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Tecnologias no RH: quais as principais soluções e como escolher

Foi-se o tempo que inovação era algo inalcançável ou muito distante para as empresas. Hoje o mundo dos negócios está cada vez mais atento e imerso em inúmeras soluções que buscam trazer mais produtividade e competitividade entre os concorrentes. Dentro desse contexto, as tecnologias no RH vêm conquistando espaço e reformulando a maneira como as organizações lidam com a Gestão de Pessoas. 

A área de Recursos Humanos, ao longo dos últimos anos, assumiu um papel ainda maior de protagonista na criação de estratégias de desenvolvimentos e diagnósticos de uma empresa. As relações de trabalho estão diariamente passando por transformações e as tecnologias no RH assumem um papel preponderante para criação de soluções que agreguem positivamente os novos caminhos e necessidades dos profissionais. 

Neste texto, você vai conhecer algumas das principais tecnologias no RH mais recentes e como elas irão impactar positivamente na sua empresa como um todo. Confira: 

Como a Tecnologia no RH pode potencializar o crescimento de uma organização?

Muitos ainda têm resistência quando o assunto é tecnologias no RH. Isso porque, de fato, a tecnologia não será a única solução para sua empresa dar a devida atenção aos seus colaboradores. Entretanto, as tecnologias no RH foram um relevante divisor de águas para a dinâmica de trabalho dos profissionais de Recursos Humanos. Ela não os substitui, mas servem como um grande auxílio para multiplicar resultados. 

De forma geral, ferramentas modernas aumentam a qualidade do serviço prestado, otimizam recursos, reduzem custos, aprimoram a tomada de decisões e facilitam na compreensão das demandas essenciais para os diferentes funcionários.

Como as tecnologias no RH conseguem trabalhar uma grande quantidade de dados ou reunir em uma única solução variados mecanismos, é possível analisar volumosos perfis, traçar milhares de dados e realizar várias ações simultaneamente, com um diagnóstico de situações problemas e precisão muito maior.

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Conheça 5 tecnologias para ter no RH da sua empresa

Cloud Computing

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Entre as tecnologias no RH que vem se popularizando é o uso da computação na nuvem. O Cloud Computing é um processo que utiliza a capacidade de armazenamento, memória e cálculo dos computadores e servidores interligados por meio da internet. Com essa tecnologia, os dados passam a ser armazenados em um servidor externo à organização e podem ser acessados de forma remota de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Além de cloud computing melhorar a produtividade, ele também pode ser um grande alicerce para alavancar os negócios e se tornar mais competitivo entre os concorrentes. Isso porque, sua principal função é otimizar todos os dados e torná-los ainda mais acessíveis e ao alcance de todos. Se existe uma palavra-chave para definir a transformação digital trazida pelo cloud computing é agilidade. No atual cenário dos negócios, poder acessar arquivos e informações sobre os colaboradores em qualquer lugar e a qualquer hora é extremamente essencial para se conseguir rentabilidade e sucesso. 

Com o Cloud Computing você consegue ter equipes mais integradas e uma comunicação interna eficiente. Ele será responsável por possibilitar a troca de dados de forma segura e eficaz, muitas vezes facilitando a criação de rotinas de trabalhos mais sustentáveis, com menos tempo desperdiçado e maiores ações em conjunto para bater metas e alcançar objetivos traçados para o negócio.  

Plataformas Colaborativas

Plataformas colaborativas, também conhecidas como crowdsourcing, são uma das tecnologias no RH mais eficazes para elevar o clima da organização. Elas permitem o envolvimento de profissionais internos ou externos nos projetos da organização. Os participantes podem acessar o sistema de qualquer PC ou dispositivo, fazendo propostas e trocando ideias sobre a demanda em questão.

Ao longo da discussão, a empresa seleciona as melhores soluções apresentadas e abre conversas com os responsáveis. Trata-se de uma ótima maneira de aumentar o volume de contribuições nos projetos da empresa, além de ajudar a organização a ter uma postura mais inovadora.

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People Analytics

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Em Recursos Humanos, o uso do business intelligence e do big data ganhou um novo nome: People Analytics. A estratégia usa dados da internet para identificar o comportamento dos colaboradores. Para isso, a organização recolhe informações de variadas fontes, como metadata (dados sobre dados), redes sociais, reviews de usuários, tendências de marketing e vendas, entre outras.

Essas informações são compiladas e apresentadas por um software de gestão, ou por um cientista de dados, tornando possível reconhecer os motivos que levam para os problemas diagnosticados. Facilitando na formação de líderes e na criação de programas de treinamentos. 

