8 vezes que candidatos não foram contratados por algum post nas redes sociais

Uma das dicas que já ouvimos falar é prestar bastante atenção ao que está nas suas redes sociais, principalmente se as postagens antecedem a uma entrevista importante de emprego. Existem diversos casos de pessoas que deixaram de ser contratadas ou que nem foram chamadas para entrevista por conta do que as suas páginas nas redes sociais diziam.

Mas, você sabe até que ponto isso pode impactar negativamente um processo seletivo? Em seguida, contaremos algumas histórias reais sobre candidatos que iam bem em determinados processos seletivos mas que, por um deslize, botaram tudo a perder.

Em alguns destes casos, os candidatos se comportaram realmente mal, já em outros, os posts colocavam em dúvida aquilo que dizia em seus currículos. Para saber o que não fazer nas redes sociais enquanto se procura um emprego, acompanhe os casos a seguir:

 

1 – Não seja agressivo nas suas redes sociais

Uma empresa da Geórgia estava quase finalizando um processo seletivo, quando um candidato foi desmascarado nas redes sociais. O concorrente estava aplicado para uma vaga de coordenador de transações, no qual precisaria lidar com tarefas como documentos, agendamento e coordenação de vendedores, advogados, financiadores, empresas de títulos e muito mais.

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Foi quando a equipe de RH encontrou posts em seu Facebook (na conta pública do candidato) que fizeram repensar a escolha. O candidato estava postando conteúdo político, o que durante uma campanha presidencial não era incomum. Porém, notaram um ar bem agressivo nas respostas que ele dava para as pessoas que discordavam da sua opinião.

A empresa com a vaga em aberto buscava por um candidato que fosse capaz de deixar de lado suas diferenças e trabalhar bem em equipe. A ação vista nas redes sociais dizia claramente o oposto sobre o comportamento do candidato e, por isso, ele não conseguiu a vaga de emprego.

2- Não minta. Nunca!

O fundador de uma agência de empregos de São Francisco teve uma experiência um tanto quanto desconfortável.

Certa vez, uma candidata a um cargo de assistente administrativo ligou para cancelar sua entrevista em cima da hora, com a “desculpa” que a sua mãe tinha falecido. Então, é claro que eles entenderam e não tiveram problemas para reagendar. Logo depois, ela mandou um e-mail para dizer que precisava de um pouco mais de tempo.

Desconfiados, procuraram a candidata no Facebook e foram surpreendidos com uma foto dela jantando com a mãe, um dia depois de sua suposta morte. Então, a lição aqui é simples: não minta, e certifique-se de como você está se apresentando nas mídias sociais. Pode ser que alguma atitude vá de encontro com a história que você está contando no seu processo seletivo.

 

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3- Brincadeiras fora do contexto podem ser um problema nas redes sociais

Esta mesma agência estava contratando novos funcionários para uma creche da cidade. Dentro deste contexto, se fazia extremamente necessária uma pesquisa mais aprofundada sobre os candidatos e seus antecedentes.

O candidato em questão tinha uma conta no Twitter que apresentava repostagens do Children Falling Over, um site dedicado a fotos e vídeos de crianças caindo. Embora os posts tivessem alguns anos e mesmo não sendo nada muito sério, a empresa não quis correr o risco e dispensou o possível funcionário.

 

4- Comporte-se quando o seu time estiver em campo

O antigo diretor da Universidade de Delaware liderou um processo seletivo onde precisava escolher entre dois candidatos com capacidades e habilidades muito semelhantes entre si. E adivinha qual foi o caminho usado para a tomada de decisão? Sim, as redes sociais.

Um dos candidatos não tinha presença no LinkedIn e, além disso, o seu Facebook estava repleto de palavrões e xingamentos contra seus times rivais no futebol. É claro que o outro candidato teve vantagem e conseguiu a vaga de emprego.

 

5- Visões controversas em relação a postura da empresa

Encontrar alguém com as habilidades técnicas necessárias era um desafio para Cristian Rennella, co-fundador e CEO da elMejorTrato.com. Mas, em meio a tantos currículos ele conseguiu identificar um candidato promissor.

Ao pesquisar o seu histórico nas redes sociais, encontraram um tweet em que o candidato afirmou que ter um diploma universitário é um requisito para conseguir um emprego como programador. “Isso vai claramente contra a cultura da empresa, onde consideramos que alguém não deve ser qualificado por seus títulos ou pela falta deles, mas sim pela capacidade de desenvolver o trabalho”, diz Rennella.

6- Já conseguiu o emprego? Cuidado redobrado com o que vai escrever nas redes sociais

Uma estagiária recém contratada fez um post para informar a notícia e escreveu que iria usar a oportunidade de estágio para aproveitar o verão e teoricamente não trabalhar como deveria. A empresa, que logo encontrou o post, ficou tão descontente que rescindiu sua oferta.

 

Concluindo

Sabemos que procurar emprego não é uma tarefa fácil. Invista um tempo e busque em suas redes sociais conteúdos que possam impactar de maneira negativa em algum processo seletivo. Você se contrataria com base no que vê em suas redes sociais? Se a resposta for não, pergunte-se o porquê.

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