos de pontos a serem melhorados, oferta de descontos em cursos profissionalizantes.

Mais do que apresentar opções, é importante incentivar e beneficiar quem busca esse tipo de atualização profissional. Valorize os talentos dos seus profissionais e busque criar metodologias que os desenvolva constantemente, visando sempre maior eficiência nas diversas áreas de atuação.

2 – Defina metas e objetivos bem estabelecidos

Muitas vezes nessa busca pelo o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa é importante logo de início reavaliar as estratégias e prazos já estabelecidos em cada área. É importante e essencial que cada equipe da sua empresa possua um foco de atuação e entenda a importância de sua eficiência na construção do resultado final e sustentabilidade do negócio. Entretanto, você provavelmente já deve ter visto ou notado até mesmo no seu próprio quadro, funcionários que não sabem de fato a importância dos seus trabalhos, muito menos como eles interferem no todo.

É importante fortalecer a sinergia entre todos os colaboradores, com integração de resultados e metas específicas, mensuráveis e, claro, alcançáveis e relevantes. Não adianta de nada você definir objetivos enormes, se na prática, eles nunca serão realizados. É comum muitos gestores acreditarem que ao colocarem uma meta muito maior do que a possível de se alcançar, os funcionários irão ser ainda mais produtivos para chegar ao menos perto. Só que na prática, essa estratégia pode ter efeito contrário. Por terem noção da dificuldade, muitos podem acabar desistindo logo de início e nem tentando chegar perto.

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

Outro ponto importante é definir exatamente as responsabilidade e papéis de cada um dos seus colaboradores, seja em pequenas, médias ou grandes empresas. Problemas nessas definições podem causar grandes prejuízos e até mesmo futuros processos trabalhistas. O funcionário pode acabar tendo que assumir tantas funções, que no fim, não desempenhará nenhuma delas com eficiência e qualidade. O famoso “fazer o feijão com arroz bem feito, antes de tentar assumir outras responsabilidades”.

Então para conseguir estabelecer o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa é importante dividir as tarefas dos seus colaboradores de forma clara, detalhada e sempre mantendo um canal aberto entre os funcionários e gestores, permitindo esclarecimentos sobre o que está sendo feito e o que é prioritário. Esse ponto de comunicação é essencial quando se busca uma resposta para o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa. Você só conseguirá realizar um diagnóstico do que está dando errado quando conseguir ouvir de fato um feedback de todos do seu negócio sobre o que esperam que seja feito diferente.

Seus colaboradores podem ser a resposta sobre o que está dando errado e o que tem feito com que a produtividade esteja em baixa. Muitas vezes produtividade está totalmente ligada a motivação. Então fique de olho no alinhamento da cultura organizacional com os desejos individuais ou das equipes do seu negócio. Crie grupos de clima, converse com gestores, conheça mais sobre seus funcionários e crie um sentimento interno em que todos fazem parte da construção do resultado do negócio e que cada um pode impactar diretamente no sucesso ou não.

Leia também: Como os processos de gestão favorecem a sua empresa

3 – Invista em tecnologia

Atualmente existem no mercado diversas ferramentas tecnológicas que permitem aos colaboradores acelerar processos, diminuir burocracias desnecessárias e automatizar tarefas manuais que impactam diretamente na produtividade. Hoje em dia há recursos que facilitam as comunicações, programas que integram os processos da empresa e sistemas que ajudam a fazer uma boa gestão de seus recursos humanos.

O que é necessário para alcançar a produtividade na empresa

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Leia também: A Pirâmide de Maslow aplicada ao seu negócio e a gestão de pessoas

Esperamos ter lhe ajudado a compreender o que é necessário para alcançar a produtividade na empresa. Não deixe de compartilhar esse post nas suas redes sócias e auxiliar mais pessoas nessa questão!

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Qual a diferença entre gestão de pessoas, RH e departamento pessoal?

Com estruturas cada vez mais plurais e complexas, as empresas atualmente acabam enfrentando certa dificuldade ao estabelecer funções para diferentes áreas, como a de Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal. Seja por desconhecerem as funções de cada uma delas, ou por simplesmente haver uma má organização, muitos negócios acabam enfrentando sérias consequências por não compreenderem o que cada um desses setores influencia no todo. 