Ponto Mobile

O Ponto Mobile, ou Ponto Certificado, é a tecnologia no RH mais eficaz para a sua organização. Essa solução possibilita a marcação e a gestão de ponto de trabalhadores externos de forma ágil, simples e com total segurança jurídica.

Se sua empresa possui colaboradores que trabalham em diferentes locais, sejam em espaços de coworking, home office ou até mesmo exercendo funções relacionadas ao transporte de cargas, o Ponto Mobile irá te dar segurança jurídica e controle total. 

Seus funcionários poderão registrar o ponto por celular e você conseguirá administrar as horas feitas por eles em qualquer lugar. 

Quer saber mais sobre o Ponto Mobile? Então fale com a TeleWorld! Nós contamos com as tecnologias no RH mais atuais, que irão transformar a gestão do ponto dos seus colaboradores. Em 

Soluções de Segurança do Trabalho e Medicina Preventiva

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Para muitos já é natural a necessidade de unir tecnologias no RH à segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas. Entretanto alguns ainda não conhecem a fundo soluções tecnológicas que permitem um avanço e aceleração de resultados quantitativos e qualitativos em relação a essas duas categorias dentro de uma organização.

Aqui na TeleWorld, trabalhamos com a balança multifuncional Safety Gestão de Saúde. A Safety disponibiliza resultados com precisão e rapidez, além de claro, melhorar a qualidade de vida dos colaboradores. Todos conseguem ter via mobile ou em um computador informações sobre peso, altura, pressão arterial, batimentos cardíacos, índice de gordura e muito mais. Além disso, sua empresa consegue aplicar com maior certeza seu projeto para segurança no trabalho a partir dos dados gerados pelo aplicativo, criando um banco de informações sobre todos os colaboradores. Quer saber mais sobre?  Então entre em contato conosco

Leia também: Como chegar lá: segurança no trabalho e qualidade de vida nas empresas

Se você gostou desse conteúdo, não deixe de compartilhar nas suas redes sociais e auxilie mais empresas a compreenderem a importância das tecnologias no RH e quais são as melhores escolhas.

Até a próxima!

People Analytics

O que é People Analytics e como essa tendência vai transformar a Gestão de Pessoas da sua empresa

É até repetitivo e óbvio falar, mas parece que a cada dia sentimos na prática como os avanços tecnológicos, de fato, transformam nossas vidas e, claro, as empresas. Com a gestão de pessoas não poderia ser diferente. Basta olharmos para trás para percebermos como nossas equipes estão diferentes e como os líderes de empresas possuem outros papéis. Surge em meio a essas novas tecnologias uma nova metodologia: o People Analytics

Provavelmente você já ouviu falar ou até mesmo recebeu a indicação de alguém sobre. Essa tendência surge com um objetivo inicial: reconhecer os colaboradores como os pontos mais valiosos de uma empresa e que, a partir deles, torna-se possível entender e mensurar resultados, produtividade, engajamento e situação atual do clima organizacional. 

Além das transformações enquanto metodologias de trabalho, as novas soluções tecnológicas trouxeram um novo panorama mundial em relação as informações. É fato que hoje os dados sobre pessoas e processos estão cada vez mais acessíveis e, praticamente, qualquer um pode produzir ou compartilhar conteúdo. Entretanto, nesse panorama com explosão de informações e dados, surge o maior desafio: como processá-los e aproveitá-los de maneira correta e positiva? 

Dentro da Gestão de Pessoas, é exatamente essa a função do People Analytics. Abaixo você vai compreender um pouco mais sobre o que é e como utilizar o People Analytics a favor da sua empresa. Continue lendo e confira! 

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Afinal, o que é People Analytics?

O primeiro ponto é bom deixar claro que o People Analytics não é uma ferramenta ou um software. Esse conceito nasce a partir da ideia de Big Data. Como no Big Data, o People Analytics trata-se, na verdade, de uma evolução na maneira como as empresas coletam, organizam e analisam dados de fontes diversas para sustentar decisões ou estratégias sobre gestão de pessoas. Esses dados são utilizados para compreender comportamentos dentro do ambiente de trabalho, melhorar processos e a qualidade da tomada de decisão sobre os profissionais, a fim de concluir o que tornam as pessoas mais eficientes, felizes, criativas, especialistas, líderes. Isso que chamamos de Business Intellligence ou inteligência de mercado. 

