Gestão de ponto eletrônico

Guia completo: como escolher um sistema de ponto eletrônico para sua empresa

Guia de Ponto Eletrônico: escolha entre REP-C e REP-P conforme a Portaria 671. Reduza passivos trabalhistas e otimize seu RH com as soluções da Teleworld.

Escolher um sistema de ponto eletrônico é uma decisão estratégica para empresas que buscam mais controle, segurança e eficiência operacional. Com a evolução da legislação trabalhista e o avanço das tecnologias digitais, o registro da jornada de trabalho tornou-se um dos pilares da gestão moderna de pessoas.

A importância do controle de jornada nas empresas

O controle de ponto é o mecanismo responsável por registrar os horários de entrada, saída, intervalos e horas extras dos colaboradores. Em modelos manuais, esse processo ocorre por meio de anotações em papel; no sistema mecânico, por carimbos físicos; e, no ponto eletrônico, por meio de tecnologias digitais.

O avanço dessas soluções surgiu da necessidade de tornar o processo mais confiável, reduzir falhas humanas e evitar divergências que, ao longo do tempo, podem gerar passivos trabalhistas. Além disso, os sistemas eletrônicos permitem que o RH tenha acesso rápido aos dados, gere relatórios e tome decisões com base em informações reais.

Com a popularização do trabalho híbrido e remoto, os sistemas de ponto também evoluíram. Hoje, é possível registrar a jornada por meio de aplicativos, tablets ou computadores, eliminando a dependência de um equipamento físico fixo e ampliando a flexibilidade das operações.

O que a legislação exige

A Consolidação das Leis do Trabalho determina, em seu artigo 74, que empresas com mais de vinte colaboradores devem realizar o controle da jornada, seja de forma manual, mecânica ou eletrônica. Essa exigência garante que haja um registro formal das horas trabalhadas, protegendo tanto a empresa quanto o funcionário.

Além da CLT, a Portaria 671 do Ministério do Trabalho consolidou e modernizou as regras relacionadas ao ponto eletrônico no Brasil. Essa norma passou a reconhecer três tipos de registradores: o REP-C, que corresponde ao relógio físico; o REP-A, de caráter alternativo; e o REP-P, que funciona por meio de softwares e aplicativos.

A Portaria também trouxe exigências importantes, como a obrigatoriedade do comprovante de registro, a geração do Arquivo Fonte de Dados e a garantia de que os registros sejam íntegros, invioláveis e auditáveis. Na prática, isso significa que não basta registrar o ponto: é preciso que os dados sejam confiáveis e rastreáveis.

Como funciona um sistema de ponto eletrônico

O funcionamento de um sistema de ponto eletrônico é simples para o colaborador, mas robusto para a gestão. A cada marcação, os dados são registrados, armazenados em um banco seguro e disponibilizados para consulta e análise pelo RH.

Dependendo da tecnologia adotada, o registro pode ocorrer por biometria, reconhecimento facial, cartões RFID ou aplicativos com geolocalização. Independentemente do método, o objetivo é o mesmo: garantir que a informação represente a realidade da jornada e esteja disponível em tempo real.

Essa automatização reduz erros, evita fraudes e permite uma gestão mais transparente, beneficiando tanto a empresa quanto os colaboradores.

Por que a escolha do sistema faz diferença

Quando o sistema de ponto não acompanha a realidade da empresa, surgem problemas como inconsistências nos registros, dificuldade de integração com a folha de pagamento e aumento do risco de ações trabalhistas. Em contrapartida, uma solução bem escolhida transforma o controle de jornada em uma ferramenta estratégica.

Além de garantir segurança jurídica, o sistema de ponto eletrônico permite que o RH reduza tarefas operacionais e passe a atuar de forma mais analítica, utilizando os dados para melhorar processos, ajustar escalas e identificar padrões de absenteísmo ou sobrecarga.

Do ponto de vista dos colaboradores, a transparência também é um fator relevante. Quando o sistema é confiável, as pessoas sabem exatamente quantas horas trabalharam, quais adicionais têm direito e qual é o saldo de banco de horas, o que fortalece a relação de confiança com a empresa.

Ponto fixo ou ponto mobile: qual escolher?

A decisão entre ponto eletrônico fixo e mobile depende diretamente do modelo de trabalho adotado. Em empresas 100% presenciais, como indústrias, comércios e centros logísticos, o relógio de ponto físico continua sendo uma solução eficiente, especialmente quando há grande fluxo de pessoas em um único local.

Já para equipes externas, híbridas ou em home office, o ponto mobile se mostra mais adequado. Por meio de aplicativos e sistemas em nuvem, é possível registrar a jornada de qualquer lugar, com recursos como reconhecimento facial e geolocalização, garantindo segurança e flexibilidade.

Cada modelo possui vantagens específicas, e muitas empresas já adotam uma abordagem híbrida, utilizando o ponto fixo na sede e o mobile para equipes externas, todos integrados em um único sistema de gestão.

O que considerar antes de decidir

Antes de escolher um sistema de ponto, é fundamental analisar a rotina da empresa, ouvir o setor de Recursos Humanos e entender quais são as principais dificuldades enfrentadas no controle da jornada. Também é essencial avaliar o custo-benefício da solução, considerando não apenas o investimento inicial, mas também a economia de tempo, a redução de erros e o ganho de eficiência no cotidiano da operação. Para apoiar essa decisão, preparamos um conteúdo que apresenta de forma clara os benefícios da integração entre os dois modelos.

Outro ponto essencial é verificar se o fornecedor oferece suporte técnico adequado e experiência no mercado, garantindo uma implantação segura e um acompanhamento contínuo.

A Teleworld como parceira na gestão de jornada

A Teleworld oferece soluções completas de controle de ponto, tanto no modelo REP-C quanto no REP-P, todas alinhadas à Portaria 671 e às exigências legais. Com tecnologia de ponta, integração com sistemas de RH e relatórios em tempo real, a empresa apoia organizações em todo o Brasil na transição para uma gestão de jornada mais moderna, segura e eficiente.

Escolher o sistema de ponto certo é mais do que cumprir uma norma. É investir em controle, clareza e inteligência operacional para sustentar o crescimento do negócio.

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