Por mais que Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal são áreas relacionadas aos colaboradores de uma empresa, cada uma delas possui atividades próprias e lida com aspectos singulares do capital humano, exigindo especializações e demandas específicas. A confusão entre elas se dá exatamente por esses setores serem complementares um aos outros. Apesar disso, eles não são a mesma coisa, apenas complementares

Se você busca resultados mais eficazes, almejar lucros, ter colaboradores motivados e engajados e alcançar uma alta produtividade, é essencial compreender de uma vez por todas as diferenças entre Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal. Abaixo apresentamos as principais atividades e funções de cada um desses setores na empresa. Confira: 

Gestão de pessoas

Talvez o termo e área mais difícil de diferenciar entre Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal, seja justamente o primeiro. Isso porquê muitos negócios não possuem de fato um setor para tratar desse assunto, quando na verdade deveria existir. O termo gestão está relacionado a administração, portanto, quando falamos de Gestão de Pessoas estamos nos referindo a um conjunto de atividades feitas pelos gestores de cada uma das áreas de uma empresa. Cada gestor tem um papel de gerir, administrar, seus funcionários diretos, como também os bens e serviços relacionados ao seu trabalho. Cabe a um gestor focar em algumas atividades, como: 

  • Criar processos motivacionais com sua equipe
  • Estabelecer relacionamento interpessoal e incentivar o desenvolvimento profissional
  • Planejar e liderar a equipe realizando um trabalho conjunto e específico, dependendo da situação
  • Avaliar comportamentos e resultados, dando feedbacks constantes e ouvindo o que os colaboradores têm a dizer
  • Comunicar sobre a cultura organizacional e repassar informações sobre atualizações que a empresa possa estar passando 

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Tendo em vista todas essas demandas de atividades aos gestores, faz-se necessário haver um departamento específico para auxiliar e capacitar esses processos. O setor de Gestão de Pessoas tem como principal função motivar seus colaboradores e manter um espaço de comunicação onde o colaborador consiga ser ouvido e ter voz de decisão. De maneira geral, a principal diferença entre os dois tópicos seguintes, é que o Departamento de Gestão de Pessoas age diretamente no bem-estar e engajamento dos colaboradores e orientação aos gestores

Leia também: Desafios de investir na gestão de pessoas: vantagens, obstáculos e resultados

 

Recursos Humanos (RH)

O Recursos Humanos e a Gestão de Pessoas muitas vezes acabam se confundindo, principalmente por, em muitas empresas, os responsáveis dessas duas áreas trabalharem no mesmo espaço físico e a atuarem em conjunto para atingir metas comuns, como reduzir o turnover, potencializar o capital intelectual, aumentar a satisfação dos colaboradores. Contudo, quando buscamos diferenciar Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal, devemos considerar como principal foco do RH planejar uma estratégia macro para a empresa focando na proximidade entre a cultura organizacional e os objetivos individuais de cada colaborador. Enquanto na Gestão de pessoas é diagnosticado o que é preciso ser organizado ou transformado, cabe ao RH pensar em metodologias e estratégias para que de fato essa mudança ocorra. 

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Job applicant having an interview.Group of business people having job interview with young woman.

Por exemplo: o gestor de pessoas pode perceber que determinado setor da empresa não está em sintonia e apresentando desavenças ou resultados muito abaixo do esperado. Cabe ao RH propor as técnicas para aumentar essa satisfação e ações para que produza o efeito desejado, podendo muitas vezes perceber a necessidade de renovação do time de funcionários. 

Abaixo algumas funções dos profissionais de RH:

  • Realizar os processos de seleção e recrutamento
  • Planejar atividades de integração de novos colaboradores
  • Criar formas de premiação por metas alcançadas
  • Verificar a qualificação profissional de determinados profissionais para vagas 
  • Plano de Carreira
  • Promover palestras motivacionais
  • Fundamentar métodos para avaliação de desempenho dos colaboradores
  • Estruturar planos de cargos e salários

Leia também: Processo de seleção: como escolher o candidato certo para cada vaga

 

Departamento Pessoal

Para finalizar essa diferenciação entre Gestão de Pessoas, RH e Departamento Pessoal, chegou a hora de explicar o último setor em questão. Enquanto Gestão de Pessoas e RH está fortemente ligado ao envolvimento do colaborador na organização, o Departamento Pessoal é responsável por cuidar dos aspectos mais burocráticos e trabalhistas da empresa, muitas vezes tendo em seu escopo de funcionários Administradores ou técnicos em Administração. 