People Analytics

De maneira prática, o People Analytics funciona da seguinte maneira:  o primeiro passo da coleta é recorrer aos registros que sua empresa já possui, como: o controle do ponto, onde poderá ser extraído informações como o número de horas trabalhadas, atrasos ou saídas antecipadas; a folha de pagamento, onde você poderá perceber a evolução financeira dos funcionários, analisando a produtividade de cada área com o valor recebido, entre outros dados possíveis, como o currículo entregue anteriormente na hora do processo de seleção ou os dados sobre a saúde dos seus colaboradores.

Ainda, a pesquisa não deve parar por aí. Dentro das empresas, ainda é possível coletar informações a partir de conversas diretas com funcionários, além de pesquisas internas. O People Analytics consiste na coleta do maior número de dados encontrados, como também de diversas fontes. Como: redes sociais, metadata, reviews de usuários, tendências de vendas e de marketing, entre outras. 

O profissional envolvido com People Analytics precisa ter um perfil estratégico e que saiba reconhecer essa intersecção entre esses dados extraídos e os objetivos da empresa. Como nas vendas ou no marketing, o People Analytics nada mais é do que a aplicação dos conceitos de Big Data e do Business Intelligence na Gestão de Pessoas. 

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Para que serve o People Analytics e quais suas vantagens?

Assim como aplicar o Big Data e Business Intelligence em outras áreas da empresa, o People Analytics serve para tornar o negócio mais eficiente. Sabemos que no dia a dia muitos gestores acabam tomando decisões apenas em suas experiências intuitivas. Entretanto, o mercado de trabalho tem exigido processos e estratégias mais claras e embasadas em informações concretas. 

People Analytics

Na área de recrutamento, por exemplo, o People Analytics servirá para cruzar e analisar uma série de informações do candidato ao cargo ou função. Dessa maneira, o gestor e profissional de RH poderão avaliar de maneira mais profunda se o perfil está de acordo com o que a empresa espera. No recrutamento, o People Analytics também é um aliado antes mesmo das entrevistas, na hora de traçar o perfil determinado para cada função, definindo as necessidades e especificações da vaga. 

O uso do People Analytics também pode ser aplicado no desenvolvimento dos talentos na sua organização, além de criar diagnósticos de situações problemas nos diferentes setores. As empresas, cada vez mais, precisam apresentar de maneira clara e acessível seus planos de carreira e as possibilidades de desenvolvimento dos profissionais. Aplicando as técnicas de People Analytics, você poderá mapear comportamentos e condições esperadas para que seus funcionários sejam promovidos ou realocados, impactando diretamente na motivação e satisfação. 

Outro benefício e aplicabilidade do People Analytics está no aumento de produtividade. Medidas que focam na satisfação dos colaboradores não trazem benefícios apenas para a retenção de talentos, mas também para o aumento de resultados.

Com People Analytics torna-se possível analisar dificuldades individuais, em equipes, rotinas de funções que não se encaixam com o objetivo da empresa, horários de trabalho que fogem do contratado ou que não estão de acordo com as necessidades da área, além claro de diagnósticos focado no bem-estar e na satisfação dos colaboradores. 

People Analytics

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Como você percebeu, o People Analytics é uma grande oportunidade para sua empresa tornar-se melhor, tanto entre os concorrentes, como também para seus colaboradores. Evoluções são necessárias para que se consiga atender às exigências do mercado e dos profissionais.  O People Analytics avança junto com o desenvolvimento de tecnologias, diariamente surgindo novas formas de se encarar, armazenar, encontrar e processar dados. 

Aqui na TeleWorld, sua empresa pode contar com soluções que auxiliam no mapeamento e captação de dados. Trabalhamos com as principais tecnologias de Relógio Ponto Eletrônico, Segurança do Trabalho, Controle de Acesso, entre outras soluções. Conheça todas aqui em nosso site ou fale com a gente!

8 vezes que candidatos não foram contratados por algum post nas redes sociais

Uma das dicas que já ouvimos falar é prestar bastante atenção ao que está nas suas redes sociais, principalmente se as postagens antecedem a uma entrevista importante de emprego. Existem diversos casos de pessoas que deixaram de ser contratadas ou que nem foram chamadas para entrevista por conta do que as suas páginas nas redes sociais diziam.

Mas, você sabe até que ponto isso pode impactar negativamente um processo seletivo? Em seguida, contaremos algumas histórias reais sobre candidatos que iam bem em determinados processos seletivos mas que, por um deslize, botaram tudo a perder.