O Departamento Pessoal centraliza as informações sobre o capital humano da organização, construindo uma base de dados a fim de focar na sustentabilidade financeira da empresa e muitas vezes concedendo subsídios às práticas dos gestores de pessoas e de RH. 

Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal

Veja as principais responsabilidades desempenhas pelos funcionários do Departamento Pessoal: 

  • Realizar pagamentos 
  • Definir cargas horárias de trabalho
  • Formalizar Contratos e Registro de Carteira 
  • Cálculos de Férias, Horas Extras, Vale Transporte, Alimentação, 13º, Licença maternidade, FGTS, INSS e indenizações 
  • Normatizar o processo de contratação e demissão de colaboradores 

Leia também: Como a saúde interfere na produtividade nas empresas

Como você percebeu existem diferenças fundamentais entre Gestão de pessoas, RH e Departamento Pessoal. Os três setores existem na sua empresa? O trabalho realizado em cada um deles está de acordo com essas funções estabelecidas ao longo do texto? Se sua resposta for não para cada uma dessas perguntas, talvez esteja na hora de rever os processos e a estrutura da sua organização. 

Nunca se esqueça que o Departamento Pessoal tem como objetivo auxiliar a empresa no que diz respeito às suas atividades administrativas de negócio. Já o Recursos Humanos, tem foco no desenvolvimento pessoal. Por fim, o setor de Gestão de Pessoas deve observar o relacionamento interpessoal dos colaboradores. Quando cada uma dessas áreas está bem estabelecida em uma empresa, os colaboradores e toda a empresa ganham em produtividade e resultados positivos

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Até a próxima! 

Processo de Seleção

Processo de seleção: como escolher o candidato certo para cada vaga

O processo de seleção de candidatos para vagas em aberto sempre é um grande desafio para gestores e empreendedores. Muitas vezes, com perfis tão variados e inúmeros currículos recebidos, fica a questão sobre quais critérios é preciso levar em conta, o que analisar, como realizar a seleção e o que priorizar. O mercado cada vez mais está competitivo e ter um processo de seleção qualificado e com regras bem estabelecidas é uma exigência na gestão de pessoas do seu negócio.

Desde o início do processo de seleção, com a divulgação da vaga, já surge em nossas mentes perfis ideais para determinadas funções. Entretanto, quando se dá início ao recebimento de currículos e entrevistas, é comum nos depararmos com características variáveis e qualificações muitas vezes opostas daquelas expectativas iniciais. É normalmente nessa hora que surge o dilema sobre como escolher o candidato certo para cada vaga.

“Quais candidatos chamar para entrevista? ”; “quantas entrevistas são necessárias? ”; “é preciso incluir testes ou dinâmicas em grupo? ”, dúvidas como essas são comuns e cotidianas de recrutadores e equipes de Recursos Humanos. Se há algum tempo atrás bastava uma única conversa para se ter noção sobre o candidato, é cada vez mais comum que haja um processo de seleção mais profundo e com algumas etapas bem estabelecidas para avaliar de fato a qualificação profissional do candidato e se seu perfil se encaixa com o que se espera para a vaga. Abaixo apresentamos algumas dicas de como realizar um processo de seleção que consiga, de fato, escolher o candidato certo para cada vaga. Confira! 

Entenda muito bem sobre o cargo, sua empresa e o perfil do candidato

Uma boa equipe de Gestão de Pessoas ou um gestor deve compreender, antes de um processo de seleção, toda a cultura organizacional e padrões de comportamentos esperado por parte dos colaboradores. Além disso, cada área do seu negócio provavelmente possui um perfil de atuação e demanda profissional, muitas vezes específicos. Isso é normal, mas deve se ter bastante consciência antes de selecionar um candidato. Provavelmente o funcionário esperado para uma equipe de Marketing, por exemplo, tem um perfil completamente diferente do selecionado para uma equipe Financeira.

Processo de Seleção

Outro ponto comum é vermos candidatos selecionados apenas por possuírem qualificações que se encaixam no perfil profissional esperado para a vaga aberta. Entretanto, logo que são contratados passam a enfrentar sérios problemas de identificações com a missão e valores da empresa, sem haver nenhuma afinidade com a cultura. O principal ponto de candidatos assim é a baixa produtividade após a contratação por conta da desmotivação. Muitos colaboradores entram na organização esperando uma coisa, enquanto a empresa demanda outra.

Então, quando você for realizar um processo de seleção, procure deixar muito claro em sua mente quais são os valores do seu negócio e tente compreender se o candidato se encaixa neles ou possui algum incômodo com alguns dos aspectos esperados para a sua equipe.

Leia também: Cinco dicas de como ser mais inclusivo na sua empresa

Crie mapas mentais de perguntas-chaves para a contratação

Ao iniciar as conversas iniciais para o processo de seleção é natural querer logo de cara contratar alguém que se encaixou com atributos semelhantes que tenham se destacado particularmente para o recrutador. Seja uma característica profissional mais próxima do currículo do gestor ou do profissional de RH em questão, ou até mesmo uma afinidade de personalidades. Entretanto, essa escolha pode estar sendo extremamente subjetiva e não levando em conta aspectos objetivos e essenciais.

Processo de Seleção

Para garantir que sua escolha será extremamente fundamentada e tentando ao máximo se distanciar dos seus gostos pessoais, é importante verificar seus critérios de contratação e planejar aspectos importantes a serem analisadas no candidato, desde questões técnicas, até de vivência profissional, como, por exemplo: quais experiências o candidato já tem e como elas podem ser essenciais para a vaga em questão; habilidades avançadas relevantes; após contratado, quanto tempo de treinamento esse candidato demanda; a eficácia e rapidez que o candidato irá apresentar seu trabalho no dia a dia; seu histórico de crescimento e desenvolvimento profissional onde trabalhou, bem como se o candidato assume erros que possa ter cometido;  suas qualidades e características quantitativas de realizações de carreira; entre outros aspectos específicos que cada vaga pode vir a ter necessidade ou sua empresa espera saber sobre o candidato.

Leia também: Como os processos de gestão favorecem a sua empresa

Mas afinal, quantas fases são necessárias para um processo de seleção?

Uma dúvida comum em quem está em busca do candidato certo para cada vaga é como realizar o processo de seleção e quais mecanismos inserir nele. Como descrito acima, as entrevistas são extremamente importantes para descobrir as características profissionais, sociais e intelectuais de cada candidato. Entretanto, a forma como ela será realizada, bem como a abordagem podem influenciar diretamente nessa percepção.

Processo de Seleção

Muitas empresas têm realizado múltiplas etapas em seu processo de seleção, desde uma primeira apresentação em vídeo ou texto, uma dinâmica em grupo, entrevistas individuais com mais de um recrutador, até um teste final específico para cada vaga. Porém, muitos candidatos acabam desistindo logo de início ou recrutadores acabam enfrentando uma dificuldade ainda maior de conseguir definir métricas e pontos avaliativos em cada uma dessas fases.

A dica é não fazer porque todo mundo faz. Procure compreender quais são as necessidades do seu negócio e da área em questão do cargo a ser ocupada. Faça uma análise do perfil profissional que já atua nessas equipes e quais são os métodos atuais utilizados para avaliar o rendimento dos funcionários.

Quando estabelecemos que todos os futuros funcionários terão que fazer um vídeo de apresentação, por exemplo, podemos estar inconscientemente dando exclusividade para profissionais extrovertidos, comunicativos ou que consigam se desenvolver bem perante às câmeras. Mas será que todas as áreas da sua empresa têm necessidade de ter um profissional assim?

O mesmo funciona para testes e técnicas de simulação em grupo. Áreas mais práticas, como equipes de TI ou de vendas, talvez um exercício seja uma boa estratégia para o seu processo de seleção. Agora outra área, como a de Gestão de Pessoas, talvez não seja assim tão necessário um teste prático, mas sim entrevistas individuais ou até mesmo dinâmicas em grupo.

Leia também: 8 vezes que candidatos não foram contratados por algum post nas redes sociais

Como você percebeu, o processo de seleção deve ser tratado com atenção e cuidado por todos os gestores e equipes de RH. Ele demanda bastante tempo e dedicação, sendo necessário conhecer bem o negócio e cada vaga em aberto. Não se deve aplicar uma mesma técnica para todos os casos e é importante utilizar alternativas de instrumentos para conseguir identificar o candidato certo para cada vaga.

Se esse texto lhe ajudou a criar um processo de seleção qualificado para o seu negócio, não deixe de compartilhar nas suas redes sociais.

Até a próxima!