Em alguns destes casos, os candidatos se comportaram realmente mal, já em outros, os posts colocavam em dúvida aquilo que dizia em seus currículos. Para saber o que não fazer nas redes sociais enquanto se procura um emprego, acompanhe os casos a seguir:

 

1 – Não seja agressivo nas suas redes sociais

Uma empresa da Geórgia estava quase finalizando um processo seletivo, quando um candidato foi desmascarado nas redes sociais. O concorrente estava aplicado para uma vaga de coordenador de transações, no qual precisaria lidar com tarefas como documentos, agendamento e coordenação de vendedores, advogados, financiadores, empresas de títulos e muito mais.

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Foi quando a equipe de RH encontrou posts em seu Facebook (na conta pública do candidato) que fizeram repensar a escolha. O candidato estava postando conteúdo político, o que durante uma campanha presidencial não era incomum. Porém, notaram um ar bem agressivo nas respostas que ele dava para as pessoas que discordavam da sua opinião.

A empresa com a vaga em aberto buscava por um candidato que fosse capaz de deixar de lado suas diferenças e trabalhar bem em equipe. A ação vista nas redes sociais dizia claramente o oposto sobre o comportamento do candidato e, por isso, ele não conseguiu a vaga de emprego.

2- Não minta. Nunca!

O fundador de uma agência de empregos de São Francisco teve uma experiência um tanto quanto desconfortável.

Certa vez, uma candidata a um cargo de assistente administrativo ligou para cancelar sua entrevista em cima da hora, com a “desculpa” que a sua mãe tinha falecido. Então, é claro que eles entenderam e não tiveram problemas para reagendar. Logo depois, ela mandou um e-mail para dizer que precisava de um pouco mais de tempo.

Desconfiados, procuraram a candidata no Facebook e foram surpreendidos com uma foto dela jantando com a mãe, um dia depois de sua suposta morte. Então, a lição aqui é simples: não minta, e certifique-se de como você está se apresentando nas mídias sociais. Pode ser que alguma atitude vá de encontro com a história que você está contando no seu processo seletivo.

 

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3- Brincadeiras fora do contexto podem ser um problema nas redes sociais

Esta mesma agência estava contratando novos funcionários para uma creche da cidade. Dentro deste contexto, se fazia extremamente necessária uma pesquisa mais aprofundada sobre os candidatos e seus antecedentes.

O candidato em questão tinha uma conta no Twitter que apresentava repostagens do Children Falling Over, um site dedicado a fotos e vídeos de crianças caindo. Embora os posts tivessem alguns anos e mesmo não sendo nada muito sério, a empresa não quis correr o risco e dispensou o possível funcionário.

 

4- Comporte-se quando o seu time estiver em campo

O antigo diretor da Universidade de Delaware liderou um processo seletivo onde precisava escolher entre dois candidatos com capacidades e habilidades muito semelhantes entre si. E adivinha qual foi o caminho usado para a tomada de decisão? Sim, as redes sociais.

Um dos candidatos não tinha presença no LinkedIn e, além disso, o seu Facebook estava repleto de palavrões e xingamentos contra seus times rivais no futebol. É claro que o outro candidato teve vantagem e conseguiu a vaga de emprego.

 

5- Visões controversas em relação a postura da empresa

Encontrar alguém com as habilidades técnicas necessárias era um desafio para Cristian Rennella, co-fundador e CEO da elMejorTrato.com. Mas, em meio a tantos currículos ele conseguiu identificar um candidato promissor.

Ao pesquisar o seu histórico nas redes sociais, encontraram um tweet em que o candidato afirmou que ter um diploma universitário é um requisito para conseguir um emprego como programador. “Isso vai claramente contra a cultura da empresa, onde consideramos que alguém não deve ser qualificado por seus títulos ou pela falta deles, mas sim pela capacidade de desenvolver o trabalho”, diz Rennella.

6- Já conseguiu o emprego? Cuidado redobrado com o que vai escrever nas redes sociais

Uma estagiária recém contratada fez um post para informar a notícia e escreveu que iria usar a oportunidade de estágio para aproveitar o verão e teoricamente não trabalhar como deveria. A empresa, que logo encontrou o post, ficou tão descontente que rescindiu sua oferta.

 

Concluindo

Sabemos que procurar emprego não é uma tarefa fácil. Invista um tempo e busque em suas redes sociais conteúdos que possam impactar de maneira negativa em algum processo seletivo. Você se contrataria com base no que vê em suas redes sociais? Se a resposta for não, pergunte-se o porquê.

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